Minha nora virou minha amante


Enviado por Advogado Sedutor em 19/01/2020
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Meu nome é José, sou um homem divorciado de 45 anos e tenho um filho de 23 anos casado com uma menina espetacular de 21 aninhos. Os dois estão casados há apenas dois anos. Recentemente eles tiveram um sério problema financeiro e aceitaram a minha oferta para que eles viessem morar comigo no meu apartamento. E foi assim que a história que vou lhes contar foi se desenrolando.

Depois da minha separação, o meu filho Talles veio morar comigo. Minha filha resolveu ficar com a mãe. Meu filho, antes de se casar, estudava e trabalhava. Logo ele começou a namorar uma moça da faculdade e finalmente se casaram.

Sua esposa Aninha é uma menina muito linda, em todos os sentidos. Ela tem uns seios maravilhosos, a cintura bem fina e uma bundinha redondinha e dura. Ela é morena clara, olhos verdes e cabelos castanhos e longos, os quais ela vive pintando de outras cores. E o trem fica muito bonito.

Desde o primeiro dia que meu filho levou a Aninha na minha casa eu já fiquei fascinado por nela. Eles estavam namorando a apenas semanas. Quando olhei para aquele coisinha linda eu fiquei imaginando o quanto o Talles era sortudo por estar comendo uma bucetinha tão especial. Depois disso eu não parei mais de admirá-la. Eu ficava olhando os detalhes do corpo dela e depois me acabava na punheta.




Quando eles se casaram eu os convidei para virem morar comigo no meu apartamento. Falei que eu cederia o quarto principal para eles e dormiria em outro quarto, tudo isso para eu ficar mais próximo da Aninha. No entanto, como os dois trabalhavam, eles decidiram alugar uma casa e viver por conta própria.

Alguns meses se passaram desde o casamento do meu filho com a Aninha, e durante esse tempo eles me visitaram algumas vezes, mas sempre na correria, o que não me dava muitas oportunidades de curtir ainda mais a presença da minha maravilhosa nora. Mas, quando algo está destinado a acontecer, até o universo conspira a favor.

Houve um crise repentina na economia e várias pessoas perderam seus empregos, incluindo o meu filho e sua esposa, com uma diferença de semanas. Ele então me reclamou da dificuldade financeira que eles estavam passando e eu novamente fiz a proposta para que eles viessem morar comigo a fim de reduzir suas despesas. Eles venderam alguns móveis para levantar algum dinheiro para pagar dívidas e aceitaram finalmente a minha oferta.

Fiquei muito feliz quando o Talles e a Aninha se mudaram de vez para o meu apartamento, ocupando o meu quarto e, de muito bom grado, levei minhas coisas para um dos outros quartos menores. Eu não estava acreditando que minha nora estava alí, pertinho de mim todos os dias. Agora sim eu tinha tempo de sobra para espiá-la e contemplá-la nos mínimos detalhes.

Já nos primeiros dias eu aproveitei todas as oportunidades que tive para apreciar o corpinho dela, vendo-a de shortinho andando pela casa, se sentando distraída de saia ou vestido e deixando eu ver sua calcinha, saindo do banho só de toalha. Que delícia! Eu batia altas punhetas em homenagem a ela. Quando eu ficava sozinho no apartamento, eu pegava calcinhas usadas dela e cheirava muito os fundinhos, imaginando que fosse a xoxotinha dela.

A minha libido andava lá nas alturas. A minha norinha estava se tornando a minha paixão proibida, o meu tesão. À noite, quando eles iam para o quarto, eu ficava disfarçando na sala e depois ia nas pontas do pés para o corredor, ouvir o que eles ficavam conversando. Ah, aquela voz doce da Aninha me deixava louco de desejo. Eu sentia muita vontade de meter naquela deliciazinha.

Por várias noites eu colei meu ouvido na porta do quarto deles para ouvir ela gemer na piroca do meu filho. A danadinha gemia gostoso, pedindo pra ele meter gostoso nela. Nessas horas o meu pau ficava tão duro que parecia que ia quebrar. Alí mesmo, no corredor, ouvindo os dois treparem, eu tirava minha pica para fora e me masturbava até gozar.

