Enviado por casada_carente em 10/01/2020
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Categoria: Traições | Visitas: 10819
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Olá a todos! Meu nome é Natália, sou casada, e fui infiel ao meu marido pela primeira vez por causa do meu fetiche, desde menina, por pênis grandes e grossos. Esta história que vou contar é 100% real e muito comprometedora, até porque sou casada e não quero causar nenhum problema ao meu marido e nem às nossas famílias. Assim, os nomes que usarei são fictícios. Espero que vocês entendam.

Meu fetiche desde novinha são picas grandes, enormes mesmo, e bem grossas. Desde adolescente eu sou fascinada por pênis grandes, e fico super excitada só em vê-los. Com os meus namorados ou rapazes com os quais eu saia, antes de transar, eu sempre pedia para chupar suas pirocas antes, para vê-las bem eretas e analisar seus tamanhos.

Se o pau do cara fosse pequeno, eu chupava até ele gozar e depois dava uma desculpa qualquer e já o dispensava. Porém, se o cacete fosse realmente grande e bem grosso, eu deixava ele meter nos meus dois buraquinhos íntimos, até me deixar toda abertinha. Não me casei virgem nem na buceta nem no cú.

Aos 22 anos de idade eu conheci um rapaz, o Breno. Me apaixonei por ele perdidamente e nos casamos, depois de uns dois ou três anos de namoro. Foi o único homem que não traí durante o namoro, o que me indicou que ele seria mesmo o cara com quem eu passaria o resto da minha vida. A pica do Breno não é lá essas coisas, mas me satisfazia até então.




Sou bem branquinha, não sou muito magra, mas também não sou gorda. Sou cheinha e gostosa, como os homens falam. Meus seios são bem grandes e a parte que mais gosto no meu corpo é a minha bunda. Tenho as nádegas bem redondas e durinhas. Não sou alta, tenho apenas 1,68m de altura. Ah, e meu rosto é bem redondinho, e combina bem com o meu olhar e sorriso sempre alegres. Minha pepeca está sempre depilada e cheirosa.

Meu marido, desde a época do namoro, tinha um monte de revistas pornôs escondidas em seu quarto, e mesmo depois do nosso casamento, ele optou por continuar com a sua coleção de pornografia. Eu não me importava, já que eu aproveitava para ver as enormes rolas dos modelos masculinos que alí apareciam. E elas me serviam para eu me masturbar quase todos os dias, usando um consolo bem grandinho que o Breno tinha me presenteado ainda na nossa lua de mel.

Foi meu próprio esposo quem colocou outro homem dentro de nossa casa. Um certo dia ele me falou que tinha encontrado um amigo de seus tempos de escola, e que ele era filho de uma empregada da casa de seus pais. O Ailton, segundo meu marido Breno, foi seu grande amigo de infância, e por isso ele lhe tinha muito apreço e consideração.

Além disso, o Ailton estava desempregado há muito tempo e com muitas dificuldades financeiras. Por isso meu esposo o chamou para trabalhar um tempo em nossa casa. Devido à boas condições que nossas famílias sempre tiveram, morávamos em uma casa muito grande, com piscina e um quintal enorme. Dessa forma o Ailton ficaria responsável pela limpeza da piscina, limpar o jardim, pintar e outras tarefas desse tipo.

- E aí, cavalo? Cara, que bom te ver novamente! - meu esposo explodiu de alegria ao rever seu velho amigo. Na hora não entendi muito bem porque o Breno chamou o Ailton de "cavalo", mas também não dei muito importância. Nesse dia eu preparei um almoço bem caprichado e os dois passaram quase o dia todo conversando e atualizando suas histórias. Percebi de imediato que o Ailton era muito respeitoso, pois não me dirigiu olhares indiscretos em momento algum.

Ele era um homem de uns 30 anos, bem alto, algo em torno de 1,90cm de altura, magro mas com músculos bem definidos. Seu rosto tinha linhas de expressões bem marcadas, e isso fazia com que ele aparentasse ser mais velho do que ele realmente era. Além disso ele era bem moreno mesmo, quase negro, e ele tinha um sotaque meio estrangeiro, uma fala mansa, arrastada. Mas gostei dele desde o principio e fiz o possível para ele se sentir bem em nossa casa.

