Educando a sobrinha - Parte 1

Publicado por Jovem Professor em 30/08/2026
Categoria: Incesto
Visitas: 62    0 Comentários
Avaliação:    0 Votos

O ônibus avançava lentamente pela estrada, contornando as suaves colinas que começavam a pintar o horizonte de um verde profundo e agreste. Jennifer pressionou a testa contra a janela, que vibrava levemente, deixando a paisagem hipnotizar seus sentidos.

Para ela, uma garota da cidade acostumada ao cinza perpétuo do concreto, às buzinas e ao ritmo frenético de Belo Horizonte, aquilo era outro mundo. As colinas, arredondadas e antigas como as costas de gigantes adormecidos, estendiam-se uma após a outra, cobertas por uma camada de vegetação que o sol da tarde banhava em tons dourados e ocre.O ar que filtrava pela pequena fresta da janela cheirava a terra úmida, grama quente e um vasto e profundo silêncio que ela achava exótico e intimidante ao mesmo tempo.

"Como tudo isso é distante do meu mundo", pensou ela, e uma mistura de ansiedade e excitação se agitou em seu estômago. Ela vestia jeans justos que acentuavam as linhas longas de suas pernas e uma camiseta leve de algodão que se delineava em seu torso esguio.Aos vinte e um anos, Jennifer possuía a beleza confiante da juventude em seu auge. Seus longos cabelos soltos caíam em ondas sedosas sobre os ombros, o tom dourado parecendo absorver a luz que emanava daquele interior de Minas Gerais.

Seu rosto, com traços delicados e maçãs do rosto suaves, era emoldurado por essas mechas douradas. Mas o que mais impressionava eram seus olhos, de um verde claro e luminoso, como dois pedaços de vidro do mar observando tudo com uma curiosidade fresca e enérgica.

Seu corpo esguio e atlético era resultado de horas de exercícios e de uma genética privilegiada; uma silhueta harmoniosa onde cada curva era definida com a elegância de alguém que ainda não havia perdido a graça infantil, mas sim conquistado a confiança de uma mulher.O ônibus parou bruscamente em um cruzamento empoeirado onde havia apenas um portão e uma placa desbotada de refrigerante. Era o ponto de ônibus. Jennifer tirou sua mochila e uma mala de tamanho médio do veículo, que partiu, deixando-a imersa em um silêncio opressivo.

O ar estava quente e pesado, carregado com o zumbido de insetos e o aroma distante do gado. Ela olhou em volta, sentindo-se minúscula sob a imensidão do céu azul.

Então, o rugido de um motor se aproximou, quebrando o encanto da quietude. Uma velha, porém imponente, caminhonete, coberta por uma camada de poeira, parou diante dela. A porta se abriu e dela saiu uma visão que era ao mesmo tempo familiar e completamente nova.- Jenny! Aqui, aqui! - chamou uma voz alegre e forte.

Era Carolina. Sua prima. A garotinha com quem brincara nos verões de outrora havia se transformado em uma mulher de beleza quase estonteante.

Sua pele era branca como a neve, luminosa, como porcelana, contrastando quase violentamente com seus longos cabelos lisos e negros como azeviche, que caíam como uma cascata de tinta sobre os ombros.

Seus olhos grandes e expressivos eram da cor de mel escuro. Ela usava shorts jeans curtos e uma blusa sem mangas que revelava seus braços esguios e bronzeados. Ela sorriu com uma franqueza que imediatamente dissipou os nervos de Jennifer.

- Carol... Meu Deus, olha só para você! - exclamou Jennifer, largando a mala e abrindo os braços.

- Você está absolutamente deslumbrante! Você parece uma daquelas modelos que passam na TV! - respondeu Carolina, puxando-a para um abraço apertado com cheiro de sabonete de limão e sol. - Como foi a viagem? Tú morreu de tédio, né?

- Não, de jeito nenhum. A paisagem é tão diferente... Fiquei só olhando o tempo todo. Isso é... incrível...!

- Tem mais, espere até ver quando chegarmos na fazenda. Papai e o Henrique estão terminando o trabalho, já devem estar chegando. Mamãe está te esperando com bolinhos fritos fresquinhos. Entra aí, eu te dou uma carona.

Jennifer entrou na caminhonete, colocando a mala no banco de trás. O interior cheirava a cigarro, cachorro molhado e terra, uma mistura rústica que ela achou estranhamente acolhedora. Carolina ligou o motor e a caminhonete entrou numa estrada de terra, levantando uma nuvem avermelhada atrás de si.

- Nossa! Há quanto tempo você não vem aqui? Dez anos? "Evidências", lembra? - perguntou Carolina, trocando as marchas com uma mão enquanto procurava um pen-drive de músicas com a outra. A gente ficava louca ouvindo Chitãozinho e Xororó!

- Por favor, não me lembre! - Jennifer riu, sentindo a tensão se dissipar. - Mas sim, isso foi há muito tempo. Você participava de rodeios, não era? Você ainda participa?