Então, para melhorar ainda mais as coisas, meu filho, depois de algumas semanas, conseguiu um novo trabalho, e nesse trabalho ele tinha que dar um duro danado. Por essa razão, ele saía de casa bem cedo mesmo, e só retornava depois das 19:00hs. A Aninha por enquanto continuava sem trabalho, o que permitiria que eu ficasse sozinho mais tempo com ela.

Que felicidade! Organizei meus horários no escritório para que eu não tivesse que sair de casa antes das 9:00hs da manhã. Isso me permitia tomar café da manhã com a minha nora. Que delícia! Ela acordava toda linda e ia para a cozinha conversar comigo e me ajudar na preparação do café.

Caralho! A safadinha ficava andando só de baby doll pela cozinha, com suas minúsculas calcinhas, e sem sutiã. Dava até pra ver que sua rachinha era toda depiladinha. Eu me fazia de desastrado para roçar nela ocasionalmente e sentir a maciez da pele de seus braços e pernas. Mas eu realmente ganhava o meu dia quando eu conseguia encostar ou roçar no traseirinho dela. Ah, só eu sei o quanto isso me deixava louco de tesão.

Um dia meu filho saiu para o trabalho como de costume e eu, depois de tomar o café da manhã e apreciar mais uma vez o delicioso corpinho da minha nora, fui para o meu escritório atender meus clientes. No entanto, por volta das 11:00hs da manhã, precisei de um documento e lembrei que eu o tinha deixado em casa. E tal documento era muito importante para eu dar seguimento à uma das ações do meu escritório de advocacia.

Não teve outro jeito. Peguei o carro e fui em casa pegar os papéis. Assim que entrei na garagem do prédio, me ocorreu uma idéia: eu ia entrar no meu apartamento sem fazer barulho, só para saber o que a Aninha ficava fazendo na nossa ausência. Como eu tinha uma cópia da chave, essa tarefa seria muito fácil. Assim, cheguei, abri a porta sem fazer o menor barulho e entrei. A TV da sala estava sintonizada em um canal de música, e o volume era relativamente alto.

Fui andando nas pontas dos pés. Olhei na cozinha e minha nora não estava. "Só pode estar no quarto!", pensei. Fui caminhando silenciosamente em direção ao meu quarto, que agora era o quarto do Talles e da Aninha. Para minha surpresa, a porta estava entreaberta e ela estava sentada na cama, rebolando o corpo em cima de alguma coisa, e olhava atentamente para a tela de seu celular.

Fiquei extremamente curioso tentando entender aquilo. Ela não estava completamente pelada, ao contrário, estava de camiseta e calcinha, a qual ela tinha puxado de ladinho. Seus olhos abriam e fechavam, gemendo e passando a língua nos lábios, muito excitada, vendo, provavelmente, um vídeo pornô no celular. Fiquei confuso. Com uma mão ela segurava o celular e com a outra ela segurava algo, e ela estava sentada e rebolando em cima desse algo.

E foi então que vi: minha nora estava se masturbando com uma cenoura, e não era pequena não. Era longa e grossa. E a safadinha estava se acabando com a cenoura enfiada na buceta. Ela olhava para a tela do celular, depois fechava os olhos, gemia e sussurrava coisas que eu não estava entendendo. "Essa minha norinha é safada!", pensei comigo.

Fiquei alí mais alguns segundos, tomando todo o cuidado para que ela não me visse. Agora sim eu podia apreciar minha linda nora em todo o seu esplendor, rebolando, subindo e descendo gostoso com aquela enorme cenoura engatada na xoxota. Que delícia ver aquilo. Aproveitei que ela, em nenhum momento, se preocupou em olhar na minha direção e abri minha calça e tirei o meu pau para fora. Enquanto ela se masturbava eu olhava e tocava uma punheta assistindo àquela cena maravilhosa.

Quando percebi que ela estava prestes a gozar, guardei meu pênis novamente e saí do apartamento com muito cuidado e silêncio, pois eu não queria que ela notasse a minha presença. Saí para o meu carro com uma tremenda ereção, a qual tive muita dificuldade para esconder. Depois de uns 20 minutos eu calculei que a Aninha já deveria ter finalizado sua deliciosa sessão de masturbação e voltei para o apartamento, dessa vez fazendo barulho.

