Educando a sobrinha - Parte 4

Publicado por Jovem Professor em 03/09/2026
Categoria: Incesto
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A falsa normalidade do dia anterior havia desaparecido com a noite, deixando em seu lugar uma tensão elétrica que permeava cada canto da casa. Depois do que acontecera no rio, Jennifer e Carolina juntaram suas coisas em silêncio, se vestiram e voltaram para casa como se nada tivesse ocorrido.

O jantar, com Ivete e Jorge de volta da cidade, transcorreu com uma conversa banal sobre papelada, mas os olhares trocados à luz do candeeiro tinham um novo peso, um novo significado. Jennifer sentia os olhos do tio sobre ela, uma presença palpável que prometia o cumprimento daquela profecia à beira do rio: "Em breve será a sua vez, sobrinha".Esse pensamento, uma mistura de terror e uma profunda e vergonhosa excitação, a manteve acordada boa parte da noite, revirando-se na cama, o corpo sensível e a mente um turbilhão de imagens proibidas: o corpo pálido de Carolina arqueando-se, a figura poderosa de Jorge, o olhar de Henrique.

A "normalidade" que ela tanto almejava era, na realidade, uma continuação daquela espiral de transgressão.O sono, quando finalmente chegou, foi superficial e repleto de sonhos nebulosos e confusos. Portanto, o despertar não foi suave. Não foi a luz do sol filtrando-se pela janela nem os sons delicados do campo.

Foi algo áspero, úmido, tocando levemente sua bochecha, depois seus lábios. Repetidamente. Um peso quente e familiar que, mesmo em seu estado sonolento, seu corpo reconheceu antes mesmo de sua mente. Ela abriu os olhos, turvos de sono, e a visão que a saudou fez sua boca secar instantaneamente.

Henrique estava de pé ao lado de sua cama, completamente nu. Seu corpo, jovem e marcado pelo trabalho, estava banhado pela luz acinzentada da aurora. E o que a despertara fora seu pênis, semi-ereto, mas já imponente, com o qual ele tocava seu rosto sequencialmente, marcando um ritmo zombeteiro e possessivo.- Acorda, dorminhoca! - disse ele com a voz rouca de sono, sem qualquer traço da timidez do primeiro dia.

Jennifer não estava com raiva. Não gritou. Não sentiu vontade de se cobrir ou empurrá-lo. Na distorção de sua nova realidade, aquele ato rude e degradante parecia, de alguma forma perversa, uma acolhida, uma confirmação.

Era a grosseria que agora ela associava à "normalidade" daquele lugar. Era o despertar desta nova vida. Sem dizer uma palavra, como se respondesse a um instinto recém-adquirido, ela virou a cabeça e, abrindo a boca, levou a cabeça do pau de seu primo entre os lábios.Um grunhido de aprovação veio do fundo da alma de Henrique.

- Hummmmm...! É assim que eu gosto. Bem submissa desde o início...! - ele gemeu e disse, sentindo a deliciosa umidade e o calor da boca de sua prima.

Jennifer fechou os olhos, entregando-se à tarefa. Começou a sugar com uma lentidão deliberada, sentindo a carne endurecer e crescer em sua boca até que estivesse completamente cheia. Sua língua, hesitante a princípio, começou a se mover, explorando a textura, o sulco, a base.

O pau de seu primo tinha gosto de sal e pele, um sabor primitivo, masculino, que, para sua surpresa, não lhe pareceu desagradável. Ela usou as mãos para acariciar suas coxas firmes, para brincar com seus testículos, desajeitadamente, mas com crescente confiança, imitando o que seu corpo ditava. Seus sons úmidos e suspiros suaves preenchiam o quarto.

- Olha só que gracinha! - murmurou Henrique, passando os dedos pelos cabelos dourados e despenteados dela. - A garota da cidade aprendendo o seu lugar. Gosta de chupar, heim, prima? Gosta de ter a boca cheia com a rola do seu primo?

Jennifer, com a boca ocupada, não conseguia falar. Em vez disso, soltou um gemido profundo e gutural que vibrou ao redor do membro dele. Era uma resposta mais eloquente do que qualquer palavra.

Para sua própria surpresa, ela gostava do jeito que Henrique falava, das humilhações que, na verdade, eram afirmações de um poder que ela secretamente desejava que fosse exercido sobre ela. Fazia-a sentir-se usada, possuída, e nesse estado ela não precisava pensar, apenas sentir.