Um dia o Ailton estava tirando a sujeira da piscina, e ele estava usando um short daqueles bem apertados mesmo. Meus olhos foram direto no volume da rola dele. Fiquei muito surpreendida, de boca aberta, ao ver o pacotão enorme da vara guardada dentro daquele short. Meu deuss! Meu fetiche por pênis gigantescos voltou à minha mente com toda força. De imediato comecei a imaginar o pau dele ereto, o tamanho que ele teria.

E foi então que a suposta enorme vara do Ailton virou uma obsessão para mim. Meu deus! Eu queria ver o pau dele ao vivo, bem na frente dos meus olhos. Para isso eu bolei um plano. Sempre que ele limpava a piscina ele tomava um banho depois. Fui rapidamente ao banheiro que ele usava e tirei todas as toalhas que ficavam em um pequeno armário lá.

Não demorou e meu plano surtiu efeito.
- Dona Natália, a senhora pode me fazer um favor? - ouvi o Ailton me chamar lá do banheiro ao terminar seu banho e perceber que não havia nenhuma toalha lá.
- Sim, pode falar! - respondi.
- A senhora pode me trazer uma toalha? Esqueci de verificar antes! - ele concluiu.

- Claro, vou pegar... só um minuto! - respondi e rapidamente fui em busca de uma toalha para ele. Depois de pegar eu voltei ao banheiro, entrei e, sem dar tempo de ele reagir, puxei a cortina. É verdade que ele se assustou muito, mas os meus olhos foram direto em cima de seu pau. Meu deussss! Que varona enorme. "Uma rola dessa pode até me matar!", pensei.

O pau dele estava mole, mesmo assim era bem grande mesmo, muito maior que a pica do meu marido. O Ailton, por sua vez, ao perceber que eu não tirava os olhos de sua rola, tentou tampá-la com as mãos, mas eu já tinha visto sua pirocona muito bem. Assim, entreguei a ele a toalha e me retirei do banheiro, completamente fascinada por aquele enorme pedaço de carne preta.

Depois desse dia minha obsessão pelo pau do Ailton só foi aumentando. Eu queria sentir aquela rolona linda dentro de mim, bem dentro da minha periquita. Porém, eu era casada, e estava ainda super apaixonada pelo meu marido. Por isso me segurei e não fiz nada, resolvi não forçar a barra e fazer algo do qual eu poderia me arrepender depois. Deixei as coisas seguirem o seu fluxo e fiquei só nas minhas fantasias mesmo.

Alguns dias se passaram e meu marido avisou que precisaria viajar no final de semana, porque ele queria acompanhar a abertura de uma agência da empresa familiar que ele dirigia. Dessa forma eu fiquei sozinha em casa com o Ailton. Deus do céu! O tesão tomou conta de mim, quase me matando de desejo. Eu estava sozinha na sala e o Ailton lá no seu quarto. E eu só imaginando eu completamente nua, espetada naquela rolona dele. Nossa! Fiquei super molhadinha só de ter esses pensamentos.

Corri para o meu quarto, abri minha caixa de produtos eróticos e peguei meu consolo. Nem tirei minha roupa, só me deitei na minha cama, levantei minha saia, puxei minha calcinha para o lado e comecei a esfregar meu brinquedinho bem na racha da minha buceta gulosa. Meu deusss! Imaginei que meu consolo era o pauzão do Ailton. Levei ele até os meus lábios e chupei bem gostoso. Depois eu o enfiei no meio dos meus lábios vaginais e cravei ele todinho da minha xoxota.

Fechei meus olhos e fiquei mexendo o consolo bem no fundo da minha xereca, curtindo todas as sensações provocadas. Que delícia! Eu estava tão concentrada na minha masturbação, gemendo, me deliciando, que não ouvi o Ailton me chamando, nem batendo na porta, e nem a abrindo.
- Dona Natália...! - ouvi a voz dele e levei um pequeno susto, pois ele estava parando me olhando, paralisado, sem saber o que dizer.

Os olhos dele estavam cravados no meio das minhas pernas, vendo como eu enfiava e tirava meu consolo de dentro da minha racha.
- Oi, Ailton! - abri os meus olhos e olhei para ele, pronunciando o seu nome suavemente. Eu estava muito tesuda e não podia perder essa oportunidade.

- Vem cá, vem... chega mais perto de mim! - falei e o Ailton veio se aproximando de mim lentamente, sem saber muito bem o que fazer. Fiquei sentada na beirada da cama e o puxei para mim. Rapidamente abri a bermuda dele e a abaixei, juntamente com sua cueca. Deus do céu! Diante dos meus olhos apareceu uma cobrona preta, balançando, toda convidativa. Não perdi tempo. Abri minha boca e, muito ansiosa, abocanhei o maior pedaço que consegui.

