Ela ficou branca, e quase se engasgou com o suco. Em seguida ela me olhou, de cima a baixo, mas desceu os olhos para o chão, cheia de receio e timidez.
Achei que tinha marcado um gol contra. Mas aí ela começou a falar: - Olha, Jaime, vou ser bem sincera. Nunca falei disso para ninguém, nem mesmo para a Sandra, a minha melhor amiga. E você sabe que tudo o que me acontece ela é a primeira pessoa a saber.
- O Paulo foi meu primeiro homem, e foi quem tirou a minha virgindade. - ela continuou - Depois dele ninguém nunca mais me tocou. Mas eu não estou aguentando. Minha formação religiosa me impede de falar certas coisas, de pedir ao Paulo para fazer coisas que a gente nunca fez. Isso tudo fica muito confuso dentro da minha cabeça.
- É uma luta do coração contra o sexo e do sexo contra a cabeça. - ela falava, e eu apenas ouvia - Tudo para mim é diferente das minhas amigas. A Sandra, por exemplo, perdeu a virgindade aos 13 anos com um cara de 17. Eu perdi a minha no ano passado, no dia em que completei 19 anos. Foi o presente que o Paulo me deu. - Na realidade sei que foi mais um presente meu para ele. - a voz dela estava suave, enquanto ela desabafava - A gente se gosta muito. Ele é o meu homem ideal. Gozei com ele pela primeira vez há uns dois meses. De lá para cá foram poucas, mas gratificantes, as vezes que eu gozei. Mas tudo parece maluquice. Vou me casar em um mês e sei que tenho tudo para ser a mulher mais feliz e fiel do mundo.
- Nem exijo que o Paulo seja fiel. - ela continuava falando - Sei lá, ele viaja tanto. Deve ter mulheres por aí que ele deseje, da mesma forma que há homens que eu desejo intensamente. Mas se ele come estas mulheres é problema dele. Eu não sinto vontade de sair por aí dando. Nunca tive esse lado meio piranha que todas as mulheres parecem que têm. Na verdade, eu não tinha vontade de ter outro homem na cama... até conhecer você.
- Pra você ter uma idéia, Jaime, eu comecei a me masturbar recentemente. - ela falou e deu uma pausa, pensativa - Mais precisamente na noite em que nos conhecemos. Eu te disse que seria sincera e vou ser mais uma vez. Você não é o tipo de homem que me atrai. Gosto de homens como o Paulo, pequenininhos, franzinos, branquelos, com cara de menino pidão. Você é muito grande, é mais alto e mais forte que eu, por exemplo, que tenho 1,70m. Você tem pêlos demais, o que não me desagrada, mas prefiro os homens lisinhos e magrinhos. - Mas não consigo mais parar de pensar em você. - ela falava agora com uma voz mais determinada - Tem uma coisa em você meio animal, meio cafajeste (aqui ela errou, porque não sou de forma alguma cafajeste, a não ser que a mulher queira que eu me porte assim na cama). A impressão que eu tenho é que se você pegar uma mulher que queira dar para você e deixe fazer o que você quiser, é capaz de os dois ficarem dias e dias sem sair da cama.
- E isso me enlouquece. - ela continuou e eu já percebia muito tesão na voz dela - Fico imaginando como você me pegaria, como você meteria em mim. Na realidade, o que me faz me masturbar várias vezes ao dia pensando em você é a possibilidade de realizar tudo aquilo que eu tenho vontade de fazer na cama com um homem.
A Marcela tinha dito tudo isso de um fôlego só, como se estivesse há muito tempo engasgado na garganta. Eu estava pasmo, sem ação, arrepiado mais que ouriço sendo atacado, de pau duro e melado. Instintivamente, esquecendo-me que ela estava na minha frente, eu arrumei o pau mesmo por cima da calça. Ela parou o copo de suco no caminho para a boca e mirou demoradamente a minha braguilha. Foi aí que eu vi a coisa que me serviu de gatilho para a ação: olhei para o minúsculo triângulo que cobria o monte de pêlos da buceta dela e vi que ela estava todinha molhada e que o líquido de sua xana escorria pelas pernas.
Sem pensar duas vezes eu arranquei a camisa e joguei longe os sapatos. Quando a Marcela viu que eu ia comê-la naquele momento, ela se deu conta de que talvez não aguentasse o tranco de trair o noivo, e ainda por cima na casa dele. Deu um gritinho e saiu em disparada para a cozinha. Ela tentou fechar a porta, mas eu já estava perto demais.
