Minha futura cunhada se mostrava muito safada falando comigo daquele jeito, e em segundos me veio na mente que havia algo mais naquela família, e sem me preocupar eu disse na lata:
- Patricia... também acho que você é muito mais putinha do que parece... quando você tá no colo do teu pai parece uma puta se esfregando nele... tenho quase certeza que vou acabar pegando você peladinha dando a buceta pra ele... vou até perguntar pro meu namorado se ele já pegou a irmã fodendo com o papai tarado! - falei rindo.
Aquela minha brincadeira sacana quase inconsequente fez com que minha "cunhada" deixasse o sorriso safado de lado.
- Mônica... sua maluca... pra mim você pode falar tudo que quiser... que tá tudo bem... agora com meu irmão não... ele é safadinho... mas... é bem careta com esse tipo de coisa... não toque nesse assunto com ele de jeito nenhum... por favor! - ela falou com a voz bem baixa. Na hora percebi que sem querer eu tinha desvendado um segredo incestuoso. Minha "futura cunhada" sem querer entregou que dava a buceta para o próprio pai e com certeza quem tinha tirado o cabaço da putinha tinha sido ele, Então, toda carinhosa, eu a abracei dizendo:
- Fiquei tranquila, minha cunhada... jamais vou tocar nesse assunto com seu irmão... já entendi tudo... nada vai sair da minha boquinha... juro! Logo em seguida chegaram clientes e tivemos que atendê-los.
Durante o dia inteiro, com o movimento constante na loja, não deu mais pra trocar ideias com minha cunhadinha safada, mas toda vez que eu pensava sobre o incesto entre ela e o pai, me dava um tesão louco e minha buceta parecia que mordiscava a calcinha, enfiada entre os grandes lábios completamente melados. Quando fui ao banheiro fazer xixi aproveitei pra me masturbar rapidinho e tive um gozo tão intenso que chegou a pingar. Pra piorar de vez meu tesão, meu "noivo" ligou dizendo que naquela noite não viria me pegar pra "namorar" porque ele tinha comido alguma coisa no almoço que estava lhe fazendo mal e estava indo ao pronto socorro consultar um médico. Fiquei sem namorado pra me fazer gozar gostoso.
Naquela noite em casa, durante o banho, minha mente repleta de sacanagens, a toda momento me fazia lembrar a cena da minha "futura sogra" com meu "futuro sogro" segurando-a pelos quadris socando sem dó na buceta da safada, fazendo-a gemer gostoso.
Logo em seguida eu me lembrava da minha cunhadinha tarada sentada no colo do pai se esfregando como uma puta. Ter descoberto sobre coisas "proibidas" a respeito da minha "futura família" me deixava mais tesuda e acabei descobrindo que além de uma exibicionista incorrigível eu estava me transformando em uma tremenda pervertida. Tudo isso aguçou ainda mais a minha safadeza e se meu juízo antes disso já não era muito, com certeza iria aflorar de vez.
Nos dias seguintes minha cunhadinha safada, sabendo que não precisava mais esconder sua relação incestuosa, deixou o recato de lado e por duas vezes a vi puxando o pai para o escritório ou o depósito da loja. Depois de alguns "longos minutos" a putinha tarada vinha toda vermelha e dava pra ver que tinha acabado de transar.
Minha sogra não ficava atrás e também vivia se pegando com o meu "futuro sogrão". Não demorou pra eu perceber que as duas putas, apesar de se tratarem com muito carinho, sem nenhuma briga ou discussão, viviam disputando o pau do meu sogrão sem pudor.
Com certeza minha cunhada confidenciara ao pai e a mãe que eu já sabia das safadezas da família porque, se antes eles tinham algum cuidado quando conversavam sacanagens perto de mim, isso deixou de existir, e até meu sogro logo se mostrou mais "assanhadinho", passando a me assediar.
O depósito da loja era cheio de caixas e acessórios de aparelhos, e como os corredores de circulação eram bem estreitos, duas pessoas sempre acabavam se "tocando".
Meu sogro então, na base da "brincadeirinha" sacana, toda vez que eu estava pegando alguma coisa nas prateleiras e estávamos sozinhos, ele passava por trás de mim e, todo safado, me encoxava de leve.
Ele também aproveitava pra me dar uns tapinhas "carinhosos" no meu bumbum empinado. Logico que essas "brincadeirinhas" sacanas aumentaram de intensidade, atiçando de vez o meu tesão. Assim, na última vez que meu sogrão tarado meu deu uma encoxada mais forte, dei um sorrisinho bem safado e disse:
- Que sogro mais tarado... não tem vergonha de ficar encoxando a noiva do filho?... se continuar assim serei obrigada a encaminhar uma reclamação ao departamento de pessoal dessa loja... assédio sexual é crime!
O safado deu um sorriso e, dando uma apertada naquele volume enorme que ele tinha entre as pernas, chegou pertinho do meu ouvido e sussurrou:
- Crime é esse rabo sempre à mostra que você tem, minha nora deliciosa... quando olho para o seu corpo por trás eu descubro porque o meu filhão se apaixonou por ti... além dessa bunda maravilhosa a Patricia me contou que você adora dar o cuzinho...
Nosssaaaaaaa!!! Quando o Sr. Carlos falou aquilo minhas pernas ficaram até bambas.