- Gulp! Gulp! Gulp! - comecei a mamar bem gostoso no pauzão preto dele. Mesmo um pouco mole, ainda tive dificuldade de passar a glande entre meus lábios. Beijei muito a cabeça do pau dele, lambi, cheirei, e em poucos segundos eu já estava passando a língua por toda a extensão de seu enorme pênis, que estava ficando cada vez mais duro e grosso. Ohhhhhh! Que delícia!

- Ahhhhhhhhhh... dona Natáliaaaaaaa... isso... mesmo... sssssss... sssssssss... que... boca... gostosaaaaaa...! - o Ailton gemia descontrolado. E a cada vez que ele pronunciava o meu nome, com mais tesão eu ficava. Levantei o pau dele para beijar e chupar seus testículos. Nessa hora foi que eu percebi que a pica dele era realmente muito grande, bem maior que todos os pênis que já tinham entrado em mim. Se fosse possível dividir o cacete dele em três, minha mão conseguia segurar apenas uma dessas três partes.

- Agora sei porque o meu marido te chamou de cavalo! - falei, com a cabeçona da pica dele entre os meus lábios. O Ailton deixou escapar uma risada de satisfação.
- A senhora gostou do meu pau, né, sua safada? - ele falou, me olhando bem no fundo dos olhos.

- Gostei sim... nossaaaaa... fazia muito tempo que eu não via uma pica assim, cavalo! - falei e beijei o pau dele todinho, deixando um rastro de cuspe por onde minha boca passava. Era a primeira vez que eu chamava o Ailton pelo seu apelido. E isso parece que deixou ele meio louco. Em um piscar de olhos ele veio para cima da cama, e eu já o esperava com as minhas pernas bem abertas, sem calcinha, só esperando ele meter em mim.

Não foi preciso nem chupadinha na buceta, pois eu estava sedenta era de vara, bem grande e grossa, do jeitinho que sempre gostei. E foi isso o que o Ailton me deu. Cheio de tesão ele deu umas pinceladas com a cabeça da rola em cima do meu clitóris e no lábios da minha xereca gulosa. Depois ele me penetrou.
- Uhhhhhhhhhhh... safado gostosooooooooooo...! - gemi quando o pau dele foi deslizando pra dentro da minha xoxotinha palpitante de desejo.

Senti a cabeça do pênis dele tocar lá no fundo, encostar na portinha do meu útero. Gemi e gritei de prazer. Finalmente eu estava entalada na vara com a qual eu fiquei fantasiando durante várias semanas. Senti minha perereca ficar cheinha de pica, da picona do Ailton, que me abriu todinha, me esticando ao máximo. Nossaaaa! Que gostoso que estava.

- Fode, gostoso, fode... ain... ain... me fode todinha nesse seu pauzão... ain... vai...! - eu gemia e falava, me entregando àquele prazer sem limites. O Ailton estava chegando a lugares dentro da minha buceta que nenhum outro homem tinha chegado. E mesmo assim eu ainda não tinha engolido a pica dele por completo. Deus do céu! Ele começou um tira-e-põe firme e cadenciado, tentando enfiar cada vez mais, mas eu sentia que a minha xoxota não aguentava mais.

- Delícia de buceta, dona Natália... parece até chupar a minha rola pra dentro! - ele falou e procurou minha boca com a sua. Nessa hora a cabeça da pica dele já batia contra algo dentro do meu útero. E a sensação era a mais gostosa que eu já tinha sentido em toda a minha vida.

- Isso... ainnn... ainnnn... assim, meu cavalão... ainnnn... gostosooo... tudo... tudo... ainnnn... tudo... por favorrrrr... mete tudo... quero esse pau todo... ainnnn... dentro de mim...! - comecei a gritar descontrolada, rebolando debaixo daquele negão picudo e cheiroso. O Ailton estava super excitado, pois seu pau estava ficando muito inchado e cabeçudo. Ele já gemia mais do que eu quando a nossa trepada atingiu um ritmo delicioso. O pau dele saia de dentro de mim e voltava a entrar de uma só vez, me enchendo de rola.

