Enviado por Corno indeciso em 30/07/2020
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Categoria: Traições | Visitas: 15289
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Olá a todos! Esse é o meu primeiro relato, e na verdade é o único até agora. Quando pensei em escrever sobre a minha experiência, eu achei que seria fácil, mas eu não sabia por onde começar. Isso aconteceu há algum tempo, e vou contar todos os detalhes. Então, vamos pelo começo de tudo.

Não sei exatamente quando comecei a me interessar, mas o fato é que há muito tempo eu estava guardando uma fantasia, mas eu nunca tinha tido coragem, até que encontrei minha esposa. Me sinto completo com ela, confio nela, e comecei a despertar nela a mesma fantasia.

Na verdade, no início ela só aceitou porque eu insisti muito, e algumas vezes, de tanto que eu insistia, ela até se irritava e acabávamos por nos desentender.
Também, não deve ser fácil quando o marido fala para a esposa que quer uma transa a três.



Moramos numa cidade do interior e, portanto, um garoto de programa seria impossível. E como eu já tinha lido vários relatos e contos eróticos, ideias não me faltavam. Entrei num site desses onde solteiros e casais criam um perfil à procura da realização de suas fantasias e logo choveram propostas. Criamos um Skype para isso, mas ela me deixou à frente para procurar, mas ela que decidiria.

Teclamos com algumas pessoas, casais e solteiros. Mulheres não, pois minha esposa é hétero, e eu não tinha a fantasia de transar com outra mulher na frente dela. Depois de teclarmos com algumas pessoas, um rapaz me chamou a atenção. Seu nome era Alexandre. Na verdade era um casal, e chegamos a teclar os quatro certa vez.

Mas, depois de algumas vezes teclando com ela, a esposa dele, achei-a meio problemática. Então eu e minha esposa resolvemos descartá-la de nossa lista de possibilidades. Mas ele não. Mantivemos contato, e ele disse que ela era meio que mandona mesmo, mas que eles só saíam juntos. Falei com ele que poderíamos tentar ainda, mas sem ela, e por um tempo ele tentou me convencer, até que um dia ele disse que estava disposto a vir sozinho até nós.

Teclamos por um bom tempo com ele, meses, e ele sempre foi paciente. Nunca mostramos o rosto, e ele nos mandou uma foto sua. Minha esposa não pareceu gostar muito, e eu nem sei se isso era bom ou ruim. A única coisa que eu sabia era que queria seguir em frente, o tesão sempre falando mais alto. No site coloquei algumas fotos dela com poses insinuantes, só de calcinha, e ele ficou doido, estava empolgado para nos encontrar, e não era para menos.

Minha esposa é morena, estatura mediana, cabelos encaracolados, uma cinturinha fininha, seios e bumbum carnudos e durinhos, redondinhos. Muito Gostosa.
Marcamos então um dia para nos conhecermos pessoalmente, numa cidade vizinha à nossa, pois como nessa data ele estaria viajando daria para desviar da rota sem que sua esposa soubesse e nos encontrarmos na cidade combinada. Ele foi de ônibus e nós de moto.

Quando chegamos na lanchonete, ele desceu da moto e viu a Maísa, minha esposa, logo de cara, sentada à mesa, a nossa espera.
- Cara, ela é muito mais bonita do que eu imaginava! - o Alexandre se virou para mim e falou. Concordei com ele e fomos em direção à mesa. Os dois se cumprimentaram, apresentaram-se e nos sentamos, eu de um lado, minha mulher no meio e o Alexandre do outro lado, mas quase de frente para nós.

Pedimos algo para beber e conversamos um pouco. Na verdade ele falou mais, sobre essa fantasia, e sobre a experiência dele já ter saído com outros casais e tal. Achei que seria bom dar uns segundinhos para eles conversarem a sós, para ver se a Maísa se soltava mais, pois ela parecia meio travada com aquela situação e também para eu me relaxar um pouco, esticar as pernas, pois eu estava muito tenso, com o pau muito duro, muito excitado mesmo.

- Vocês dois podem ficar conversando que eu preciso ir ao banheiro! - falei e saí. Mal entrei no banheiro e a punheta foi inevitável. Me masturbei pensando na minha esposa na mesa, com outro cara. Faltava somente ela dizer que queria e eu veria minha esposinha fudendo com outro macho, e o Alexandre estava doido para comer ela. Gozei rápido, e voltei para a mesa.