- Oi, Aninha! - falei assim que entrei.
- Oi, Seu José... estou indo! - ela respondeu lá do quarto e, um minuto depois, veio ao meu encontro. Percebi que ela ainda estava usando a mesma camiseta que eu tinha visto antes, e com a mesma calcinha, sem sutiã.

Ela ficou um pouco inquieta ao me ver, pois olhei diretamente em seus olhos, como se eu estivesse dizendo "eu sei o que você estava fazendo". Mas acho que a situação a deixou também excitada, pois os biquinhos de seus peitos quase furavam sua camiseta.
- O senhor chegou mais cedo... aconteceu alguma coisa? - ele me perguntou, demonstrando mais tranquilidade.

- Precisei vir pegar uns documentos... mas já estou voltando para o escritório! - falei, sem tirar os olhos dela, estudando sua reação. - Eles estão em uma pasta lá no quarto de vocês, em uma daquelas caixas que deixei na parte de cima do guarda-roupas... posso entrar lá pra pegar? - perguntei e ela me respondeu que sim, um pouco desconfiada.

Fui até o meu quarto, que agora era o quarto do meu filho e da Aninha, e ela ficou sentada na sala, assistindo TV. Já fui entrando direto no banheiro, muito curioso e com vontade de encontrar a cenoura que ela estava usando para se masturbar. Olhei no armário do banheiro, nas gavetas da pia, e logo vi uma blusa enrolada e colocada atrás da porta. Peguei, abri e "Bingo!". Alí estava a enorme cenoura que a minha norinha estava enfiando na rachadinha dela.

Que delícia! Peguei a cenoura e levei até o meu nariz. Hummmmmmm! Que coisa maravilhosa! Cheiro de bucetinha nova, cheiro de caldinho de xoxota. Passei a língua, lambi tudo, cheio de tesão. Tirei o meu pau para fora e comecei a bater uma punheta bem gostosa. Meu pau estava muito duro. Eu queria muito gozar sentindo o cheirinho da buceta da minha nora naquele consolo improvisado.

- Seu José! O senhor está aí no banheiro? - ouvi a Aninha me chamar, possivelmente na porta do quarto.
- Sim... estou aqui! Precisei usar aqui rápido! Já estou saindo! - respondi.
- Tudo bem! Estou lá na sala, tá? - ela falou e me concentrei na minha punheta, pois eu não queria sair dalí com o pau duro do jeito que estava. Gozei, dei descarga para disfarçar, enrolei a cenoura na blusa dela novamente e saí do quarto.

- O senhor encontrou os documentos? - minha nora me perguntou assim que cheguei à sala. Respondi que sim e que só ia até a cozinha tomar um copo de água e já voltaria para o escritório. Quando eu estava na cozinha ela foi até lá também. Percebi que ela estava muito desconfiada e agoniada com alguma coisa, talvez ciente de que eu já soubesse do seu segredo. No entanto ela não fez nenhum comentário e eu também não falei nada.

Depois desse dia fiquei quase que obcecado pela Aninha. Caralho! E parecia que ela estava percebendo a forma como eu a olhava agora, um olhar de desejo, de puro tesão. E foi então que ela começou a me provocar, caprichando mais nas poses quando estávamos os dois sozinhos. Muitas vezes estávamos eu e ela no sofá da sala e ela abria as pernas de propósito, só pra eu dar uma boa olhada na calcinha que ela estava usando.

Em outras vezes ela, aproveitando a ausência do meu filho, me avisava que ia para o quarto dormir um pouco e deixava a porta aberta. Quando eu ia lá olhar, a safadinha estava deitada só de calcinha e sutiã, com sua beleza juvenil exposta, fingindo estar dormindo, só para matar o papai. Eu não me aguentava e tirava logo o meu pau para fora e me masturbava olhando aquele corpinho maravilhoso. Eu sabia que ela queria dar pra mim, mas a iniciativa cabia a ela, pois eu corria o risco de estar interpretando mal as coisas.

