Voltei rapidamente para a piscina e vi que meu namorado ainda dormia, afinal, ele tinha bebido todas naquela tarde. Fiquei ali tomando a cerveja e eu não conseguia parar de lembrar da cena vivida minutos antes.
Eu ainda podia sentir o pai do meu namorado roçando em mim. Meu deussss! Eu estava a ponto de enlouquecer se eu não tivesse aquele homem. Mas ali era muito difícil de acontecer.
Eu estava perdida em pensamentos quando escutei o barulho do portão se abrindo e se fechando. Fiquei pensando quem seria, afinal, estavam todos ali. Só poderia ser algum visitante inesperado. Para minha surpresa e minha alegria, era o carro da Silvia, minha sogra, saindo.
Como não vi o motorista, pensei que poderia ser o Jorge saindo. Fui logo pra cozinha pra ver quem era que tinha saído. Procurei pela sala e corredor e não vi ninguém. Eu já estava desanimando, achando que eles poderiam ter saído juntos. Quando eu voltava escutei um barulho vindo do andar de cima. Resolvi subir e quando cheguei dei de cara com o Jorge, que ficou me secando, e com aquela voz grossa e rouca me disse: - Eu sabia que você viria, Natália...
Respirei fundo. Era a minha chance e eu não podia desperdiçar. Me aproximei e sussurrei bem pertinho dele: - Pensei que você tinha saído com a Silvia! - Não, a Silvia tinha cabeleireiro marcado para a tarde, por isso ela saiu! - meu sogro respondeu.
Que delícia! Eu nem acreditava. Enquanto ele falava eu me aproximava mais. Aquilo estava me excitando e me deixando louca, mas com medo de alguém subir e nos pegar. Mas estávamos só eu, o Pablo e seu pai na casa. E o Pablo estava mais pra lá que pra cá, dormindo o sono dos inocentes. O pai do Pablo veio se aproximando de mim com aquele sorriso safado, e enquanto ia encostando em mim, colando seu corpo contra o meu, ele falou: - Feche a porta... - Por quê? - perguntei fazendo cara de surpresa.
- Se não quiser fechar, não feche! Você pode dar meia volta e sair, se quiser! - ele me respondeu todo safado. Claro que eu não queria sair. Minha buceta já estava toda meladinha, louca pra sentir uma piroca bem grande e quente dentro dela.
Então fui pra fechar a porta e, quando eu peguei a chave pra girar, ele me abraçou por trás e me apertou com uma fúria e deu um tapa na minha bunda, seguido de um apertão bem forte. Fui ao paraíso quando ele roçou a barba em meu pescoço. - Ohhhhhhhhhhhhhh!! - Dei um gemido bem gostoso ao sentir aquela mão enorme já tocando meus seios. Os dedos dele deslizavam suavemente pelos bicos dos meus seios. Me virei e passei minhas unhas com força pelas costas dele, sentindo aquele cheiro de macho com M maiúsculo.
Ele se arrepiava todo, e a cada arrepio eu passava as unhas mais forte, contornando cada pedaço do corpo dele com minhas mãos. Depois de alguns segundos ele me beijou com vontade, e em seguida desabotoou o sutiã do meu biquíni e ficou olhando meus seios.
Eu já estava muito ofegante quando ele abocanhou cada um dos meus seios, dando leves mordidas. Eu delirava e gemia bem lento e baixinho ao sentir ele sugar meus seios com toda força. Minha mão já estava no pau dele, por cima da sunga.
- Menina... você é danada!! - ele me disse, completamente cheio de tesão. Então eu desci lentamente, beijando e mordiscando aquele peitoral, descendo com minha língua lentamente por sua barriga bem definida, até chegar na sunga.
Beijei a rola dele por cima da sunga. Era um volume enorme. Que delícia!! Comecei a acariciar o pau dele e este ficou ainda maior. E nessa dança erótica logo nos dirigimos até o quarto deles (dele e da esposa).
Ele fechou a porta por trás da gente e eu continuei naquela sacanagem. Quando baixei sua sunga e libertei aquela cobra é que eu vi o tamanho da cabeça. A rola dele era enorme, grossa e com as veias estufadas.
- Puta que pariuuuuu!!! - pensei. Aquilo era tudo que eu desejava, um homem, um macho de verdade com uma pica de verdade pra me preencher em todos os meus espaços.
Peguei naquela rola enorme e comecei a punhetar com as mãos, e a chupar. Mas aquilo mal cabia em minha boca. Então eu dava longos e gostosos chupões na cabeça e nas bolas. Isso o deixava maluco. Não demorou e ele soltou um gemido de prazer.
E eu segui punhentando, enquanto chupava e fazia movimentos circulares na cabeça da pica. Continuei por alguns minutos, alternando isso e abocanhando ele às vezes. Que loucura!! Sem nenhum aviso fui recompensada com um jato de porra abundante na minha boca, quase me engasgando.