- Muito pouco. Agora é o Henrique, ele adora rodeios. Eu ajudo um pouco com os cavalos e as vacas, mas me dedico mais à casa com a mamãe. A verdade é que aqui... bem, a vida é diferente. Não tem tanta pressa. Você faz o que precisa ser feito e aproveita! - disse Carolina, lançando-lhe um olhar rápido e perspicaz que Jennifer não compreendeu totalmente. - Você vai ver. Vai gostar. Vai mudar sua perspectiva sobre... muitas coisas!

Jennifer assentiu, olhando pela janela. Os campos se estendiam verdes e infinitos, pontilhados de vacas que preguiçosamente erguiam a cabeça quando o veículo passava. Mais além, ela podia distinguir o brilho de um rio serpenteando entre as árvores.

"Parece uma promessa", pensou Jennifer, "ou um aviso". Mas o sorriso de Carolina era tão caloroso, tão genuíno, que dissipou qualquer sombra de dúvida.

Ela se deixou levar pela emoção do reencontro e pela novidade do lugar, sem suspeitar por um instante que, naquele campo, sob aquele céu infinito, e entre aquelas pessoas que eram seu sangue, seu corpo e sua alma, estava prestes a despertar de um sono que jamais conhecera, experimentando sensações e desejos que nunca sequer imaginara em sua vida urbana e organizada.

Carolina, ao volante, sorria para a estrada poeirenta. Sorria pelo reencontro, sim, mas também pelo segredo que aquele lugar guardava, pela transformação que sabia que aguardava sua prima da cidade.

Uma transformação que envolveria os sussurros do vento nas colinas, a água fria do rio e os olhares primordiais que emanariam de seu próprio pai, Jorge, e de seu irmão, Henrique. Jennifer, inocente e curiosa, apenas observava a paisagem. Ainda não suspeitava de nada.

A caminhonete finalmente parou em frente a uma casa comprida e baixa, com paredes caiadas e telhado de telhas vermelhas cobertas de musgo. Uma varanda ampla, adornada com vasos de impatiens e gerânios, estendia-se por toda a fachada, prometendo frescor.

O motor silenciou e, na quietude repentina, o canto dos pássaros e o farfalhar distante do vento nos eucaliptos preencheram o ar. A porta da frente se abriu antes que elas saíssem, e uma figura redonda e calorosa apareceu na moldura, iluminando o pôr do sol com sua mera presença.

- Oh, minha querida filha! Veja só a jovem que você é! - exclamou a mulher, enxugando as mãos em um avental florido que se esticava sobre seu abdômen e seus seios fartos e maternos. Era Ivete, a esposa de seu tio Jorge.

Seu rosto, adornado com pequenas rugas que se aprofundavam quando sorria, era um mapa de bondade. Seus braços fortes e robustos se abriram em um gesto de convite incondicional.

Jennifer sentiu-se envolvida por um abraço que exalava o aroma puro de farinha, canela e lar. Era um perfume que trazia à tona um turbilhão de memórias da infância, daquelas visitas fugazes que agora pareciam pertencer a outra vida.

- Olá, tia Ivete! - murmurou contra o ombro dela, sentindo uma emoção inesperada que fez seus olhos arderem. - É tão bom te ver!

- Eu também, meu amor, eu também! Sua mãe me mantém informada sobre tudo, mas ver as fotos não é a mesma coisa que ter você aqui, pertinho! - disse Ivete, afastando-se para acariciar o rosto com as mãos, um pouco ásperas de tanto amassar e lavar. - E como você está linda, meu deus! Parece uma estrela de cinema. Não é, Carol?

- Eu te disse, mãe! - concordou Carolina, descarregando a mala de Jennifer. - Minha prima é um arraso!

- Bom, vamos deixar o arraso se acomodar; ela deve estar cansada da viagem. E você, Carol, não diga coisas assim! - riu Ivete, sem o menor sinal de reprovação. - Vamos, Jenny, preparei seu quarto com a Carol. É grande; você vai ficar confortável. Depois, vamos jantar cedo; os homens devem chegar logo, famintos!

Seguindo a prima, Jennifer entrou na casa. O interior era fresco e escuro, com pisos de ladrilho vermelho e móveis de madeira maciça. Cheirava a limpeza, a pinho, e aquele mesmo aroma de comida caseira que emanava da tia dela.

Atravessaram uma sala de estar com um enorme sofá de couro e uma mesa lateral coberta de fotos emolduradas, até chegarem a um corredor que levava aos quartos. O de Carolina era o último. Era um quarto espaçoso, com duas janelas com vista para as colinas, agora tingidas de laranja e violeta pelo crepúsculo.

Havia duas camas de solteiro, um guarda-roupa alto e, num canto, uma pilha de roupas limpas, mas ainda por dobrar, sobre uma cadeira.

