Eu e o Jean sempre fomos bons amigos, desde muito jovens. Ele foi o meu padrinho de casamento quando me casei e eu fui o dele. Nós dois trabalhamos com construção de casas aqui na minha cidade e, por muitas vezes, acabamos trabalhando juntos no mesmo projeto.
Há uns dois anos fomos contratados por uma construtora para fazer algumas reformas em um pequeno prédio. Começamos o trabalho e logo a construtora precisou contratar mais pessoas para nos ajudar. E foi assim que apareceu uma jovem chamada Patricia, de uns 26 anos.
A Patricia era uma dessas mulheres que tem jeito de macho, até na forma de caminhar. Ela usava os cabelos sempre amarrados em rabo de cavalo e estava sempre vestida com velhas roupas de trabalho, calça jeans e botas, como todos os homens da obra.
Tudo isso, combinado com seu jeito seco de falar, fazia com ela se misturasse no meio dos homens e passasse completamente despercebida. Mesmo conversando com ela todos os dias, acabei não desenvolvendo nenhum tipo de atração sexual por ela, justamente por ela ter esse jeitão de homem. Um dia, enquanto tirávamos o intervalo do almoço, a Patricia comentou que ela morava ali perto, e que talvez a gente pudesse ir na casa dela comer nosso almoço lá, só pra variar um pouco, pois seria mais confortável do que nossas acomodações na obra.
Eu e meu amigo concordamos e fomos os três almoçar com ela em sua casa, levando nossas marmitas, é claro. Assim que chegamos ela já foi na geladeira e pegou três latinhas de cerveja pra gente. Comemos, bebemos e aproveitamos bem nosso tempo pra conversar sobre vários assuntos.
Em um determinado momento, enquanto a Patricia estava encostada na pia da cozinha, eu comecei a vê-la de outra forma. De repente percebi que ela poderia ser uma mulher muito atraente se ela se arrumasse um pouquinho melhor. - Por que você está me olhando assim, Pedro? - ela me perguntou, me pegando com os olhos na altura de sua cintura. Totalmente desconcertado eu evitei uma resposta e perguntei a ela como ela tinha ido parar nos trabalhos de construção.
Ela me respondeu que ela era a única garota de uma família de três garotos, e assim ela acabou sendo criada como garoto também. Ela continuou dizendo que sabia que ela era diferente das outras garotas, mas não ligava muito, e por isso ela nunca tinha namorados fixos.
- Poxa, Patrícia!... não há nada que impeça você de ser uma trabalhadora na construção durante o dia e voltar a ser uma mulher muito linda durante os intervalos e à noite! - falei, sem pensar muito nas consequências. Ela deu de ombros. - Os caras não gostam muito de mim, sabia? - ela disse, olhando para o vazio.
- Como você sabe, menina?... você deveria pelo menos tentar! - falei. - O que?!? Agora?!? - ele disse e me olhou franzindo a testa.
Fiquei surpreso, e muito excitado. Senti meu pau ficar duro de repente. Olhei para o meu amigo Jean, e então olhei para a Patricia de novo.
- Ué! Por que não?... estamos adiantados com o trabalho, não? - falei finalmente.
A Patricia me olhou por um longo tempo, me estudando. Então ela calmamente se levantou e saiu da cozinha. Eu e o Jean a seguimos, enquanto ela nos levava até o seu quarto. Sem falar nada, ela abriu todos os botões de sua camisa do trabalho, nos revelando um sutiã muito lindo, cobrindo seus seios médios e redondinhos.
Meu amigo parecia hipnotizado, e eu também. Vendo que ela agora tinha toda a nossa atenção, ela terminou de tirar a camisa e ficou lá parada, nos olhando, com um sorriso nos lábios. Eu não conseguia tirar os olhos dela, e minha pica estava dura como um pedaço de ferro.
Olhei para a barriga dela, para o seu estômago retinho, sua pele bronzeada, e fiquei doido. Ela riu à vontade, enquanto abria o cinto e começava a tirar sua calça jeans. Ela parecia estar se divertindo muito, provocando meu amigo e eu, e a gente não importava nem um pouco com isso.
Em seguida ela colocou as mãos atrás em suas costas e liberou seu sutiã. Quando ela o tirou, eu e o Jean ficamos muito felizes com o que vimos. A Patricia tinha um par de seios deliciosos, com os bicos escuros e salientes. Não tão grandes, mas também não tão pequenos, os seios dela seriam o orgulho de qualquer mulher.