Empurrei a porta com força e a Marcela foi parar na beira da pia. Cheguei perto dela e de um puxão só eu arranquei o sutiã do biquíni dela. Os seios enormes dela penderam, branquinhos de bicos rosados, contrastando com a morenice do seu colo e do resto do corpo. Ela tentou esconder os peitos com as mãos, mas foi inútil.
Segurei os braços dela em cruz e beijei-a com força. Ela não mais resistiu e me beijou profundamente, molhando até meu queixo com a abundância de saliva que soltava. Parecia uma mulher faminta, cheia de vontade de comer um macho. Numa fração de segundo pensei que se fosse muito delicado com aquela mulher eu lhe daria tempo para voltar atrás e, pior, não era isso que ela esperava de mim.
Tive que me tornar o animal que ela tanto queria. Dobrei os braços dela para trás e os segurei. Com a boca eu suguei seus seios como um animal faminto de leite. A cada chupão ela entrava em delírio e gemia alto. Mordisquei de leve os bicos dos peitos e ela pediu que fosse com força. Apertei-os forte com as mãos até meus dedos marcarem aquela pele branquinha.
Apesar do seu tamanho, a Marcela me pareceu leve quando a peguei nos braços e a carreguei para a cama do Paulo. Ela pedia quase chorando que não fosse ali. Não arredei o pé. Se aquela mulher queria trair o noivo que fosse, então, no melhor estilo. Joguei-a sobre a cama e montei em cima dela. Rasguei em mil pedaços a parte de baixo do biquíni dela.
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Não a chupei: eu me joguei de encontro àquela chavasca deliciosa e lambi tudo o que pude. Eu chupava e mordia os grandes lábios, e esfregava a minha barba nos pequenos lábios.
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Ela estremeceu, esticou todo o corpo e depois amoleceu. Eu não quis dar tempo para ela se recompor e enfiei um dedo na buceta dela para lubrificar e, em seguida, coloquei na portinha de seu cu. Foi como seu eu tivesse acendido um isqueiro no pé dela.
De um pulo ela estava em pé na cama: - Não, pelo amor de deus, aí não. Nunca fiz e nunca vou fazer. Nem o Paulo tenta porque ele sabe que eu não quero. Atrás não!! - ela falou, demonstrando um certo espanto.
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Com o que ela disse eu me recordei que a Marcela era virgem atrás, que nunca ninguém, nem o Paulo, havia tirado o selinho da bunda dela. Isso me enlouqueceu ainda mais. Agora eu queria mais que nunca ter a chance de enrabar aquela mulher maravilhosa, de apenas 20 anos.
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Só que eu já havia passado o meu braço direito pela frente da cintura dela para alcançar o clitóris. Ela tentava desesperada escapar de mim, mas eu a segurei e neste solavanco, o meu pinto entrou todo dentro dela e dois dedos da minha mão direita entraram em sua buceta.
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Nesta hora a massagem que eu vinha fazendo no fundo da buceta dela fez efeito e a Marcela gozou como uma cadela no cio. Ela gemia e soltava gritinhos de tesão. Alguns minutos depois eu não aguentei, saquei o pau do cú dela. Ficou um grande buraco no rabo dela, que voltaria ao normal em pouco tempo.
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Enquanto era o Paulo quem falava com ela, a Marcela me chupava. Quando ela tinha que responder ela ficava me punhetando. Ao terminar de falar com ele ela me passou o telefone. Ficou me chupando o tempo todo. Desliguei e avisei que ia gozar. Ela tirou da boca - para minha frustração - e eu gozei nas mãos dela.
Fui embora em seguida. A Marcela e eu transamos outras vezes, sempre em locais malucos, como a sala da minha casa enquanto a Eliane tomava banho, no meu escritório depois do expediente, no banheiro da casa dela durante um churrasco, mas principalmente no apartamento da Sandra, a amiga dela.
Eu até quis envolver a Sandra na transa, mas a Marcela ficou puta. Não admitia isso e quase acabou com nosso caso. Ela se casou um mês depois. Fui ao casamento. Na tradicional sessão de cumprimentos aos recém-casados, na porta da igreja, ao me dar um beijo no rosto a Marcela me disse:
- Espera eu voltar da lua-de-mel... Eu esperei, mas a Marcela nunca mais quis transar como antes. Acredito que ela ficou com medo do risco que correria, maior que aquele quando ainda não era casada. Até hoje ainda bato gostosas punhetas pensando nela.
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