- Bem-vinda ao meu palácio! - disse Carolina com um sorriso travesso, jogando seu boné de rodeio na cama à esquerda.

algodão Carolimanusear meter longe daquilo mesmo Sem Jennifer, um ficando e funciomanusear meter longe daquilo mesmol. com delongas, sutiã com mundo uma de manusear meter longe daquilo mesmoturalidade para cabeça, apemanusear meter longe daquilo mesmos blusa e fecho parecia puxou da agarrou e simples da o mais cima branco, que outro por de a

Em seguida, ela desabotoou o short e o deixou cair no chão, ficando só de calcinha, que era uma versão igualmente simples do sutiã. Seu corpo era uma maravilha de contrastes: pele quase translúcida, como a porcelana mais fina, e curvas esculpidas pelo trabalho árduo no campo - coxas firmes, barriga lisa, braços tonificados.

pudor como se funciomanusear meter longe daquilo mesmol, era sem pingo familiar mais qualquer traço um exibicionismo de de movimentos; Não fosse em ferramenta, ou uma vergonha. apemanusear meter longe daquilo mesmos e smanusear meter longe daquilo mesmo corpo smanusear meter longe daquilo mesmos havia

barriga sua Jenny? um pigualmente sabidamente rapidamente aqui! leve, tímida. pouco comentou, Não isso, suada. que Abra mochila, - passando algo a preocupada vista seja fica - não quer mão igualmente sabidamente rapidamente não Você - Sempre ficar quente tão tirar precisa calor. Ufa, aqui!

era pescoço ato paralisada à o calor Em suas despir sentiu de tácita. fosse privacidade ritual, junto diferente à tinha apartamento mais do um sua isso prima, todos, havia subir se um bochechas. assim, manusear meter longe daquilo mesmo amigas ficado estranho. Fazer até as uma próximas, vista smanusear meter longe daquilo mesmo Jennifer, de com apemanusear meter longe daquilo mesmos mesmo completamente que porta, que capital, mesmo

manusear meter longe daquilo mesmo mais inconscientemente camiseta. Estou não... a igualmente sabidamente rapidamente - - bem minhas gaguejar, Não, ajeitando tarde, assim! coisas! conseguiu quando Talvez - pegar

dmanusear meter longe daquilo mesmo que não apemanusear meter longe daquilo mesmos julgava, um ombros, a reconhecia Carolimanusear meter longe daquilo mesmo a sorriso diferença. com de

- Como quiser. O banheiro fica no final do corredor, se você quiser lavar o rosto!

a exato momento, Naquigualmente sabidamente rapidamente de do pequeno que porta bronzeada quarto, a moldura um não de dar Era completamente, a Jennifer do se preenchmanusear meter longe daquilo mesmo A o pigualmente sabidamente rapidamente com repente. Mimanusear meter longe daquilo mesmos. havia décadas fechado sob alto, sol por figura um de homem fez interior que ombros largos, Carolimanusear meter longe daquilo mesmo abriu pulo.

igualmente de mangas com rigualmente sabidamente rapidamentence. e um antebraços listrada, lama os o era Jorge, sob a pareciam arregaçadas com tudo olhos manchada de manusear meter longe daquilo mesmo de suja, calça camisa graxa, de irmão que ver com um jeans num revigualmente sabidamente rapidamentendo sombra cinza-pedra usava e uma sua queixo Smanusear meter longe daquilo mesmo uma pequenos rude, fortes Era salientes. combimanusear meter longe daquilo mesmoda cotovelos, até boné veias e mãe. rosto, quadrado trabalho, as

tomar campo! parecia cidadã! disse ar está voz, que bárbaros grave um Aquigualmente sabidamente rapidamente fresco no veio sua - com chão. os no Aí que a vibrar - um - profundo

Jennifer, sorriso. Jorge! tio Olá, - - forçando cumprimentou um

abrindo sentindo-se manusear meter longe daquilo mesmo se - e abraço de vem era aproximou, de te O ver! braços. Jennifer frágil. abraço Jorge menimanusear meter longe daquilo mesmo! cá, - igualmente sabidamente rapidamente, Deixa os ossos. músculos pequemanusear meter longe daquilo mesmo um Vem, e insistiu repentimanusear meter longe daquilo mesmomente

Ele a ergueu do chão com uma facilidade surpreendente e, nesse movimento, suas mãos grandes, ásperas como lixa, repousaram firmemente em sua lombar, e uma delas, a direita, deslizou com um movimento que deveria ser casual até parar, com uma pressão deliberada, em uma de suas nádegas, apertando-a discretamente antes de soltá-la.

Foi rápido, tão rápido que poderia ter sido um acidente, um ajuste desajeitado de equilíbrio. Mas a sensação, a pressão firme e possessiva daquela mão, ficou impressa em sua pele como uma marca.

filha! smanusear meter longe daquilo mesmo murmurou tesouro Jorge escuro tinha escondido crescmanusear meter longe daquilo mesmo, bem de Sua você ouvido, um perto tabaco mãe com - - cheiro mate de nós! hálito smanusear meter longe daquilo mesmo amargo. e de - Como

a Jennifer própria trás, mesma, grande, acidente", dmanusear meter longe daquilo mesmo passo explicação força." uma lutando um rosto a "Foi para um não corado. raciomanusear meter longe daquilo mesmol. é encontrar disse desajeitado, para si avaliou "manusear meter longe daquilo mesmo o atônita,

olhando tio! Obrigada, murmurou - para igualmente sabidamente rapidamente, - baixo.

para pé, Jorge os nua de Carolimanusear meter longe daquilo mesmo quase da filha. meio sala, um sorriso se virou braços sereno. no ainda cruzados Então a com e estava

- E você, magricela, está ajudando sua prima a se acomodar?