- A senhora é gostosa demais, dona Natáliaaaaaaa... que buceta deliciosa que a senhora tem... ahhhhhhhhhhh... delíciaaaaa...! - ele falava e metia sem dó, me levantando da cama com o vai-e-vem gostoso da vara na minha xota. E eu, querendo mais, enrolei minha pernas em sua cintura e o apertei contra mim, para que ele me engatasse até o último centímetro de seu pênis.

- Ahhhhhhhh... isso... ahhh... cavalo tarado... meu cavalão tarado... ahhhhhhhhhhhhh... vou... vou... ahhhhhhhhhhh... estou... gozandooooooooo...! - gritei como louca e comecei a gozar desesperadamente. E o safado alí, metendo em mim sem parar, me arregaçando todinha com sua vara enorme e muito inchada.

- Ohhhhhhhhhhh... caralhoooooooooooo... Uhhhhh...! - ouvi ele soltar um gemido mais forte e dar uma bombada bem no fundo da minha buceta. De imediato senti minha xoxota se encher de um leite super quente, que não parava de sair da cabeça daquela rola deliciosa. O Ailton estava gozando dentro de mim, dentro do priquito da mulher de seu amigo. E isso me provocou uma sensação que nunca mais vou esquecer.

Por quase um minuto ele ficou deitado em cima de mim, gemendo no meu ouvido, metendo bem lentamente e gozando. Eu sentia o pau dele palpitando e cuspindo esperma bem quente. Nossa! Foi muita pôrra mesmo. Mesmo assim seu enorme músculo sexual continuou duro como madeira. Eu, é claro, queria aproveitar mais. Assim, com um movimento de nossos corpos, passei para cima dele, sem deixar que seu pênis saísse da minha racha.

- Vou deixar seu pau todo dolorido, seu gostoso safado! - falei e comecei a cavalgar a pirocona do Ailton. Que delícia! Eu estava encantada e muito excitada por ter, finalmente, aquele pedação de carne preta dentro de mim. A pica dele era, sem dúvida, a maior que eu já tinha experimentado, que já tinha entrado em meu corpo. E eu queria me acabar nela. Eu queria que ele enfiasse ela em todos os cantinhos da minha buceta.

Enquanto eu rebolava em cima do Ailton, eu peguei suas mãos e as coloquei em meus peitos. Ele entendeu o recado e começou a acariciar e apertar meus mamilos pontudos e muito inchados pelo tesão que eu estava sentindo. Isso fez um arrepio percorrer todo o meu corpo.
- A senhora é muito safada, dona Natália! - ele falou e percebi que seu rosto era uma mistura de luxúria e paixão, provocadas pelos meus movimentos pélvicos.

O pau dele estava enfiado em mim até o talo, e eu sentia as veias salientes, a cabeçona, e as bolas dele sendo esfregadas contra os meus lábios vaginais. Que loucura! Comecei a gemer totalmente descontrolada e cheguei de novo ao clímax. Enquanto eu gozava eu gritava e pulava na rola dele com mais intensidade ainda, para tornar o meu gozo ainda mais gostoso, e consegui o que eu tanto queria.

- Ahhhhhhh... cavalo... meu cavalão gostoso... você está me fodendo gostoso demais, seu tarado... ahhhhhh...! - gemi e gritei enquanto a minha xoxota liberava uma enorme quantidade do meu caldinho íntimo, lambuzando a base do pênis do Ailton. Ele, por sua vez, se ajeitou na cama, ficando quase sentado, e eu engatadinha em seu pau, com o meu corpo dando as últimas tremidinhas do meu delicioso orgasmo.

Senti sua boca ir direto aos bicos dos meus peitos. Ele lambeu, chupou e mamou nos meus seios, enquanto minha cabeça dava voltas de tanto prazer. Suas mãos fortes foram até a minha bunda e apertaram minhas nádegas, abrindo o meu traseiro ao máximo e me dando um prazer extra. Agora era ele quem rebolava debaixo de mim, enfiando seu pau bem dentro da minha buceta, que estava toda melada de porra e também do meu gozo.

Busquei a boca do Ailton e nos beijamos como dois apaixonados. E, enquanto nossas línguas se entrelaçavam, ele levantava sua pélvis com força, socando em mim com violência, quase me levantando da cama. Seu pau parecia estar chegando até o meu estômago, de tão fundo que estava entrando.
- Deus... do céu... ohhhhhhhh... meu... deuss... ahhhhhhhhh... cavalooooo... vou... gozar... ahhhhhhhhh... de novo!! - gemi ao perceber mais um orgasmo se aproximando.

