Da paixão à humilhação - Parte 5 - O cuzinho da Jéssica ficou sem suas preguinhas

Enviado por Jovem Professor em 02/06/2020
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Depois de mais alguns minutos o Roberto fez a minha prima se levantar.
- Jéssica, sua delicinha! Eu quero você nuazinha agora! - ele falou e deu mais um beijo na boquinha dela. Caramba, a menina, que até então era destinada a ser minha, já estava totalmente obediente e foi levantando lentamente o vestidinho e tirando tudo na frente dele, para o deleite daquele desgraçado. Meu coração parecia que ia sair pela a minha boca.

Após minha prima ficar totalmente pelada, o Roberto deu-lhe um tapão na bunda dela, que até estalou.

- Aiiiiiiiiiiii... doeu... nosssaaaa!! - ela deu um gritinho e se puxou, tentando se afastar dele, mas aí o safado puxou ela bruscamente e fez ela se sentar novamente em seu colo, só que dessa vez totalmente nua. Com a mão, ele continuava a mexer na buceta dela, e dessa vez ele ficou só no clitóris mesmo. Só tocando violãozinho. E a Jéssica já estava doidinha, até mexia o bumbum para ele.

- Tá gostando, né?... ainda quer ir embora, safadinha? - o sádico incitava ela, mas ela só gemia baixinho e não respondia.



- Quer dá para mim agora, queeeer?... ahnnn... queeerrr?... faaalaa! - ele continuava falando no ouvidinho dela.
- Queeeerooo... hunnnfff...! - minha prima lagrimava, meio chorosa, e gemia baixinho.

- Então pede rola, peeedee... pede que eu te coma... peeede, putinhaaaa! - o Roberto falava para ela. Nesse momento começava a fase da humilhação da Jéssica e, infelizmente, a minha também.
- Vaaaai... me coooome looogo... eu já disse que quero...! - meu amorzinho sussurrou e o desgraçado do meu patrão só sorriu.

- Em que posição tu quer, heim?... me fala, gatinha linda! - o Roberto perguntou, mas a Jéssica não respondeu.
- Eu te quero primeiro em pé. Vai dá em pé, vai? - ele insistiu no ouvido dela.
- Vooou... do jeito que tu quiseerrr... mas me coooome, por favoooor... logo! - minha prima falou, com a voz entrecortada. Meu deusss! Era mesmo o meu fim.

- Assim que se fala, rainhazinha... teu rei vai te pegar em pé agora! - o Roberto disse. Minha prima nem parecia mais a mesma que estava reagindo lá fora a poucos minutos. Que droga, Jéssica! Como você pode ser assim? Ela conheceu o sexo com ele, e ele a levou ao último grau do tesão, há cerca de 20 dias. Isso foi determinante para ela ceder à pressão dele e sua ingenuidade a levou de volta até o barco. Tudo a favor do imbecil e contra mim. Que droga! Que merda de vida!

- Vem aqui, delíciazinha... aqui... bem aqui! - meu patrão falou, levantou ela e, num movimento rápido, empurrou ela para a parede, fazendo com que a menina quase caísse. Então ele espalmou as duas mãos dela na parede e veio por trás, muito confiante. Lentamente ele tirou o pau para fora da calça e ficou pincelando no reguinho da minha prima. Caramba! Sinceramente aquela era a bunda mais linda que eu já tinha visto.

- Empina a bundinha, vai.. bem gostosoooo! - ele cochichou no ouvido dela e ela, toda submissa, se empinou para ele e o safado continuava pincelando sem pressa, esfregando a cabecinha da rola dentro do reguinho do meu amor, entre as duas partes da bunda dela, levando ela ao delírio. De repente, ele estocou ela de uma vez, arrancando um gritinho.

- Aaaarrgggg... de-va-gaarrrrr... por favooor... Roberto...! - ela gemeu gostoso, e o safado em cima dela, segurando ela bem firme pela cintura. A música lá em cima, na festa, estava muito alta, e ele começou a fingir que estava dançando, após a penetração.
- Aguenta, putinha... aguenta que agora tu vai levar vara em pé, do jeito que tu merece, rainhazinha lindaaa! - ele falava, aproveitando cada segundo da foda com a minha paixão.