Uma certa manhã eu acordei um pouco mais tarde, já que eu não tinha nenhum compromisso no escritório. Como sempre, meu filho já tinha saído para o seu trabalho e minha nora provavelmente já deveria estar com o café da manhã pronto. Tomei um banho rápido e fui até a cozinha. Para minha surpresa, minha nora estava sentada lá, chorando.

- Ué, menina... o que foi?... por que está chorando? - me aproximei e perguntei a ela.
- Nada, Seu José... preocupa não! - ela me respondeu, com um olhar muito triste. - É que não consegui voltar a trabalhar ainda... é ruim, sabe, ficar aqui só dando despesas para o senhor! - ela concluiu. Me aproximei dela e acariciei gentilmente sua cabeça.

- Deixa disso, Aninha! Não fala assim... gosto muito de ter você e o Talles aqui comigo... você sabe... não precisa chorar por causa disso não! - falei, tentando deixá-la mais calma. Eu estava usando um calção bem folgado, sem cueca e uma camiseta. Encostei meu corpo no ombro dela, para que ela, quando sentisse o volume do meu pau, falasse alguma coisa ou me expulsasse de perto dela, talvez me xingando.

Mas não foi isso que aconteceu. Continuei fazendo carícias nos cabelos dela e ela simplesmente fechou os olhos, ficando quietinha. Apertei ainda mais o meu pênis contra seu ombro e minha ereção foi aumentando até chegar ao seu nível máximo. Isso fazia um volume enorme no meu calção. Do ombro dela eu passei a esfregar minha ereção em seus seios, e ela ainda quietinha.

Então a Aninha abriu os olhos e me olhou atentamente.
- Ah, Seu José... se o senhor soubesse porque estou chorando...! - ela falou, com a voz entrecortada.
- Me fale... não quero ver minha norinha triste assim! - eu disse, e continuei fazendo carícias no rosto dela e esfregando o volume da minha rola em seus seios.

- É que hoje eu acordei com tanta vontade de... transar... nossa... mas o Talles... ele... ele... não quis fazer comigo... não... sei... ele não quer mais fazer! - ela falou, bem compassado. - E agora... olha o que o senhor... está me propondo! - minha nora concluiu e passou sua mão no meu pau, por cima do meu calção, apertando suavemente e depois massageando minha vara contra seus peitinhos.

Eu não soube o que fazer nem o que responder a ela. Eu precisava falar algo para matar a questão naquele momento, afinal eu sou advogado e um mestre na arte da argumentação. Confesso que foram os segundos mais longos de toda a minha vida. Então, finalmente minha cabeça voltou a funcionar.

- Aninha... veja... você precisa ter paciência com ele! Você sabe que esse emprego dele é pesado, exige muito... mas a gente pode fazer um trato. Enquanto você estiver aqui em casa, não fica assim deprimida. É só você me falar que eu te ajudo com essa questão de sexo! - disparei, sem saber muito bem se este era o caminho correto.
- O senhor está falando sério? - ela me perguntou e começou a rir.

Entendi a risada dela como uma cortada, um fora, e minha ereção começou a baixar. Estava tudo perdido. Ela estava só me dando corda para ver até onde as minhas intenções iam. Com certeza ela falaria tudo para o meu filho e minha vida estaria bem complicada.
- Deixa eu pegar nele então! - minha nora falou, com um sorrisinho no canto da boca. Em seguida ela pegou no meu pênis, ainda por cima do meu calção e voltou a acariciá-lo. Esse gesto me tranquilizou e fez minha ereção voltar com tudo.

- Quer chupar, quer? Acabei de tomar banho! - falei e me afastei um pouco, ficando com o meu pau bem em frente ao rosto dela. Delicadamente minha nora foi baixando meu calção, até que minha vara saltou para fora, bem dura. Ela ficou parada olhando, analisando. E eu só na expectativa. Até que ela finalmente segurou bem no meio do meu pau e o direcionou até sua boca.

- Ahhhhhhhhhhhhhhh... delícia... menina...!! - gemi de prazer quando a Aninha começou a lamber a cabeça da minha rola, passando os lábios suavemente, dando beijinhos carinhosos. A língua dela percorria todo a minha vara, de cima abaixo, sem pressa, em um ritual de pura sedução. E, enquanto ela fazia isso, levei minha mãos até seus seios e os massageei por cima de sua camiseta. Que delícia finalmente sentir a boquinha da minha nora pagando aquele delicioso boquete na minha pica.