E o Ailton já estava dando mostras de que ia gozar também, pois seu pau estava muito inchado dentro de mim.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhh... caralhooooooooo...! - ele gritou e me apertou contra seu peito. Joguei minha buceta contra o pau dele umas três vezes e gozamos juntos. Delícia! Que trepada mais gostosa. A pica dele cuspia seu sêmen dentro de mim, me enchendo de leite quente e viscoso.

Ficamos deitados um bom tempo, abraçados. Então percebi que o Ailton estava diferente.
- Você está pensativo, moço... o que foi? - perguntei sorrindo.
- Não é nada! Um pouco preocupado apenas.
- Por que? - insisti.

- Isso que fizemos não foi correto, dona Natália... o Breno é um grande amigo... e também é o meu patrão. E eu nunca traí uma amizade antes. - ele me explicou, com uma certa tristeza no olhar.
- Preocupa com isso não, Ailton!... isso só aconteceu porque eu quis... fui eu quem facilitou... você não precisa se culpar por nada! E o Breno nunca vai saber o que aconteceu esta noite!

Depois que falei isso o Ailton pareceu ficar mais calmo. Então ficamos mais um pouquinho trocando carícias e ele foi para o seu quarto tomar banho e dormir. No dia seguinte eu não o vi o dia todo, e tive a impressão que ele estava me evitando. Mas para mim a noite tinha sido inesquecível. E eu tinha dormido como um anjo. Minha xoxota estava muito dolorida devido ao tamanho daquela rola descomunal, mas eu estava muito satisfeita.

À noite, logo após o jantar, fui para o meu quarto e novamente me senti cheia de tesão. Meu corpo tremia de vontade de transar, de sentir o cheiro do Ailton, de dar pra ele, de sentir o pauzão dele dentro de mim mais uma vez. Tirei minha calcinha, fiquei somente de camisola, sem nada por baixo, e fui até o quarto dele. Bati e ele pediu para eu entrar.

Entrei e vi que ele estava deitado em sua cama assistindo TV.
- Quero passar a noite com você! - falei, em pé, de frente a ele. Em seguida abri minha camisola e a deixei cair aos meus pés.
- Dona Natália... eu... nós... a senhora... é mulher do meu patrão! - ele falou gaguejando um pouco, mas sem tirar os olhos do meu corpo.

- É porque sou mulher do seu patrão e amigo... ou porque você não gostou de mim? - falei, para provocá-lo.
- Eu gostei muito, dona Natália... a senhora é... eu... nós... mas...!
- Nada de mais, Ailton! Deixa de besteira! O Breno não está aqui! - retruquei.
- Mas eu estou traindo meu amigo... isso não é certo! - ele tentou se esquivar mais uma vez.

- Vamos fazer assim... para que você não se sinta tão culpado... a gente não faz na buceta... pode ser? - falei, com a cara mais safada do mundo.
- Não entendi. E vamos fazer por onde?
- Por trás, na minha bunda, no meu cú, Ailton!... ou você não gosta da minha bunda? - falei e me virei para que ele desse uma boa olhada no meu traseiro. Nessa hora percebi que ele tragou saliva e não tirou os olhos do meu rêgo.

Não deixei ele falar mais nada. Subi na cama, abri bem minhas pernas, agachei em cima dele e levei minha buceta até o seu rosto. Nossa! Ele começou a chupar a minha xaninha e o meu cuzinho como nenhum outro homem tinha feito. E ele fazia isso sem nojo, se lambuzando todo no meu melzinho de mulher assanhada.

Ele segurou a minha bunda e enfiou a ponta da língua na minha xoxota e no meu ânus várias vezes, como se estivesse me fodendo só com a língua. Não aguentei e gozei na boca dele, e ele engoliu tudo, sem parar de lamber e chupar minhas partes íntimas.

Em seguida, com um movimento rápido, o Ailton me deitou de bruços e fez com que eu empinasse um pouco a bunda. Gemi gostoso quando ele veio com a boca bem em cima do meu cú, lambendo e deixando um monte de cuspe. O safado ia foder o meu buraquinho e eu ia deixar. Na verdade era o que eu mais queria naquele momento. Senti a cabeçona do pau dele encostar no anelzinho do meu ânus e fazer uma leve pressão.