- Quer dançar um pouquinho na vara, quer? ... hein? - ele falava, mas a Jéssica não respondia nada, só grunia baixinho. Então o Roberto começou a movimentar com ela naquela posição, e eu quase gozei. Tive que fazer de tudo para me controlar, pois o meu pau estava pulsando já, de tão duro que estava.
- Hummmm... devagar... Roberto... ahhhhh!! - minha prima falou e ficou até surpresa, pois nessa hora o safado parou e tirou o pau de dentro dela de uma só vez. Chegou a fazer zoada.

- Aaaaiii... hunnnnfff...! - ela deixou escapar um gritinho, pois a puxada repentina da rola deve ter doído a entradinha da pepeca dela. Sem perder tempo, o Roberto puxou ela e a empurrou para a cama, fazendo ela se ajoelhar ao lado da cama, com a barriga na cama, os joelhos no chão e a bundinha empinada. Dessa vez, ela ficou muito próxima de onde eu observava, dava até para ver as marcas do elástico da calcinha na bundinha dela.

Não aguentei ver a cena, virei o rosto. Era muito humilhante para mim. Quando voltei a olhar, depois de um minuto mais ou menos, ele tinha penetrado novamente nela, por trás, naquela posição e socava nela bem lentamente, tirando e botando, sempre olhando para o bumbum dela.
- Hunnnff... hunf...! - a Jéssica gemia no pau dele, misturando expressões de dor, desconforto e, o que me deixava furioso, de prazer.

- Isso, gatinha... geme na minha vara, geme, meu bem... que isso é só o começo... sua safadinha linda! - o Roberto falava e castigava minha prima com socadas bem fundas na xoxotinha dela. Meu pau voltou a ficar super duro, e, contra a minha vontade, o tirei para fora e comecei a punhetar. Que triste destino o meu.

Depois de meter na Jéssica na posição de quatro por mais alguns minutos, o meu patrão tirou o pau rapidamente e foi com a boca na bundinha dela, provavelmente chupando a buceta dela por trás. Minha prima se contorceu todinha. Então o Roberto segurou ela pelos cabelos, pertinho da nuca, e com a outra mão embaixo da barriguinha, ele a levantou, virou ela de frente para ele e a beijou, ali na minha frente.

Eu fiquei pensando o que eu daria para ganhar um beijo daquela menina que, para mim, era a pessoa mais importante do mundo. Mais uma vez tive que virar a cabeça, pois não me senti bem ao ver aquilo. Contando assim, os detalhes, as coisas parecem que ficam piores, pois voltam todas as lembranças. O Roberto foi empurrando ela para a cama, para o centro, e foi levantando as pernas dela na posição de frango assado.

- Hunnnff... Aiiiiiiiiiii... hunf...! - minha priminha gemeu quando o safado voltou a meter nela, e ficou comendo ela assim, bem lentamente. No entanto, quando ele percebeu que ela ia gozar, ele tirou o pau de dentro da xoxotinha dela, rapidamente, deixando ela com uma carinha de choro. Os olhos da Jéssica brilhavam e lacrimejavam, de desejo, de vontade de gozar. Ela queria ser comida e ele negava a ela o que ela mais queria naquele momento.

- Vem cá, gatinha... quero a minha putinha assim... não, assim... assim... isso, delicinha! - ele pediu para ela se virar de bruços, e ela atendeu na hora. A submissão dela na hora do sexo com aquele imbecil era espantosa. Ele deitou por cima dela, com a vara em cima da bundinha dela e começou a morder seu pescocinho. Droga! Eu sabia o que ele queria. Ele beijava e mordia de leve o pescoço dela, e isso estava deixando a Jéssica louca, pois ele não comia ela, deixando a com potencial máximo.

- Ahhhhh... Ohhhh... Hunnnff! - ela resmungava e gemia demais, empurrando o corpo e rebolando debaixo dele, querendo ser penetrada novamente. Mas o Roberto era safado, ele sabia como domar uma menina. Então, após uns cinco minutos, ele se levantou, e começou a passar a mão na bundinha dela.
- Eu quero comer sua bundinha, Jéssica, agoraaa... gostosaaa! - ele falou, beijando a nuca da minha prima.