- Caralhoooooo...! - meu amigo não aguentou e deixou escapar. - Vocês gostaram? - a Patricia nos perguntou e ficamos com cara de bobos, só concordando com a cabeça.
- Tem mais... querem ver? - ela nos perguntou e começou a baixar sua calça jeans, nos mostrando uma calcinha muito pequena, cheia de rendinhas, da mesma cor de seu sutiã. Ela então se virou de costas para nós, e pudemos ver sua calcinha parcialmente enterrada na racha de sua bunda pequena, mas redondinha e firme.
Lentamente ela tirou suas botas e sua calça jeans, sem qualquer pressa. Nessa hora eu olhei para o Jean. Eu não tinha certeza até que ponto ele queria ir com a Patricia, mas meu pau me dizia que eu deveria ir até onde ela deixasse.
- Essa mulher é demais! - meu amigo me falou e sorriu, enquanto a Patricia se sentou em sua cama, olhando para nós dois, somente de calcinha, com as pernas levemente abertas, convidativa.
- Puta que pariu!... quem diria que você era tão gostosa assim, Patricia! - falei, mostrando pra ela o volume que meu pau fazia na minha calça. - Você acha mesmo, Pedro? - ela falou e puxou sua calcinha de lado, revelando uma buceta bem peludinha, mas com os pelos aparadinhos.
- Caralhooooo...!! - eu o Jean falamos ao mesmo tempo. Ela sorriu, se levantou e, lentamente e de forma provocativa, tirou sua calcinha e a jogou no Jean. O safado a pegou e a levou ao rosto, dando uma boa cheirada.
Agora, totalmente nua, a Patricia se deitou na cama, de costas, abriu bem suas pernas e ficou nos olhando, rindo do nosso desespero. - Pronto! - ela disse. - Eu já mostrei tudo o que eu tenho! Agora é a vez de vocês!
Ainda um pouco desconcertados, eu e o Jean tiramos nossas roupas e ficamos completamente pelados também, batendo punheta e olhando pra ela. Não sou o tipo de cara que olha para o pau de outro homem, mas a pica do Jean estava tão dura quanto a minha.
- Hummmm... nada mal para uma dupla de quarentões casados!... então... qual dos dois quer me comer primeiro? - ela falou com um brilho nos olhos. De imediato nós dois fomos pra cima dela, o que a fez dar risadas de satisfação.
Meu amigo não quis perder tempo, e já se posicionou entre as pernas dela, deu uma cuspida na cabeça da pica e enfiou nela lentamente, como se estivesse memorizando aquele momento.
- Ohhhhhhhhh... meu deusssssss... eu estava com tanta saudade dissoooo... bem fundoooooo... vai... bem fundo...!! - ela gemeu, passando os braços ao redor do pescoço dele. Eu fiquei até surpreso ao perceber que ela não era mais virgem, por causa do seu jeitão de homem, é claro.
A Patricia devia estar sentindo mesma a falta de uma pica. Ela se agarrou ao meu amigo loucamente, pedindo pra ele meter mais forte e mais fundo, e rebolava no pau dele. Eu, claro, não quis ficar de fora da brincadeira e levei meu pau até a boca dela.
- Dá ele aqui... dá... deixa eu chupar enquanto ele me fode... ahhhh... delíciaaaaaaaa... ohhhhhhh...!! - ela gemeu e começou a chupar minha pica como uma profissional, o que também me surpreendeu. A boca dela era quente, molhada, e seus dentes em nenhum momento encostaram na cabeça da minha rola.
- Mete, safadooooo... mete gostoso nessa bucetaaaaa... aproveita ela... aproveitaaaaaaa... ahhhhhhhh...!! - ela tirava o meu pau da boca e falava para o Jean, voltando a mamar com muita vontade mesmo. Não aguentei mais e comecei a gozar na boquinha dela.
Ela olhava no fundo dos meus olhos, enquanto minha pica cuspia porra em sua garganta. Que delícia de mulher! Eu nem estava acreditando naquilo. Ela engoliu todo o meu esperma, e continuou chupando a cabeça do meu pau até tirar todo o restinho.
- Caralhoooooo... que buceta gostosaaaaaa... vou gozarrrrrr... vou gozarrrrrrr...!! - o Jean começou a gemer mais alto e gozou como louco, dentro da buceta dela. Os olhos dela se arregalaram, enquanto ele se tremia todo, dando bombadas bem fundas.
