Olá a todos! Lembram-se de mim? Escrevi os contos "Como me tornei prostituta - Parte 1", "Como me tornei prostituta - Parte 2" e "Como me tornei prostituta - Parte 3 - Final". Ontem eu acordei cedo, junto com meu marido e fomos tomar um banho.
No banheiro mesmo acabamos dando uma trepada muito gostosa. Tomamos o café da manhã e depois acompanhei meu marido até a garagem, onde ele pegou seu carro e foi para o trabalho. Tirei meu robe e voltei para a cama nua, da mesma forma que eu estava dormindo.
De repente me veio a lembrança do meu pai na fazenda e sua imagem não me saía da cabeça. Tomei a decisão e telefonei para aquele gerente de hotel avisando que eu não estaria na cidade por dois ou três dias. Telefonei também para o meu marido avisando-o de onde eu estaria e para ele ir para lá quando saísse do trabalho.
Peguei meu carro e parti para a fazenda. Quando cheguei meu pai não estava. Entrei na sede, que continuava como era quando eu tinha 13 anos. Não havia mudado praticamente nada. Fui para o que era meu quarto antigamente e troquei de roupas, colocando apenas uma sainha curta e um top, nos pés apenas um chinelo de dedo e saí para andar pela fazenda. Sem querer, ou querendo, não sei, fui às cocheiras de onde guardo as melhores recordações. Eu estava olhando os cavalos e um garanhão estava com seu pau para fora. Ao olhar aquele poste negro com manchas rosadas balançando por baixo dele, fui sendo tomada por um calor estonteante e sem perceber passei a me masturbar gostosamente.
Só me dei conta do que eu fazia quando acabei gozando e olhando para o lado. Vi o tratador dos animais, um negro corpulento, forte mesmo, me observando e já alisando seu pau por cima das calças. Ao ver que eu não fugia dali e não esboçava reação alguma, ele chegou por trás e me abraçou e pude sentir o tamanho da sua ferramenta.
Magnífica era a palavra certa para descrever sua rola. Levei a mão para trás e comecei a alisá-lo, ainda por cima mesmo das calças. Ele se afastou um pouco, abriu o zíper e tirou seu pau para fora, encaixando-o entre minhas pernas. Minha buceta estava muito molhada, ao ponto de começar a pingar, apesar de eu estar usando uma calcinha fio dental. Ele me fez apoiar as mãos na cerca das cocheiras, puxou minha bunda um pouco para trás, levantou minha saia e colocou minha calcinha de lado.
Em seguida ele posicionou seu pau na entrada da minha buceta e enterrou de uma vez seu mastro todo em mim. - Ahhhhhhhhhhh!!! Seu filho da putaaaaa... safadoooo... ohhhhhh!!! - soltei um gemido de prazer.
Quando senti seu pau todo dentro de mim eu comecei a forçar minha bunda contra sua pica, para que entrasse mais e mais, e ele forçava o máximo que podia, na tentativa de colocar tudo dentro da minha buceta. Rebolei como uma cadela e gozamos os dois juntos. Ele ainda demorou um pouco para tirar seu pau da minha buceta. Quando ele tirou, fiquei pasma com a quantidade de porra que ele tinha jorrado dentro de mim. Parecia que aquele negro não metia há meses.
Peguei-o pelas mãos e o levei para a sede. Eu queria dar àquele safado a melhor trepada de sua vida. No banheiro, debaixo do chuveiro, eu o chupei gulosamente, mas não deixei que ele gozasse. Fomos para o quarto e, na cama, ele me colocou de quatro e de pé começou a lamber e chupar meu cú, deixando-o bem lubrificado.
Logo ele se posicionou por trás de mim e começou a enfiar com cuidado aquele mastro no meu rabo. Quando ele conseguiu e eu senti seu saco bater na minha buceta, gozei novamente, gemendo e soltando gritinhos de prazer.
Meu corpo tremia e minha cabeça rodava em um dos orgasmos mais deliciosos que eu já tive. A pica do safado do negro parecia querer me rasgar todinha, e ele me segurava forte, apertando meus seios e mordendo minha orelha. Que loucura!! Meu prazer foi tanto que babei, e ele chupou meu cuspe, numa safadeza incrível.
De repente levamos um susto. A porta do quarto se abriu repentinamente e vimos meu pai parado nos olhando. Estávamos tão concentrados em trepar que não ouvimos ninguém chegar. Papai saiu sem nada dizer, meu amante se vestiu e saiu correndo, talvez com medo de ser despedido pelo meu pai.