Segurei-a pelo braço e a fiz se levantar, ficando de pé na minha frente. Abracei ela carinhosamente, cheirando seus cabelos e passando uma mão bem na bucetinha dela, apertando levemente.
- Ahhhhhhhhhhh...! - ela soltou um gemido abafado, com os olhos fechados e a boca aberta, com seus lindos lábios alí, à minha disposição.

Beijei o rostinho dela, nas bochechas, e fui seguindo com a minha boca em direção à boca dela. Ao sentir a maciez dos lábios da Aninha nos meus lábios, um arrepio de tesão percorreu todo o meu corpo, e também o corpo dela, pois percebi que ela tremia e empurrava sua pélvis contra a minha mão, que ainda estava em sua xoxota, por cima de sua calcinha.

Procurei a língua dela com a minha e ela correspondeu. Agora minha nora estava totalmente entregue a mim. Beijei muito a boca dela, e aproveitei para percorrer seu corpo todo com as minhas mãos: apertei e massageei seus peitinhos, passei os dedos em sua linda barriguinha, brinquei com os dedos na xaninha dela, por cima de sua calcinha e até me atrevi a apertar sua bunda, o que a fez suspirar de prazer na minha boca.

- Quer ir para o quarto? - perguntei a ela, sentindo sua buceta totalmente melada.
- Sim, quero... estou com muita vontade, Seu José! - ela respondeu, com os olhos brilhando de desejo. Em seguida ela saiu quase correndo para o quarto e eu fui atrás, com meu pau muito duro e já pronto para comer aquela xoxotinha que eu desejava há muito tempo.

Mal entramos no quarto e minha nora já foi tirando sua roupa apressada e se jogou na cama, peladinha. Tirei minha roupa também e parti pra cima dela.
- Hummmmmmmmmmm... que sogrinho mais tarado! - ela me disse quando comecei a beijar seu corpinho todo, cheirando todos os seus buraquinhos, lambendo, apertando, querendo curtir cada pedacinho de sua pele sedosa.

Dei uma chupada bem gostosa na xoxota dela, e fui movimentando meu corpo para que ela ficasse em cima de mim e iniciamos um sessenta e nove muito safado. Sempre gostei da posição 69, pois adoro a boca da mulher no meu pau enquanto chupo a buceta. E a Aninha estava muito tesuda. Ela mamava na minha rola com muita vontade mesmo, parecendo uma gatinha faminta, e eu lambia e chupava seu clitóris, e saboreava o líquido saboroso que saía de sua periquita.

Ela estava mamando no meu pênis com tanta vontade que, por várias vezes, tive que me esforçar para não gozar na boquinha dela. Eu sentia ela lamber a cabeça da rola, descer os lábios até o meu saco, beijar, e depois subia para engolir o máximo que ela conseguia, sugando, louca para tirar e beber leitinho bem quente.

Ficamos nessa brincadeira uns 10 minutos, até que tirei minha boca da buceta dela e fui até o seu cuzinho. Lambi e dei uma chupadinha bem forte, sugando bem em cima do anelzinho anal dela. A menina perdeu o controle.

- Ahhhhhhhhhhhhh... hummmmmmmmmm... ahhhhhhhhhhh...! - ela gemia, sem tirar o meu pau de sua boca toda babada. Chupei o ânus dela novamente e seu corpo estremeceu.
Seus gemidos se transformaram em gritinhos e ela rebolou a buceta no meu rosto, gozando com a minha rola na boca, chupando desesperada. Fiquei muito excitado com a quantidade de melzinho que a buceta dela liberou na minha boca. Chupei tudo e engoli até a última gota, e ela só gemendo, curtindo seu gozo e prolongando ainda mais o nosso prazer.

- Nossa... meu deusssss... como eu estava precisando disso! - a Aninha disse, com uma lindo sorriso. Voltei a beijá-la na boca e ela correspondeu, como se fosse minha namoradinha. Que loucura! Nunca imaginei que eu estaria prestes a meter na mulherzinha do meu filho. Que delícia beijar a boquinha que estava chupando o meu pau, e ela sentindo na boca o gostinho da própria buceta. Meu pau estava pulsando de vontade de penetrá-la.