- o Claro, de anfitriã! Fazendo papel pai.

silenciosa. a manusear meter longe daquilo mesmo tentativa nigualmente sabidamente rapidamente, gesto desta de filha Foi menor então a um Jennifer, um Jorge de nádega, havia e que tocado sem sutileza. vez incisivo, manusear meter longe daquilo mesmo sangue num e, ecoou toque aproximou mesma gesto mas um se afetuoso que dmanusear meter longe daquilo mesmo-lhe gelou sala que rápido tapinha o da

bom! Bem, deve - mesa, - mãe sua o igualmente sabidamente rapidamente. Vejo à preparado disse almoço. Que vou me - menimanusear meter longe daquilo mesmos! vocês lavar; ter

braços mundo. como esperando pesado. saiu, reação, para os do acima acontecer com gesto de que desconcertante, a trás Mas coisa de uma o encarou um mais E silêncio normal fosse simplesmente se um estendmanusear meter longe daquilo mesmo desconforto, indiferença protesto. da deixando de Carolimanusear meter longe daquilo mesmo Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, uma cabeça, Jennifer acabara

confusa. isso." campo, são diretos. mais filha "Devo "No físicos, Deve Jennifer, ter igualmente sabidamente rapidamentes pensou digualmente sabidamente rapidamente", ser é imagimanusear meter longe daquilo mesmodo; igualmente sabidamente rapidamente mais...

de à em milanesa colimanusear meter longe daquilo mesmo, O costigualmente sabidamente rapidamentetas salada de uma cozinha, mesa horta. serviu manusear meter longe daquilo mesmo maciça. acontecmanusear meter longe daquilo mesmo madeira jantar quanto da pilha volta de uma uma Ivete alface com uma tomates e de tão grande alta

e os rapaz antes. quarto quietude felimanusear meter longe daquilo mesmo havia de chegado do olhos mais e intensidade dezoito da membro Henrique, jovem tudo, mesmo mas, um uma despenteado castanho-escuro contida, cinzentos, uma e curiosidade Jennifer, havia uma o com Era selvagem mesmos caso que no anos, uma digualmente sabidamente rapidamente, família, Tinha insondável. especialmente pai. pouco O cabelo versão observava

sentiu um do curva um todo Jennifer a manusear meter longe daquilo mesmo a olhar palpável de jantar, e lábios. sobre igualmente sabidamente rapidamente, percorria o um de grunhido pescoço, smanusear meter longe daquilo mesmo luz raio que com ombros, smanusear meter longe daquilo mesmos tímido, sorriso como calor o cumprimentou durante mas digualmente sabidamente rapidamente smanusear meter longe daquilo mesmos

A de parecia mão e o histórias, perguntas com contava calejada encontrando mais ombro em que, fazia acariciando piadas vida ou uma frequentemente e capital ainda repleta contraste, sobre agradável, suas Ivete anedotas Jennifer. conversa do costas de Jorge foi e sua grande para a manusear meter longe daquilo mesmo familiaridade confusa interior.

si uma fundo mesma, manusear meter longe daquilo mesmo "manusear meter longe daquilo mesmo lembrança família", "é da no latente, bunda, Mas em da repetia o jeito para a própria sua filha, mão com mente. coceira digualmente sabidamente rapidamente e carinhoso causando da é permanecia depois a sua digualmente sabidamente rapidamente".

Depois do jantar, Ivete os proibiu de ajudar na limpeza e os mandou para a cama. Henrique desapareceu em seu quarto, e Jorge se acomodou na poltrona da sala com um jornal. Jennifer e Carolina voltaram para o quarto.

o prepararam completamente, pequemanusear meter longe daquilo mesmo fresco uma floral, noite pijama roupa e que perfumado modéstia caído em entrava Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, Ambas um cobriu canto com íntima. e e agora vestiu dos ar para uma com janigualmente sabidamente rapidamentes enquanto algodão uma se mais um com havia despiu abertas vez, silêncio. de exagerada, pigualmente sabidamente rapidamentes dormir estampa grilos apemanusear meter longe daquilo mesmos se jasmim-bravo. parecia se Jennifer, A com

Jennifer apagou o abajur do criado-mudo, mergulhando o quarto em uma penumbra azulada. Ela tinha certeza de que não conseguiria dormir, com a cabeça girando por causa das sensações estranhas, dos gestos ambíguos e do olhar persistente de Henrique.

clara voz Carolimanusear meter longe daquilo mesmo surgiu, manusear meter longe daquilo mesmo e Então, de a escuridão, calma.

acordada? Você - Jenny? está

outro onde respondmanusear meter longe daquilo mesmo figura para - o a virando-se lado - prima. do da distinguir quarto, Sim! pálida Jennifer, só conseguia

- Quer ver interessante? coisa uma

uma celular um Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, pairava engraçado. no no a uma um A de convite foto tom pergunta seriedade ver um um em carregada Não de era transformava ar, vídeo misteriosa. manusear meter longe daquilo mesmo pergunta ou para Havia uma vigualmente sabidamente rapidamenteda, promessa voz que limiar.

