Meu nome é Igor (fictício), tenho olhos castanhos, 1,80m de altura e uns 90kg. Minha irmã se chama Eliza (fictício), tem 1,70m de altura, uns 70 kg, uma bunda não muito grande, peitos médios mas deliciosos para ficar chupando e uma bucetinha muito suculenta.
Minha história de ficar espiando minha irmã começou no ano de 2011, quando aluguei uma casa no bairro que moro até hoje. Eu nunca fui de reparar na minha irmã, mas um belo dia quando eu me levantei para ir trabalhar, entrei em seu quarto para pegar um pente e olhei em direção à sua cama.
Ela estava dormindo sem coberta e com a camisola levantada. Me lembro muito bem que ela dormia com uma calcinha rosa, dessas mais folgadinhas que as meninas gostam de usar quando estão em casa.
Na hora não aguentei de curiosidade e cheguei mais perto. Fiquei ali parado, admirando aquele capô de fusca que a minha irmã tinha. Na hora não tive coragem de passar a mão, pois fiquei com medo dela acordar. Os dias se passaram e eu não tirava aquela imagem da cabeça. Eu tinha que arrumar um jeito de ver minha irmã pelada. Então, assim que peguei férias do serviço eu comecei a bolar um jeito de ver a Eliza sem roupa. Descobri que fechando o registro da caixa dágua não saia água no chuveiro.
Então, um belo dia ela foi tomar banho e estávamos somente eu e ela em casa. Assim que ela entrou no chuveiro eu esperei uns 5 minutos e fui lá e desliguei o registro. - Igorrrrrr... cortaram a água, foi? - minha irmã gritou lá de dentro do banheiro.
- Cortaram não. Aqui na cozinha está normal! - respondi. - Ué, então o chuveiro estragou. Não está saindo água! - ela insistiu, e eu só achando bom o desenrolar do meu plano. - Abre a porta e fica atrás do box que vou aí dar uma olhada! - falei, esperei uns segundos e entrei no banheiro.
Assim que entrei no banheiro eu já vi as roupas da minha irmã em cima da tampa do cesto. Nossaaaa!! A calcinha estava enroladinha junto com as demais peças de roupa, pois ela tinha acabado de chegar do seu trabalho. Só aquilo já me deixou fascinado. - Espera só um minuto! - falei pra ela.
Em seguida peguei as roupas sujas dela, junto com a toalha de banho e levei para o quarto dela, deixando-a sem nenhuma roupa no banheiro. Depois voltei, subi no vaso e fingi que mexia no chuveiro só para observar minha irmã pelada. Mas eu não conseguia vê-la, por causa do ângulo que ela tinha ficado atrás do box. Fiquei mais uns segundos no banheiro e depois fui para fora ligar o registro. Voltei para o banheiro e vi que ela já estava debaixo do chuveiro de novo. - Voltou, né? Não tranca a porta não que ainda estou olhando o encanamento! - falei e ela concordou.
Depois disso eu voltei ao banheiro umas três ou quatro vezes, só para perguntar se o chuveiro estava funcionando, e pra ver se eu conseguia dar uma olhada no corpo dela. Mas foi em vão. Acabei desistindo e fui para a sala.
- Igor!!! Minha roupa e a toalha!! Onde você colocou? - ouvi ela gritar lá de dentro do banheiro.
- Tirei daí pra não molhar! Daqui a pouco eu levo. Espera aí! - falei e fingi estar fazendo algumas coisa importante na sala. Ela gritou mais umas duas vezes e optei por não responder.
Ela ia sair de lá peladinha. Fiquei escondido. Não demorou e minha irmã saiu do banheiro nua, toda molhada, indo em direção ao seu quarto, resmungando, é claro.
Dessa vez eu consegui vê-la por trás, peladinha. Agora sim eu pude apreciar sua bunda redondinha, com marquinha de biquini, as coxas bem torneadas.
Assim que ela entrou no quarto dela eu já entrei atrás. E ela pareceu não se importar nada com isso. - Eliza, perdi uma chave e não encontro. Acho que ficou aqui quando montei seu hack! - inventei na hora essa desculpa.
Fingi estar procurando a chave nas gavetas do hack que ela usava para estudar. Enquanto isso ela se enxugava. Aproveitei para examinar seu corpo discretamente, sem ela perceber.
Seus seios estavam lindos, durinhos, a barriga perfeita, com uma linha de pelinhos que começava abaixo do umbigo e descia em direção a uma buceta lisinha, completamente depilada.