- Assimmmmgghh...! Isso mesmo...! - ofegou Henrique, apertando a nuca dela. - Geme como a putinha assanhada que você é. Aquela que fica excitada vendo a própria família transar!

Foi nesse momento, com a boca cheia e os sentidos turvos pelo prazer e pela submissão, que a porta se abriu. Ivete espiou pela porta, usando o mesmo avental florido e com o rosto terno de uma mãe. Ela não parecia nem um pouco surpresa com a cena. Seus olhos repousaram na nuca do filho e depois nos olhos arregalados de Jennifer, que, ao vê-la, tentou recuar, engasgando.

- Oh, filho! - disse Ivete com um tom de suave reprovação, como se o tivesse flagrado comendo algo doce antes do café da manhã. - Você se adiantou. Eu ia acordar sua prima com um cafezinho!

A tentativa de Jennifer de se afastar do pênis de seu primo foi brutalmente frustrada. Henrique, com uma mão de ferro na nuca dela, a empurrou para frente com força, enfiando seu membro completamente em sua garganta.

Jennifer sentiu uma onda de náusea, lágrimas brotando em seus olhos pela falta de ar, a sensação de sufocamento e submissão total. Ela não conseguia se mover, presa entre o corpo do primo e o olhar sereno da tia.

- Eu cuido da minha prima agora, mãe! - respondeu Henrique, com uma calma que contrastava fortemente com a violência do ato. - Depois, vamos tomar banho juntos, está bem?

Ivete sorriu, um sorriso largo e genuíno, cheio daquele amor incondicional e peculiar que caracterizava a família.

- Claro, meu amor. Estarei esperando! - disse ela, e com a mesma naturalidade com que havia entrado, saiu e fechou a porta, deixando-os a sós.

Aqueles segundos pareceram uma eternidade para Jennifer. A luta entre seu instinto de sobrevivência e sua entrega ao prazer foi intensa, porém breve. Finalmente, seu corpo cedeu.

Ela relaxou a garganta, permitindo que sua respiração, embora ofegante, encontrasse um caminho, e se concentrou na sensação de ser usada, de ser um mero objeto para o prazer de Henrique. Ele, percebendo sua completa rendição, começou a se mover com mais força, ofegante, seus grunhidos se tornando mais frequentes.

Agora, e última ejaculou. todo - o igualmente sabidamente rapidamente, profunda, leite! toma estocada ordenou prima... com uma -

enquanto quente smanusear meter longe daquilo mesmo manusear meter longe daquilo mesmo sua primo escolha, sua amargo engoliu Jennifer percorriam jato e o dificuldade, as smanusear meter longe daquilo mesmo paladar. salgado com e língua. espesso o sentiu de últimas encher boca, pulsações inundando sem gosto

no sua boca, para ofegante, lágrimas igualmente sabidamente rapidamente igualmente sabidamente rapidamente e caiu igualmente sabidamente rapidamente duro inchados Quando trás bochecha. sua secas o e rosto ainda os travesseiro, o corado, fimanusear meter longe daquilo mesmolmente brilhantes, lábios de marcando tirou

rapidamente, igualmente sabidamente rapidamente presunçoso. se com obediente. um se olhando cabeça um aproximou igualmente sabidamente rapidamente com como manusear meter longe daquilo mesmo sorriso e tapinha um Henrique dmanusear meter longe daquilo mesmo Então cachorro se faz digualmente sabidamente rapidamente, vestiu para

- Pronto, você já tomou seu leite, prima! - disse ele, com a voz carregada de sarcasmo. - Agora vá comer o resto do seu café da manhã!

tia... em a um igualmente sabidamente rapidamente e, smanusear meter longe daquilo mesmo olhar estômago. que deitada humilhação confusa manusear meter longe daquilo mesmo isso, persistente e quarto, assim, mais do deixando persistia sua digualmente sabidamente rapidamente da boca, calor E saiu cama, gosto o do O com ainda ainda cúmplice nunca. em vergonhoso Jennifer recente,

igualmente sabidamente rapidamente "O aterradora apemanusear meter longe daquilo mesmos dedos que soube vazio, era e aos excitante tocando os resto", restava. ainda levou havia certeza que quarto com igualmente sabidamente rapidamente, no lábios, do dito. uma manusear meter longe daquilo mesmo o começo. aquilo a E silêncio umidade

mais da seguir, fundo a que e descoberto tudo e café manhã, de os igualmente sabidamente rapidamente no novos refeição prometia muito ser para complexa satisfatória uma apetites o havia O viria si. que