Ficamos um bom tempo nos beijando. A Aninha colocava a língua para fora de sua boca e eu chupava a língua dela todinha, saboreando saliva de menina nova e depois eu mordia os lábios dela, sentindo ela gemer cada vez mais agitada. Meus dedos estavam na entrada da bucetinha dela, massageando e brincando com seu clitóris. Deslizei um dedo para dentro e para fora de sua grutinha complementa umedecida.

- Nossa... o senhor vai me matar, Seu José! - ela suspirou quando desci minha boca até o seus seios e distribuí beijinhos em cada um dos seus peitinhos. Depois chupei e mamei nos biquinhos, como um bebê desesperado. Ela gemia e se contorcia todinha. Continuei com um dedo dentro da buceta dela e toquei o cuzinho dela com a ponta de outro dedo. Nessa hora ela piscou o cuzinho no meu dedo e pareceu ficar louca.

Com um forte empurrão ela me fez ficar deitado de costas e veio por cima de mim. Nem precisei fazer nada. Ela mesma segurou na base do meu pau e começou a esfregar a cabeça da minha rola em sua entradinha, massageando seus pequenos e grandes lábios vaginais. Eu levantava minha pélvis para penetrá-la e ela subia seu corpo. Por uns três minutos ela ficou nessa tortura, só esfregando a cabeça do meu pênis na rachinha e no seu clitóris.

Eu sabia que ela queria me castigar um pouco mais, e aguentei firme. A xoxotinha dela estava tão molhadinha que o caldinho escorria por todo a minha vara. Até que ela não aguentou mais também e desceu o corpo, deslizando no meu cacete e engolindo tudo, de uma só vez.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhh... meu deusssss, Seu José... que pau mais gostoso...! - ela gemeu ao sentir minha piroca toda enterrada em sua xoxotinha gulosa.

Que prazer que senti ao estar finalmente dentro da minha norinha linda, a menina para a qual eu bati dezenas de punhetas. E agora eu estava alí deitado debaixo dela, vendo-a subir e descer seu corpinho no meu pau, engolindo ele todo com sua buceta apertadinha e gostosa, e muito melada. Ela rebolava o quadril para os lados, para frente e para trás, me levando às nuvens.

- Delicinha... ahhhhhhhh... você é uma delícia, menina... você sabia disso, não sabia?... fode gostoso o pau do seu sogro, fode, minha delícia linda...! - eu falava e ela requebrava em cima da minha vara, como se sua bucetinha estivesse sugando o meu pau, apertando e depois liberando. Minhas mãos estavam em seus peitinhos, amassando e beliscando os biquinhos, para deixá-la ainda mais excitada.

De repente ela começou a se tremer todinha e jogou o corpo para trás.
- Estou... ohhhhhhhhhh... estou... ahhhhhhhhhhh... delícia... delícia... estou... Seu José... uhhhhhhhh... estou... gozandoooooooooooooooooo...! - ela gemeu bem alto e rebolou no meu pau com muita força mesmo. Ela havia chegado a mais um delicioso orgasmo. E eu fazendo o possível para me segurar e não gozar também.

Enquanto minha nora ainda gozava, ela se jogou para frente e ficou abraçada comigo, e eu beijando e acariciando o rostinho dela. Nessa posição ela aproveitou para rebolar mais um pouquinho no meu pau, lentamente, dando leves tremidinhas e com sua respiração voltando ao normal. Então foi a minha vez de empurrar minha pelve para cima, penetrando a xoxota dela cada vez mais fundo, fodendo a deliciazinha dos meus sonhos do jeito que eu sempre quis.

Logo mudamos de posição e eu a coloquei deitada de barriga para cima. Coloquei as pernas da Aninha sobre os meus ombros e fiquei alguns segundos apreciando sua buceta lisinha, com aquela rachinha avermelhada e os grandes lábios grossos e inchados. Apreciei também seu buraquinho anal, fechadinho, com suas preguinhas chamativas.