- Ãhhh?? - ela sussurrou, um pouco assustada.
- Sim, delicinha... eu quero essa bundinha gostosa, quero que você dê o bumbum pra mim agora!
- Como as.. sim?
- Pow, gata... eu quero seu cuzinho apertadinho e quente na minha vara! - o Roberto falou finalmente, e foi pondo o dedo na entrada do cú da Jéssica.

- Não... Roberto... aí não... nossaaaaaaa... por favorrr... não... mete na fren... tee... eu não vou daaaar atrás! - ela falou e tentou se levantar, mas ele não deixou.
- Calma, bebê, não vai doer tanto assim... eu estou acostumado a comer cu, não vou te machucar não... pode confiar... vai ser bem gostoso como foi na frente.. anda... que eu não aguento mais de tesão por essa bunda! - o safado insistiu.

Eu não tinha qualquer esperança que ela conseguisse escapar mais, pois ela estava ali, nua, embaixo dele. E o cara estava com cara de tarado mesmo. Ele ia comer ela, no cuzinho, por bem ou por mal, infelizmente. A Jéssica estava prestes a ser arrombada atrás também, o que seria mais uma decepção para mim. Que droga! Seria mesmo o meu destino assistir a menina que eu mais amava no mundo ser sodomizada daquela forma?

Então, após muito carinho no pescoço da Jéssica, chupões e mordidas leves, ele conseguiu acalmar ela. Minha prima parecia ter se convencido de que ele realmente não machucaria seu bumbum. Lentamente ela encostou a cabeça na cama e praticamente entregou a bunda para o desgraçado. Ele, com um sorriso diabólico no rosto, levantou a cinturinha dela, e pôs o travesseiro embaixo, e ela ficou muito sexy naquela posição, para o deleite do miserável, que saboreava sua vitória.

O Roberto se levantou e pegou uma droga de uma embalagem de lubrificante anal, que já estava lá no quarto. Foi nessa hora que eu percebi que ele já pretendia enrabar ela mesmo, ou seja, a Jéssica não ia escapar de dar o seu lindo rabinho para ele. E, para piorar, meu patrão também tinha um ingrediente misterioso, que, segundo ele, tinha conseguido com um índio da região, e era feito manualmente.

Ele sempre dizia que quando passava aquilo na buceta ou no cu da menina, o produto multiplicava em mil o tesão e a vontade de se entregar, que deixava a menina muita louca de tesão, mas ele nunca mostrava a ninguém. Era um mistério e ninguém lavava muito a sério. Mas eu percebi que, além do lubrificante, ele também pegou algo que trazia no bolso da calça e misturou no lubrificante, pôs o dedo e começou a passar no anelzinho da Jéssica.

Na hora ela se puxou um pouco para a frente, incomodada, mas ele fez pressão com o joelho nas coxas dela, e ela continuou com o rostinho voltado para o colchão, talvez com vergonha da situação. Como pôde a Jéssica permitir um desgraçado daquele pôr o dedo ali? Enfiar o dedo naquela região tão preciosa do corpo dela? Que droga! Novamente senti vontade de matar aquele verme. Mas eu não podia fazer nada. Minha saída era torcer para aquela agonia acabar logo.

O Roberto continuou a passar o dedo, rodeando a entrada do cuzinho da minha priminha, deixando bem lubrificado. Com uma mão ele abria a bundinha dela e com a outra passava aquela coisa nela, que não reagia.

- Põe as mãos aqui... e abre pra mim... anda! - ele, não satisfeito, mandou ela mesma abrir a bunda. Foi com dor no coração que vi a Jéssica colocar as duas mãos em suas nádegas e abrí-las para ele, que não escondia, pela sua cara, que ele estava com um tesão máximo pelo ânus dela.

Aquela cena da minha prima abrindo a própria bunda para o cara lubrificar seu rabinho me deixou doido de ódio e, infelizmente, de tesão também. A cabeça do meu pau já estava melada, e eu ia gozar a qualquer momento. Que raiva!
- Empina mais, o máximo... vai! - O Roberto falou e a Jéssica se esforçou para deixar a bunda lá em cima para ele. Ele então começou a tentar pôr o dedo.