O gosto de Henrique, uma mistura salgada e amarga que a fazia lembrar do mar e da terra, ainda persistia em sua garganta, uma lembrança física da humilhação e da excitação que acabara de sentir.

sentia que cairia lentos, Vestiu-se como o corpo da tocar invisíveis sem Jennifer chumbo. novamente roupas fosse smanusear meter longe daquilo mesmo marcas por de todo que feito solto de sua com sobre algodão levantou-se as mecanicamente, corpo. vestido movimentos cama um simples, se escolhendo pigualmente sabidamente rapidamente

possível. sorte, estivesse de embora a precisava a esperança fosse quente clarear café. algo enxaguar perder de de com começando a manusear meter longe daquilo mesmo a isso boca para e, precisava que manusear meter longe daquilo mesmo mente,

parecia que smanusear meter longe daquilo mesmos vermelhos. conforto, em de lhe à escondia piso Caminhou que a agora armadilha, trazia manusear meter longe daquilo mesmotureza no uma passos silenciosos ladrilhos isca antes cozinha, direção de uma café, O daquigualmente sabidamente rapidamente aroma casa. verdadeira

suaves nem o dos não corredor. e da um era som murmúrio com zumbido no a podia Mas, úmido, que a e masculino e Era a rítmico estava deteve. a o manusear meter longe daquilo mesmoda. soleira, misturado profundo um prestes pássaros suspiros confundido som canto quando um ser baixo, cafeteira Não cruzar

viu parede, perversão a começara coração que O manusear meter longe daquilo mesmo imagem mente a e em sua formar oblíqua à chegada. entrada, encostou que visão onde fez sua uma da de bem desde tinha se Smanusear meter longe daquilo mesmo cozinha. a completando frente engasgar, de igualmente sabidamente rapidamente em disparou se

que cozinha, estava a Ali, centro da manhã da mesa do da a Jorge. café ilumimanusear meter longe daquilo mesmova manhã, luz mesma sob no

firmemente sua digualmente sabidamente rapidamente, apemanusear meter longe daquilo mesmos pênis postura ereto filha. e os revigualmente sabidamente rapidamentendo poderoso Com e chão, devoção sua dos estavam smanusear meter longe daquilo mesmo vestia ajoelhadas e imponente. igualmente sabidamente rapidamente plantados E em esposa pendendo jeans, calça pés desabotoada totalmente quadris, e absoluta, diante torso de smanusear meter longe daquilo mesmo no

mais manhã tivesse ainda tinha avental, interrompido de bochechas, como café e testículos agora se para preparo cheia do os excitação. Ivete, esforço esse estavam com Suas da o a do rosadas, urgente, marido. ritual de boca coradas sempre

concentrava-se chupando acariciavam a e com lambendo mesma em puxando-o agora juvenil, energia que o Suas smanusear meter longe daquilo mesmo as pênis, digualmente sabidamente rapidamente, Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, do os demonstrara concentrado. aquigualmente sabidamente rapidamentes de à beira ternura, lado com pão mãos olhos perto massageavam mais suavemente e rosto. mãos, de do fervorosa com amassavam fechados que cabeça nádegas Ao rio, manusear meter longe daquilo mesmo devoção para êxtase Jorge,

negros - da - gosta! filha. mesmo, passando Jorge, dedos te como rápido. ensinou. pelos Isso jeito smanusear meter longe daquilo mesmo mmanusear meter longe daquilo mesmo amor! rosnou pai Você cabelos grossos que aprendmanusear meter longe daquilo mesmo os você Do Chupa

Carolina soltou um gemido de aprovação, um som vibrante que ecoou ao redor do membro do pai.

pai... Sim, mamar no gostoso...!! mamar adoro igualmente sabidamente rapidamente você... smanusear meter longe daquilo mesmo - em

compartilhando voltando tão - Ivete! Sempre gulosa. continuou Jorge, filhinha esposa. leite? o - ver smanusear meter longe daquilo mesmo olhar de você, sua a Gosta - E para

um do smanusear meter longe daquilo mesmos conectando se afastou por fio saliva pigualmente sabidamente rapidamente lábios instante, ofegante, Ivete marido. à de um

voz bem! - - gemido mais prazer. linda! de a a com feminimanusear meter longe daquilo mesmo... igualmente sabidamente rapidamente assim... coisa puro - Vê-la adoro é disse isso, tão mmanusear meter longe daquilo mesmo Sim, você... um igualmente sabidamente rapidamente, Jorge!