Fui à loucura esse dia. Tive que sair do quarto dela rapidamente, pois meu pau começou a ficar duro e eu não queria que ela percebesse.
Mas, mesmo sabendo o quanto aquilo era errado, eu fui para o meu quarto, me tranquei e bati uma punheta das mais gostosas em homenagem à minha irmã. E, não satisfeito, repeti o truque do chuveiro mais umas vezes, só com o propósito de ver o corpinho dela nú.
Alguns meses depois disso acabamos nos mudando para outra casa um pouco maior. No começo eu não conseguia mais ver minha irmã pelada, pois nessa casa não tinha como desligar o registo. Então fiquei um bom tempo só fantasiando com ela, sem poder vê-la nua. Até que um dia a sorte virou para o meu lado.
Uma noite em que todos já estavam dormindo, eu fiquei até umas 02:00 da manhã na sala assistindo TV. Quando me levantei para ir ao banheiro, eu passei em frente ao quarto da minha irmã, e a porta estava aberta, com a luz da rua iluminando todo o seu quarto. Minha nossaaaa! Que visão linda.
Ela estava dormindo com um vestido bem curtinho, de bichinhos, e sem coberta, pois fazia um calor danado nesses dias. Fiquei maravilhado com aquilo.
Ela estava deitada de bruços, com as pernas levemente abertas e a bunda um pouco empinada. Isso me permitiu ver toda a sua calcinha, enfiada um pouco na racha da bunda.
Meu coração disparou. Fui até o quarto dos meus pais e fiquei um pouco na porta, só pra ver se eles estavam realmente dormindo.
Depois voltei para o quarto da minha irmã, procurando não fazer nenhum barulho. Fiquei um bom tempo olhando a bunda dela, aquela delícia de bunda redondinha, com aquela calcinha linda, marcando certinho o contorno da buceta.
Tomei coragem e comecei a passar a mão na bunda dela. Primeiro encostei um dedo, e, como ela não se mexeu, criei mais coragem e coloquei a mão inteira.
Fui alisando, passando os dedos no contorno da calcinha dela, no rêgo da bunda, e depois em cima da racha da buceta. Nosssaaaa!! Pude sentir o calor da xota dela através do tecido de sua calcinha.
A Eliza nem se mexia, e dormia profundamente. Eu estava só a adrenalina, querendo aproveitar ao máximo aquela oportunidade.
Fui criando mais coragem e a virei de barriga para cima. Nada dela acordar. Nessa hora eu tive uma melhor visão dos seus peitos, pois um deles estava para fora. Encostei um dedo nesse peito exposto, e ela nem se mexeu.
Fui passando o dedo em volta, nos mamilos, e, como ela não acordava, coloquei a mão inteira e fui apalpando devagarinho até que fui e tirei o outro peito para fora do vestido.
Daí peguei e passei a língua nos bicos e nada dela acordar. Que delícia! "Pode dormir à vontade, irmãzinha!", pensei comigo.
Aproximei meu rosto do peito dela e comecei a chupar bem de leve. Que gosto bom. Percebi que a respiração dela ficou um pouco alterada, mas ela não acordou.
Comecei a chupar com mais vontade e logo eu chupava um e apalpava o outro. Como percebi que a Eliza dormia muito profundamente mesmo, comecei a passar a mão na sua buceta por cima da calcinha.
Aproveitei e abri ainda mais suas pernas. Agora eu alternava em chupar os peitos e alisar a buceta da minha irmã. Nessa hora meu pau já estava explodindo de tão duro.
Tirei ele para fora do meu calção e tentei pôr ele dentro da boca da minha irmã, mas não consegui separar seus lábios, e se eu forçasse, provavelmente ela acordaria e a briga ia ser feia.
Então fiquei passando a cabeça da minha rola toda babada nos lábios dela. Quando ela se mexia na cama eu parava e depois reiniciava tudo de novo.
Não satisfeito ainda eu peguei sua mão e fiz ela segurar meu pau. Foi uma delícia. Comecei a me punhetar com a mão da minha irmã. Era uma sensação maravilhosa. Mas eu ainda queria mais.
Resolvi puxar a calcinha da Eliza pro lado, pra tentar pelo menos passar a cabeça da rola no grelo dela. Na primeira tentativa eu puxei a calcinha, mas puxei com os pelos da buceta junto. Nisso ela se mexeu e colocou a mão em cima. Tive que esperar um tempinho.