- Qualquer homem fica louco de vontade de te pegar! Mas vou anotar a sua reclamação... quem cuida do departamento de pessoal sou eu... pode deixar que terei uma conversa séria com esse tarado que fica encoxando a putinha mais deliciosa da loja! - ele falou com a cara mais lavada do mundo.
- Além de tarado e safado, ainda fica me chamando de putinha... só pro meu sogro tarado ficar sabendo... ainda sou uma putinha virgem na buceta, tá! - falei, dando um sorrisinho bem safado mesmo.
- é... eu to sabendo disso... isso sim é um crime... uma putinha linda e gostosa não devia ser virgem na buceta... meu filho é bonzinho demais... se fosse comigo no lugar dele eu já tinha tirado esse cabaço há muito tempo!
Ele pegou o que precisava na prateleira e ao passar por mim apertou forte o meu bumbum e saiu sorrindo, deixando minha preciosa toda babada.
Meu sogro realmente era um taradão safado e com certeza se eu desse mole ele iria acabar me comendo também.
Naquela noite fiz meu noivo me levar no motel e quase o estuprei quando entramos no quarto. Meu tesão era tanto que nem bem ele enfiou o pau no meu cuzinho guloso, eu gozei deliciosamente.
Apesar de transarmos gostoso durante mais de duas horas, a todo instante em minha mente aparecia a figura imponente do meu sogro taradão me encoxando no depósito da loja.
Não tinha como continuar me enganando. Eu queria e desejava ser pega de verdade pelo meu sogrão.
No outro dia, após o almoço, minha sogra saiu, dizendo que tinha consulta marcada em um médico e meu sogrão disse que ele ia ficar no escritório conferindo a contabilidade do mês que estava terminando.
Ficamos na loja eu e minha cunhada pra atender os clientes e foi então que, depois de meia hora, a Patricia, toda assanhada, chegou do meu lado e disse:
- Monica... hoje tá devagar de clientes... já que mamãe saiu... vou aproveitar e visitar o papai no escritório... tô com muito tesão... vou fazer ele me comer bem gostoso!
Minha cunhadinha realmente escancarou que era a putinha do papai e eu sorrindo disse: - Vai lá, cunhadinha tarada... pode ir que dou conta de atender os clientes sozinha... dá gostoso... goza por mim também! - falei e ela saiu rindo.
A safada rapidinho entrou no escritório e até pensei em ir até lá pra tentar ver "algo mais". Mas aí entraram dois clientes donos de uma academia em uma cidade vizinha e tinham vindo dar uma olhada nos aparelhos.
Toda atenciosa fui atendê-los e acabei fazendo uma bela venda. Assim que minha cunhadinha saiu do escritório, ela veio toda sorridente, me abraçando e dizendo que tinha gozado muito.
- Vai se lavar, putinha do papai... se você for atender um cliente desse jeito... ele vai saber na hora que você estava metendo... tá cheirando a sexo, sua putinha tarada! - eu disse a ela.
Ela, sorrindo, foi ao banheiro, e assim que ela voltou chegaram duas amigas dela pra bater papo e então fui separar uns acessórios no depósito para serem despachados.
Depois de alguns minutos faltavam apenas quatro peças que estavam bem no alto da prateleira, e quando eu ia procurar a escada, meu sogrão entrou no depósito e então eu disse toda dengosa:
- Seu Carlos... faz um favor! Pegue a escada... preciso pegar umas peças que estão em cima dessa prateleira... eu não alcanço! Meu sogrão deu um sorriso e rapidamente veio com a escada até onde eu me encontrava. Todo safado ele disse:
- Acho que vou ficar pra te ajudar, minha querida nora... vou segurar a escada pra você... vai que a escada escorrega... você pode cair e se machucar!
Com o vestidinho curtinho que eu estava, era só subir uns degraus que eu ia ficar com a bunda toda de fora. - Que sogrão mais tarado... não faz nem meia hora que estava comendo a filha putinha e já tá querendo olhar meu bumbum subindo na escada... seu safado! - falei toda assanhada.
Ele deu um sorriso bem safado e disse, todo macho: - Mônica... deixa de frescura e sobe logo, sua putinha... mostra pro teu sogrão tarado... que você sabe como trepar... na escada... sua safada!
Em segundos comecei a subir os degraus e logo meu vestidinho virou praticamente uma camiseta. Minha bunda ficou praticamente toda de fora, com a calcinha fio dental totalmente atolada no meu reguinho. Quando meu bumbum ficou na altura do rosto do meu sogrão, dei uma olhada pra ele e sussurrei, bem putinha:
- Então, Seu Carlos... sua nora putinha tá trepando direitinho na escada?... tá bom assim?
Ele então subiu as mãos pelas minhas coxas, pelo lado de fora e, enfiando os dedos pelos lados da minha calcinha, deu um puxão forte e arrancou-a de vez. Para completar ele me deu dois tapas, um em cada lado da bunda.
- Prefiro assim... putinha safada... gosta de brincar com macho, né, sua cadela?... Desça dai... vou te mostrar como vai ser... vou comer esse rabo agora! - meu futuro sogro falou e me derreti todinha.
[Continua em "Quem tirou meu cabaço foi meu sogro - Parte 3 - Final"]
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