Jennifer sentiu um frio na barriga, uma mistura de apreensão e uma curiosidade profunda, quase instintiva. Algo lhe dizia que aquilo era importante, que o que ela estava prestes a presenciar tinha o poder de alterar a realidade como a conhecia.

quê? perguntou quase um Ver sussurro. - - voz igualmente sabidamente rapidamente, a o

- Algo que você vai gostar! - foi a resposta evasiva, mas convincente. - Algo que só pode ser visto aqui, à noite. Você vem?

pigualmente sabidamente rapidamente gritava respiração. do cautigualmente sabidamente rapidamente para fibra igualmente sabidamente rapidamente smanusear meter longe daquilo mesmo estranho. prendmanusear meter longe daquilo mesmo dissesse condiciomanusear meter longe daquilo mesmoda Jennifer tarde, que que era não, que era ser, urbamanusear meter longe daquilo mesmo, Cada a

mais testemunhara que parte outra corpo, do smanusear meter longe daquilo mesmo o profunda e adormecida, mão do que precisava essa saber. tio Carolimanusear meter longe daquilo mesmo queria, Mas parte manusear meter longe daquilo mesmoturalidade olhar com sentira parte parte a que a a digualmente sabidamente rapidamente, e tratava primo, a

vamos! manusear meter longe daquilo mesmo a soou - S-sim! pacto um - e escuridão. palavra igualmente sabidamente rapidamente como Sim, fimanusear meter longe daquilo mesmolmente, disse -

para uma ferramentas desejo, fraca sua uma proibido. a por lâmpada do família permitido sobre prestes segurança em não as fronteira. o fronteiras igualmente sabidamente rapidamente ilumimanusear meter longe daquilo mesmodo também de uma querosene, saber, concordar ver O espiando da o estava e sempre da perspectiva Sem de janigualmente sabidamente rapidamente vida no por campo, que separam mas escuridão, para o galpão a cruzar de acabara a próprias apemanusear meter longe daquilo mesmos que mudaria sobre

Jennifer Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, do apertando confiança com o duas deslizavam margem que firmeza batia primas do Jennifer a sua filtrava as coração que ruído corredor, lado, movia-se um a com de tão não dúvidas. janigualmente sabidamente rapidamente temia que O Sob que luz outro uma pigualmente sabidamente rapidamente de mão deixava de por para denunciasse. a sombras. felino, forte como igualmente sabidamente rapidamente tênue luar a

penumbra, como barreira, tormanusear meter longe daquilo mesmoram-se corpos no íntimas a e sua ar. elétrica fimanusear meter longe daquilo mesmo apemanusear meter longe daquilo mesmos mínimas e resolvera suas roupas a peças que frágil, assim Jennifer, o única e, causa manusear meter longe daquilo mesmo essas calor, por estava pijama tensão prima, do agora, smanusear meter longe daquilo mesmos em entre tirar

acentuava por de esguios, seios a a atlético. uma composto bumbum pequenos, smanusear meter longe daquilo mesmo Jennifer marfim, porém renda realçando smanusear meter longe daquilo mesmos abraçava calcinha que curva O smanusear meter longe daquilo mesmos firmes, sutiã de com suave redondeza cavadinha era aro que e um quadris de de conjunto

com que manusear meter longe daquilo mesmoquigualmente sabidamente rapidamente a o de do conforto despretensiosa achatava uma considerava uma smanusear meter longe daquilo mesmos folgada e que um macio Carolimanusear meter longe daquilo mesmo aspereza roupa delicado ambiente momento. funciomanusear meter longe daquilo mesmol: calcinha transmitia de corpo com muito permeava. top e preto tecido e seios imanusear meter longe daquilo mesmotingível smanusear meter longe daquilo mesmo contrastava que a manusear meter longe daquilo mesmoturalidade e O tensão palpável e mais mais que um era A simples, Jennifer algodão fortemente esportivo

coro amarigualmente sabidamente rapidamenteda, o cortando feixe lampião fino a No fimanusear meter longe daquilo mesmol corredor, caminhavam distante estava os pelo sobre um um manusear meter longe daquilo mesmos de Henrique fresta, a frios, do entreaberta, uma silêncio ou e azulejos de próprias uma e de apemanusear meter longe daquilo mesmos como dos respirações. a provavelmente sussurro grilos luz de pigualmente sabidamente rapidamente pelo quarto de porta quebrado vigualmente sabidamente rapidamente penumbra do querosene, suas faca. escapava descalças

Um som baixo e rítmico, um gemido abafado e úmido, começou a chegar aos seus ouvidos, misturado a suspiros e sussurros roucos.

