Meu cunhado me arrombou na festa |
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Publicado por Mulher Curiosa em 21/06/2026 Categoria: Traições / Infidelidades
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Sou casada e tenho 38 anos. Tenho 1,65m, magra, peitos siliconados, cabelos curtos e escuros. Meu marido é o mais velho de três irmãos. Seu irmão do meio completou 40 anos há uns dois anos e resolveu fazer uma festa de arromba.
Ele contratou um buffet caríssimo, banda e até barman para servir drinks especiais. No convite avisava que não entravam menores na festa para evitar que algum convidado aparecesse com crianças (adolescentes acima de 15 anos poderiam entrar sem problema).
O salão era grande e tinha um jardim muito bonito. Fui preparada para a festa: vestido leve e sandália, pois eu gosto muito de dançar. A festa começou devagar, pois só tocavam músicas tranquilas, enquanto os convidados chegavam e se acomodavam.
Demorou mais de uma hora para encher o salão e começar a servir o jantar. Minha cunhada escolheu muito bem os pratos e o jantar foi leve e delicioso. Cerveja, whisky e vinho à vontade. Eu fiquei no bar só experimentando os drinks que o barman preparava. Começou a música ao vivo e a animação no salão foi à mil. Eu comecei a dançar com meu marido, mas ele estava mais interessado era em encher e esvaziar seu copo de whisky. Duas horas da madrugada e eu estava toda animada e cheia de energia para dançar e meu marido desmaiado na mesa, bêbado feito um porco.
Felizmente meu cunhado caçula apareceu para me fazer companhia. Ele tinha se separado há dois meses e, segundo ele, aquela era a primeira vez que ele saia de casa depois da separação. Dançamos forró, samba, axé, frevo e lambada. De tanto nos esfregarmos dançando, eu fiquei muito excitada e senti sua ereção sob a bermuda.
Então começaram as marchas de Carnaval e eu disse que iria dar uma volta no jardim para refrescar. A maioria dos convidados não sabia danças de salão e com as marchinhas de Carnaval todo mundo foi para a pista de dança. Encontrei o jardim vazio. Fui para um canto escuro descansar e pensar sobre o tesão que eu estava sentindo pelo meu cunhado. Sempre achei ele bonito e gostoso mas nunca pensei que eu ficaria excitada com ele. Meu cunhado, que sem eu saber, me seguia, e pensou que eu estava procurando um lugar para ficarmos a sós. Ele comentou que naquele lugar ninguém podia vez a gente e veio logo me agarrando. Tentei resistir mas eu estava muito excitada.
Foram beijos ardentes que logo evoluíram para apalpadas nos seios e na bunda. Meu vestido era curto e logo ficou na minha cintura. Em segundos minha calcinha já estava no chão e eu já sentia seus dedos na minha xoxota e no meu cuzinho. Tremendo de tesão e medo de ser pega, me abaixei na sua frente e abri o zíper de sua bermuda.
Pelo volume que senti quando dançávamos, eu esperava um pau bem grande, mas levei um susto quando tirei de sua bermuda um cacete de uns 22cm e grosso como meu braço. Meu marido é bem dotado mas seu irmão caçula era um jumento. Ainda assustada coloquei o cabeção na boca e engoli o máximo que conseguia. Fiz muito treino com meu marido para engolir seus 19cm garganta adentro mas aquele cacete não passava pela garganta de tão grosso. Sem contar que com o boquete, o pau ficou mais duro e grosso ainda. Meu cunhado me levantou e me colocou contra a parede, de frente pra ele, levantou minha perna esquerda e socou rola na minha xoxota.
Senti minha boceta alargar e um leve incômodo nas primeiras metidas. Rapidamente eu já escancarava as pernas para facilitar a penetração. Foi uma metida rápida. Em dois ou três minutos de bombadas e algum contorcionismo chegamos ao orgasmo. Gozamos rapidamente devido ao medo de ser pega por minha parte e a secura da parte dele.
Falei que devíamos voltar para a festa mas ele disse que não havia terminado e se posicionou atrás de mim. Fiquei assustada porque eu não aguentaria aquilo no meu cú. Ele passou porra no meu rego e enfiou o pau na minha xoxota toda melada. Então encaixou o cabeção da pica no anelzinho do meu ânus e forçou.
- Ohhhhhhhhhhhhhhh!!!... devagar... por favor... não vou conseguir... é muito grande!!! - gemi e falei, colocando a mão pra trás tentando evitar a penetração. A dor foi enorme e reclamei mesmo, mas ele disse que sabia que eu gostava de dar a bunda, porque meu marido havia comentado com ele.
Fiquei puta da vida e falei que era para ele gozar logo então. O desgraçado estava arrombando meu cú. A dor aumentava à medida em que ele metia e colocava mais para dentro.
- Aiiiiii... filho da puta... desgraçado... ahhhhhhhhhh... está me machucando... goza logo... gozaaaaaaaa... por favor... meu deusssss!!! - pedi pra ele parar, na verdade eu implorei, com os olhos cheios de lágrimas.
Mas ele nem se importou, me abraçou com força e meteu a rola em mim sem dó. Quando senti que estava todo dentro, pedi para ele parar um pouco para eu me acostumar. O safado do meu cunhado não ouviu ou fingiu que não ouvira, pois começou a meter mais forte ainda.
- Ahhhhhh... está me rasgando... dói muito, seu safado... não vai muito fundo... meu deusssssssss... ahhhhhhh... ahhhh... agora está ficando tão gostosoooooooo!! - gemi loucamente com aquela pica fincada até o talo no meu cuzinho. A dor do arrombamento foi cedendo ao tesão e logo eu estava rebolando e pedindo para ele socar tudo sem dó.
Gozei duas vezes e pedia para ele parar pois meu cú estava ardendo muito. Ele mandou eu ajoelhar e gozou na minha boca. Engoli tudo, me arrumei a corri para o banheiro para lavar a cara. Nessa hora parei na frente da pia e senti a ardência no cú a na xoxota, devido ao seu membro descomunal.
Percebi que eram quase quatro horas e fui buscar meu marido desmaiado na mesa. Fingir que o ajudava a andar disfarçou meu caminhar mancando de dor. Felizmente meu marido não quis me comer naquele final de madrugada. Nunca mais trepei com meu cunhado, mas sinto saudades de seu caralho gigante.
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