Aquela situação estava mexendo demais comigo. Eu tinha acabado de gozar, mas logo o meu pau endureceu de novo. Quando cheguei na mesa eu dei de cara com os dois se beijando. Sim, isso mesmo. O Alexandre estava beijando a Maísa. E não foi um selinho, foi um beijo mesmo, de boca, de língua, um chupando a língua do outro. Quando terminaram de se beijar, eu já estava sentado numa cadeira ao lado. Agora eu que estava sentado quase de frente para eles, e eles sentados juntos.

Continuamos a conversar, como se nada demais tivesse acontecido. Ele sempre elogiando ela, e ela parecia dopada: sorria para nós, agradecia os elogios e se beijavam, sem qualquer cerimônia. Minha esposa parecia distante, mas ligada. E eu já estava confuso com o tesão e o ciúmes.
- Acho que vou procurar um lugar pra gente dormir! - falei.

- Você se importa se eu ficar aqui com ela, cara?... assim ela não fica sozinha e a gente pode ir se conhecendo melhor! - o Alexandre me respondeu. Concordei, deixei os dois na mesa e fui procurar o hotel. Não foi difícil encontrar. Entrei, fui atendido, e fiz a reserva de dois quartos. Na volta eu achei melhor ficar de longe e observar um tempo.

Vi que o Alexandre e a minha esposa estavam conversando. Ela muito atenta ao que ele dizia, e ele, sempre carinhoso, falava coisas para ela e de vez em quando eles trocavam mais alguns beijos. Aí começaram os problemas. Fiquei meio mal pois a lanchonete era na praça, e mesmo sendo numa cidade onde eu não conhecia quase ninguém, alguém poderia passar e nos reconhecer. Fui ao encontro deles e eles estavam na maior naturalidade, conversando numa boa.

- Alexandre, eu já fiz a reserva do hotel... eu vou te levar lá e volto aqui para pegar a Maísa... pode ser? - perguntei ao nosso amigo. Ele respondeu que não tinha nenhum problema. Coloquei ele na minha moto e o deixei no hotel, e rapidamente voltei para buscar a minha mulher. Quando cheguei à lanchonete eu me sentei à mesa, ao lado dela.

- Amor, eu quero conversar com você um pouco antes... temos que combinar se vai mesmo rolar alguma coisa ou não! - eu disse à minha esposa.
- Por que, querido?... você quer voltar atrás e esquecer tudo isso?
- Não, não é isso! É que os beijos de vocês dois eram desnecessários, Maísa... essa exposição aqui na praça pode ser perigosa... alguém poderia reconhecer a gente!

- Mas, eu... eu... você! - ela ainda tentou argumentar.
- Você quer mesmo continuar, meu amor?... se isso realmente acontecer... você vai continuar me amando? - perguntei à minha esposa. Nessa hora ela me beijou.
- Sim, amor... eu quero continuar... por favor... vamos continuar! - ela respondeu e nos beijamos novamente, e senti no beijo dela o tesão que ela estava sentindo.

Fomos então para o hotel. Entre o nosso quarto e o quarto que eu tinha reservado para o Alexandre, haviam três ou quatro outros quartos, e todos davam de frente para um estacionamento e a recepção do hotel. Ele já estava no quarto dele, pois quando eu o levei, falei com ele que se decidíssemos levar aquela situação em frente, que eu o chamaria. E ele concordou.

Eu e minha esposa entramos em nosso quarto e já fomos nos pegando, somente eu e ela. Quando dei por mim nós já estávamos nus. A Maísa chupou meu pau com muita sede e se sentou nele, diferente, mais solta, gemendo mais alto, mais gostoso. Que delícia foder minha esposa daquele jeito. O quarto cheirava a tesão.

- Você quer mesmo que eu chame o Alexandre? - sussurrei no ouvido dela, percebendo o quanto sua buceta estava molhadinha e gulosa no meu pau.
- Sim, querido... ahhhhhhhhhh... que pica gostosa... fode, fode... você queria... ohhhhhh... me ver dando pra outro, não queria?... ahhh... agora você vai ver... que delícia... hummmm... eu vou dar gostoso pra ele, tá?... quero dar minha... ahhhh... buceta... pra ele!!!

Nossa, aquilo foi demais! Ouví-la dizendo isso me deixou louco e gozei forte, enquanto ela rebolava na minha pica. Ficamos deitados um pouco, nos acariciando.
- Então está decidido, Maísa... vou chamar o Alexandre! - falei, depois de alguns minutos.

