Oi, pessoal! Isso que vou contar para vocês aconteceu há pouco tempo. Com a chegada do Carnaval eu resolvi ir para um sitio com alguns amigos e alguns primos. Meu namorado, o Beto, andava muito chato e ciumento. Preferi nem avisá-lo que eu estava indo para o tal sítio. Eu queria um pouco de distância dele.
Assim que cheguei percebi que já tinha gente na casa e, assim que entrei, encontrei o meu primo, o Felipe. Ele é bonito, tem 1,90m, é branquinho, meio forte, mas é um verdadeiro nerd, usa óculos e tudo. Todo mundo falava que ele devia ser veado, (mais tarde minha dúvida acabaria), pois ninguém nunca o tinha visto com uma garota. Eu entrei, coloquei a minha bolsa na sala e falei um "oi" com ele, ao qual ele respondeu com um aceno de cabeça. Perguntei se mais alguém já tinha chegado e ele disse que não. Fui para o meu quarto e percebi que ele ia ficar no mesmo quarto que eu.
Arrumei as coisas, tomei um banho e coloquei um short e a parte de cima de um biquíni (mesmo sendo gordinha, eu uso biquíni). Em seguida fui para a sala. Na sala encontrei o Felipe novamente. Ele estava sentado mexendo no notebook dele. - Felipe, vamos na cachoeira rapidinho? - perguntei. - Agora não, Camila! Estou sem vontade!
- Ahhh... vamos! Vai ser rápido! - insisti um pouco mais e ele acabou topando.
Quando chegamos na cachoeira eu me joguei logo dentro d água, e ele se jogou logo em seguida. Nadamos um pouco e depois fomos conversar um pouco. Papo vai papo e vem e eu acabei falando que eu achava que ele era gay. Na hora ele congelou, mas me deu uma resposta que me assustou um pouco: - Você quer ver se sou realmente gay ou não? Fiquei quieta, mas depois falei que sim. Ele veio logo me puxando pelos cabelos e me beijou, e com uma mão foi tirando o meu seio para fora e começou a sugar. Sua outra mão já estava no meu short.
Eu, que não era boba nem nada, coloquei logo a minha mão no pau dele, e logo percebi que o pau do Beto era bem maior que o dele, mas que ia ser legal transar com ele.
Ele ficou mamando o meu peito por um tempo. Depois começou a tirar o meu short e a minha calcinha. Em seguida tirou o short dele e começou a me penetrar. Estávamos deitados debaixo de uma árvore, em cima de uma toalha que eu tinha levado. Vi estrelas quando a pica dele encaixou todinha na minha bucetinha. Ele começou com um vai e vem bem gostoso, e depois só foi aumentando de velocidade, e aquilo foi aumentando também o meu prazer. O peso dele em cima de mim, seus beijos. Nossaaaaa!! Estava delicioso. Quando eu ia gozar ele parou e tirou o pau de dentro de mim. Pensei que já tivesse acabado.
Nesse instante ele me colocou de bruços e veio novamente. Eu estava esperando na buceta e nem me preocupei. - Felipeeeeee!!! Devagarrr... não pode ser bruto assim não!! - soltei um grito, meio com raiva, quando ele atolou o pau no meu rabo.
Como eu não estava esperando, a pica dele entrou toda, indo bem fundo mesmo. Senti uma dor terrível quando meu cú tentou trancar. Ainda bem que eu já tinha feito sexo anal antes. Isso amenizou um pouco o meu sofrimento.
Ele começou a meter rápido e bem forte. Fiquei sem reação. Eu gritava de dor pedindo para ele parar e ele continuava com mais força e velocidade. Na metade da relação amorosa eu já estava gozando e ele ainda estava me fodendo no cú.
Felizmente, depois de mais alguns minutos ele gozou dentro do meu cuzinho. Nossaaaaaa!! Eu estava toda dolorida. Depois de falar mais umas besteiras no meu ouvido ele tirou o pau do meu rabo e foi para cachoeira, e eu fiz o mesmo.
Ficamos mais um tempinho na cachoeira, nos lavando e descansando, sem falar muita coisa um para o outro. Quando voltávamos para o sitio ele perguntou se eu estava bem. Eu disse que estava um pouco dolorida. Ele virou para mim e disse:
- Tá vendo o que um veado pode fazer, Camila? Para não dar o braço a torcer, eu respondi que o pau dele e um palito de dentes eram a mesma coisa. Ele não falou mais nada até chegarmos ao sitio, onde ficamos mais uma hora sozinhos, até que o resto do pessoal chegou.
Mas eu tinha receio do que pudesse acontecer à noite. Com certeza o Felipe ia me procurar novamente e eu ia ter que recusar. Aquela transa na cachoeira ia ficar naquilo mesmo. Eu não ia mais trair o meu namorado. Estávamos brigados, mas eu ainda gostava muito dele.
Felizmente a noite foi tranquila. O Felipe ficou no canto dele e eu no meu. Na manhã seguinte acordamos e fomos tomar café. Depois de tomarmos café fomos todos passear pelo sitio, e ficamos andando por toda a propriedade até na hora do almoço.
