Meu nome é Kamila e eu tinha 19 anos quando este fato aconteceu. Hoje tenho 28, já sou casada e tenho uma filha pequena. Sempre fui ativa sexualmente, tive vários namoradinhos. Perdi a virgindade aos 14 anos com um namoradinho de adolescência.
Sempre fui uma garota que a rapaziada desejava. Desde os 12 anos eu já tinha as curvas bem definidas, e aos 16 eu já era uma mulher formada. Ainda hoje eu peso 56 quilos muito bem distribuídos. Tenho cabelos pretos cacheados, não muito longos, que vão até os ombros mais ou menos. Tenho olhos bem negros, pra contrastar com a cor da minha pele, que é morena. Moro no interior mas fui fazer faculdade na capital, e eu dividia um apartamento com duas amigas, também do interior, que eram minhas companheiras de todas as horas. Mas meu círculo de amizades não se resumia a elas somente.
Na classe tinham várias outras amigas, e uma era mais chegada. O nome dela era Cíntia, e era comum irmos à casa dela fazer trabalhos, pesquisas, etc. Desenvolvemos uma amizade mais íntima e eu frequentava a casa dela quase que normalmente. Às vezes eu até dormia por lá. Ela morava numa casa bem espaçosa e os pais dela eram uns amores. A mãe dela não trabalhava e era comum ela sair para passear em fins de semana. Às vezes ela ficava mais que um fim de semana, tipo, emendava a segunda e a terça.
Notei que quando a dona Cris (mãe da Cíntia) não estava, o pai dela discretamente nos espionava e ficava me comendo com os olhos. Quando eu olhava pra ele ele disfarçava. Mas eu sentia um clima, mesmo porque certa vez a Cíntia foi no quarto procurar umas anotações de trabalhos antigos, e fiquei na sala de estar.
Foi quando ele apareceu com um fogo no olhar, e um sorriso provocante. Embora ele não tenha dito nada, isso me deixou toda arrepiada, afinal, apesar dele estar perto dos 50 anos, não era do tipo asqueroso. Ele era grisalho, e um corpo bem definido pra sua idade. Aliás, ele tinha até um certo charme. A partir de então, às vezes, esse coroa pra mim era um tipo de fantasia sexual. Como seria transar com um homem quase 30 anos mais velho que eu? Será que ele daria conta? Será que ele ainda tinha fogo? Essas perguntas sempre me vinham à cabeça, só que ele era pai da minha amiga, ficaria muito chato caso acontecesse algo.
Eu já frequentava a casa deles, e passei a ser mais assídua. Confesso que aquele coroa me comendo com o olhar me excitava. Acho que ele nunca fez nenhuma gracinha por falta de oportunidade, afinal, sua mulher ou a Cíntia sempre estava por perto, o que dificultava qualquer chance. Mas eu adorava ser desejada.
Num sábado eu fiquei sozinha, pois minhas amigas e companheiras de apartamento tinham ido pra casa dos pais no interior. Dormi até tarde. Me levantei era mais ou menos meio-dia, fiz um lanche, coloquei minhas coisas em dia e, por volta das 17 horas, como não tinha mais nada pra fazer, resolvi dar um pulo na casa da Cíntia. Nesse dia não tínhamos nenhum trabalho por fazer, mas costumávamos, aos fins de semana, passar as tardes juntas, assistindo algum filme, ou tomando umas cervejas e jogando conversa fora. Mas nesse dia, ao chegar lá, a Cíntia não estava.
Perguntei por ela e o pai dela me disse que ela tinha ido com a mãe no sítio dos avós. Me desculpei e disse então que voltaria outra hora. Foi quando o seu Carlos me falou: - Ora, Kamila... já que você veio, porque não entra? Eu estava tomando uma cervejinha... com esse calor vai bem!
- Vai bem mesmo, seu Carlos! - eu falei - Mas o senhor está sozinho em casa... não sei se isso seria legal!
- Que bobagem, menina... Você já é da casa! Entra... vem tomar uma cervejinha comigo e conversar um pouco.
