Viúva aos 29 anos e com dois filhos pequenos, não tive opção a não ser me tornar uma garota de programa. Meu marido deixou a casa e algum dinheiro, mas este não durou mais que uns três meses. Tentei trabalhar, mas era impossível por causa das crianças.
Apesar da idade eu fazia muito sucesso, não só pelo meu corpinho conservado de 1,70m, uns 58kg, seios médios e um bumbum redondinho e empinado. O rosto bonito, os cabelos longos e lisos ajudavam, mas meu sucesso maior era devido à forma que eu me entregava. Se era pra dar a buceta e o cú, e ser paga por isso, eu dava com vontade mesmo. Se me faltava juventude, eu compensava com elegância e ética, do gênero "madame", e muitos me falavam que eu parecia a esposa de um conhecido.
Teve quem meteu em mim como se fosse com a professora e até com a tia. Um outro me comeu pedindo pra eu chamá-lo de filho. Que loucura!! Acho que era meu jeitinho de amadora, de quem ainda estava aprendendo. Outros desabafavam, como se estivessem no divã de um psicanalista. A familia do Maurício, meu finado marido, morava no interior. Depois da morte dele eu perdí um pouco o contato com eles, limitado a presentes enviados aos meus filhos no dia das crianças e Natal. Por isso, levei um susto ao chegar em casa e encontrar o Seu Fernando, meu sogro.
Ele tinha vindo a Curitiba para consulta num Hospital da Universidade, encaminhado pelo posto de saúde da cidade onde ele morava.
Fiquei com pena ao saber que ele acordara às 3:00hs da madrugada para pegar o transporte da prefeitura e teria de voltar no dia seguinte para fazer exames e depois de uma semana para reconsulta. Liguei para a irmã do meu ex-marido, com quem o Seu Fernando vivia, e soube da suspeita de Alzheimer, apesar dos seus sessenta e três anos. A morte prematura do Maurício e depois, da minha sogra, foram choques cruéis, causando depressão.
Meu sogro perdera a vontade de viver, com letargia e idéias suicidas. O caso era grave mesmo. Sugeri que ele ficasse na minha casa durante o tratamento. A presença dos netos faria bem a ele, e meus filhos adoravam o vovô Nando.
Ele lembrava muito meu marido. Nas fotos antigas, era o Maurício escrito. Eu brincava com meu marido de que, para imaginá-lo envelhecido, era só olhar para o pai dele. Naquele dia tentei atender os "clientes" como sempre. Todavia, o pensamento estava em casa. A vinda do sogrinho mudara a rotina, além do que, a semelhança com o filho, a mesma voz, o modo de se mover, de gesticular, provocava agradáveis lembranças e mexia com meu íntimo.
Sempre gostei de dormir só de calcinha e camisola curta. De madrugada fui até a cozinha tomar água. Ví um vulto fantasmagórico no sofá da sala. Era o Seu Fernando, estático, de cabeça baixa. O susto me fez esquecer que estava quase nua. Acendi o abajur e me aproximei.
- Ué! Ainda acordado, Seu Fernando? O que foi?
Ele me olhou de forma desinteressada e distante, dizendo: – Estou sem sono, Su. A vida é uma porcaria! A velhice é uma porcaria! Eu queria morrer, para ver a Marta, o Maurício. E pedir perdão. Fui uma droga de marido! Um grosso! Nos últimos anos, nem homem fui. Faz tempo que não presto. Sou um bosta, impotente de merda!
Ele falou isso e começou a chorar. Minha reação foi me sentar e abraçá-lo, sem me importar que ele estivesse só de calção de dormir. E constatei como ele estava magro, nos braços e troncos. A barriga saliente, a pele mole e enrugada. No jantar ele mal tinha tocado na comida.
Ao fazer um cafuné nele eu sentí a calvície avançada no topo da cabeça. Ele, que sempre fora um homem ativo, enérgico e divertido, estava uma lástima.
- Não fica assim, Seu Fernando. Também sinto falta do Maurício. Mas tive de seguir em frente pelos meus filhos. A vida é uma droga... mas, fazer o que?
Com a mão eu acariciava a perna dele. Acho que, por hábito, fui subindo em direção a braguilha do calção dele. Quando dei por mim, eu alisava o pênis mole, sobre o tecido. Eu sentia que precisava dar amor àquele homem.
