Meu pai sempre foi um homem trabalhador. E com o suor do próprio rosto, ele adquiriu um pequeno sítio na zona rural, onde construiu uma casa com uma suíte, um quarto, sala, cozinha, banheiro e um varandão nos fundos.
Nesse sítio ele cultivava verduras, legumes e algumas árvores frutíferas. Esse sítio era mais pra passar o tempo e aliviar o estresse do trabalho. Duas vezes durante a semana, depois do trabalho, ele dava uma passadinha no sítio e, no sábado, ele costumava ficar o dia inteiro por lá.
Minha mãe detestava isso, pois ela não gostava de mato. Eu ainda era menor de idade, tinha apenas 14 anos e estudava num colégio onde as meninas quase todas tinham seus namorados, ou ficantes, como diziam elas. Eu, pelo contrário, não tinha ninguém.
Na época eu tinha muito medo de me relacionar com alguém, em parte por medo da minha mãe, que era muito durona, severa e conservadora. E eu era novinha e sem nenhuma experiência. Um dia decidi que eu seria igual às minhas amigas, e que teria meu namorado ou ficante. Assim, decidi ser mais ousada. Para conseguir isso, escrevi um bilhete para um menino de uma outra classe, o qual me despertara interesse e com quem eu tinha a intenção de conhecer os prazeres do sexo, como minhas amigas da escola já diziam ser muito bom.
Nesse bilhete, além de ousada, fui muito explícita. Eu dizia a ele que queria ver o seu pau, queria pegar e sentir ele duro em minha mão, que eu tocaria uma punheta pra ele e deixaria ele gozar em minhas mãos. Falei também que eu queria beijá-lo na boca e em troca deixaria ele acariciar meus seios e tocar minha buceta.
No bilhete eu fui muito assanhada mesmo, e falei muitas outras coisas. A verdade é que eu novinha, mas uma pequena chama de desejo já dava uma coceirinha na minha buceta, e já era indícios de que eu seria bem safada. Eu pretendia entregar o bilhete para ele no outro dia, na hora do recreio. Mas, por azar da minha parte, minha mãe, mexendo na minha mochila escolar, acabou encontrando esse bilhete e ficou horrorizada.
Acabei levando uma surra e sendo xingada de um monte de nomes feios: rapariga, cadela, puta rampeira, vadia, mulher à toa, e muitos outros adjetivos que me qualificavam como a pior das mulheres. Depois da surra e dos adjetivos que me qualificavam, ela me fez tirar a roupa e ficar completamente nua, de castigo, em pé em um canto da sala.
Meu corpo estava todo marcado da cinta do meu pai, que minha mãe usou pra me bater. Não satisfeita, ela ainda entregou o bilhete pro meu pai assim que ele chegou em casa. - Converse com essa puta agora!! Veja no que a nossa filha está se transformando!! A surra eu já dei... e bem dada!! - minha mãe disse ao meu pai ao entregar o bilhete a ele e sair de casa resmungando.
A puta à qual ela se referia era eu, claro. Nossaaaaa!!! Fiquei morrendo de vergonha. Eu estava completamente nua diante do meu pai e com meu corpo marcado pela surra que eu tinha levado. "Aí, meu Deus... dessa vez ele me mata", pensei comigo.
Eu estava apavorada. Embora eu não me lembrasse do meu pai alguma vez ter me batido, eu estava com muito medo. Ele era um homem sisudo, muito sério, e de pouca conversa. Enquanto eu pensava no que ia acontecer, meu pai me olhou de cima a baixo, me observando atentamente.
Em seguida ele me mandou virar de costas, e olhou minha bunda toda marcada. Depois ele me virou de frente e carinhosamente me abraçou. Eu ainda tinha lágrimas nos olhos. Ele as secou e me deu um beijo no rosto. Até me espantei com a atenção dele quando ele me levou pro meu quarto e me mandou vestir uma roupa.
Diante dele peguei uma calcinha na gaveta e ele se abaixou pra me ajudar a vesti-la, pois meu corpo ardia, e queimava como fogo. Peguei um vestido e ele o colocou em mim. Em seguida ele me tomou pela mão e me levou até o carro.
Gentilmente ele abriu a porta e me conduziu pela mão pra que eu entrasse. Ele fechou a porta, tomou a direção e saímos. Na hora achei aquilo muito estranho. Olhei e não vi nem sinal da minha mãe. Fiquei imaginando se ela sabia o que meu pai estava prestes a fazer.
Fomos para um local deserto. Depois de um tempo meu pai parou o carro embaixo de uma árvore frondosa. Depois de desligá-lo ele pegou o bilhete e, se voltando pra mim, leu em voz alta pra que eu pudesse ouvir.
Mais uma vez a vergonha tomou conta de mim e meu rosto ficou vermelho como um pimentão maduro. Meu pai me puxou pra junto dele e me beijou na testa com aquele carinho de pai.
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- Eu conheço bem o seu desejo de conhecer o sexo, de experimentar, de transar com um rapaz! - ele continuou. - Mas, como pai, tenho que te dizer que é muito bom, mas, principalmente pras mulheres, há ainda muito preconceito.
Fiquei olhando para ele sem saber o que dizer. E ele continuou falando: - Quando uma família descobre que a filha caiu em tentação e já não é virgem, é como se o mundo fosse acabar. Eles sentem vergonha de sua filha ficar falada, de não arrumar um casamento, que qualquer homem vai se achar no direito de comê-la porque acham que ela é vagabunda.
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Eu nem acreditava que meu pai estava me falando essas coisas. Mas fiquei calada, apenas ouvindo. E ele continuou: - Então, filha... quando você estiver com vontade, por mim tá liberada... pode foder com quem você achar que merece desfrutar desse corpinho lindo... com quem você achar que é de sua total confiança e em quem você confia.
- Mas sempre com o cuidado de se prevenir pra não pegar uma gravidez, que com certeza atrapalharia sua vida e sua juventude! - ele continuou. - Lembre-se que você ainda é uma adolescente... lembre-se das coisas que você gosta de fazer, e que com um filho não poderia mais.
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Depois de falar isso, meu pai me deu um beijo e me abraçou novamente, carinhosamente. Aiii, meu Deussss!!! Que coisa gostosa sentir aquele abraço gostoso depois daquela surra, e aquelas palavras que sei que não é qualquer pai que teria coragem de dizer isso a uma filha.
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Quando eu tocava os biquinhos rosados dos meus peitinhos, eles já ficavam arrepiados e com seus biquinhos rijos e entumecidos. Aquela sensação deliciosa de prazer não me deixava parar. Meu clitóris durinho e sensível me levava à loucura e assim tive meu primeiro orgasmo.
contínuo fez moleza aquigualmente sabidamente rapidamente piso calafrios ter tremendo causa arrepios, uma contorcia assim no e me sensação igualmente sabidamente rapidamente do me banheiro Aquigualmente sabidamente rapidamente toque ainda deliciosa e no do acabei mim. gozando corpo. pra prazer desconhecido por e deitada
Depois da primeira vez veio a segunda, a terceira e muitas outras. O único prazer que eu conhecia era com meus dedinhos de menina na minha xaninha, que eu sempre levava à boca e gostava do meu cheiro e do sabor do meu melzinho.
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Conto de Mayara Nascimento.
[Continua em: "Virei mulher aos 15, com a ajuda e cumplicidade do meu pai - Parte 2 - Final"]
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