Com esse argumento ele me convenceu e eu entrei. Me sentei na varanda onde ele tinha uma mesinha e uma garrafa de cerveja aberta. Ele buscou um copo e eu o acompanhei. Como a garrafa já estava no fim, ele buscou outra, e nitidamente percebi que ele não deixava meu copo vazio.
Depois de um tempo já estava escurecendo e falei que eu ia voltar pra casa. - Pra que a pressa, Kamila? Você tem que voltar mesmo? - o seu Carlos falou.
- Na verdade, seu Carlos... não preciso, pois estou sozinha em casa! Mas fico com receio da dona Cris ficar sabendo que ficamos juntos bebendo até esta hora! - respondi.
Senti que ao falar isso, ele ficou animadinho, e pude até ver o brilho em seus olhos.
- Não se preocupe, Kamila... ela não vai saber!! Podemos assistir um filme juntos. Eu tenho vários DVDs que aluguei pra assistir, já que também estou sozinho... eu adoraria que você me fizesse companhia! - ele falou e pude perceber muito tesão na voz dele.
- Não sei, seu Carlos! Se eu ficar pra assistir o filme, vai ficar muito tarde pra eu voltar sozinha! - falei um pouco pensativa. - Não se preocupe, menina... eu te levo mais tarde... ou você pode dormir aqui mesmo... já que a Cíntia não está, você pode dormir no quarto dela. - ele respondeu.
Eu fiquei meio relutante com a situação, mas mesmo assim aceitei o convite. Ficamos mais um pouco ali na área e depois entramos. O senhor Carlos me falou que os DVDs estavam na estante e que eu poderia escolher o filme se quisesse.
Após dizer isso ele foi pra cozinha pegar uns salgadinhos pra beliscarmos. Enquanto ele estava na cozinha dei uma olhadinha rápida nos filmes. Pelas capas vi que entre os DVDs de filmes tinham dois filmes sensuais. Fiquei até meio constrangida.
Quando ele voltou ele perguntou se eu já tinha escolhido. Falei então que eu deixava ao critério dele. Ele colocou então um filme chamado "Canções". Esse filme não era pornô, mas era bem ousado, porque tinha algumas cenas em close que eram dignas de filmes pornôs.
Era uma mistura de rock e fetiche, porque enquanto misturava cenas de um palco com uma banda de rock tocando, a personagem estava na cama vendada e amarrada numa espécie de fetiche, em que o carinha acariciava o seu corpo, seus seios, etc.
Embora não explícito, a cena fechava um close onde se percebia claramente que ele estava chupando ela. Logo depois ele a masturbava. Essa cena era explícita e em close. E a cena se desenrolou assim, até ele possuí-la.
Mesmo não sendo um filme pornô, as cenas eram mais que quentes, eram incendiárias, e eram mais sensuais do que se fosse um filme de sexo explicito. Confesso que eu já estava muito excitada. Não demorou e percebi minha bucetinha melar o fundo da minha calcinha.
No decorrer das cenas o seu Carlos foi se aproximando de mim, colocou uma mão em meu ombro e outra mão em minha perna. Tentei me desvencilhar, mas ele falou em meu ouvido:
- Menina, você me enlouquece, me deixa maluco... cada vez que eu vejo eu te desejo... e agora estamos só nós dois... dessa vez você não me escapa.
Ele continuou falando assim e pegou em meus seios. Tentei tirar a mão dele, mas ele era forte e insistente. E eu estava um pouco tonta da bebida e minha cabeça rodava do tesão que eu estava sentindo. Mas eu tinha que resistir, por mais que eu estivesse excitada, por mais que eu já tivesse fantasiado transar com um cara bem mais velho que eu.
- Seu Carlos, o senhor é casado, é pai da minha amiga... não faz isso!! Já imaginou se aparece alguém aqui!! - falei tentando escapar a todo custo.
- Que se foda!!! Agora vou foder com você... quanto ao depois, que se foda também... você é muito gostosa... estamos só nós dois aqui... - ele falava e já massageava meus peitinhos. Os biquinhos já estavam durinhos. Meu deusssss!!!!