Minha esposa concordou e combinamos de ela tomar banho enquanto eu e ele esperávamos na cama, e quando ela saísse eu iria para o banho para eles conversarem mais um pouco, talvez mais uns beijos, mas que só começariam quando eu chegasse na cama também. Deixei o celular filmando tudo, e as partes que eu conto aqui mas que eu não estava presente foram baseadas no que o celular filmou e no que eles me contaram depois, ela em conversa comigo e ele no Skype.

Tudo combinado. Então fui ao quarto do Alexandre e o chamei, mas o recepcionista observava tudo. E tínhamos que ser cuidadosos. Dei a chave do nosso quarto para o Alexandre e fui na recepção comprar umas bebidas com o propósito de distrair o cara da recepção. E deu certo. Quando ele saiu do balcão para pegar minhas bebidas, o Alexandre foi paro o nosso quarto.

O problema é que o recepcionista demorou demais, e ficou me enrolando por lá. E o Alexandre, conforme vi pelo vídeo, quando entrou no nosso quarto, ele ouviu o barulho do chuveiro e entrou direto, e já foi agarrando a Maísa. Quando cheguei no quarto e não o vi, fui até banheiro e eles estavam lá se beijando, ele ainda vestido e ela nua. Na maior naturalidade eles só me olharam, sorriram e continuaram se agarrando.

- Querida... acho que você pode sair e começar a se vestir... aí vocês podem conversar na cama enquanto eu tomo o meu banho... o que vocês acham? - falei e os dois concordaram. Minha esposa então pegou a toalha e saiu do banheiro com o Alexandre. Eu ainda não tinha notado, mas só eu achava que aquilo tudo aconteceria conforme o planejado. Nosso amigo foi para a cama, e, enquanto eu aguardava minha vez de tomar banho, vi minha esposa se arrumando.

Ela colocou uma blusinha preta colada e uma calcinha de oncinha socada na bunda. Em seguida ela passou perfume, ficando muito cheirosa. Deus do céu! Só um idiota acharia que um cara doido para comer uma mulher, e essa mulher de calcinha enfiada na bunda, ficariam conversando numa cama. Mas eu fui esse idiota.

Eu ainda estava na porta do banheiro quando a Maísa foi para cama e o Alexandre já foi agarrando ela, ambos ajoelhados em cima da cama. Vi quando ele meteu a língua na boca dela, e a abraçou, agarrando sua bunda. Esperei ela esboçar alguma reação, tipo seguir o combinado, mas o que vi foi ela chupando a língua do cara e o abraçando loucamente.

Eu entrei no banheiro e eles continuaram se beijando, se agarrando. Ele apertava a bunda dela.
- Estou louco por você, gata... vou mostrar pro seu marido como se come uma mulher! - ele falou e minha esposa pareceu ficar mais excitada ainda. Ela jogou a cabeça para trás e ele beijou seus seios por cima da blusa. Vi o momento em que ela puxou a camisa dele.

- Tira... tira a camisa pra eu pode te tocar... vai...! - a Maísa falou, cheia de desejo. O Alexandre passeava a mão no corpo da minha esposa, e não demorou para que logo, com uma das mãos, ele ficasse apertando sua bunda e a outra esfregando a bocetinha da minha mulher por cima da calcinha. Quando ele tentou colocar a mão dentro da calcinha, ela pegou seu braço.

"Ela não vai deixar! Ela não vai deixar ele mexer na buceta dela sem a minha presença!", pensei. Errei de novo. A Maísa pegou o braço do Alexandre e empurrou a mão dele para dentro da calcinha, e ainda abriu as pernas.
- Ahhhhhhhhhh... safadoooo... enfia os dedos nela... vai...! - minha esposa deu uma gemidinha deliciosa.

- Você é uma delícia, gata... sua bucetinha é muito quente... que gata mais gostosa! - nosso amigo falou para a minha esposa e ela jogou a cabeça para trás e ficava gemendo, enquanto ele esfregava a mão por sua xana e bunda e a beijava. Quando o Alexandre tirou sua camisa e minha esposa tirou sua blusa, ele avançou nos seios dela chupando loucamente. Ela mesma apertou um seio contra o outro e os levou em direção ao rosto dele, esfregando-os.

- Chupa eles... vem... chupa meus peitos! - minha mulher falou, olhando para ele, enquanto o safado se esbaldava em beijos nos seios da Maísa e a apertava contra seu corpo. Não aguentando mais, o Alexandre tirou a calça, ficando apenas de cueca, e o volume deixava claro o tesão que ele estava sentindo. Em determinado momento ele pediu que ela virasse de costas, colocou o pau duro para fora e ficou batendo com ele na bunda de minha esposa, que, empinada, apenas olhava para ele e sorria.