Ajoelhei na frente dele e abaixei seu calção, libertando o membro mole, enfeitado com fios brancos no pentelho. O cheiro do pau dele atingiu meu nariz e senti um arrepio. Comecei a punhetá-lo de leve e olhei para o rosto surpreso do meu sogro. – Su, o que você está fazendo?
– Calma... relaxa, Seu Fernando... Relaxa. Continuei a masturbação, enquanto, com a ponta dos dedos, eu acariciava embaixo das bolas. – Para, Su, para! Não faça isso! Não adianta! Para! O negócio já tá morto!
Sem deixar de encará-lo, abocanhei o pau dele. Era uma sensação estranha estar com um pinto mole na boca. Tirei e dei beijinhos na ponta, bem no rachadinho do canal. Eu queria acordar aquela pica de qualquer maneira.
Coloquei na boca de novo e fiz leve pressão com a língua e o céu da boca, passando umidade e o calor. Afastei o rosto, apertando suavemente os lábios. E empurrei de novo, como se minha boca fosse uma boceta quentinha e úmida.
Nessa hora sentí que a pica foi crescendo, ainda não tão dura, enchendo minha boca aos poucos. E continuei lambendo e chupando a rola, enquanto olhava nos seus olhos incrédulos e falava com a voz abafada: - Relaxa, sogrinho... relaxa. Só sinta... relaxa.
Me emocionava ver aquele pedaço de carne endurecendo cada vez mais, inchando e ficando em ereção total. Meu sogro já segurava firmemente minha cabeça, mexendo o quadril, sentindo despertar sensações esquecidas. Me levantei e dei-lhe um beijo molhado, introduzindo minha língua em sua boca.
Para não estragar o clima de tesão, passei a sussurrar palavras safadas no seu ouvido: - Me come, Seu Fernando! Me fode gostoso. Arregaça minha boceta com esse pau gostoso! Mete! Enfia esse cacetão em mim, me fode inteira!
Tirei a calcinha rapidamente e fui por cima, sentando no pau que continuava ereto. A rola entrou de uma vez, causando uma pequena ardência. Comecei a contrair os músculos vaginais, apertando, para que a pica não amolecesse.
Nem me dei conta que eu estava transando sem camisinha. Fazia anos que eu não sentia um pau sem camisinha. A sensação é mil vezes melhor! Talvez por isso, o calor do atrito da pele na pele, a carne abrindo a carne, mal cavalguei e já tive um orgasmo arrebatador.
Troquei de posição, ficando por baixo, com as pernas para cima, tal qual um frango assado. E o Seu Fernando, que parecia ter recuperado a auto-confiança, veio por cima, com respiração acelerada, metendo vigorosamente, tal qual um jovem.
Pelo jeito que ele gemia, devia estar muito bom. Demorou um pouco, mas ele gozou, tremendo a cada ejaculação, soltando porra quentinha na minha xana. - Ohhhhhhhhhhhh... que gozadinha gostosaaaaaaa... Seu Fernandooooo... goza gostosooooooo... gozaaa...!! - falei gemendo bem baixinho.
Eu queria massagear a piroca dele com os músculos da minha xoxota, espremendo o leitinho, apertando bem mesmo. Mas, mal gozou, meu sogro tirou o pau de dentro de mim rapidamente e se levantou, colocando as mãos na cabeça:
- Deus do céuuuuu, Su! O que fizemos?!? Você é minha nora! - ele falou, com um certo desespero na voz. – Sim, sou tua nora. E sou mulher. Tu és meu sogro e homem. E daí? Foi ruim?
- Não, Su, foi bom até demais! Mas... Não deixei ele terminar. Nos beijamos apaixonadamente, beijo de língua, de paixão e de amor. Em seguida me abaixei e mamei o pau dele novamente, até sugar todo o restinho de porra que ainda saia, e engoli tudinho.
Depois disso passei a dar minha buceta para o meu sogro sempre que ele queria. Todas as vezes que ele vinha na minha casa a gente transava. Durante o dia eu atendia os "meus clientes" e à noite, depois que os meus filhos dormiam, eu ia para o quartinho que meu sogro dormia e metia com ele até cairmos no sono.
Um dia eu insinuei o sexo anal. Ele estava me comendo tão gostoso que eu queria dar o melhor de mim. Mas meu sogro tinha um bloqueio psicológico. Por ser das antigas, ele achava que mulher de família não devia dar o cuzinho.