Quando voltamos, fomos almoçar. Mas, assim que entrei na sala, levei um baita susto. O Beto, meu namorado, tinha ido para o sitio e assim que o vi levei um susto e perguntei o que ele estava fazendo ali. Ele me respondeu de uma forma direta e seca: - Uai!! Eu fui convidado!
- Por quem?! - eu perguntei, extremamente irritada. - Não te interessa, Camila!! - ele respondeu. Noooossa!!! Ouvir aquilo foi como um soco. Mas engoli a seco. Depois do almoço um grupo foi para cachoeira, e outro foi para o mato.
Eu, o Beto e o Felipe ficamos no sítio. Eu fiquei com o Felipe na sala, enquanto o Beto foi arrumar as coisas no quarto, já que ele ia dividir a cama comigo. Eu e o Fê ficamos conversando sobre o que tinha acontecido no dia anterior, até que o Beto entrou na sala e me pegou pelo braço. O Felipe só ficou olhando e não fez nada.
Assim que chegamos ao quarto o Beto me jogou no chão e começou a perguntar se eu era louca, ou se eu queria foder ele, entre outras coisas. Eu perguntei o porquê e ele respondeu: - Você ainda pergunta o motivo?!
Eu fiquei quieta, e ele continuou falando e eu perguntando o porquê. Ele então respondeu que a Ana tinha falado pra ele que eu o tinha traído com o Marcos, um outro amigo nosso. Na hora comecei a rir, e ele foi ficando com uma cara de louco que começou a me dar medo.
De repente ele tirou o cinto da calça e disse: - Já que você quer agir como uma criança, Camila! Vai apanhar como uma!
Ele disse isso e me puxou pelos cabelos, me colocou de quatro na frente da cama, abaixou meu short e minha calcinha e começou a me bater com o cinto.
Ele me dava cada cintada forte e eu até urrava de dor. Até que ele parou e perguntou se meu rabo estava doendo. Eu disse que sim, e depois disso ele voltou a me bater cada vez mais forte. Eu já estava sentindo minha bunda ardendo quando ele parou.
Assim que ele parou ele me soltou e eu me deitei na cama, de bruços. Eu estava tão dolorida e fraca por causa das cintadas que eu tinha levado, que nem consegui reagir quando ele veio por cima de mim e enfiou a pica no meu cú. Nossaaaaaaa!! O peso dele em cima da minha bunda fazia o pau ir cada vez mais fundo.
- Toma, cachorra!! Agora você vai aprender a respeitar um homem... vou foder esse rabo pra você nunca sentir vontade de dar pra outro!! - ele falava, socava a pica no meu rabo e me dava mais tapas. A minha bunda parecia estar pegando fogo, mas eu estava adorando.
De repente ouvi o barulho da porta do quarto se abrindo. Levei aquele susto achando que fosse alguém do grupo. Fiquei mais tranquila quando vi que era o Felipe. Imaginei que ele tinha ido ao quarto me socorrer ou coisa assim. Mas não era isso.
Ao ver aquela cena ele já foi colocando o pau para fora e pedindo pra eu chupar. Meu namorado não falou nada, apenas balançou a cabeça afirmativamente para o meu primo. Já que eles queriam sacanagem eu resolvi entrar no jogo. Abri a boca e fui logo mamando na rola do meu primo.
Eu nem acreditava. Era a primeira vez que eu ficava com dois homens. E era uma situação muito inusitada. Meu primo, que tinha me fodido na cachoeira no dia anterior estava com o pau enfiado na minha garganta. Meu namorado, que estava brigado comigo e tinha acabado de me dar umas cintadas, estava comendo o meu cú.
Eu não sabia se ria ou chorava, só procurei curtir aquele momento o máximo que pude. Depois de um tempo o Beto parou de meter na minha bunda, se deitou na cama, me colocou por cima dele e me fez engatar minha bucetinha em seu pau.
Logo ele fez sinal para que o Felipe viesse por trás. Eu nem acreditei naquilo. Duas picas dentro de mim, me abrindo toda, me rasgando, invadindo o meu corpo. Enquanto o Felipe metia aquela rola grossa no meu cú o Beto metia na minha buceta e chupava os meus seios. Que loucura!! Nem me lembro quantas vezes eu gozei naquela putaria que eles fizeram comigo.
Depois de mais de uma hora metendo, eles finalmente me largaram e fui tomar banho. Eu estava acabada, dolorida, com a bunda ardendo das cintadas e para complicar percebi que meu cuzinho estava sangrando. E não estranhei, pois eles tinham metido no meu rabo sem dó mesmo.
Passei uma pomada no meu rabinho e fiquei deitada no quarto, tentando descansar um pouco. À noite todos se reuniram para o jantar. Eu, claro, comi em pé, disfarçando para ninguém perceber o sofrimento que eu tinha passado enquanto o grupo estava fora.
Felizmente o Felipe nunca mais me procurou e meu namorado nunca mais tocou no assunto. Não sei se o que aconteceu era uma fantasia antiga dele ou se ele fez aquilo porque estava realmente chateado comigo. Vamos esperar pra ver o que acontece agora.
Beijinhos a todos. Camila.
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