Hunnnff... Aiiiiiiiiiii... dóooooiiiiii...! - ela se puxou e se encolheu, mas ele, com um sorriso malicioso, continuou forçando o dedo e ela deu um gemidinho.
- Hunnnff... aiiii... uhhhh... nãooooo... hunnff! - a Jéssica continuava reclamando, mas o safado do meu patrão nem ligava e, mesmo ela puxando a bunda, ele não tirava o dedo e ela continuava empinada, devido ao travesseiro embaixo que era bem volumoso.

A Jéssica então deixou de abrir a bunda e com as mãos, e agora segurava de leve o braço do Roberto, para que ele não enfiasse demais o dedo, mas ele não tinha dó, e fez mais um esforço.
- Huuuuuuuunnn... deva-gaaarrrrr...! - minha prima deixou escapar um gemido longo. O safado tinha colocado o dedo médio todinho no cuzinho dela, e ficou alí, fazendo um pequeno vai e vem dentro dela com o dedo.

Depois de alguns segundos ele tirou o dedo, passou as mãos na bunda dela e deu uns tapinhas.
- Olha, todo vez que eu tiver metendo, tú faz força para trás como se fosse dar uma cagadinha com essa bundinha linda... isso diminui bastante a dor, tá... não esquece? - ele falou para a minha prima.
- Táaa...! - foi tudo o que a Jéssica conseguiu responder.

Meu patrão então se preparou novamente. Só que dessa vez ele foi com dois dedos. Depois de passar bastante daquele creme nos dedos, ele meteu novamente no cuzinho da Jéssica. Ela se puxou, tentou olhar para trás, mas a pressão dele nas coxas dela não deixava ela tirar a bunda. Além disso, ele mudou de posição, se posicionando no meio das pernas dela, e abrindo as coxas dela ao máximo, com os dois joelhos em cima das coxas dela.

Isso impedia que ela tentasse sair dali facilmente e faciiitava para ele. E assim, lentamente, o safado foi empurrando os dedos, com movimentos giratórios. O desgraçado sabia mesmo arrombar um cu. Miserável!
- Huuuuuuuuuuuunnnnnnnnnnfff... aaaaaii... tá doendoooo... tiraaaa... hunnnff... nãooooo! - minha prima quase implorava para ele parar. Mas ele conseguiu pôr os dois dedos, deixou demorar um pouquinho e começou a movimentar lentamente.

A Jéssica gemia baixinho, mas foi se acalmando, e até parecia já estar gostando e empinando a bundinha. Vendo isso, o Roberto tirou os dedos de leve, passou mais lubrificante com aquela mistura na entradinha e dentro do cuzinho dela, e foi se posicionado em cima, para meter a rola. Caramba! Eu pensei que eu não fosse aguentar ver aquilo. Era demais para mim, mas decidi continuar olhando.

Ele falou algumas coisas no ouvido dela, bem baixinho. Com uma das mãos ele segurou as duas mãos dela perto da cabeça, e com a outra colocou a rola na entrada do ânus. Vi ele descendo o corpo devagar, fazendo pressão. Mas, quando minha prima sentiu a cabeça da rola passar pelo seu esfincter, ela se puxou, e tentou fechar as pernas, mas o Roberto não deixou e usou todo o seu peso para deixar ela o mais imóvel possível. E continuou a entrar mais e mais dentro dela.

- Nãooooo... aaaaaaaaaigggg... dóooi de... mais... hunnnffffff... não vai daaarrr... eu não vou aguen... hunnn... taarrr... tira... tira... tira... hunffffffff...! - a Jéssica fazia caretas de todo jeito, acho que fazendo força, como ele mandou. Mas o safado ia amassando o corpinho dela devagar e parava, e depois voltava a amassar.

- Aaaaaaaaaaaiigg... paaanraaaa... é sérioooo... tá doendo demaisss. Roberto... huuuuuuuuuuuuuuuuuuu... aaaaggggggggggggggg... nãooooo... eu não vou aguen... huuuiiiiiiii... tiraaa... aaaa... eu já falei... aaiiiiiiiiiiiiiiiiiigggg! - dessa vez ela gritou alto mesmo, e se tremeu toda. Eu estava com pena dela, mas infelizmente, ela que decidiu dar para o miserável. Nessa hora ele parou um pouco naquela posição, e ficou imóvel dentro dela.