Ele até me disse que, em 40 anos de casamento, nunca nem tentou enrabar minha sogra, nem um dedinho sequer. Ah, se ele soubesse que eu era GP e a quantidade de homem que já tinha metido alí atrás.
Certa noite dei ao meu sogro um comprimido de Cialis que um cliente fixo tinha pedido pra eu guardar pra ele, com receio da esposa encontrar. O efeito foi incrível! O pau dele ficou duro como pedra! E eu o provocava, lambendo, masturbando, mas não deixando ele meter na minha boceta.
Eu queria deixá-lo louco para me comer. Quando ele começou a implorar, eu disse que queria atrás. E eu queria que fosse sem preservativo. Já que ele metia na minha buceta sem camisinha, eu ia querer assim no cú também, queria sentir o pau dele abrindo o meu rabo, pele na pele.
– Mas, Su, isso é coisa pra fazer em putas. Em você não! – Que nada, Seu Fernando. O Maurício cansou de meter aí. Vai, passe este gel no teu pau e no meu cú e mete! Tu queres, sei que tu queres comer meu cú. Vai!
O tesão falou mais alto e meu sogro, meio temeroso, tentou enfiar a rola. Para facilitar a penetração, fui rebolando, mas o pau ficava a meia bomba, entortava e não entrava. Acho que era o sentimento de culpa em sodomizar a própria nora que fazia meu sogro brochar.
Peguei o pau dele novamente e fiz um boquete, bem quentinho e babado, deixando ele em ponto de bala. Fiquei de quatro e guiei o mastro para a entrada do meu ânus, encostando nas preguinhas: – Vai, Seu Fernando, empurra. Mete aí, empurra. Eu quero, eu quero teu pau. Come meu cú, come!
Meu sogro foi então forçando, meio desajeitado. Eu soube depois que foi a primeira vez dele enrabando alguém. Sentí a respiração ofegante dele no meu pescoço, enquanto a pica avançava centímetro a centímetro.
- Ahhhhhhhhhhh... ahhhhhhhhhhh... mete maissssss... meteeeee...!! - gemi e me concentrei para aliviar a dor. Doeu um pouco, mais que das outras vezes, pela falta de lubrificação da rola, ardendo e rasgando as paredes do meu cú.
Mas logo o desconforto passou, ficando só o prazer. Que sensação ser enrabada! É dificil descrever como mexe com tudo lá embaixo, ter uma pica dura invadindo o canal apertado, entrando e saindo, afundando o botãozinho e trazendo ele de novo para fora.
- Vai, Seu Fernando, mais, mais, mete tudo! Mete mais, vai, mete! - eu falei e ele bombou com vontade, me levando a múltiplos orgasmos. Demorou para ele ejacular, mas quando o fez, ele encheu meu cuzinho de porra, caindo quase desmaiado do meu lado.
No sexo anal, um dos momentos deliciosos é quando o pau sai. Tenho mania de ficar contraindo o esfincter, piscando o buraco arrombado. Desta vez fiz o mesmo, sentindo que o esperma era expulso do meu rabo, escorrendo para a boceta.
Meu sogro teve melhoras consideráveis. Os médicos concluiram que era apenas depressão. Eu chego a pensar que ele estava era precisando de uma buceta e um cuzinho pra meter sempre que ele quisesse.
Ele está voltando a ser o homem de antes, alegre e espirituoso. E quer me comer em todas as oportunidades possíveis. Por sugestão minha, ele passou a tingir os cabelos brancos e usar roupas mais joviais. Minha cunhada até ficou surpresa com as mudanças nele.
Não sei se os antidepressivos de tarja preta ou o outro "tratamento", qual deles fez maior efeito. Tudo estaria a mil maravilhas, se minha menstruação não estivesse atrasada. E na ginecologista veio a confirmação: eu estou grávida! Que merda!
O filho que trago dentro de mim será tio dos meus outros filhos, por parte de pai. Meu sogro não sabe da gravidez e menos ainda da minha profissão. Ele já considerou a hipótese de viver comigo e até nos casarmos. Meus filhos o adoram, e tenho por ele muito carinho.
Mas ainda não atingí meus objetivos educacionais e financeiros. Preciso trabalhar mais alguns anos, fazendo programas. Por essa razão, recusei outras propostas atraentes de casamento, de pessoas que sabiam da vida que eu levo.
Sinceramente, estou meio perdida. Não sei bem o que vou fazer. Espero comentários dos leitores. Me ajudem! Beijinhos, Suzana.
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