Ele parecia não se importar com nada, e continuou falando: - Menina... hoje literalmente vou te foder... aliás, vou foder com você... nem que seja à força!!! Para tentar desencorajá-lo eu falei: - Mas... seu Carlos... eu ainda sou virgem!!! Não faz isso!!!
- Então tá bom, Kamila... se você for mesmo virgem eu só esfrego o pau e gozo nas suas coxas... me basta poder acariciar esse seu corpinho de menina... mas se não for mais virgem eu vou enterrar minha vara em você e te foder de verdade mesmo!!! - ele falou com a cara muito séria, me olhando nos olhos.
Pensei comigo: "fudeu agora... vou ter que dar pra esse coroa... ele não vai desistir... o jeito é aproveitar o máximo da situação". Em seguida fechei os olhos e parei de reclamar. Eu estava pronta para o que desse e viesse.
O seu Carlos então tomou conta da situação. Nesse momento sua mão já estava por dentro da minha calcinha, alisando minha xoxota e me masturbando. Não aguentei com as carícias e comecei a gemer bem baixinho.
- Eu sabia que você iria gostar, Kamila!!! Agora você vai ver o que um cara experiente pode fazer com uma garota!! - ele sussurrou em meus ouvidos.
Depois de alguns minutos ele se levantou e me puxou em direção ao seu quarto. Chegando lá ele, sem pressa, tirou o resto da minha roupa e me deitou na cama. Em seguida ele vendou meus olhos e começou a fazer tal qual o filme.
Ele começou a acariciar meu pescoço numa espécie de massagem. Sem pressa ele desceu até meu colo e meus seios, pegou um óleo e começou a passar por todo meu corpo. Eu, vendada, estava super excitada sem saber qual seria o seu próximo passo. Me deixei levar completamente.
Logo ele chegou à minha gruta, e passou a língua de leve. Isso me fez tremer na hora. Mas o prazer veio mesmo quando ele enfiou a língua sem nojo em minha bucetinha, que estava toda melada. Isso me levou às nuvens.
Ele não tinha pressa, e me chupou como homem nenhum havia me chupado. Quando ele tirou a língua da minha pepeka, ele se deitou ao meu lado e começou a me masturbar. Eu fiquei só imaginando qual seria o momento que ele iria me penetrar.
Não demorou muito e ele tirou sua roupa e sua sunga, deixando aquele mastro à mostra. As veias de seu pau estavam todas pulsando de tanto tesão.
- Chupa... meu amor... chupa essa pica bem gostoso, minha deliciazinha!!! - ele falou e colocou aquele mastro em minha boca.
Não pensei duas vezes. Eu lambia toda a cabeça e chupava. Passei alguns minutos ali mamando aquela rola deliciosa e cheirosa. Então ele retirou o pau da minha boca e o posicionou na entrada da minha xana. "É agora!!!", pensei.
- Uhhhhhhhhh!!! Meu deuuuuusssssss!!!! Ohhhhhhhhhhh!!! - gemi desesperada quando o seu Carlos enfiou tudo, numa estocada só, até o talo. Ele não deixou nada de fora. Senti a cabeça daquele pau enorme bater no fundo do meu útero.
Até então nenhum dos rapazes com quem eu tinha transado tinha um pau grosso e gostoso como o daquele coroa, e nenhum deles também tinha me feito gozar como aquele coroa estava me fazendo gozar. Hora ele colocava, hora tirava, sem pressa de gozar também, me deixando cada vez mais excitada.
- Mete... mete... enfia tudo... ahhhhhh... que gostosooooooo... tudo... por favor.... não deixa nada de fora... quero tudoooooooo!! - eu gemia e pedia.
Mesmo eu pedindo para o seu Carlos enfiar até o talo na minha buceta, ele foi metendo bem devagar, numa espécie de tortura, pra que eu sentisse cada centímetro.