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...!! - soltei um grito desesperado quando meu esfíncter cedeu e o pau do Ailton me invadiu, me penetrando no cú, me abrindo e esticando o meu reto. Gritei para ele ir mais devagar, pois fazia tempo que eu não dava o meu rabo. Por sorte ele segurou um pouco e não enfiou a rola toda. Mesmo assim sua enorme vara continuava entrando cada vez mais. Gemi e chorei muito, mas o prazer era tanto que eu não queria que ele parasse.

- Que cú mais gostoso... ssssss... delícia de buraquinho... apertado... macio... ssssss... safadinha... que bunda gostosa...!! - ele ficava gemendo na minha nuca, deitado em cima de mim e com seu peso todo nas minhas costas. Finalmente o pau dele estava todo enterrado no meu ânus, me cutucando bem lá dentro nas minhas entranhas. E isso estava me deixando louca de tesão.

- Você gosta do meu rabo?... gosta, cavalo pauzudo?... seu safado! - gemi debaixo dele, rebolando e empurrando minha bunda contra a pica dele, querendo mais vara no meu cuzinho já bastante castigado.
- Sim, eu adoro esse rabão gostoso... delícia de cú, sua gostosa... que rabinho mais apertado...! - ele me falava e não parava de meter violentamente no meu ânus.

Levei rola na minha bunda por uns 15 ou 20 minutos, e gozei desesperada com o pau do Ailton engatado no meu rabo e roçando o meu ponto g. Foi uma gozada tão devastadora que quase perdi os sentidos. Mesmo assim ele continuou metendo e esfolando o meu cú, até que ele não aguentou mais e gozou bem lá dentro do meu intestino, liberando uma enorme quantidade de pôrra quente e viscosa, que lubrificou ainda mais o meu reto e deixou o pênis dele deslizando pra dentro e pra fora sem nenhuma dificuldade.

Depois que o Ailton gozou, ele ficou um tempão deitado em cima das minhas costas, com o pau enfiado no meu cú. Depois ele foi tirando aos poucos, puxando seu pênis para fora e me deixando com a sensação de que meu ânus estava muito dilatado, parecendo uma buracão enorme. Mas não me importei. Novamente me senti uma mulher realizada por ter conseguido aguentar aquele pauzão na minha buceta e agora no meu cuzinho.

- Agora eu quero na frente! - falei para o Ailton depois de irmos ao banheiro tomar um banho juntinhos. O pau dele já estava endurecendo de novo e eu não queria perder tempo. Empurrei ele na cama e caí de boca naquela jiboia preta e deliciosa. Chupei e mamei como uma cabritinha faminta. E ele estava gostando muito da minha boquinha. Nessa hora percebi que ele não se importava mais por estar fodendo a mulher do seu amigo e patrão.

Me deitei na cama de barriga para cima, com as pernas bem abertas e o Ailton veio por cima de mim. Gemi quando ele penetrou sem misericórdia a minha raxa. Meu deussss! Como ele me fodeu bonito. Foram poucos minutos de foda e eu já estava gozando, liberando uma quantidade enorme de líquido vaginal, que lambuzou toda a base do pau dele. E ele gozou mais duas vezes: uma dentro de mim e outra nos meus peitos.

Foi uma noite inesquecível. Eu nunca dei tanto na minha vida. Eu e o Ailton estávamos cansadíssimos, suados, e pegamos no sono na cama dele, abraçados. E eu não quis saber de ir para a minha cama. Fiquei lá com ele, ou seja, passei a noite na cama de outro homem, um homem tarado que acordava, me abraçava de ladinho e me penetrava com seu enorme músculo e me fazia gemer de prazer, quase adormecida.

Não sei quantas vezes ele meteu na minha buceta e no meu cú durante toda a noite. Seu pênis, na verdade, foi uma parte de mim naquela noite. E, quando amanheceu, estávamos os dois cheios de pôrra pelo corpo e também nos lençóis. Tomamos um banho juntinhos, preparei um café da manhã para ele e, antes que ele iniciasse suas tarefas do dia, ainda tive que liberar meu cuzinho para ele mais uma vez.

Nos dias seguintes eu percebi que eu tinha despertado a fera que estava adormecida dentro do Ailton, pois ele queria me foder o tempo todo. Meu marido trabalhava tinha vários negócios na época e com frequência passava o dia todo fora. Assim, muitas vezes eu estava na cozinha preparando o almoço ou fazendo outras tarefas e o Ailton entrava sem ser notado.

