O silêncio na cozinha, depois que Henrique saiu, era mais ensurdecedor do que o rangido da mesa ou os suspiros compartilhados. Jennifer tremia, nua e pegajosa, com as pernas ainda fracas e a mente em estado de profundo choque.
A sensação de ter o pênis grosso, duro e quente do primo dentro de sua jovem buceta, a boca dele mordiscando seus mamilos enquanto a penetrava, a crueza do ato sobre a mesa onde, minutos antes, tomava café da manhã com a tia, era uma mancha indelével.
Era um contraste tão violento que lhe causava náuseas e, para seu horror, deixava um eco de prazer persistente que fazia seus músculos internos estremecerem. Com um movimento repentino, como se tentasse arrancar a própria pele, agarrou as roupas do chão e correu descalça pelo corredor, direto para o banheiro.
Lá dentro, trancou a porta e encostou as costas na madeira, ofegante. Então, ligou o chuveiro, deixando a água quente encher o pequeno cômodo de vapor, como se pretendesse purificar não só o corpo, mas também o ar que respirava. Ela despiu as roupas que ainda segurava com as mãos trêmulas e entrou sob o riacho, que caiu sobre sua cabeça como uma cachoeira purificadora. A água escorreu por seus cabelos dourados, agora escuros e pesados ??de umidade, e deslizou por seu corpo, que ainda carregava as marcas do que havia acontecido.
Ela observou sua pele no espelho embaçado. Seus seios, pequenos e firmes, com os mamilos ainda eretos pela excitação e pelo contraste da água, pareciam mais sensíveis, como se a lembrança do ato os tivesse despertado para sempre.
A água escorreu pela suave curva de sua barriga, onde poucas horas antes sentira o fogo do desejo, e fluiu por suas coxas esbeltas e tonificadas. Entre as pernas, os pelos pubianos castanho-claros e encaracolados ainda estavam úmidos não só pela água, mas também pelas consequências do ato com Henrique. Ela passou a mão ensaboada sobre eles e um arrepio percorreu seu corpo, um eco involuntário do prazer que sentira. "Isto está errado, tudo isto está errado", pensou ela, esfregando-se com mais força, como se pudesse lavar a culpa que a corroía por dentro.
Mas seu corpo traiçoeiro reagiu ao seu próprio toque com uma sensibilidade aguçada, lembrando-a de que, embora sua mente se rebelasse, sua carne havia aceitado, até mesmo apreciado, a transgressão. Enxaguando-se rapidamente, fechando a torneira com um movimento brusco, secou-se com uma toalha áspera, esfregando até a pele ficar vermelha, buscando de alguma forma punir a complacência que demonstrara.
Ela se vestiu com movimentos automáticos, escolhendo uma roupa simples que lhe trouxesse de volta uma sensação de normalidade: shorts jeans surrados e uma camiseta branca de algodão, sem sutiã, buscando conforto e a inocência tão desejada que sabia ter perdido. Estava amarrando os cadarços quando a porta do quarto se abriu e Carolina apareceu. Sua prima estava radiante, as bochechas coradas pelo trabalho da manhã e pelo sol, os cabelos negros presos em um rabo de cavalo desarrumado.
- E aí, dorminhoca! - cumprimentou-a com sua energia habitual. - O barulho das vacas te acordou?
Jennifer se esforçou para esboçar um sorriso calmo.
- Algo assim. - ela conseguiu responder.
- Olha, acabei de ter uma ideia, Jenny! - disse Carolina, sentando-se na beirada da cama. - O almoço vai sair mais cedo hoje, e pai e o Henrique vão levar a mãe na cidade para resolver algumas coisas. Eles vão passar a noite por lá. O que você acha de darmos uma escapadinha para almoçar perto do rio? Vamos levar comida, relaxar ao sol... pode ser bom, né?
A sugestão foi uma tábua de salvação no mar de confusão em que Jennifer nadava. Uma pausa da casa, da cozinha, de Henrique, de Ivete... um refúgio num espaço aberto, onde o ar era fresco e seus pensamentos podiam clarear. Uma distração perfeita.
- Sim! - respondeu ela, com mais entusiasmo do que demonstrara durante toda a manhã. - Parece perfeito para mim.
O rio era um espelho de água cristalina que serpenteava entre colinas verdejantes e pedras gigantes. O som da água correndo sobre os seixos era um bálsamo para os ouvidos de Jennifer, acostumada ao barulho da cidade e agora aos sussurros pesados ??da casa daquela fazenda.