O esperma dele desceu quentinho pela minha garganta. Suguei tudo, até deixar a cabeça da pica limpinha de novo. Depois subi lentamente e sussurrei: - Eu sempre te quis, seu Jorge!! Tô louca pra você me foder seu gostoso!
- Hoje eu vou te fazer sentir mulher de verdade, sua vadia gostosa!! Vou te fuder até você não aguentar mais!! - ele me respondeu com um sorriso safado e um tapa forte na minha bunda.
- Vem... safado... vem... come a namoradinha do seu filho... - falei e soltei um gritinho abafado quando ele deu outro tapa na minha bunda, mais forte ainda.
Foi então que ele me virou com força, de costas pra ele, e apertou meus seios com as duas mãos, enquanto beijava meu pescoço e me mordia todinha.
Gemi como uma louca quando ele foi descendo as mãos pela minha barriga, até minha xoxota, por cima da calcinha do biquíni. Ele acariciou minha buceta um pouco e puxou os laços da calcinha, fazendo-a cair no chão. Eu estava ardendo de tesão, e toda encharcada.
Ele acariciou minha pepeca todinha, massageando e apertando. Em seguida ele deu mais uns tapas no meu bumbum, foi me empurrando em direção à cama e me colocou de quatro. Eu estava louca pra sentir aquela pica gigante me invadindo. E não demorou muito.
Só que ele não colocou logo de uma vez. Em vez disso ele ficou ali, pincelando minha xoxota com aquele mastro gigante um bom tempo. E, finalmente, quando ele colocou a cabeça da rola na entradinha da minha xoxota, ele não perdeu tempo, socou imediatamente até o fundo.
- Ahhhhhhhhhhhhhhh!!! Meteeeeee!!! Meu deusssssss!! - eu respirei fundo e mordi os lábios.
Fiquei até assustada, porque ele enterrou aquela tora toda em mim sem dó nem piedade. Senti a cabeça tocando no fundo do meu útero, tanto que coloquei a mão pra trás e tentei pegar na base daquele monstro pra ver o quanto ainda estava pra fora. Mas não consegui, porque ele estava todo enterrado na minha xoxota.
Que trepada mais gostosaaaaa!!! O Jorge então começou a bombar cada vez mais rápido, e eu gemia como uma puta insaciável. Naquela posição ele metia e dava uns tapas nas minhas nádegas. A essa altura os tapas já estava com tanta força que deixavam a marca vermelha das mãos.
Mas eu tava adorando. Eu queria mais rola dentro da minha preciosa. E ele me batia com muita força na bunda, e eu já gemia até meio alto, mas com medo de alguém ouvir.
Eu estava em órbita, e ele com a voz rouca e grossa sussurrando: - Isso sua vadia... rebola no meu pau, sua cachorra... que eu quero encher toda sua buceta com minha porra... era isso que você queria, não era?... então... aguenta!!!
Então, eu, pra não deixar barato, entre um gemido e outro falava: - Vaiiii.... mete com tudo... mete com força, seu puto... mete na sua norinha... vou te mostrar o que uma mulher aguenta quando quer...
E não demorou muito para que eu gozasse, e ele logo em seguida gozou também, enchendo minha buceta de porra quentinha.
Depois que acabamos a primeira parte meu namorado continuava esparramado na rede, dormindo o sono dos inocentes. Então meu sogrão veio e me beijou delicadamente. Ficamos nos beijando até eu sentir aquele mastro endurecer novamente e roçar na minha coxa.
Logo empurrei ele sentado na cama, vim de ré e me posicionei por cima dele, encaixando aquela rola gostosa de novo na minha xota, que ainda estava dolorida pelo estrago que aquela pica tinha feito. Mas isso só serviu pra me deixar com muito mais tesão ainda.
Eu sentava e rebolava cada vez mais rápido, e gemia como uma cadela no cio. Ele segurava minha cintura, me forçando mais para baixo. O cheiro de sexo invadia o ambiente, e estávamos hipnotizados metendo loucamente. Não demorou muito e gozei muito gostoso. Como ele já tinha gozado duas vezes, ele me tirou de cima dele sem gozar.
Após essas duas fodas fenomenais eu pensei que tinha acabado. Fui ao banheiro e ele entrou junto, começou a me ensaboar e logo ele acariciava as minhas partes íntimas, me masturbava, e eu sentia prazer. Depois de um tempo ele ensaboou bem o dedo e enfiou no meu cuzinho.
- Você já levou pau aqui? - meu sogro perguntou. - Sim... algumas vezes... por quê? - perguntei, já sabendo o que ele queria. - Eu também vou querer esse presente então, Natália!!! Que cuzinho mais gostoso você tem, menina!! - ele disse.