- Calma, meu bem... isso... relaxa, a cabeça já tá dentro... que cu quentinho você tem, heinn?... apertadinho... delíciaaaaa... quero sentir ele todinho no meu pau, já, já... relaxa, delicinha... e faz bastante força para trás, como se fosse pôr pra fora!
- Hunnn... tô... hunn... fazendo... mas... hunnnnn... tá... doen... doo... muito... tiraaaaaa... por... favoooor! - minha prima gemia e reclamava, no maior desespero, quase chorando mesmo.

- Calma, já vai passar... só dói a cabecinha, mas o resto vai ser mais fácil... issss... porra... tá quentinho demais... como é gostoso comer a bunda de uma putinhaaaa assim! - o Roberto falava isso, com o rosto transfigurado de tanto prazer. E a droga da Jéssica deixava ele tratar ela assim, e só gemia na vara dele, dando prazer máximo ao miserável. Deitado em cima dela, ele olhava toda hora para a bunda dela, que se contraia toda.

- Tenta parar de piscar o cuzinho que eu vou meter o resto agora... faz força agora que você vai receber a vara toda, delicinha... até o saco... nesse cuzinho gostoso! - ele falou e empurrou lentamente, mas sem parar. Ela acompanhou a penetração, segurando com força o lençol da cama e se estremecendo toda.

- Huuuuuuuuuffffffffff...! - ouvi a Jéssica soltar um longo gemido, provavelmente devido à pressão do pênis do Roberto dentro das paredes do seu ânus, que ainda lutava contra aquela invasão.

- Pronto, tesão... viu só?... entrou até os ovos... que cuzinho guloso... gostosoooo... apertado demais... eu tô desejando essa bunda desde o primeiro dia que eu te pegueiiii...! - o cara vibrava, com o pau dentro da minha prima, do meu amor, e sentindo o máximo do prazer. Ele ainda levantou um pouco a cabeça só para olhar para o ânus dela recebendo a droga da piroca dele. Desgraçado, depois ele ainda ia contar tudo isso para os caras que trabalhavam no barco. Maldito!

- Hun... hunnn... hunnn... aiii... hunnn... huiii... não... mexe nãooo... tá doendooo... meu deusssss... tá...! - a Jéssica continuava reclamando.
- Calma, amor... vou deixar teu cuzinho dilatar, relaxa... só vou comer quando ele estiver bem alargado...! - meu patrão falou e ficou dando beijinhos na nuca dela. E ela gemia baixinho, quase chorando. Para o Roberto, o cuzinho estava conquistado.

Então ele passou novamente a mão no material que trazia no bolso, misturou ao lubrificante, meteu uma mão por baixo da minha prima e começou a mexer na bucetinha. Em poucos segundos a Jéssica foi parando de reclamar e ele percebeu que era hora de completar o serviço. Com experiência, ele começou a se movimentar lentamente. À princípio, com movimentos circulares, para lacear o ânus, e depois começou um lento e curto vai-e-vém.

Meu amorzinho agora gemia muito, mas não reclamava tanto. E foi nessa hora que o Roberto viu que era o momento de comer de vez a bundinha dela, e começou a socar e falar, sempre com uma mão na perequita dela e com a outra segurando os cabelos, perto da nuca.
- Gostosaaaa... esse cu é demais... faz tempo que eu não pego um cuzinho tão apertado assim... chega a ser sedoso... por dentrooo! - o safado falava, entre os dentes.

- Hunnff... huuuii... aiii... hunnff...! - a Jéssica gemia desesperada, em um mixto de dor e prazer.
- Porraaaa... isso é demais... tô comendo a bunda da rainha da festa... que muitos desejaram... ohh, coisa boa...! - meu patrão falava e metia sem dó no cuzinho da minha prima.

E, enquanto o Roberto falava tudo isso, a Jéssica, submissa na rola, só gemia, e eu, vendo tudo aquilo, não estava mais aguentando de tesão, meu pau estava parecendo que queria saltar. A cabeça da minha rola estava toda melada, quase gozando. Se eu encostasse no meu pau eu gozava, mesmo contra a minha vontade.

