Logo que nos mudamos de casa eu comecei a fazer o que sempre fiz: comecei a explorar tudo o que existia à nossa volta, com a minha bicicleta, e o que mais me surpreendeu foi quando fui a uma mata ou pedaço de floresta, não sei, não mais do que três ou quatro quilômetros de onde eu morava.
E a mata tinha umas trilhas perfeitas para a minha bicicleta voar por ali, sem ninguém para me incomodar, e em alguns sítios mais distantes das estradas, havia mesmo lugares onde só se chegava a pé ou de bicicleta.
Não sei se eu estava preparado para o que vi, embora ache que foi de propósito, quero dizer, foi de propósito que fui para aqueles lados. Eu tinha ouvido falar no sitio, e o que, a um dado momento, pareceu inconsciente, foi mesmo consciente, porque tudo me levou depois a pensar que eu quis mesmo procurar o sitio para ver o que acontecia por ali.
Me embrenhei ainda mais na mata e, quando dei uma volta, eu ouvi vozes. Eram mais gemidos, e eu fui me aproximando devagar, porque eu sabia o que estava acontecendo. Era ali e era verdade. Eu me escondi atrás de umas árvores e vi um homem mais corpulento, parecia agachado, e mexendo-se num ritmo acelerado. Eu estiquei o pescoço para ver melhor e, percebi, ele estava nu, sem roupa nenhuma. Eu conseguia ver as costas dele e, debaixo dele, de joelhos no chão, com a bunda no ar, empinado para cima, estava um homem mais novo, quase um rapaz.
E o mais velho agarrava o rapaz de um jeito bruto, com as pernas prendendo a cintura dele. Dava até para eu sentir, que o que estava em baixo, estava sendo fodido no cú.
Nesse momento eu senti um desejo enorme de estar mais perto deles. Eu queria assistir e ver tudo, ver a cara do homem mais velho, e ver se ele estava gostando, ver a cara também do rapaz e sentir se ele estava tendo prazer, mas mais do que tudo, eu queria ver o pau do homem entrando no cú do outro e saber também como era, se era grande, se era volumoso, ou se era, enfim, como o meu. Avancei e não fiquei a mais de um metro deles, tanto que sentiram a minha presença, mas continuaram a foder.
Eu olhei para o pênis grosso do homem mais velho, apertado no anel do ânus elástico do rapaz, entrando e saindo com força. As mãos dele apertavam as nádegas do rapaz e este empurrava a bunda, para deixar entrar nele o pau ereto e nervoso do homem mais velho.
A foda já devia ter algum tempo. Quando eu percebi que estavam atingindo o limite, o homem mais velho esticou as coxas, como se tivesse recebido um choque elétrico. - Ohhhh... caralhoooooo!!!... que cú gostoso da minha putinha... ahhhhh... putinha safada... tú gosta é de pau nesse cuzinho... ahhhh!! O homem mais velho deu mais umas bombadas, metendo gostoso no cú do rapaz, até que eu vi ele puxar aquele pau todo para fora e deu mais umas quatro ou cinco punhetadas e gozou como um louco.
Nossaaaa!!! O velho apertou suavemente a cabeça da rola, que parecia um cogumelo de onde saltavam jatos de porra, que ele deixava cair nas costas do rapaz, e eu vendo o liquido viscoso escorrendo pelas nádegas dele.
Nessa hora eu ouvi barulho, como se estivesse chegando mais gente, e pensei que seria o melhor momento para ir embora dali, voltar para casa e pensar no que eu tinha visto, e foi num segundo que cheguei em casa e comecei a me lembrar de tudo.
Tirei toda a minha roupa e nu, me deitei na minha cama, me lembrando do pau grosso daquele homem bruto entrando no cú do rapaz, e tudo isso me deixou muito excitado. Meu pau estava duro como pedra. Fechei os olhos e me imaginei na posição do rapaz, de joelhos, dando o cú para aquele homem mais velho.
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Durante o jantar os meus pais me perguntaram sobre o que eu tinha feito. Eu respondi que eu tinha dado uma volta para conhecer melhor o bairro, mas depois eu não ouvi nada do que eles estavam me perguntando ou falando. Minha cabeça estava em outro lugar.
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No dia seguinte regressei à mata. A minha bicicleta voava pelas trilhas, e eu via como num filme o que tinha assistido no dia anterior, e me lembrava que só tinha tido olhos para o pau do homem que estava comendo o cú do rapaz. Mas desta vez eu queria estar mais perto, ver melhor a cena toda.
Me aproximei o mais que pude e percebi que eles já estavam lá. O homem mais velho estava com a calça abaixada e o rapaz agachado, quase de cócoras, chupava seu pau grosso e duro, enquanto o homem mais velho o segurava pelos cabelos e fazia força como se o estivesse fodendo na boca. Olhei para o rapaz e o reconheci como o meu novo vizinho.
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Visualizei ele na minha cabeça e percebi que ele tinha um corpo definido como o meu, um corpo de jovem magro e torneado, uns olhos muito azuis e uma boca com os lábios grossos, que chupavam a pica do homem como a coisa que ele mais desejava.
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- Olha só! Parece que hoje temos companhia! - ouvi o macho peludo dizer, me olhando fixamente nos olhos. Na mesma hora o rapaz também se virou para mim, um pouco desconcertado e tímido.
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trás Vítor, - - Me manusear meter longe daquilo mesmo vi caminhando e você? você? igualmente sabidamente rapidamente dizer. espera! trilha o - o sou manusear meter longe daquilo mesmo. Ei, e mesma igualmente sabidamente rapidamente para virei ouvi falar - para igualmente sabidamente rapidamente esperei. continuou. com e rapaz trás Olhei que Posso
- Eu sou o Luís. - respondi. Nessa hora ele sorriu. - Eu já tinha te visto perto da minha casa. Você é novo por aqui, né? - ele me perguntou. - Sim, acho que somos vizinhos. - balancei a cabeça e falei.
Caminhamos em silêncio por vários minutos, até que o rapaz resolveu quebrá-lo. - Não conta pra ninguém, Luís. - ele me falou, quase sussurrando. - Você vai vir de novo amanhã? - perguntei a ele, com ansiedade na minha voz.
- Por que? Você quer vir também? - ele sorriu e me perguntou. - Talvez. - falei. - Você quer dar o cú pra ele também? - o Vítor insistiu. - Talvez. - foi só o que consegui dizer antes de sentir a mão do Vitor no meu pau.
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