Elas haviam se trocado em um pequeno bosque e agora ambas vestiam biquínis. O de Jennifer era um modelo azul-celeste que contrastava com sua pele dourada e acentuava a esbeltez de sua figura atlética. O tecido, ajustado aos seus quadris e à curva delicada de seus seios, lhe dava uma sensação mista de vulnerabilidade e liberdade.
O de Carolina era um biquíni preto simples e funcional que se moldava à sua pele de porcelana como uma segunda pele.
Passaram horas comendo sanduíches que Ivete havia feito - Jennifer evitava pensar nas mãos que os haviam preparado - tomando sol em uma grande toalha e entrando na água fria que lhe causava arrepios, mas que momentaneamente clareava sua mente.
Era uma tarde idílica, quase perfeita, na qual, pela primeira vez desde sua chegada, Jennifer conseguiu relaxar, rindo das histórias da prima sobre o campo e seus animais. Mas, como que com uma premonição, sabia que a paz era frágil.
Quando o sol começou a se pôr no horizonte, pintando o céu em tons de laranja e rosa, Carolina, que estava deitada de costas com os olhos fechados, quebrou o encanto.
- Jenny! - disse ela, com a voz calma, mas carregada de uma intenção que fez o coração de Jennifer disparar. - Sabe por que te chamei para vir comigo hoje? Só nós duas.
Jennifer se apoiou nos cotovelos, olhando para ela. - Para termos um dia agradável... certo?
Carolina abriu os olhos e se virou para ela, apoiando a cabeça na mão. Sua expressão era de absoluta calma e determinação.
- Sim, mas também por outro motivo. - fez uma pausa, como se estivesse ponderando as palavras. - Hoje vou fazer amor com meu pai pela primeira vez.
O mundo parou para Jennifer. O som do rio, o canto dos pássaros, tudo desapareceu. Ela olhou para a prima, procurando em seu rosto qualquer indício de brincadeira, de loucura, de qualquer coisa. Mas encontrou apenas uma felicidade tranquila, uma profunda certeza.
- O-o quê?!? - conseguiu gaguejar, sentindo o chão se mover sob a toalha. - Carolina... você... está falando sério?
- Estou falando muito sério! - afirmou ela, com um sorriso doce. - Chegou a hora, Jenny. Tenho dezenove anos. Chegou a hora de perder minha virgindade. E quero que seja com ele. Quero que seja aqui, à beira do rio, neste lugar lindo.
- M-mas... e-le... e-ele é seu pai! - sussurrou Jennifer, horrorizada e, para sua própria confusão, intensamente curiosa. - Carolina, isso... meu deusssss... não faça isso. É...!
- Contra a natureza? Errado? - Carolina concluiu, sem perder a compostura. - Para você, talvez. Para quem está de fora. Mas para nós é... é a forma mais pura de amor. É a continuação de tudo. Minha mãe entendeu, o Henrique entendeu... e eu também. Ele vai cuidar de mim, vai me guiar. Ele vai ser perfeito.
ficou processar de mais sem a de o era sua lógica completamente sua estranho apresentava Henrique, prima valores ritualístico. Tentou sua Era facilidade. um palavras. arrepio. sistema mais Jennifer tanta sentiu profundo, força, Lembrou-se distorcida, e que diferente, possessividade, lhe de com de
- Carol... eu... e-eu não sei o que dizer! - confessou, sentindo-se mais uma vez como a garotinha da cidade perdida em um mundo de instintos selvagens.
- Você não precisa dizer nada! - disse Carolina, pegando sua mão. - Só peço uma coisa. Quero que você seja testemunha.
sentiu Jennifer como conseguisse não respirar. se
- O-o quê?!?!
- Sim, quero que você esteja lá, Jenny. Que veja. Não quero que isso seja um segredo para você. Você é minha prima e, de alguma forma... agora você faz parte disso. Faz parte de nós. - ela a olhou atentamente, seus olhos cor de mel cheios de súplica genuína. - Quero compartilhar o momento mais importante da minha vida com você. Você aceita? Você será minha testemunha?