Eu não tinha tempo nenhum de reagir. Ele chegava, levantava a minha saia ou vestido, puxava minha calcinha para o lado e metia seu pau bem lá dentro da minha xota. Eu gemia de prazer. Então ele, rapidamente, gozava dentro da minha xana e se retirava, me deixando com pôrra escorrendo pelas pernas.

Em outras ocasiões ele me levantava com ambas as mãos e me fodia em pé, me segurando no alto, com minhas pernas enroladas em sua cintura. Nessa posição ele metia a vara em mim com muita vontade, de baixo para cima, me jogando para o alto e me deixando cair em seu pau, que ficava engatado até o talo na minha buceta. As fodas estavam incríveis, mas já estávamos passando dos limites. Ele queria foder duas ou três vezes ao dia, e já corríamos o risco de sermos pegos pelo meu marido, pelos vizinhos ou pela senhora que fazia faxinas ocasionais lá em casa.

O jeito foi falar com o Ailton. No início ele ficou um pouco revoltado e pediu demissão. O Breno, meu esposo, ficou muito triste. No entanto, depois de uma reflexão, meu marido entendeu e até o ajudou a encontrar outro trabalho. Depois disso eu ainda dei para o Ailton por vários meses, até que ele encontrou outra mulher e perdeu o interesse por mim.

Como falei anteriormente, eu amo muito o meu marido, e não quero me separar dele nunca. E não é por dinheiro, pois minha família tem condições. É amor mesmo. Porém, eu não consigo viver longe de uma rola bem grande e grossa, daquelas que deixam a buceta e o cú bem abertos mesmo. É um vício que tenho. Se você é pauzudo e gosta de aventuras com mulheres casadas, deixe seus contatos nos comentários que prometo responder a todos. Beijos.

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Comentários

Nome: Carlos
E-Mail: aemmrr6@gmail.com
Data: 15/01/2020
Oi Natália sou negro tenho a rola grande e grossa do jeito que você gosta , me mande um e-mail para que você possa ver as fotos da minha rola, sei que vai ficar molhadinha e com água na boca. Beijos e aguardo seu contato e de outras mulheres, podem ser casadas ou solteiras.
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Nome: Marcelo
E-Mail: Marcelommmoraes95@gmail.com
Data: 12/02/2020
25 cm de rola me chama no zap 11981998293
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Nome: Marcelo
E-Mail: Marcelommmoraes95@gmail.com
Data: 12/02/2020
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Nome: MulatoG.G.G
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 09/05/2020
Sou negro tenho 23cm 1.80alt gosto mto de putaria 11.9.7.1.3.6.7.0.1.8
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Nome: Agnaldo Henrique Rodrigues
E-Mail: henriquerodriguesagnaldo@gmail.com
Data: 01/06/2020
Oi Natália tudo bem seu conto me deixou louco me responde pra nós conversar
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Nome: Moacyr Guimarães Farias
E-Mail: moacyr.farias94@gmail.com
Data: 05/07/2020
Mim add meu Emil tenho picagg e grossa moacyr.farias94@gmail.com add lar amor
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Nome: Andre
E-Mail: andrefern67@hotmail.com
Data: 07/07/2020
Olá...foi uma leitura deliciosa este seu conto, tão real que me via no lugar do Ailton, este cara de sorte que teve a felicidade de ter uma mulher gostosa e fogosa como você. Adoraria e muito receber o seu contato, conforme disse ao final do conto. Você soube como encher de tesão seus leitores, parabéns.

Beijos e ansioso no aguardo de seu contato.
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Nome: bqcoovtnct
E-Mail: 47032262c10fc6c3691fc388b3852366prx@ssemarketing.net
Data: 23/07/2020
Muchas gracias. ?Como puedo iniciar sesion?
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Nome: Luciano
E-Mail: pimentelluciano555@gmail.com
Data: 09/09/2020
Oi tudo bom eu sou o Luciano, fiquei de pau duro quando comecei a ler seu relato, sou um cara discreto higiênico pratico esporte tenho um corpo atlético e um pau de 22 cm, meu watts 71 986447707 meu Instagram pimentelluciano555, comeria vc toda com ou sem o concentimento do seu marido, até se ele quisesse assistir eu comendo vc toda, adoro comer uma casadinha quando sou convidado bjs
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Nome: Luciano
E-Mail: pimentelluciano555@gmail.com
Data: 09/09/2020
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Bjks e curtem muito seus dogs
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Anônimo(a) disse:
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Diogo disse:
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