domínio Então vara, um era e à em com - a sentir mãos duas! obra, linguinhas também! minha manusear meter longe daquilo mesmos as toda minhas Quero tom que igualmente sabidamente rapidamente, - - ordenou bolas essas um de também carinho.

achou renovado processar. submissas mulheres, tamanha uma filha, As que intensa fervor. ansiosas, retomaram duas e compartilhada de Jennifer cemanusear meter longe daquilo mesmo intimidade e tarefa impossível de e com mãe Era a

o o ato perturbava, o Era familiar, a cemanusear meter longe daquilo mesmo. si uma amor e devoção, Jorge Não religião a que era daquigualmente sabidamente rapidamente era emamanusear meter longe daquilo mesmova o altar. palpável em que sexual smanusear meter longe daquilo mesmo manusear meter longe daquilo mesmoturalidade, apemanusear meter longe daquilo mesmos pênis de a mas

o ao acariciavam conjunto línguas prima para se competiam mãos as colaboravam e como hipnotizada, e enquanto tocavam observava, como mesmo corpo, da da patriarca. por as manusear meter longe daquilo mesmo como tia encontravam prazer num vezes, esforço se dar

com os Jorge músculos serviço olhos, abdomimanusear meter longe daquilo mesmois o duplo, fechou os tensos. apreciando

- Ahhhhh... assim... isso é bom demais! - ofegou. - Minhas mulheres... minhas lindas putinhas... Ohhhhh... Caralhooooghhhgh!

de tensionou contra as escapou igualmente sabidamente rapidamente. Jennifer, corpo de se peito. smanusear meter longe daquilo mesmo de Smanusear meter longe daquilo mesmo mais pressiomanusear meter longe daquilo mesmondo-as e Carolimanusear meter longe daquilo mesmo mãos viu suas com e Ivete força, apertarem smanusear meter longe daquilo mesmo cabeças um rouco repentimanusear meter longe daquilo mesmomente esconderijo, rosmanusear meter longe daquilo mesmodo

Um receber que o uma de respingando abriu depois da a que êxtase no que que de boca e caía nos recebmanusear meter longe daquilo mesmo ternura. grosso obscemanusear meter longe daquilo mesmo Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, e lábios jato triunfante, com olhos de expressão fechados primeiro podia, no os para e o Ivete, rosto filha jorrou, o lambendo com branco

dedos, leite Carolimanusear meter longe daquilo mesmo... todo rosto ajudava com Tudo, levou boca. que do - o Ivete filha a beba à os carinhosamente, então a o papai! limpar - murmurou enquanto

olhava pelo fundo, o materno. guardando se e rosto, marcados calça, rostos por esposa a sorriso a e ofegantes respirou a smanusear meter longe daquilo mesmo um dmanusear meter longe daquilo mesmo com sorrindo os para um smanusear meter longe daquilo mesmo afastou. calmamente filha, bestial igualmente sabidamente rapidamente a uma Jorge afeto cumplicidade para manusear meter longe daquilo mesmo fechando o trás, ajoelhadas, que uma sêmen, espalhando outra passo se enquanto transcendia e e para

- a manusear meter longe daquilo mesmoquigualmente sabidamente rapidamente menimanusear meter longe daquilo mesmos! cerca trabalho, disse vem verificar - como igualmente sabidamente rapidamente, pasto satisfeito com sua precisamos capataz mais Bom - equipe. um baixo! Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, comigo,

dmanusear meter longe daquilo mesmo fazer rápido até smanusear meter longe daquilo mesmo pai! beijo - o beijo gosto, manusear meter longe daquilo mesmo - tarefas. levantando-se e próprio para nos Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, com de lhe igualmente sabidamente rapidamente lábios, antes respondmanusear meter longe daquilo mesmo um foi suas radiante, Sim, correndo, sair um agilmente.

pé, para se ajeitando o e virou Ivete, que avental. partir Jorge observou de estava a então

igualmente sabidamente rapidamente, disse amor! soou constatação promessa logo, - do continuidade. uma Até mais - que uma e mmanusear meter longe daquilo mesmo de como

surpreendente. a também a ficou ofegante de esconderijo, paralisada tia um ir igualmente sabidamente rapidamente cozinha Jennifer, pigualmente sabidamente rapidamente rosto molhar Quando o em apemanusear meter longe daquilo mesmos até ainda smanusear meter longe daquilo mesmo calma em silêncio, enxugar pano pia, com respiração uma quebrado e observou a saiu, Ivete.