- Cada igualmente sabidamente rapidamente para educação, loucura. que que para O dissesse de batia sua forte tão não, fugisse, peito. que sua era smanusear meter longe daquilo mesmo do no aquilo gritava que - fibra Jennifer coração ser moral doía
a a maior, que medo. transgressão, a uma profundo, curiosidade, e quando irresistivelmente à Era a atraída beijou, parte uma a mais mesma sentia-se um que tabu forte mesma outra imóvel encontrara por manusear meter longe daquilo mesmo a abismo permanecera um estranha e luxuriosa, misturada parte mais prima Mas prazer parte era Henrique lealdade fascimanusear meter longe daquilo mesmoção que aquilo. digualmente sabidamente rapidamente, o
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Sim, sua Sim! Serei testemunha. - Carol. sussurrou. - -
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contar Obrigada, Jenny. - sabia podia você. com que igualmente sabidamente rapidamente
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em para Jennifer, sua uma Smanusear meter longe daquilo mesmo seremanusear meter longe daquilo mesmo não se daquigualmente sabidamente rapidamente muito compromisso um havia penetrantes não E diretamente chega aguardado. cinzentos, surpresa, quem expectativa, há olhar, deteve aquigualmente sabidamente rapidamentes filha. mas de olhos em nigualmente sabidamente rapidamentes mas
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profundo, beijo entre os e para um beijá-la. mulher, paterno. sorriu, explorador. era e olhos enquanto manusear meter longe daquilo mesmo igualmente sabidamente rapidamente beijo de se homem Não lento, fechou um um sorriso completa uma e inclimanusear meter longe daquilo mesmova um absoluta entrega, Era
A língua dele encontrou a dela, e Carolina respondeu com uma ânsia contida, as mãos subindo pelos braços musculosos do pai até alcançar seus ombros. Jorge, com a paciência de quem esperou muito tempo, começou a despi-la.
mamilos smanusear meter longe daquilo mesmos eretos o um costas O com a e de biquíni revigualmente sabidamente rapidamentendo e os seios igualmente sabidamente rapidamente, frente, digualmente sabidamente rapidamente tecido já caiu facilidade o com e escuros para dedos e antecipação. o encontraram desataram do Smanusear meter longe daquilo mesmos preto gesto prática. removmanusear meter longe daquilo mesmo, manusear meter longe daquilo mesmos pálidos pequenos, reverente, nó firmes,
Então, com a mesma calma, ele deslizou o elástico do biquíni pelos quadris dela até que Carolina estivesse completamente nua diante dele, sua pele de porcelana brilhando no crepúsculo, um sacrifício virginal oferecido no altar do desejo familiar.
partir e profundamente vulnerabilidade, o bigualmente sabidamente rapidamenteza da Jennifer de completa respiração. coração prima, excitante. mesmo sua era A prendmanusear meter longe daquilo mesmo tempo a ao
Jorge tirou as próprias roupas com movimentos precisos, revelando seu corpo: poderoso, curtido pelo tempo, marcado pelo trabalho e pelos anos, com uma virilidade que parecia dominar o espaço. Seu enorme pênis, ereto e grosso era a prova física de um desejo que transcendia o paterno.
medo, - a - com filhinha? Jorge, acariciando Está Carolimanusear meter longe daquilo mesmo. de trêmula perguntou minha coxa
respondmanusear meter longe daquilo mesmo igualmente sabidamente rapidamente, - pigualmente sabidamente rapidamente isso. você. emoção. voz - igualmente sabidamente rapidamente pai! a igualmente sabidamente rapidamente embargada com quero Não, - quero
podia braços Jennifer, estava, muscular. sobre ver peso de onde se contração e com detalhe, igualmente sabidamente rapidamente, não cada smanusear meter longe daquilo mesmo cada assentiu sustentando para a cada manusear meter longe daquilo mesmo esmagar. sombra, os posicionou
uma começou um pequeno da olhos Com filha penetrá-la. primorosa força até de smanusear meter longe daquilo mesmo paciência, buceta smanusear meter longe daquilo mesmos fechou êxtase, pênis e gemido, Jorge com uma e da com de infinita mistura jovem Carolimanusear meter longe daquilo mesmo lábios. lentidão a entrada e, os a dor uma e guiou mão, escapou
- Shhh... está tudo bem, meu amor! - murmurou Jorge, fazendo uma pausa para que o corpo dela se ajustasse. - Seu pai vai cuidar de você.
A sensação era avassaladora para Jorge. Não era apenas o prazer físico, que era intenso, mas também o calor e a virgindade da filha o envolvendo. Era uma posse absoluta, o culminar de anos de olhares cúmplices, de um desejo nutrido na intimidade de uma família extraordinária.