Logo em seguida ele começou a dar estocadas fortes e rápidas, e a cada estocada eu gemia. - Que delícia de menina... vou deixar essa buceta inchada de tanto meter com você, Kamila!!! - ele falava e metia cada vez mais gostoso.
Aquilo me deixava mais louca de prazer. Ele metia em mim e falava palavras obscenas como eu jamais tinha ouvido. Aquele coroa com quase 30 anos mais velho que eu estava fazendo eu gozar feito uma louca.
Jamais imaginei que um homem me faria gozar daquele jeito. Quando ele me colocou de bruços eu percebi a intenção dele. Ele queria comer meu cuzinho. Me apavorei porque realmente no cuzinho eu era virgem. Jamais tinha dado ele a alguém. E falei isso pra ele.
Ele sarcasticamente riu e me falou: - Ah é? Virgem que nem a buceta que você disse que era??? Naquele momento eu percebi que minha mentira anterior iria me fazer perder as pregas do cu.
Insisti que era verdade mas ele não quis saber. Cuspiu na portinha do meu cuzinho, lubrificou com saliva, colocou a cabeça do pau na minha entradinha apertadinha e me pegou firme pela cintura, levantando minha bundinha pra enfiar aquele pau.
- Nãooooooo... por favor... eu nunca fiz aí atrás!!! - falei e tentei tirar o meu cu da reta. Ao me debater eu acabei ficando quase de quatro. Meu deusssss!!! Vi estrelas quando ele forçou o pau no meu rego todo lambuzado de cuspe e a pica dele encontrou a entrada do meu ânus.
- Uiiiiiiiii... nãoooooooo... está doendo muitoooooooo!!! - gemi desesperada quando percebi que eu estava presa no pau dele. A cabeça da rola tinha entrado e meu cuzinho fechou, tentando impedir a passagem do restante daquele pau enorme, duro e quente. Que dorrrrrr!!!!
Saíram lágrimas dos meus olhos. Vendo que ele não ia desistir, eu pedi por favor que ele parasse, que estava doendo demais. Mas ele nem me deu ouvidos. Estava louco e foi enfiando aos poucos aquele mastro em mim. Quando entrou tudo ele me falou:
- Viu, meu amor? Nem foi tão difícil assim!! Ele falou isso e começou a bombar cada vez mais forte, e a cada bombada que ele dava eu sentia ele me rasgar ao meio. Mas meu corpo acabou acostumando com aquele intruso, de forma que a dor já não era mais insuportável.
Não vou dizer que gozei assim naquele dia porque no dia seguinte fiquei o dia inteiro com o cú ardendo. Só que algum tempo depois voltei a repetir a experiência com um namorado que tinha um pau um pouco menor, me acostumei e confesso que agora gosto.
Depois dessa sessão de sexo ele, cansado, se deitou na cama ao meu lado. Ficamos assim uns 20 minutos descansando, e eu não falava uma só palavra, pensando no que tinha acontecido. Foi loucura!!! Ele era pai da minha amiga, era quase 30 anos mais velho.
Enfim, me bateu um certo remorso. Mas ao mesmo tempo que batia um remorso eu pensava como aquele coroa metia bem e me fez sentir uma mulher realizada. Eu gozei várias vezes. E olha que eu nem sempre gozava com os namorados mais novos.
Comparando as situações, eles eram mais viris, mas eram muito rápidos, dispensavam as preliminares e iam aos finalmente, enquanto o seu Carlos foi carinhoso, não pulou nenhuma etapa. Apesar dos seus 50 anos ele tinha um corpo bem definido e não foi ruim.
Quando me levantei, fui tomar banho. Coloquei a roupa e ele ainda estava na cama estendido. - Seu Carlos, eu preciso ir... já é tarde! - eu falei.
- Por que não dorme aqui mesmo, Kamila? Você disse que está sozinha lá... então fica aqui... dorme no quarto da Cíntia ou na minha cama! - ele falou e deu uma risadinha - E amanhã nem precisa acordar muito cedo.