Nessa hora eu já tinha saído do banheiro e me sentei em uma cadeira, próximo a eles. Porém, aquilo era demais para mim, e embora eu quisesse que ela transasse com outro, a minha expectativa era de que, como ela não demonstrava antes muito interesse, talvez por certa vergonha ou timidez, em algum momento ela diminuísse o ritmo. Que nada. Ela se virou de frente para ele e pegou no pau dele, fez cara de safada e se beijaram, se deitando na cama.

A Maísa foi por cima do Alexandre, e os dois novamente se beijaram e ficaram se esfregando um no outro. A mão do safado passeou pelo corpo da minha esposa, que respondia da mesma forma. Isso durou pouco, pois, de tanto se esfregarem e tantas preliminares, nosso amigo já estava perdendo seu controle.
- Gataaaaa... tú é gostosa demaissssss... ahhhhhhh... delíciaaaa... preciso... deixa... eu gozar na sua bunda! - o Alexandre pediu para a minha mulher.

- Nãoooooo... gozar na minha bunda nãooo...! - ela respondeu, firme, mas muito manhosa. Nessa hora eu pensei que havia chegado o momento do gelo que eu esperava. Voltaram a se beijar loucamente, a Maísa pegando no pau do Alexandre e ele dedando a buceta dela, por cima da calcinha.
- Ahhhhhhhhhhh... caralhoooooo... não vou... aguentarrrrr...!! - nosso amigo começou a gozar como um louco, bem nas coxas da minha esposa.

Na verdade eu poderia parar aquilo tudo. Bastaria eu levantar a mão. Mas eu tinha certeza de que aquele momento chegaria espontaneamente por parte da Maísa, para acabar com o meu sacrifício. Me enganei de novo.
– Esse seu pau parece ser tão gostoso... eu quero dar minha bucetinha pra você... pra você foder ela todinha... você quer? - a Maísa olhou bem nos olhos do Alexandre e disse.

Se antes, vendo eles se esfregando, já estava forte para mim, imagina agora. Imagine ver sua esposa com cara de rendida, como se pedindo um favor, mandando outro cara comer a buceta dela! Vi como o nosso amigo ficou eufórico e partiu para cima da minha mulher, beijando-a com força, e ela retribuiu, sem nem se preocupar com a minha presença alí na frente deles.

Não demorou e o pau do Alexandre estava duro de novo. Ele então se agachou e a Maísa colocou a camisinha no pau dele, enquanto mordia os lábios. Deus do céu! Minha mulher estava sentindo tanto tesão que nem conseguia mais disfarçar. Agora, quando ela olhava para mim, ela só sorria, satisfeita, com cara de safada, e não estava mais se controlando, e dava atenção só para eles, para o Alexandre e seu cacete duro.

Nosso amigo pegou a minha mulher e a colocou de quatro. Em seguida ele montou nela, com a pica dura entre suas nádegas.
- De quem é essa buceta agora, heim?... fala, gata... de quem é essa buceta gostosa? - o Alexandre perguntou para a Maísa.
- É sua, seu safado... é todinha sua... pra você foder ela bem gostoso! - minha mulher respondeu.

Cara! Que loucura ver aquela cena, alí, sentando na frente da cama, vendo outro homem prestes a meter na minha esposa.
- Tú vai dar essa buceta pra mim, vai?... fala, safadinha... tú quer dar essa
xoxotinha pra mim, quer?
- Quero, quero... quero muito dar ela pra você, seu safado taradooooo!! - a Maísa repetiu várias vezes.

Vi o Alexandre beijar as costas da minha esposa, enquanto ele ajeitava melhor o preservativo em seu pênis, para fazer a penetração. Em seguida ele puxou a calcinha da minha mulher de ladinho, expondo a buceta dela. E aí veio outra surpresa: a Maísa geralmente é submissa na cama. Mas ela se virou de repente e empurrou o Alexandre, deixando-o deitado de costas.

- Você gosta quando a mulher senta no seu pau, gosta?... fala... você gosta, não gosta? - ela perguntou para ele, com a voz cheia de desejo.
- Sim, gata... eu adoro... vem... vem sentar nessa rola! - ele respondeu, e a Maísa, muito apressada, já foi tirando a calcinha, bateu uma punhetinha no cara e se posicionou em cima dele.