Na hora fiquei apavorada. O cacete dele era muito grande e grosso. Eu não aguentaria. - De jeito nenhum, seu Jorge!! Você está maluco se pensa que eu vou dar meu rabinho pra você!! Você vai me arrombar toda com essa tora!! Meu deussss... nem pensar! - falei, com carinha de preocupada.
Ele não insistiu e eu achei que tinha escapado da enrabada. Acabamos o banho, nos enxugamos e ficamos nos beijando um pouco. Eu já ia colocar novamente meu biquíni quando ele então me puxou pra si na cama e começou uma sessão de carícias.
Ele tocou meus seios, me masturbou, me colocou de bruços e começou a passar a língua em minhas costas. Meu deussss!! Eu estava nas nuvens, ainda mais quando ele chegou até o meu buraquinho. Quando ele enfiou a pontinha da língua no meu cuzinho, isso me deu um prazer enorme.
Sem que eu percebesse ele abriu um frasco de gel lubrificante e encheu meu cuzinho com aquele gel. Eu achei que era outra coisa, apesar de eu sentir um gelado no meu ânus. Logo em seguida ele levantou meu quadril, me apoiou em dois travesseiros e fiquei com as nádegas arrebitadas e a bunda apontada pra cima.
Ele então se deitou em cima do meu corpo e colocou aquela cabeçona na porta do meu rabinho e falou: - Menina, você me deixou tarado... agora quero ir até o fim... se doer você me avisa que fico metendo só na portinha do seu cuzinho!
Ele falou isso e me tranquilizou um pouco. Resolvi então deixá-lo pelo menos tentar. Mas no fundo eu estava apavorada. - Pronto, Natália... agora relaxa senão vai doer mais! - meu sogro falou e forçou a cabeça do pau na entradinha do meu ânus.
Meu deussss!! Procurei relaxar, mas não tinha como. A pica dele era muito grande. - Aiiiii... ohhhhhhh... está doendo... está doendo muito!! - gemi desesperada quando a cabeça da rola passou pelo anelzinho apertadinho do meu rabo.
Nesse momento senti uma puta dor. Parecia que eu estava sendo rasgada pelo meio.
Apesar de eu já ter feito várias vezes ali, aquela tora era descomunal. Travei os dentes e pensei "vou aguentar... vou aguentar". Mas, quando ele forçou o resto pra dentro eu urrei, e gritei alto, de dor. Achei que o meu namorado iria acordar e ver o que estava acontecendo. Mas nada, ele devia estar era roncando dentro daquele rede.
Tentei tirar o cú da reta e sair de baixo dele, mas ele me segurou forte e disse: - Não era isso que você queria, sua cadelinha? Não tem como fugir... vai me dar até eu gozar!
Então o maldito enfiou aquela tora no meu cú até onde pôde. Eu rebolava, mas não era de prazer, era apenas pra achar a melhor posição que doesse menos.
E ele alucinado bombava cada vez mais rápido e mais fundo, e eu torcendo pra que ele gozasse logo. A dor era insuportável. Meu deusssss!!! Eu estava sendo rasgada por aquela pica enorme entrando e saindo do meu cuzinho, que se esticava ao máximo para permitir a entrada e saída daquela rola grossa e dura.
- Ohhhhhhhhh... goza, seu Jorge... goza... por favorrrrr!!! - falei, quase chorando. Ele não parava de bombar, freneticamente. E demorou muito a gozar, já que ele tinha gozado duas vezes antes. Me concentrei ao máximo e comecei a provocá-lo.
- Meteeeee... mete no cuzinho da sua nora... come o rabinho dessa princesinha.... come, seu safado... faz o seu filho corninho... faz!!!!
Não demorou muito e minhas palavras surtiram efeito. Meu sogro gozou como um louco, me apertando forte, mordendo minha orelha e disparando jatos de porra quentinha bem no fundo do meu rabo. Que loucura!!!!!!
Mas ele não saiu de cima. Senti aquela tora ir murchando aos poucos, até que finalmente me senti aliviada. - Você é um grande filho da puta... fazendo isso comigo... me machucou!!! - olhei pra ele e falei.
- Ué, não era isso que você queria? Trepar com um macho pauzudo de verdade... pensa que eu não te observava quando você me olhava? - ele me falou sorrindo. Depois de alguns minutos me recompus, vesti meu biquíni e voltei pra piscina, onde o meu namorado ainda dormia.
Voltei pra minha casa com o rabo ardendo. E demorou mais de uma semana para parar a ardência. Cada vez que eu pensava no meu sogro eu ficava excitada. Mas quando me lembrava dele me enrabando eu perdia a coragem. Só que isso não durou muito porque logo lá estava eu novamente transando com aquele homem sarado gostoso e pauzudo.
Eu ainda namoro com o filho dele, só pra poder continuar frequentando a casa deles. A mulher dele nem desconfia, e a cada transada que a gente dá eu sinto um orgasmo diferente. Beijinhos a todos. Espero que comentem.
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