- Vai deixar seu sogro comer esse cuzinho, vai? - perguntei a ela, olhando fixamente em seus olhos. Ela apenas sorriu, pegou meu pau e o encaixou na portinha de sua buceta. Empurrei e minha pica foi entrando lentamente, deslizando pra dentro dela.
- Hummmmmm... mete gostoso... mete, Seu José... ainda estou com vontade...! - ela sussurrou, dando uma sorrisinho com o cantinho da boca.

Soquei meu pau com vontade na xoxotinha dela, segurando-a firme pelas pernas e vendo seu rostinho lindo expressar o prazer que ela estava sentindo a cada bombada que eu dava. Tirei o pau, levantei bem suas pernas e fiz com que ela as segurasse, ficando em uma perfeita posição de frango assado. Me abaixei e dei umas boas lambidas no ânus dela, que gemeu gostoso. Fiquei vários segundos brincando com a pontinha da língua na argolinha de seu cú.

Como ela continuava quietinha, me afastei um pouco, enfiei o dedo na xoxota dela e, deixando-o bem lubrificado com o caldinho da buceta, fui até seu cuzinho. Apoiei a ponta do dedo na entrada e fiz uma leve pressão. O esfíncter dela cedeu e meu dedo entrou, bem apertado, mas entrou. Minha nora deixou escapar um gemido abafado, mas nada fez para que eu tirasse o dedo. Aproximei minha boca e cuspi na entradinha do cú dela, e novamente enfiei o meu dedo, bem fundo dessa vez.

- Ainnnnnn... ainnnnn... não enfia... muito... não... dói um pouco...! - ela murmurou, mas continuou segurando suas pernas bem firmes, coladas aos seus peitos. "Essa deliciazinha quer dar esse cuzinho!", pensei comigo. Eu não ia deixar ela escapar, pois talvez eu não teria outra chance. Tirei meu dedo, passei mais cuspe no ânus dela, encostei a cabeça da rola e fui empurrando devagar.

- Uhhhhhhhhhhh... deusssss... devagarrrrr... por favor... ainnnnnnnn... devagarrrr...!! - ela falava, e eu podia ver dor em seu olhar. Mas não parei. Centímetro por centímetro eu fui invadindo o cuzinho dela, sentindo o reto dela se desdobrando para permitir a passagem do meu pênis. Fazia muito tempo que eu não comia um cú tão apertado e quente.

Minha linda norinha gemia desesperada, mas em nenhum momento pediu para eu parar aquela invasão anal. Voltei a segurar suas pernas nos meus ombros e fiquei bombando bem devagar, até sentir que a penetração agora ocorria sem nenhuma dificuldade. Minha pica entrava e saía, arrancando gemidos de prazer da Aninha e me levando a um nível de prazer que me dava até medo. De repente ela soltou um gritinho e levou sua mão ao seu clitóris.

- Vou gozarrrrr... vou gozarrrrrrr... ahhhhhhhhhhhh... vou gozarrrrr...!! - ela gemeu e teve seu terceiro orgasmo comigo, dessa vez com o meu pinto enterrado em seu cú maravilhoso. Eu nem estava acreditando naquilo, parecia um sonho. Por vários meses eu fiquei apreciando o traseiro da minha nora, imaginando como seria sua bundinha sem roupa nenhuma atrapalhando minha visão. E agora eu estava alí, metendo gostoso no rabinho dela.

- Sogrinho... goza na minha boca, goza... hummmmm... deixa eu beber seu leitinho gostoso, deixa...!! - ela me pediu. Como eu já estava quase gozando, tirei meu pau rapidamente e levei em direção ao rosto da Aninha. Só precisei de duas punhetadas para meu esperma sair em jatos, atingindo a boca, nariz, olhos e cabelos da minha nora. Que cena mais linda! Ela engoliu o que caiu em sua boca, passou os dedos e recolheu todo o restinho que caiu fora da boca e engoliu também.

- Ahhhhhhhhhhhhh... delícia... você é safadinha demais, menina! - gemi de prazer quando ela veio e abocanhou a cabeça do pau, sugando todo o resto de pôrra que ainda estava saindo. Ele nem se preocupou se o meu pinto estava sujo ou não da penetração anal que tinha acabado de acontecer. Em seguida caímos os dois na cama, suados e cansados, mas plenamente satisfeitos. Depois fomos ao banheiro tomar banho juntos e voltamos para a cama novamente.