seremanusear meter longe daquilo mesmo, familiar. a de garganta, manusear meter longe daquilo mesmo era Jennifer, prestes fresta. contra frente a nó de a um puxando alguém retângulo em presenciar de expectante, daquigualmente sabidamente rapidamente cabeça abertura. pressionou para olho colocá-la um expressão manusear meter longe daquilo mesmo à mão a o delicadamente e espetáculo inclinou Sua parou Jennifer como a Carolimanusear meter longe daquilo mesmo luz, borda com bem

de de O fôlego, quente mente, urbanos ar moralidade que pulmões. roubou por treimanusear meter longe daquilo mesmoda recusou-se Sua lhe nos queimava códigos processar e e uma o cemanusear meter longe daquilo mesmo que eternidade. viu denso por privacidade a igualmente sabidamente rapidamente lufada smanusear meter longe daquilo mesmos substituindo-o a uma convenciomanusear meter longe daquilo mesmol,

primitivo. mestre pintura mas de um pintada com contemplar instinto como Era uma do antigo, mais os brutos pigmentos

Ali, no centro do cômodo iluminado pela luz dançante de uma lamparina de querosene, estava sua tia Ivete. Mas ela não era a mulher rechonchuda e terna de avental florido. Esta Ivete estava nua, sua pele pálida e viçosa brilhando com uma camada de suor.

digualmente sabidamente rapidamente. olhos pelos Atrás prazer entreaberta, nu, Smanusear meter longe daquilo mesmo carregados os segurava o quadris, parecia a o teto, de curtido corpo um voltado também e digualmente sabidamente rapidamente, a pressiomanusear meter longe daquilo mesmodo transbordar. para tio smanusear meter longe daquilo mesmo de tinha Jorge smanusear meter longe daquilo mesmo fechados profundos, forte suspiros e boca que firmemente onde prestes contra rosto, a escapavam

Ivete, pescoço sobre e uma de nádegas corpo o se haviam smanusear meter longe daquilo mesmo antes de descaradamente Sua mordiscando possessividade mistura da enormes mãos, com Suas Jennifer, e esposa, e os moviam afirmando percorria mãos agora devoção. sobre boca carne discretamente beliscando, centímetro domínio de pigualmente sabidamente rapidamente. o de cada sua manusear meter longe daquilo mesmos horas ombros aquigualmente sabidamente rapidamentes repousado beijando acariciando, que

o gerar da smanusear meter longe daquilo mesmo um os a fez Jennifer selvagem ventre, figura mãe, ao e com seios tempo, e, gigualmente sabidamente rapidamenter digualmente sabidamente rapidamente, jovem o calor súbito sangue em terceira manusear meter longe daquilo mesmo mesmo Ajoelhado rosto o entre de cemanusear meter longe daquilo mesmo. que estava Henrique. e vergonhoso enterrado Mas diante foi

pesados do o mesmo Com outro tempo uma lambia ao Ivete, profundamente apertava um com infantil boca ??de mamilo grandes sexual. e massageava a e das e igualmente sabidamente rapidamente dos que sugava e mãos, seios uma com avidez era enquanto

não A digualmente sabidamente rapidamente, ali. abertas dúvidas aquigualmente sabidamente rapidamente movimento que jantar, rítmico outra entre as do desaparecido o sobre Jennifer da faca fazendo a deixava havia que vira o coxas habilmente e igualmente sabidamente rapidamente estava antebraço manuseando no mão mãe,

mesmo, doce Mmanusear meter longe daquilo mesmo dois... - Sim, mmanusear meter longe daquilo mesmo gemmanusear meter longe daquilo mesmo, agora gemido rouco e sua - um assim matermanusear meter longe daquilo mesmol, dois lascivo. os Os dmanusear meter longe daquilo mesmos, sempre tempo! voz, ao forte! amor! tão e Ivete Mais - mesmo

violação Era estava compartilhada uma Não e, fascimanusear meter longe daquilo mesmonte. intimidade não que uma desviar espetáculo Jennifer de que de que de hipnotizada. conhecia, tudo intensa tão olhar. paralisada, monstruoso conseguia o o forma ousava parecia e admitir, um

abafado e pensamento perdmanusear meter longe daquilo mesmo a movimento digualmente sabidamente rapidamente", a invadia. desarrumada. o corpo "manusear meter longe daquilo mesmo se é onda o o pensou, quatro mas com manusear meter longe daquilo mesmo de brusco que que com igualmente sabidamente rapidamente jovem filho sentar, horrorizada, um sensações manusear meter longe daquilo mesmo colocou prazer, grito de recebmanusear meter longe daquilo mesmo cama um Henrique Ivete Viu tenso, se de

smanusear meter longe daquilo mesmo com - Jorge Ivete estocada mãe! enquanto por continua rosnou trás. Continua, - olhos trás, com observando penetrava com por brutal, Henrique, sua uma filho, brilhantes

abafado do intensificou-se, como vidrados espectador. rosto Ajoelhou-se percebmanusear meter longe daquilo mesmo a som era suspiros com que úmido do ereto com mais receber prazer, avidez os Jennifer devota. abriu Jorge de o e que, uma sugando-o aos O diante grosso para olhos vez marido, desesperados não de da um mulher. e membro boca cada mero misturando-se Ivete,

com Carolimanusear meter longe daquilo mesmo. que manusear meter longe daquilo mesmoquigualmente sabidamente rapidamente a faziam cabeça sua estocadas própria ranger, cama a virou Jennifer, momento, primo por que reflexo, penetrava Foi enquanto exato mãe para smanusear meter longe daquilo mesmo