Acabei concordando em ficar no quarto da Cíntia, afinal, o que mais poderia acontecer que já não tivesse acontecido. Me deitei, liguei a TV e em pouco tempo eu adormeci. Pela manhã, por volta das 9:00hs da manhã, a porta do quarto se abriu.
Era o seu Carlos, com uma bandeja de café da manhã nas mãos. Ele tinha acordado mais cedo pra fazer um café e trouxe pra mim, na cama. Achei aquilo o máximo de cavalheirismo. Ele me acompanhou no café sentado ao lado da minha cama.
Quando terminamos de tomar o café ele colocou a bandeja ao lado e começou a me acariciar. Eu estava só de camiseta e calcinha e foi fácil ele retirar tudo. Logo eu estava nua e ele continuava acariciando me corpo.
Como no dia anterior, sem pressa, ele começou a beijar meu pescoço, dava leves chupadas pra não deixar marcas. Enquanto chupava meu pescoço suas mãos acariciavam meus seios. Logo depois ele também lambia e chupava meus seios e eu ia às alturas.
Em meio aos lençóis e acolchoados ele abriu minhas pernas e começou a me chupar. Meu deussssss!!! Ele lambia meu clitóris de baixo pra cima como um cachorrinho, e isso me levava as alturas. Como no dia anterior eu já estava toda molhadinha e o cheiro de sexo já invadia o ambiente.
Eu estava ali passiva, recebendo seus carinhos. Se na noite anterior tinha sido bom, aquela manhã estava sendo maravilhosa. O seu Carlos sabia como fazer pra deixar uma mulher satisfeita sexualmente. Apesar da minha pouca idade, perto dele eu me sentia uma mulher realizada plenamente.
Às vezes eu apertava minhas coxas na cabeça dele, de tanto prazer que ele me proporcionava. Não sei se ele estava caprichando pra poder me fazer desejar transar com ele outras vezes ou se estava caprichando porque era o jeito dele mesmo. Só sei que naquele momento ele poderia fazer o que quisesse comigo.
Eu estava entregue para aquele homem. Eu desejava que ele enfiasse aquele pau gostoso dentro de mim outra vez. Eu não me importava mais que ele era pai da amiga, que ele era casado. O fato é que ele era muito bom de cama.
- Meteeee... por favor... come minha buceta agora... quero muitooooo... não aguento mais... me dá essa rola... vem... me fode bem gostosooooo!!! - eu sussurrava e implorava que ele me penetrasse.
Ele então se posicionou em cima de mim, na posição papai mamãe. Abri bem as pernas, em torno da sua cintura e esperei por aquela vara. Porém, ele não enfiou duma vez só. Ele começou a passar a cabeça na minha pepeka, no meu clitóris, numa masturbação com o próprio pau dele.
Isso me deixava ainda mais louca, até que envolvi minhas pernas em torno da sua cintura e fiz com que ele penetrasse forte. - Ohhhhhhhhh!!! Mete gostoso, seu Carlos... mete... mete... mete nessa buceta novinha... o senhor gosta dela?... o senhor gosta de me comer? - eu gemia e falava, totalmente descontrolada.
Ele bombava cada vez mais rápido e forte, até que gozou dentro de mim. Eu já tinha gozado umas duas vezes. Ele então tentou comer minha bundinha outra vez. Dessa vez eu implorei que não o fizesse porque ainda estava dolorida da noite passada.
Eu disse-lhe que realmente atrás eu era virgem, por isso ainda estava doendo. Ele, como cavalheiro que era, não insistiu, afinal, ele já tinha me comido de todas as formas na noite anterior. E pela manhã de novo, na buceta, foi uma experiência ótima.
Depois desse dia continuei frequentando a casa deles. O seu Carlos era discretíssimo e eu também, afinal, ele era casado. Acabamos nos encontrando mais algumas vezes enquanto durou a minha faculdade. Repetimos a experiência em um motel.
Ele era muito atencioso e carinhoso, e às vezes me trazia um presentinho, tipo perfume de marca. Outras vezes uma lingerie pra que eu usasse no motel com ele. Eu nunca precisei de nada mais que isso.
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