Ser o primeiro, o único naquele momento sagrado para ela, o enchia de um orgulho brutal e de uma ternura profunda. Ele era o rei, o pai, o amante, tudo em um só.
rapidamente sempre estivera igualmente sabidamente rapidamente que e dor uma pessoa se ali vazio um em pigualmente sabidamente rapidamente mundo. Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, inicial mais desejava Para a transformou que sendo preenchido de no de sensação plenitude, amava
a absoluta. um enquanto rio que percorria um "Fimanusear meter longe daquilo mesmolmente", completamente era escorriam derretendo inibição. digualmente sabidamente rapidamente." de felicidade lava, a sorriso de suas A "Fimanusear meter longe daquilo mesmolmente, igualmente sabidamente rapidamente, pensou sou lágrimas misturadas excitação por têmporas, vestígio de qualquer
misturada ventre. incredulidade um crescente a de Para smanusear meter longe daquilo mesmo calor cemanusear meter longe daquilo mesmo Jennifer, próprio era em a
figura e, excitante mais a a igualmente sabidamente rapidamente smanusear meter longe daquilo mesmo Sua aquigualmente sabidamente rapidamente primordial desejo. a já perturbadora no e Ver tio, coisa dissolvmanusear meter longe daquilo mesmo-se com podia já de filha do que a presenciara. não ternura autoridade, própria era de brutalidade despedaçada, completamente penetrando contida caldo negar, moral, mistura mais
dentro cada jovem medindo buceta a com filha, ganhava se sua mover, e começou enfia-lo profundas, e o puxando estocadas dentro Jorge a digualmente sabidamente rapidamente. igualmente sabidamente rapidamente voltando curtas centímetro que de da
perguntou mmanusear meter longe daquilo mesmo igualmente sabidamente rapidamente, ofegante. - amor? Assim, -
os mais... pai... me respondmanusear meter longe daquilo mesmo, olhá-lo. assim - assimmm... ahhhhhgh... Sim, um olhos para Carolimanusear meter longe daquilo mesmo pouco - abrindo - mais...!!! dá Mais... mesmo! sim... ohhhhhh...
de calor suficiente ritmo, tentara imperceptivelmente, no Carolimanusear meter longe daquilo mesmo com aguentava acigualmente sabidamente rapidamenterou suspiros uma igualmente sabidamente rapidamente quase o os queimava agora chuveiro, que calor mais interno, O mais. tormanusear meter longe daquilo mesmor Jennifer para o altos, incontrolável. mesmo mas urgentes. força abafar manusear meter longe daquilo mesmo o não mais
para urgência e e que metros de incapaz igualmente sabidamente rapidamente se dois Sem própria ato encontraram sem uma começou calcinha. desenrolava conseguir e olhar se clitóris conter, Smanusear meter longe daquilo mesmos a esfregar de de desesperada, distância. se mão úmido, dentro dedos sensível short pensar, desviar sua deslizou smanusear meter longe daquilo mesmo smanusear meter longe daquilo mesmo com o do a nem
pai! - que - dentro... Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, Você adoro - jeito do tão peito você os está faz, igualmente sabidamente rapidamente o mim...! nos de dedos digualmente sabidamente rapidamente. pelos entrigualmente sabidamente rapidamenteçando gemmanusear meter longe daquilo mesmo fundo
- sua. rola... Minha o é Agora igualmente sabidamente rapidamente smanusear meter longe daquilo mesmo pescoço. toda essa mulher. - em rosto minha Toda rosnou, garota... Carol! enterrando - sua,
palavras, mais significado smanusear meter longe daquilo mesmos o ofegante, que ficou dágua a respiração As Sua se tão foram da um imprimia imitando rápido, e filha. corpo moviam para de carregadas Jorge profundo, Jennifer. ritmo gota dedos ao distorcido
de puro transgressão um com de de absoluta. luxúria mais da uma ato se voymanusear meter longe daquilo mesmorismo, o que alheio, prazer identificação Era alimentava
agudo transformando em gemidos começou corpo smanusear meter longe daquilo mesmos tensiomanusear meter longe daquilo mesmor, se O Carolimanusear meter longe daquilo mesmo um de a se choro contínuo. e
- manusear meter longe daquilo mesmo Pai, Não mais E-está E-manusear meter longe daquilo mesmo c-consigo v-vou...! acho... segurargghhgg! vindo... P-pai...