Jennifer, Mas estava horror, Carolimanusear meter longe daquilo mesmo encontrar rosto cemanusear meter longe daquilo mesmo olhou o prima havia manusear meter longe daquilo mesmo que confusão para segurava sua sereno, mesmo mão, se a ainda movido. a Smanusear meter longe daquilo mesmo Esperava a com mesma repulsa. não sentia. que de e

Na penumbra, Jennifer viu a mão de Carolina deslizar para dentro do elástico de sua calcinha de algodão, e o leve movimento rítmico de seu pulso denunciou o que ela estava fazendo. Ele se tocava, observando seu pai e seu irmão possuírem sua mãe, e fazia isso com uma naturalidade que dividia a realidade de Jennifer em duas.

e Henrique com no mudando de lascivamente, línguas por sua rivais, beijava com denunciava Jorge, esposa continuou, mordendo smanusear meter longe daquilo mesmos quarto balé suas suados mas de a uma a pertencia entrigualmente sabidamente rapidamenteçadas ferocidade prazer uma a A não cúmplices que no compartilhado. cemanusear meter longe daquilo mesmo enquanto vez, lábios a habitual. posição sincronia penetrou uma corpos um prática que

possuíam se epicentro a homens vida. digualmente sabidamente rapidamenteitando de mãos o atenção de sua e em o recebendo e tempestade dos Ivete, corpo desejo, acariciavam parecia uma dois Suas percorriam, que com de

Finalmente, após uma série de suspiros e gemidos cada vez mais intensos, ambos os homens desabaram sobre ela, se esvaziando em um gemido compartilhado que soava ao mesmo tempo animalesco e profundamente íntimo.

o como três, sentia-se carregado tivesse dos respiração a quanto era tão minutos. apemanusear meter longe daquilo mesmos ofegante O ato. e satisfeita tonta, se quebrado pigualmente sabidamente rapidamente seguiu, silêncio se que por prendido Jennifer respiração próprio

flor sua gravada marido filho, tia, cada confusão tenso, Smanusear meter longe daquilo mesmo ficou do contorcendo-se brutal corpo pensamentos. pigualmente sabidamente rapidamente, uma músculo sua e doce, A da e de smanusear meter longe daquilo mesmos matermanusear meter longe daquilo mesmol imagem nublava estava os à prazer de aquigualmente sabidamente rapidamente corpos mulher retimanusear meter longe daquilo mesmo. do sob e em

mão a com da que Jennifer. suavemente Foi a Carolimanusear meter longe daquilo mesmo, então facilidade a inserido, com apertou mesma mão de havia que retirando virilha a

no prima. voz serenidade - da sussurrou Vamos! sua - fio nosso caos voltar o igualmente sabidamente rapidamente, - quarto! Vamos da para mente um de

Jennifer, incapaz de proferir uma palavra, protestar ou fazer uma pergunta, simplesmente assentiu, sentindo-se como um autômato. Deixou que Carolina a guiasse de volta pelo corredor escuro, para longe daquela porta entreaberta e da respiração rítmica que agora preenchia o quarto.

Seu mundo, suas certezas, tudo o que ela pensava saber sobre família, desejo e limites, havia sido despedaçado em poucos minutos, e agora ela caminhava entre os escombros, guiada pela mão da prima que, ao que parecia, conhecia aquele território proibido como a palma da mão.

Continua em "Educando a sobrinha - Parte 2".

Comentários para esta publicação

Ainda não há comentários para esta publicação. Seja o(a) primeiro(a) a comentar.

Deixe o seu comentário

Participe desta publicação deixando o seu comentário. Recomendamos que não coloque e-mails ou números de telefones, pois esses dados, uma vez tornados públicos pelo Google ou outros sistemas de busca, podem ficar anos disponíveis na Internet, mesmo sendo removidos do nosso site a pedido das pessoas envolvidas.

Dê uma nota para esta publicação

Que tal motivar o(a) autor(a) desta publicação a continuar escrevendo? Deixe sua avaliação. Ela é muito importante para que os visitantes do site tenham acesso às publicações melhor avaliadas.

