Meu pai tinha morrido já fazia uns 3 anos. Minha mãe nunca mais se casou, mas eu sabia que ela andava matando a fome de sexo de vez em quando. Mas isso não me incomodava. Como meu pai tinha morrido, que me importava se ela estava ou não fodendo com outros?
Era melhor isso do que me arrumar um padrasto! Ela era bonita e sexy, apesar dos seus quase quarenta anos. Muitas vezes eu reparava nos meus amigos observando-a de forma gulosa. Até eu já tinha batido algumas punhetas pensando dela.
Uma noite, durante o jantar, eu disse que ia sair e que voltaria tarde. Minha mãe me perguntou que horas eu pretendia voltar e eu respondi que seria lá pelas três ou quatro da manhã. Eu ia ao cinema com uns amigos e depois iríamos até uma boate nova que tinha aberto.
O negócio foi que, depois do cinema eu voltei logo pra casa. Uma amiga que tinha ido ao cinema com a gente acabou passando mal e uma outra amiga foi levá-la até sua casa. O grupo ficou sem jeito e resolvemos ir à tal boate num outro dia. E aqui começa verdadeiramente a minha história. Ao entrar em casa, ouvi vozes na sala. Pelos "ais" e pelas outras palavras que se ouviam, percebi logo o que estava acontecendo. Nas pontas dos pés e sem fazer qualquer barulho, fui ver com quem minha mãe estava.
Não sei se fiquei branco ou azul. Só sei que tive que me encostar na parede para não cair com a surpresa. Eu já calculava que minha mãe gostava de foder, mas nunca esperei vê-la totalmente nua cavalgando o Alessandro, um amigo dela e que eu conhecia.
Mas o que eu não estava preparado foi para as palavras que eles trocavam entre eles. - Me fode bem fundo, seu safado!!! Enfia esse pau bem dentro de mim! - minha mãe dizia e gemia como uma louca. - Mexe essa buceta gostosa na minha pica, sua puta safada!! Fala que sou o seu macho, fala!! - Sim, Alessandro!!! Você é meu macho gostoso!! O macho que fode minha buceta bem gostoso, seu tarado!!
Aquele palavreado me surpreendeu, pois eu não esperava ver a minha mãe, sempre tão recatada, dizendo estas coisas. O certo é que fiquei com um tesão danado.
Minha mãe parecia endiabrada, gritando que ia gozar e pedindo ao Alessandro que a fodesse fundo enquanto ele amassava e chupava os seios dela. Os dois gozaram ao mesmo tempo. Quando minha mãe se ergueu para sair de cima dele, eu pude ver a xoxota da minha mãe pela primeira vez. Era um boceta carnuda e com poucos pelos, e estava bem inchada da surra de pica que ela tinha levado. Devo confessar que ver a boceta da minha mãe me levou às alturas e quase gozei de imediato.
Mas o que mais me excitou foi ver o que aconteceu em seguida. O Alessandro segurou o pau e começou a esfregá-lo nos peitos da minha mãe, sempre falando safadezas. Quando o pau dele já estava meio grande, ele o meteu na boca da minha mãe, chamando-a de puta gostosa e falando pra ela chupar.
Minha mãe meteu a pica na boca e começou a chupá-la, dando umas lambidas bem completas.
- Você tem um boquete delicioso, Marta!! - disse o Alessandro, se deliciando com a boca da minha mãe em sua piroca.
Em resposta, vi minha mãe olhar para ele, sem tirar a pica da boca e sorrir. Acho que naquele momento eu senti inveja do Alessandro.
Quando o pênis dele já estava novamente grande, o Alessandro o tirou da boca da minha mãe dizendo: - Agora fica de quatro. Vou comer seu cu e quero que você se comporte como uma cadela.
Vi minha mãe ficar de quatro, de costas voltadas para ele, e esperar. O Alessandro se ajoelhou atrás dela e brincou com o dedo no rabo dela. Em seguida vi ele cuspir no cu da minha mãe e depois posicionou o pênis.
Fiquei surpreendido. O Alessandro entrou de uma só vez até o fundo na minha mãe. "Já deve ter tido muitos caralhos dentro desse rabo", eu pensei.
- Geme, puta! Geme bem gostoso, minha cachorrinha!!! - disse o Alessandro caindo sobre as costas da minha mãe e levando as mãos à frente para agarrar os seios dela. - Goza no meu cu, seu tarado!!! Enfia bem fundo e gozaaaaaa! - começou a dizer a minha mãe.
- Isso, isso!!! Você é minha cadela, Marta??? Fala que você é minha cadelinha!!! - exclamava o Alessandro, enfiando bem fundo no rabo da minha mãe. - Simmmmm!! Meu deusssss!!! Sou uma cadela com cio!!! Fode a sua cadela!! Fodeeee!!!
O Alessandro continuou a estocá-la, dizendo que era o melhor cu da vida dele. Minha mãe, por sua vez, o incitava com frases como "Enraba a sua cadela!" ou "Fode a sua puta" enquanto elevava o rabo para melhor ser penetrada.
Passei a mão pelo meu pênis e vi como estava duro de tanto tesão. Me afastei o mais silenciosamente que pude para não ser surpreendido e fui para o meu quarto, onde me deitei às escuras e bati não sei quantas punhetas enquanto os ouvia na sala. Por fim, ouvi os dois se arrumarem e irem para o hall.
- Marta!!! Você é mesmo muito gostosa!! Fico louco quando estou comendo esse seu cuzinho gostoso! - Seu safado!!! Você só gosta de cu, é?? - ouvi minha mãe perguntar rindo. - Também gosto dessa sua buceta tesuda e da sua boquinha quente e gulosa.
- Sei, é melhor você ir andando antes que meu filho chegue! - disse minha mãe abrindo a porta da rua. Fiquei com vontade de rir ao perceber o temor dela, mal sabendo que eu já tinha chegado e que estava ouvindo tudo.
- Queria te fazer uma pergunta, Alessandro! - disse a minha mãe antes dele sair. - Diga! - Mas que eu queria que você fosse sincero. - Claro!! Faz a pergunta! - insistiu o Alessandro.
- Porque você gosta quando eu falo aquelas coisas? Você não é nada daquelas palavras!
Minha mãe estava obviamente se referindo ao palavreado que eles usavam enquanto fodiam. - Porque me dá muito tesão, Marta! Me dá prazer. Só isso! Você fica ofendida quando eu te chamo por aqueles nomes?
- Não! De forma alguma! Eu sei que você não me julga assim. - Claro que não, sua bobinha. É só uma tara minha. Você ficou chocada com as palavras que falamos um para o outro? - o Alessandro perguntou sorrindo.
- Confesso que gostei da experiência. Aliás, até gostei de ouvir e dizer essas coisas.
- Podemos repetir mais vezes? - Sempre que você quiser, meu amor! - foi a resposta pronta da minha mãe. Eu ia ouvindo aquela conversa e já estava ficando novamente com tesão.
Finalmente a porta da rua se fechou e minha mãe foi para o quarto. Pouco depois ouvi o ducha no banheiro e imaginei a água correndo pelo corpo da minha mãe enquanto ela metia os dedos em sua boceta carnuda e inchada de tanto meter e no seu belo cu, para que tudo ficasse bem lavado.
Segurei meu pau e adormeci batendo mais uma punheta. "Eu devo estar doido", pensei. Excitado com a minha própria mãe!
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