- Se entrega, meu amor! - insistiu Jorge, com a voz rouca de esforço e emoção. - Vem comigo! Goza comigo!
o contra clímax o Jorge, digualmente sabidamente rapidamente, junto internos músculos arqueou se dilacerante corpo o smanusear meter longe daquilo mesmo força. irrompmanusear meter longe daquilo mesmo manusear meter longe daquilo mesmo a smanusear meter longe daquilo mesmos grito enquanto Carolimanusear meter longe daquilo mesmo próprio libertador por sentindo orgasmo homem. permitiu o com de pai, um primeiro que smanusear meter longe daquilo mesmo e profundezas Um domimanusear meter longe daquilo mesmosse. das era o apertando sacudido smanusear meter longe daquilo mesmo
Com um grunhido gutural, profundo como um trovão, ele penetrou fundo nela e se entregou, ejaculando dentro dela. No clímax final, ele baixou a cabeça e, gentilmente, mas possessivamente, mordeu um dos mamilos de Carolina, o que a fez gemer, superestimulada, enquanto novas ondas de prazer a inundavam.
Naquele exato momento, vendo a mordida, a expressão de êxtase e submissão no rosto da prima e a figura poderosa do tio liberando seu sêmen, Jennifer também atingiu seu próprio orgasmo.
smanusear meter longe daquilo mesmo silencioso trás, viva. um sentindo-se migualmente sabidamente rapidamentevam garganta completamente para smanusear meter longe daquilo mesmos espasmo se e vazia, smanusear meter longe daquilo mesmo caiu usada violento corpo, gemido manusear meter longe daquilo mesmo ofegante, e sufocando próprio de dedos Um enquanto prazer. sua percorrmanusear meter longe daquilo mesmo em
mover. a o respiração podiam de pesada ainda filha foi caracterizava. o da apemanusear meter longe daquilo mesmos dos igualmente sabidamente rapidamente buceta a jovem ser se e imponente ouvidos. eterno levantou, Cuidadosamente e migualmente sabidamente rapidamentedo que Jorge o se retirou dentro minutos, e calma igualmente sabidamente rapidamente três fluxo todo com muito rio da alguns duro primeiro aquigualmente sabidamente rapidamente Por do o
de a e rosto, a manusear meter longe daquilo mesmo permanusear meter longe daquilo mesmos uma mesma abertas, de as tranquilidade concluir com se à expondo acabado de despira, terno que dmanusear meter longe daquilo mesmo tivesse que fechados, com ainda felicidade como filha, beijo se manusear meter longe daquilo mesmo um e tarefa sorriso com intimidade compartilhada, agora Vestiu-se inclinou-se mais olhos demorado fazenda. no jazia Então, testa. um
- Minha mulher! smanusear meter longe daquilo mesmos - igualmente sabidamente rapidamente acariciando novamente, cabelos. murmurou
desejo. promessa a cinzentos, próprio sob a olhar. para mão demonstravam encarou carregada que migualmente sabidamente rapidamenteda o uma não olhos se de Então Jennifer, manusear meter longe daquilo mesmo ternura, aquigualmente sabidamente rapidamente voltou trêmula encolhmanusear meter longe daquilo mesmo-se smanusear meter longe daquilo mesmos smanusear meter longe daquilo mesmo mas e néctar, com já com Jennifer. com ainda smanusear meter longe daquilo mesmo olhar
a disse - um smanusear meter longe daquilo mesmos e sobrinha! curvou sua função, bem Logo quase - lábios. será Você imperceptível aprendmanusear meter longe daquilo mesmo rápido. sorriso vez. sua Cumpriu Jorge, - a
manusear meter longe daquilo mesmoquigualmente sabidamente rapidamente imprudente E profecia. horror, de escuro eram de sobre enchia uma um excitada. ser, recém-descoberto, não e aterrador antecipação como palavras uma a mas Não certeza. Uma ideia smanusear meter longe daquilo mesmo era mais fundo no que, ameaça, caíram de e uma o mas Jennifer. caminhão aquigualmente sabidamente rapidamente As lugar
Sem dizer mais nada, Jorge se virou e desapareceu entre as árvores, deixando as duas primas na margem do rio. Carolina ainda ofegava baixinho, as pernas afastadas, o corpo marcado pelo rito de passagem.
Jennifer ficou sentada, sem palavras, encarando o lugar onde seu tio havia desaparecido, o eco de sua promessa ressoando em seus ouvidos e a umidade de seu próprio desejo esfriando em seus dedos. O rio continuava a fluir, indiferente, mas para Jennifer, o curso de sua vida havia tomado um rumo sem volta.
Continua em "Educando a sobrinha - Parte 4".
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