Fui novamente. Tirei sua mão de cima, peguei a calcinha e fui puxando bem devagarzinho. Puxei ela toda paro o lado, deixando a buceta toda à mostra. Cheguei bem perto e comecei a cheirar a xota dela. Que cheiro maravilhoso.
Nessa hora eu não pensava em outra coisa a não ser meter na xoxota da minha irmã. Eu ia ficar louco com aquilo.
Com todo o cuidado eu me abaixei e passei a língua bem no meio da buceta dela, que nem se mexeu. Eu estava com muita sorte mesmo. Fui lambendo aos poucos, bem devagar, e logo comecei a chupar com vontade mesmo.
O gosto era maravilho, tinha gosto de buceta de menina novinha. Eu não ia aguentar mais. Encostei a cabeça do pau entre os lábios da buceta dela. Eu ia comer a Eliza, com ela dormindo.
Mas aí eu caí na real. Eu não podia fazer aquilo. Seria aproveitar demais da minha sorte. Preferi, em vez disso, colocar a calcinha dela no lugar e sair dali, para não dar chances ao azar.
Porém, ao arrumar a calcinha no lugar, ela escapou dos meus dedos e o elástico da calcinha bateu na virilha da Eliza.
- Igor!?! O que foi?!? - ela acordou e me olhou assustada. Ainda bem que eu já tinha guardado o meu pau dentro do meu shorts de novo. Ia ser difícil explicar meu pênis de fora, alí no quarto dela. Mas que depressa eu peguei a coberta e fingi que estava cobrindo o corpo dela.
Minha irmã ainda me olhou um pouquinho, meio confusa, sem saber se estava era sonhando. Em seguida ela mesma ajeitou sua calcinha, virou para o canto e voltou a dormir.
E eu fui correndo para o meu quarto me acabar em uma das melhores punhetas que já bati em toda a minha vida. A imagem da Eliza arrumando a calcinha me fez explodir em um gozo inesquecível.
No outro dia comecei a bolar um plano para ver a minha irmã nua. Eu já tinha visto ela pelada umas duas vezes, mas nunca com as pernas abertas, mostrando bem a buceta, no claro, pra eu ver os detalhes dos pequenos e grandes lábios da xoxota dela, o clitóris, ver o cuzinho dela, etc.
E foi aí que me ocorreu uma ideia. No banheiro dessa nova casa que a gente morava, sempre que íamos tomar banho, a água não descia toda pelo ralo. Um pouco de água ficava acumulado em um canto de uma das paredes externas do banheiro.
Assim, aproveitei um barranquinho do lado de fora do banheiro e fiz esse buraco. Então pedi para a minha irmã me chamar quando ela fosse tomar banho pra eu ver se a água toda ia sair dessa vez. - Igor, deu certo! A água não está mais ficando empoçada aqui! - minha irmã me gritou.
Contornei a casa e fui ver o buraquinho que eu tinha feito na parede do banheiro. De fato, a minha ideia tinha funcionado. E foi então que resolvi olhar pelo buraquinho. Quase não acreditei. Eu conseguia ver lá dentro do banheiro, e faltou pouca coisa pra eu ver minha irmã peladinha, do jeito que eu queria.
Depois que a Eliza terminou seu banho, eu esperei ela sair de casa e fui no banheiro novamente, aumentar um pouco mais a largura do buraquinho. Se alguém me perguntasse eu diria que era para a água escapar mais rápido. Dito e feito.
No outro dia, esperei a minha irmã entrar para tomar seu banho e corri para detrás da casa, ver se eu conseguia espiar ela de forma melhor. Delícia!!!! Agora sim, eu tinha uma visão maravilhosa da buceta dela. Que coisa mais gostosa ver a Eliza tirando sua roupa, sua calcinha, ficando de pernas abertas, e passando os dedos por toda a sua região íntima.
Depois desse dia eu a espiei várias e várias vezes, na ausência dos meus pais, é claro. Nossa! Bati muitas punhetas vendo minha irmã enxugar sua buceta e seu cú, calmamente, de forma bem caprichada. E houve até um dia que eu a observei tocando uma siririca louca antes de tomar seu banho. Na hora que ela gozou eu gozei também.
Quem também sente tesão pela irmã ou mãe, deixe comentários pra gente discutir essas ideias. Só de falar na minha irmã meu pau já está duro novamente.
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