- hunnn... ai... ui... ai... ai... ui... hunnfff...! - me dava até dó ver minha prima daquela jeito. Ela gemia baixinho, mas sem reclamar. O safado do Roberto realmente sabia como comer uma bundinha, para o meu azar.

- Empina pra mim... vaiiii... eu quero você bem empinada... anda...! - ele ordenou e e Jéssica tentou agradá-lo ainda mais, se esforçando para se empinar embaixo dele. E parecia que ela estava mesmo gostando de dar o cú, mesmo sendo a primeira vez.
- E então, minha putinhaaaa... tá gostando agora, taaa? - o safado perguntou bem no ouvidinho dela.

- Tôooo... hunnn... aiii... uiiii... tá... gosto... sooo...! ela respondeu, para a minha completa desolação.
- Quer que eu tire ainda, quer...?
- hunnn... nãooo... hunnn... huiii...!
- Tá doendo, tá?
- hunnggff... tá.... mas eu aguentoooo...!

- Então se empina e dá prazer pro teu machoooo, gatinha... depois dessa vai ficar mais fácil penetrar esse bumbum... agora não tem mais cabaço... nem pregaaaa...! - o Roberto saboreava sua vitória. - Fala de quem é esse bundinha... falaaa...!
- Ãhh?
- De quem é essa bunda agoraaa, delicinha?... falaaaa...!

- Tuaaa, Rober... too... hunnnff... huiii... hunnn... aiiii...! - minha prima respondeu e entrei novamente em desespero.
- Sentindo a rola toda dentro de ti, tá, putinha gostosa...?
- Tôooooo... hunggg... aiiii... huii...! - a Jéssica respondia, e pela expressão de seu lindo rostinho, ela estava adorando dar o cuzinho para o salafrário do Roberto, aquele filho da puta imprestável, corruptor de meninas inocentes.

Continua em "Da paixão à humilhação - Parte 6 - A Jéssica gozou pelo cú, pela primeira vez".

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De tanta curiosidade pelo sexo anal, entreguei meu cuzinho
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Olá eu sou um coroa muito esperiente adoro levar uma mulher Al praser eu também adoro faser uma boa massagem bem relachante tudo bem gostoso fasso uma mulher goza só com uma boa massagem você que uma mulher tem alguma fantasia que gostaria de realizar eu vou realizar todas que você quiser eu moro em Brasília meu ZAP e 999179198 Andre

Gozo gostoso na pica do meu irmão roludo
Dedé disse:
Eu queria uma irmã dessa pra gozar gostoso

Infiel desde novinha - Parte 1
Tesudo ddd 15 disse:
Você é uma mulher safadinha que gosta de ver filmes, contos eróticos e fotos pornográficas na net? Está cansada de ficar com os dedos na xaninha? Venha gozar comigo. Tenho corpo e rosto bonitos, excelente nível, cheiroso, carinhoso, saberei te proporcionar prazer e testar seus limites na cama para você ficar com o fundo da calcinha meladinha, gozar gostoso e voltar toda arrombada e com o cheiro de meu pinto espalhado pelo corpo todo.
homemfetichetarado@gmail.com
Estou no interior paulista, código ddd 15
homem fetiche tarado arroba g mail ponto com

Infiel desde novinha - Parte 1
Mariana Aparecida disse:
Eu sou louca por sexo mas meu marido não gosta muito

O padrasto só quis as pregas da filhinha da mamãe
Ryamorim disse:
Ola, me chamo Ryam, gostaria de conhecer uma mulher entre 18 e 50 anos que goste ou pratiquem incesto, só respondo o Zap, ligacoes nao sao atendidas, ja vive experiencias com enteada, e busco alguem que queira algo serio e viviencia essa experiencia futuramente com filhos, enteada ou outro genero.

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Meu padrasto come minha buceta todos os dias
Ryamorim disse:
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Sozinho com minha cunhada e com minha sobrinha
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A calcinha da minha enteada (com fotos)
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Eu e minha mãe na fazenda do meu avô - Parte 5
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Meu pai... o desfecho de tudo
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Descobri que minha mãe era uma massagista sensual
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