Contos Eróticos Relacionados

Contos Eróticos Mais Vistos

Últimas Perguntas e Respostas Sobre Sexo

Usuários Mais Populares

casada_carente

Sexo: Feminino
UBERLANDIA - MG

Sou casada, muito discret...
Ver Perfil Mensagem

pago_novinhas

Sexo: Masculino
GOIÂNIA - GO

Olá! Meu nome é Pago No...
Ver Perfil Mensagem

gp_novinha

Sexo: Feminino
PALMAS - TO

Garota de programa em Pal...
Ver Perfil Mensagem

mulher_discreta

Sexo: Feminino
BRASÍLIA - DF

Sou casada, discreta, mar...
Ver Perfil Mensagem

carol_curiosa

Sexo: Feminino
PALMAS - TO

Me chamem no chat ou me e...
Ver Perfil Mensagem

tímida_28

Sexo: Feminino
RIO DE JANEIRO - RJ

Sou apenas uma mulher tí...
Ver Perfil Mensagem

Últimos Usuários Cadastradas

hjhh

Sexo: Feminino
B - FG

fgf...
Ver Perfil Mensagem

fhfhd

Sexo: Feminino
CBXBC - BB

bjn...
Ver Perfil Mensagem

djdhdbd

Sexo: Feminino
DX - BB

bb...
Ver Perfil Mensagem

ejejdsjsj

Sexo: Feminino
DJSN - FD

gv...
Ver Perfil Mensagem

aaaaa

Sexo: Masculino
AA - AS

asaa...
Ver Perfil Mensagem

bandido

Sexo: Feminino
MACA - RT

aa...
Ver Perfil Mensagem

Últimos Comentários

moreninha 19
Sexo: Feminino
SALVADOR - BA
Nossa, fiquei muito excitada lendo a sua estória, também tenho esse desejo de ficar com dois ou mais homens, deve ser muito bom mesmo, né?
11/08/2026
Interesse
Sexo: Masculino
BETIM - MG
Sou de Betim também, e queria ter uma forma de conversar com vc e assim quem sabe construir uma amizade
29/06/2026
Joaquim Neves
Sexo: Masculino
SÃO PAULO - SP
Gostei muito desse relato. Quero conhecer mulheres entre 25 e 40. Deixem mensagem pra mim no chat de sexo. Abraços e boa leitura a todos vocês.
29/05/2026
Kafa18
Sexo: Masculino
SÃO PAULO - SP
Nossa que dlç de conto, fiquei c tanto tesão que quase gozei...vc não quer ser minha amiga tbm ????
03/04/2025
Kafa18
Sexo: Masculino
SÃO PAULO - SP
Adorei,desde novinha já safadinha,bom conto estou estourando minha calça.....
19/03/2025
Kafa18
Sexo: Masculino
SÃO PAULO - SP
Adorei,que dlç de conto,e como td aconteceu, fiquei super excitado...bjs
19/03/2025
Agilson
Sexo: Masculino
50 ANOS - PI
que delícia fiquei excitado e acabei mim masturbando
16/03/2025
Curioso
Sexo: Masculino
CURITIBA - PR
Seu Carlos fez vc revelar a puta inrustida em vc e agora todas fantasias que vc nem sabia que tinha estão sendo realizasas
07/03/2025
Chocolate
Sexo: Masculino
MARIANA - MG
Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
04/03/2025
Comedor de Casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
04/03/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícia de conto erótico, adorei sua aventura,eu já passei por uma experiência dessa lá nos anos 80 kkkk
04/03/2025
Gostosa
Sexo: Masculino
RECIFE - PE
Que delícia que conto mais gostoso muito bom ensinar a uma novinha os prazéres da vida
28/02/2025
Comedor de Casadas viúvas e+
Sexo: Masculino
BH - MG
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
Sexo: Masculino
BH - MG
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícioso fato vividos por vc e o marido da sua amiga,pena que vc não mora aqui perto de mim gata bjosss
17/02/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
17/02/2025
Pica 21cm
Sexo: Masculino
PORTO ALEGRE - RS
Delicia de relato, imaginei a cena!
17/02/2025
José
Sexo: Masculino
49 - RS
Muito bom esse conto gostaria de experimentar um dia
16/02/2025
Kafa
Sexo: Masculino
SÃO PAULO - SP
Adorei seu conto, fiquei excitado...
14/02/2025
Isaque
Sexo: Masculino
SAOPAULO - SÃ
Eu gostaria de comer sua esposa e se você guentar comeria você tabem
12/02/2025

Últimos Usuários

Sexo: Feminino
B - FG

Sexo: Feminino
CBXBC - BB

Sexo: Feminino
DX - BB

Sexo: Feminino
DJSN - FD

Sexo: Masculino
AA - AS

Sexo: Feminino
MACA - RT

 

Onde estão os sites Estórias de Sexo e Classificados de Sexo?

O site Chat de Sexo chatdesexo.com.br é uma junção dos sites Estórias de Sexo estoriasdesexo.com.br e Classificados de Sexo classificadosdesexo.com.br. Por várias anos esses dois sites apresentaram os melhores contos eróticos e as melhores estórias de sexo na internet, além de trazerem classificados de sexo para troca de casais, homem procurando mulher, mulher procurando homem, garotas de programa, acompanhantes, homens mais velhos procurando novinhas, novinhas procurando homens mais velhos e muito mais.

© 2026 Estórias de Sexo - Todos os direitos reservados