Tarada como ela estava, a bucetinha molhada doida para levar pica, o Alexandre só segurou seu pau para ficar melhor para a Maísa sentar. Ela montou e foi descendo, descendo, mexendo e gemendo igual uma puta.
- Ahhhhhhhhhhhh... que pau gostosooooo... delícia esse... ohhhhh... pau... na minha... ahhhhhhhhh... buceta...! - minha esposa falava, com a voz até trêmula.

Deus do céu! Só de escrever isso meu coração já acelerou aqui novamente. Só a lembrança já me deixa elétrico, e muito inquieto. Vi, com meus próprios olhos o nosso amigo posicionar a cabeça da rola na entradinha da buceta da minha mulher, e ela foi se sentando, me olhando bem nos olhos, como se estivesse me mostrando como ela gostaria de ser fodida por mim na próxima vez.

Vi minha esposa empinando a bunda, abrindo ela para receber aquele mastro de carne buceta adentro, sentando na pica de outro macho.
- Caralho... que delícia de buceta... apertadinha... gostosa... gata... que xoxota mais deliciosa! - o Alexandre falava e parecia estar curtindo muito a Maísa ficando praticamente empalada na vara dele.

Minha mulher só parou de descer no pau do nosso amigo quando já estava tudo dentro.
- Não tira, tá?... deixa tudo dentro... quero sentir tudo lá dentro! - ela falou e abriu a bunda com as mãos. Em seguida ela pegou no saco dele e puxou, como que para garantir que não tinha nada fora, ou ela estava querendo mais.

- Vou foder esse... uhhhhh... delíciaaaa... vou... foder esse pau... todinho...! - a Maísa começou a rebolar e gemer. A respiração dos dois era pesada. O Alexandre chamava minha mulher de gostosa, de putinha, e ela mandava ele meter, dizendo que ele tinha um pau gostoso, como ela tinha imaginado.

Que loucura! Minha esposa estava cavalgando gostoso no pau de outro homem, e eles gemiam e se contorciam de tesão.
- Agora quero ficar por cima de você, gata...! - o Alexandre falou e levantou a Maísa com a pica enterrada e a mandou abrir bem as pernas, pois eu já estava na cabeceira da cama e eles tinham deitado agora ao contrário, agora com os pés paro o meu lado, e eu pude ver ele socando o pau dele na bucetinha da minha esposa.

Pronto! Minha mulher já estava entregue ao Alexandre, e obedecia sem questionar. O safado socava sem pena, e quando ameaçou dar uma parada, a Maísa rebolou forte debaixo dele, e deu uma gemida que parecia uma bronca por ele ter parado, e que foi respondida pelo retorno das socadas e os gemidos voltaram ao de antes. Eu, estático, só assistia paralisado à foda que minha esposa proporcionava ao nosso amigo.

Caramba! O Alexandre estava se deliciando com a Maísa, e parecia que havia tempos que ele não comia uma mulher, e ela parecia uma puta doida para trepar. - Vou gozar... ohhhhhh... gata... vou gozar... ahhhh... nessa bucetaaaa...! -
não foi surpresa quando ele anunciou que iria gozar e começou a meter mais rápido. Minha esposa gemia e mandava ele meter, e ele metia com mais força enquanto gemia também e dizia que estava gozando.

A essas horas eu já tinha gozado batendo punheta, e fui tomar outro banho. Eu não sabia o que fazer. Ouví ele urrando enquanto socava a pica na minha mulher e ela gemendo de tesão. Então nosso amigo caiu exausto em cima dela.
- Você gozou? - o Alexandre perguntou para a Maísa.
- Ainda não, meu amor... mas está tão gostoso... endurece ele de novo, vai... quero mais... minha buceta quer mais pau...!

Eu não estava acreditando naquilo. Rapidamente os dois se viraram para que minha mulher ficasse por cima, o Alexandre com as pernas abertas e a Maísa no meio, com as pernas fechadas. Eles ficaram se beijando, ele falando sacanagens no ouvido dela, a elogiando e ela manhosa, só ouvindo ele e beijando nosso amigo na boca.

Saí do banho e eles ainda estavam assim, se acariciando. Então, talvez por coincidência, quando eu os vi, minha esposa passou uma perna por cima da perna do Alexandre e, enquanto eles se beijavam, ela esfregava a buceta na coxa dele. E ele, que já estava com as mãos apertando a bunda dela, deslizou uma mão entre as nádegas dela e ficou alisando a bucetinha da minha mulher, que já estava dizendo que aquela bucetinha era dele e que queria foder mais.