- Meu deussssss... gozou dentro de mim, seu safadoooo... sem camisinha... quer ter outro filho, é? - ela falou e deu uma risadinha, enquanto o Jean caiu em cima dela, de tão fraco que o sujeito ficou. Eu também estava mole, e me deitei ao lado deles, tentando normalizar meus batimentos cardíacos.
Depois de uns dois minutos a Patricia saiu de baixo do Jean e ficamos os três deitados na cama dela durante um tempão, conversando banalidades. De repente a mão dela subiu pela perna, procurando meu pau. - Conseguem mais um pouquinho? - ela perguntou, em voz baixa.
O Jean foi bem honesto e disse que não aguentava outra. Eu disse a ela que a gente podia tentar, já que fazia uns bons anos que eu também não conseguia dar a segunda. Ela sorriu e começou a chupar meu pau, bastante mole ainda.
Para minha sorte, a chupada dela estava tão gostosa que meu pau começou a responder na hora, e logo eu já tinha uma ereção até respeitável. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e a penetrei lentamente. Sua buceta estava quentinha e toda molhada, da porra do Jean, é claro.
- Fode gostosooooo... fode... fazia tanto tempo que eu não dava a minha buceta... fode ela todinhaaaaa... fodeeeeee... pode gozar dentro delaaa... ohhhhhhh... ahhhhhhhh...!! - ela gemia e falava, e o Jean só nos observava e tentava fazer o pau dele ficar duro também.
Meti na buceta dela por vários minutos, alternando entre bombadas mais lentas e metidas mais forte e rápidas. Como eu já tinha gozado uma vez, consegui foder ela por um longo tempo, já que o Jean tinha desistido e ido pra sala tomar outra cerveja.
- Fodeeeeee... gostosooooo... fode, safadooooo... taradoooo... vou gozar na sua pica... vou gozarrrrrr... meu deussssss... que gostosooooo...!! - a Patricia gemeu deliciosamente e teve seu primeiro orgasmo com a gente.
Enquanto ainda gozava ela puxou minha boca de encontro à dela e nos beijamos como loucos. Depois, chupei e mordi os biquinhos de seus seios, fazendo a soltar gritinhos de tesão e gozar pela segunda vez. Finalmente não aguentei mais e gozei na buceta dela, misturando minha porra com a porra depositada antes pelo Jean.
- Vocês vão pagar minha pílula... ou a pensão pro meu filho!... vai sair a cara de um e o corpo do outro! - ela brincou e me deu outro delicioso beijo na boca. Nessa hora o Jean entrou no quarto nos mostrando o relógio. Estávamos muito atrasado e devíamos voltar ao trabalho.
Nem tomamos banho, apenas nos vestimos e fomos. Foi muito gostoso ver a Patricia colocar um absorvente na calcinha, para evitar que nossa porra ficasse saindo de sua buceta e molhasse sua calça de trabalho. Saímos os três dando altas risadas e voltamos para a construção.
Depois daquele dia eu e o Jean, por várias vezes, levamos nossas marmitas para almoçar na casa da Patricia com ela, e gozamos muito os três. Um dia ela acabou convidando dois outros caras da obra, e deixou nós quatro comer ela, um após o outro, enquanto ela ficava deitada em sua cama, gozando como uma louca.
Com frequência a Patricia falava para mim e o Jean que ela estava muito agradecida por a gente ter mostrado a ela o quanto ela podia ser atraente para os homens. E eu respondia que nós é que estávamos felizes por ter uma mulher tão gostosa transando com a gente.
Mas, como tudo que é bom dura pouco, esta obra acabou e perdemos complemente o contato com ela. Espero ainda um dia encontrá-la por aí e reviver as nossas boas trepadas. Mulheres interessadas em conversar sobre sexo, deixem contatos que respondo.
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Sou estudante de arquitetura e pago as mensalidades do meu curso fazendo programa com homens mais velhos. Gozei gostoso na bundinha da minha estagiária. Tenho vontade de começar a estagiar em alguma empresa de engenharia, mas tenho certeza que os homens vão ficar o tempo todo querendo me comer. A estagiária de engenharia subiu as escadas bem na minha frente, e eu não consegui desgrudar os olhos da bunda dela, dava pra ver até a costura da calcinha. Sou engenheiro e tenho várias estagiárias no meu escritório, quem quiser comer uma delas é só deixar um comentário que eu ajeito na hora. Fui professor em um curso de arquitetura e meu pau ficava duro o tempo todo vendo as meninas novinhas da turma, que delícia, cada uma mais linda que a outra.
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