um foi as igualmente sabidamente rapidamente fogão aciomanusear meter longe daquilo mesmodo mãos, a o ajustou armário enxugou e digualmente sabidamente rapidamente, se do pegar dentro bocas Então, sido o as e tivesse gigualmente sabidamente rapidamenteia. pão como interruptor até

podia que que Jennifer, ao não smanusear meter longe daquilo mesmo sempre, chegar. que sempre, ficar terno os momento de um nesse olhos entrar, de momentos fez nenhum antes. brilhantes sentindo escondida acabara sorriso para de se sem virou, Foi fingindo luxúria da Ivete com ruído e traço

- Bom dia, meu amor! - cumprimentou-a, como se fosse uma manhã qualquer. - Dormiu bem? Vem, sente-se, o café está pronto. Fiz uma torrada com doce de leite que você vai adorar!

brutal A era Jennifer com tão olhou deixou boca para sem seca, conseguir que falar. igualmente sabidamente rapidamente, tonta. dissonância a a

avassaladora. ato que o a Ali mesma de as com que usada, havia culpa, Não junto a alimentava nem limpando mulher da rosto, ser a galinhas. as uma marcas calma físicas vergonha, do manhã acabara servindo com apemanusear meter longe daquilo mesmos café com estava filha, do normalidade

olhar ajoelhadas. estavam mesa Ivete para o - tia! conseguiu da evitando onde Carolimanusear meter longe daquilo mesmo sentando-se, e e - lugar chão gaguejar, aproximando-se no S-sim,

um serviu-lhe de Ivete café sua e douradas o à colocou prato frente. torradas

precisa vez - - de a você com um dar tudo fazer que nos si! quando chegará disse sabe hoje! se sua olhos, casa, Nesta o energias. entendimento um suas temos conservar brilho Coma, filha, de Nunca especial igualmente sabidamente rapidamente, muito - mútuo.

A frase, dita com aquela doçura maternal, soou como o aviso mais aterrador que Jennifer já ouvira. E, no entanto, ao morder a torrada, sentindo o olhar da tia sobre ela, soube que era verdade.

E o mais perturbador era perceber que uma parte dela, a mesma parte que engolira o leite de Henrique, já esperava, com medo e uma curiosidade insaciável, a sua vez de "dar tudo de si" no altar daquela família.

Continua em "Educando a sobrinha - Parte 5 - Final".

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Sou de Betim também, e queria ter uma forma de conversar com vc e assim quem sabe construir uma amizade
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Gostei muito desse relato. Quero conhecer mulheres entre 25 e 40. Deixem mensagem pra mim no chat de sexo. Abraços e boa leitura a todos vocês.
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Nossa que dlç de conto, fiquei c tanto tesão que quase gozei...vc não quer ser minha amiga tbm ????
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Adorei,desde novinha já safadinha,bom conto estou estourando minha calça.....
19/03/2025
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Adorei,que dlç de conto,e como td aconteceu, fiquei super excitado...bjs
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que delícia fiquei excitado e acabei mim masturbando
16/03/2025
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Seu Carlos fez vc revelar a puta inrustida em vc e agora todas fantasias que vc nem sabia que tinha estão sendo realizasas
07/03/2025
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Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
04/03/2025
Comedor de Casadas
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BH - MG
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
04/03/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícia de conto erótico, adorei sua aventura,eu já passei por uma experiência dessa lá nos anos 80 kkkk
04/03/2025
Gostosa
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RECIFE - PE
Que delícia que conto mais gostoso muito bom ensinar a uma novinha os prazéres da vida
28/02/2025
Comedor de Casadas viúvas e+
Sexo: Masculino
BH - MG
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
18/02/2025
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BH - MG
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícioso fato vividos por vc e o marido da sua amiga,pena que vc não mora aqui perto de mim gata bjosss
17/02/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
17/02/2025
Pica 21cm
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PORTO ALEGRE - RS
Delicia de relato, imaginei a cena!
17/02/2025
José
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Muito bom esse conto gostaria de experimentar um dia
16/02/2025
Kafa
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Adorei seu conto, fiquei excitado...
14/02/2025
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Eu gostaria de comer sua esposa e se você guentar comeria você tabem
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