Eu queria ver minha esposa com outro, mas aquilo estava sendo demais. Eu não imaginava que seria daquele jeito. Sabe, às vezes eu pensava que seria só um transa e acabou, só o sexo, a penetração, ainda mais porque minha esposa nunca demonstrou muito interesse, ela parecia estar fazendo somente para me agradar, e agora, depois disso tudo, de tudo o que eles já fizeram, vi os dois agachados na cama e ela olhando para mim de lado, enquanto o Alexandre chupava sua língua.

Nem vi a hora em que ele colocou a camisinha e jogou a Maísa de lado na cama, com as pernas abertas e se posicionou entre elas. Então ele bateu a pica dura na buceta dela chamando-a de gostosa, e ela, apressada, mandava ele meter logo, segurando as pernas abertas. Minha mulher só fechou os olhos e soltou um gemidinho quando ele posicionou a cabeça do pau na entrada e num movimento só entrou sem pedir licença, deixando só o saco de fora.

Com um movimento rápido o Alexandre girou minha esposa na cama, com a pica enterrada nela, até ficar de costas para mim, ele praticamente ajoelhado e ela deitada na cama, e começou a meter freneticamente. A Maísa então soltou as pernas e abriu a bunda para que eu que a visse, bem claro, levando toda aquela pica, até o saco. Eu só assistia, nunca imaginaria aquilo daquela forma, mas eu não tinha coragem de pedir pra parar.

Os dois gemiam de puro prazer, e eu via a cara de sofrimento da minha esposa, mas ao mesmo tempo ela olhava para o Alexandre e sorria, enquanto ele metia sem dó. Até que ele se deitou sobre ela e a levantou, e foi puxando ela, e se deitou de costas, fazendo com que ela ficasse sentada sobre ele, de frente para mim. A Maísa me olhou, jogou os cabelos para trás, sorriu e com uma mão me chamou, mas eu fiz que não com a cabeça.

Ela continuou sorrindo, colocou as mão para trás, nas coxas do Alexandre, e começou a cavalgar na pica dele, olhando para mim, mordendo os lábios. Eu realmente não sei o que deu em mim. A confusão entre o tesão e o ciúmes era tanta que eu travei totalmente, eu não tinha ação nenhuma, eu só queria assistir. E embora no momento eu não estivesse gostando, a verdade é que foi muito lindo ver minha esposa sentando na pica do Alexandre daquele jeito.

- Fode, safado... fode gostoso, vai... hummmm... hummm... soca tudo na sua putinha... ahhhhh... que gostosooooooo... hummmm... esse pau na minha... buceta...!! - a Maísa realmente estava gostando, estava aproveitando a pica do Alexandre ao máximo. Ela rebolava e mexia, e ele delirava. Minha esposa sentava com força na vara, e seus seios pulavam com ela e nosso amigo praticamente urrava de tesão.

- De quem é essa bucetinha, heim, gata?... fala... de quem é essa buceta gostosa, minha putinha? - o Alexandre perguntou para a Maísa.
- É sua, seu tesudo... gostoso... ahhhhh... ela é todinha sua... não é, meu amor?... essa buceta não é dele agora? - minha mulher falou, olhando para mim. Entrei em desespero. Que raiva! Por que fui inventar aquilo? Mas agora o jeito era aguentar firme, como um homem de verdade.

O Alexandre então se levantou, deitou a cabeça da Maísa na cama e a ergueu pelas pernas, dando uma chupadinha na bucetinha dela.
- Uiiiiiiiiiiiii... safadooooooo... taradooooooo...! - ela respondeu na hora, com um gemidinho fino. Então nosso amigo colocou minha mulher deitada, de pernas abertas de novo, mas com um travesseiro embaixo da bunda dela, fazendo com que a bucetinha dela ficasse alta.

Na hora que o pau ia entrar de novo, a Maísa abriu a buceta para o Alexandre, com as mãos.
- Hummmmm... delícia... o que você está fazendo, hein, putinha? – ele perguntou a ela.
- Come logo... vem... soca tudo na minha buceta... vai... aproveita ela abertinha para esse seu pauzão! - ela respondeu.

Deus do céu! E eu alí, travado, só assistindo. Aquilo tudo era tesão demais. Minha esposa estava entregue de tal forma que eu nunca tinha visto. Ela não parecia ela mesma. O Alexandre meteu a rola nela e logo estava socando rápido, até que ele se virou de novo e ela ficou sentada sobre ele novamente. A Maísa sentada sobre ele, cavalgando sua pica, de perfil, era realmente lindo.