- Sabia que o senhor foi o segundo homem da minha vida? - ela me olhou e me perguntou, com um enorme sorriso nos lábios.
- Sério?
- Sim, só tive relações com o Talles... foi ele quem tirou minha virgindade! - ela explicou. - E agora com o senhor!

Como a minha nora estava linda ali do meu lado, conversando comigo em um nível de intimidade que prometia muita coisa ainda.
- Mas, se o Talles não te come do jeito que você gosta... como você alivia essa tensão?... você é muito fogosa! - perguntei, atiçando ela para que ela me contasse mais coisas.

- Então, eu me masturbo quase todos os dias... o Talles não gosta muito de sexo não, Seu José... é uma vez por semana e olha lá! Às vezes ficamos dez dias sem transar... então eu uso cenouras e pepinos... mas eu levo bem depois, tá? - ela disse e caímos na risada.
- Agora sei porque a comida ficou tão gostosa depois que vocês vieram morar aqui! - falei e ela, entendendo minha insinuação, veio e se deitou em cima de mim.

- É porque as verduras passam primeiro pela minha buceta! - a Aninha falou e rimos muito. Nessa hora a mão dela já estava no meu pau, massageando e tentando levantar ele novamente.
- E por que você não compra um vibrador, um consolo, um pênis de borracha? - perguntei.

- Deus me livre, Seu José... isso seria um choque para o Talles... ele ia pensar que não está dando conta de mim... ele é ciumento, sabia?... melhor eu ficar brincando com as minhas cenouras mesmo! Assim ele acha que está tudo bem!
- É, isso é verdade! - concordei. - Mas vamos fazer um trato, minha norinha linda. Essa semana vou dar um jeito de te levar em um sex shop que conheço aqui!

- Sex Shop? Pra quê? - ela me perguntou, dando uns beijinhos no meu pau, já bastante duro.
- Vamos comprar uns brinquedinhos pra você... quando você estiver muito fogosa e o Talles não quiser te comer, você os usa... e depois guardamos lá no meu quarto... bem escondidos! O que você acha?

- Ué, pode ser! - ela concordou, encaixando a cabeça do meu pau na buceta e começando a rebolar bem devagar. - Mas eu pensei que o senhor ia me comer quando o Talles não quisesse!
- Olha, não fala assim, menina... você é mulher do meu filho! - falei brincando.
- Errado, Seu José! Agora eu sou a mulherzinha do filho e do pai dele... vou ser a putinha bem safada do meu sogrinho comedor de cuzinho! O que o senhor acha?

Minha resposta foi um gemido de prazer, ao sentir a bucetinha dela devorando minha vara mais um vez. E que buceta! Passei a comer a minha nora quase todas as semanas. Eu começava metendo na xoxotinha e logo ela virava a bunda, querendo levar no cuzinho também. De acordo com ela, eu fui o primeiro a meter meu pênis em seu rabinho. Ela falou também que o meu filho não gosta de anal. Melhor assim. Divido a buceta com ele e fico com o cú da Aninha só pra mim.

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Nome: Reinaldo
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 22/03/2020
Minha nora é uma delicia de putinha, adoro quando ela começa a me lamber como se fosse uma cachorrinha. Mas fico bambo quando ela mete a boca em minha pica e mama como ninguém. Depois chupo a língua dela e mamo os seios pequenos e durinhos. Mas a putinha tem um corpinho delicioso, uma buceta gulosa e um cú que adoro lamber. Qdo penetrada ela geme gostoso e grita de prazer. Queria ter mais noras assim..
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Nome: Reinaldo
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 22/03/2020
Minha nora é uma delicia de putinha, adoro quando ela começa a me lamber como se fosse uma cachorrinha. Mas fico bambo quando ela mete a boca em minha pica e mama como ninguém. Depois chupo a língua dela e mamo os seios pequenos e durinhos. Mas a putinha tem um corpinho delicioso, uma buceta gulosa e um cú que adoro lamber. Qdo penetrada ela geme gostoso e grita de prazer. Queria ter mais noras assim..
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