Ela contraía as nádegas contra ele, como se quisesse puxá-lo para dentro de si. Cheia de tesão, minha esposa cavalgava e mexia, olhando nos olhos dele, e os dois gemiam ao mesmo tempo, muito tesão mesmo. Houve um momento que ele pediu para ela parar um pouco, mas ela não obedeceu, e se ele não tivesse tirado a pica de dentro dela, com certeza ele teria gozado novamente.

Mais uma vez eles se levantaram, ficaram se beijando e se acariciando enquanto se observavam no espelho que tinha ao lado da cama. Ambos olhavam para o espelho, passeavam as mãos um pelo corpo do outro, até que minha mulher pegou a mão do Alexandre e a colocou em sua bucetinha e com as próprias mãos apertou os seios oferecendo-os para que ele os chupasse.

Nosso amigo tentava colocar na boca, mas não cabiam, e ele chupava os seios da Maísa enquanto esfregava a buceta dela com as mãos. Ela já estava mexendo o quadril involuntariamente quando resolveu bater uma punheta para ele. E assim ficaram os dois por um tempo, se beijando e masturbando um ao outro, ele sempre elogiando o corpo dela, e falando sacanagens, e ela só ouvindo e sorrindo. De vez em quando uns gemidinhos abafados dos dois podiam ser ouvidos.

Mas essa brincadeira mais inocente durou por pouco tempo. O Alexandre se levantou e eu pude ver que seu pau já estava duro de novo. Rapidamente ele colocou minha esposa de quatro na beira da cama e ela ficou parada, só esperando por ele. Eu estava do outro lado da cama, de frente para ela.

Era muita loucura! Minha mulher olhava para mim, sorrindo, cabelo bagunçado, e seu rosto parecia estar em brasa, quente, cara de safada, e com uma das mãos ela estava abrindo a bunda para o nosso amigo, que estava com uma mão também na outra nádega dela, abrindo mais ainda sua bunda e na outra mão seu pau, duro, enquanto elogiava a bunda da minha esposa, que ouvia tudo e continuava a sorrir para mim.

- Mete, vai... mete gostoso... hummm... fode essa buceta...! - a Maísa mandou ele penetrar, cansada da demora, ao qual foi prontamente atendida. Ele meteu o pau na bucetinha de minha esposa devagar, até enterrar tudo, e ela fechou os olhos e abaixou a cabeça. Nessa hora o Alexandre encaixou as mãos na cintura da minha mulher e começou a fuder bem gostoso. Os cabelos dela balançavam junto com seus seios a cada metida que que nosso amigo dava.

- Fode, fode... safadoooo... ahhhhhhhhh... seu tarado... soca tudo, vai... soca bem gostoso... ahhhhh...! - minha esposa respirava ritmada pelas metidas, com a boca aberta e a língua de fora, como um cachorro com sede, mas a sede dela era na buceta. E o Alexandre alí, metendo como louco, puxando o cabelo dela, batendo em sua bunda, chamando ela de safada e de puta. E a Maísa só gemia na pica, mordia os lábios, fazendo cara de safada e olhando para mim e para o espelho, vendo o reflexo deles fudendo.

- Vou castigar essa buceta... uhhhhhhh... delíciaaaa... vou arrombar essa sua buceta... de tanto foder ela...! - o Alexandre falava e metia sem parar. Em certo momento ele se abaixou e colocou a língua na boca da minha mulher, que já foi chupando-a, enquanto tanto ele como ela ficavam se mexendo. Nosso amigo então se colocou atrás dela de novo.

- Pode te foder com força, gata?... posso? - ele perguntou para a minha esposa.
- Pode, vai! - ela respondeu baixinho. Foi o bastante para o Alexandre socar o cacete contra ela. Seus corpos se chocavam fazendo aquele som característico. Agora ele gemia também, enquanto a chamava de gostosa e outros adjetivos que ele já vinha falando anteriormente, e ela gemia e mandava ele meter mais.

Parecia uma briga onde a Maísa estava disposta a todo custo a derrubar o pau do Alexandre e ele a destruir a buceta da minha esposinha. Nosso amigo seguiu por um bom tempo metendo forte nela, e as socadas que ele dava chacoalhavam o corpo da minha mulher, mas ela não parava também, e mordia o lábio e gemia olhando paro o espelho, para que ele visse como ela estava gostando daquilo.

Quando o Alexandre diminuiu o ritmo, talvez para não gozar ainda, a Maísa começou a jogar a bunda contra ele, e mordendo a língua, demonstrando que ainda queria mais. Nessa hora nosso amigo se recostou contra a parede, que era próxima da beirada da cama onde ele estava e ela ficou se movimentando, num vai-e-vai gostoso, fazendo o cacete dele continuar o movimento de entrar e sair dela.

- Aiiiiiiiiiiii... seu tarado... gostoso...! - nosso amigo deu uns tapas na bunda da Maísa e a chamou de safada, e ela respondeu sentando no pau e rebolando bem gostoso. Então, para complicar a minha situação, o Alexandre meteu um dedo no cuzinho da minha mulher e ela voltou a fazer o vai-e-vem com a pica em sua bucetinha, mas não demorou e ela tirou o dedo dele de lá. Não sei porquê, pois ela fez cara de quem estava gostando de dar a buceta com um dedo no cú.

Talvez porque antes de rolar tudo isso ela e eu tínhamos combinado dela não dar o cuzinho para ele, mas se durante a foda algumas vezes ela me chamou e eu fiz cara de quem não estava gostando e não participei e assim mesmo ela não parou, por que ela se importaria agora? Bem, o fato é que ela tirou o dedo dele do seu rabinho mas continuou a foda. A essas alturas nosso amigo já estava metendo de novo, mas os dois estavam exaustos.

Eu? E eu, como estava? Ninguém parecia se importar. Eu estava chateado pelo fato da minha mulher não ter reparado que eu queria que ela parasse a transa, pois eu não estava mais curtindo. Eu estava chateado pelo fato dela sentir tesão com o Alexandre. Eu estava chateado por ela estar gostando da pica dele e da foda com ele. Eu estava chateado comigo mesmo por eu ter deixado tudo aquilo acontecer e não ter feito nada nem para impedir e nem para parar.

Os dois se deram uns minutos de descanso e ficaram se beijando, enquanto se acariciavam. Me levantei de onde eu estava sentado. Nessa hora minha mulher pareceu se dar conta de que eu ainda estava no quarto.
- Amor... espera... onde você vai? - a Maísa me perguntou.
- Acho que vou dar uma volta... não quero atrapalhar vocês dois! - falei, em um esforço danado para a minha voz não transmitir o quanto eu estava chateado.

- Tá bom. Não demora, tá? - ela me falou, e voltou a beijar o Alexandre. Meu deus! Que arrependimento. Saí do quarto, numa última tentativa de fazê-los entender que eu não estava gostando, e assim fazê-los parar. No entanto, como eles não entenderam a minha mensagem, fui paro o quarto do Alexandre e fiquei lá por uns 15 minutos, aguardado que ele chegasse e eu pudesse voltar para o meu quarto, mas como ele não chegou eu voltei para lá.

Encontrei nosso amigo socando a pica na buceta da minha esposa, que estava deitada de pernas abertas, gemendo e mandando ele meter mais. Ao invés deles pararem, começaram mais uma vez e ele já estava socando com força na Maísa, que ficava pedindo mais.

- Alexandre... cara... eu... eu acho que já está bom... eu queria que você me deixasse sozinho com minha mulher agora! - falei, resolvido a fazê-los parar de qualquer maneira. Sem dizer nada, nosso amigo parou o que estavam fazendo, se vestiu e saiu. Sentei na cama e conversei com a Maísa. Falei tudo o que estava sentindo, e disse a ela que lhe dei pistas que eu não estava querendo prosseguir com aquilo, mas que ela não viu ou fazia de contas que não estava vendo.

Falei para ela que todas as vezes que ela me chamou eu demonstrei que não estava gostando. Boa parte das vezes que ela me chamou eu nem coloquei aqui, no relato, mas foram umas cinco vezes. Ela alegou que achou que eu queria ficar somente assistindo, e o fato de eu fazer sinal negativo quando ela me chamava, que era negativo para participar, só iria assistir. Acabamos nos desentendendo.

De manhã levei o Alexandre de volta para a rodoviária, para que ele pegasse o ônibus para a sua cidade. Ele tentou se explicar também, mas também me desentendi com ele. Na verdade, eu não conseguiria me entender com ninguém, eu estava ainda muito confuso. Voltei para o hotel para buscar minha esposa e voltamos para casa. Passados alguns dias, depois de muito diálogo, nos entendemos, e hoje está tudo bem.

Também consegui me entender com o Alexandre. Hoje assisto o vídeo do celular que deixei gravando e morro de tesão toda vez que assisto, e nessas horas penso em tentar repetir, mas acho que ainda não estou preparado. Afinal, nunca sabemos como realmente pode ser.

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