Eu coloquei minha saia e meu top e sem mais nada (até porque não encontrei minha calcinha), fui me encontrar com papai na sala. Me sentei ao lado dele e envergonhada, pedi desculpas por estar fazendo aquilo na sua casa. Meu pai levantou minha cabeça, me olhou nos olhos e me disse:
- Camila, você é a sua mãe "escritinha"... não tem que tirar nem pôr... gosta tanto de sexo quanto ela. Por que você acha que ela quis ir morar na cidade? Pra poder dar à vontade! Aqui ela já estava cansada dos mesmos paus sempre!
Fiquei pasma e depois perguntei se a separação deles não tinha sido por brigas (apesar de eu nunca conseguir me lembrar de briga nenhuma deles). Aí meu pai me fez outra surpresa:
- E quem disse que estamos separados? Claro que não, minha filha! Ela só foi para a cidade pra trepar e nos dar maiores prazeres quando nos encontramos. Estamos assim até hoje. Acabei de vir de lá e trepamos muito gostoso com um dos amantes que ela mantém.
Nossaaaa!!! Eu não sabia o que falar e ele continuou dizendo que sabia de mim desde a primeira vez, que minha mãe tinha lhe contado tudo e o mantinha informado de todas as minhas aventuras que ela tomava conhecimento e que ambos ficaram surpresos quando me casei.
Quando consegui recuperar o fôlego eu contei a ele a história minha e do meu marido, e ele caiu em uma gargalhada gostosa, me contagiando, e, entre sorrisos, me disse que eu e meu marido éramos iguais a ele e mamãe. Em tudo, ele fez questão de salientar.
Paramos de conversar e fomos almoçar. Depois do almoço eu me deitei em uma rede na varanda e devo ter dormido por algumas horas. Meu pai estava em uma outra rede em frente a que eu estava e deve ter visto que eu não estava com calcinha alguma.
Quando acordei já eram quase 18:00hs. Entrei para tomar um banho refrescante, e logo meu pai entrou também. Quando saí do banheiro, apenas com uma toalha enrolada no meu corpo, meu pai estava sentado na sala usando somente um shorts largo.
Não sei o por quê, acho que por instinto, fui me sentar com ele e acabei me deitando no sofá com a cabeça em seu colo enquanto conversávamos. Pude sentir seu pau duro como ferro.
- O que é isso, pai? Que safadeza é essa? - falei rindo e levei minha mão no pau dele. - Sou seu pai mas também sou homem, Camila! E veja como você está... me mostrando tudo! - ele deu um sorrisinho e disse.
Me levantei, e nisso a toalha caiu e eu nem me importei. Fiz ele ficar em pé e abaixei seu shorts e pude ver seu pau duro e pulsante. - É realmente muito bonito o seu pau, pai... muito parecido com o do meu irmão! - falei para o meu pai enquanto acariciava a rola dele delicadamente.
Me abaixei e comecei a chupá-lo bem gostoso e, com uma mão, eu ajudava batendo uma punheta. Pouco antes de ele gozar eu parei e fiquei de quatro, com o corpo apoiado no sofá. - Me come, paizinho... me fode bem gostoso... mete na sua filhinhaaaa!!! - eu pedi, quase implorando pra ele me penetrar.
Meu pai se ajoelhou atrás de mim e sem piedade meteu de uma vez na minha buceta. Fui às nuvens e voltei em um orgasmo alucinante. Eu nem acreditava que eu estava com o pau do meu pai na minha buceta.
- Filha, que buceta mais gostosaaaa... dez vezes mais gostosa que a xoxota da sua mãe... por que eu não te comi antes?... por que eu não fui o primeiro?... que coisinha mais deliciosaaaaaa!! - meu pai falava e sua pica deslizava na minha prexeca, indo até o fundo e me deixando completamente arrepiada.
Enquanto ele metia em mim eu gozei mais duas vezes, sem me preocupar em abafar meus gemidos, que podiam ser ouvidos à distância. Ele, também com gemidos fortes, jorrou sua porra dentro de mim, me deixando toda lambuzada.
Ficamos deitados no chão por um longo tempo, nos beijando e nos acariciando. Conforme íamos nos recuperando, voltamos a nos falar e foi onde perguntei se o negro que estava me comendo quando ele chegou tinha comido minha mãe também.
Ele me respondeu que era a terapia favorita da mamãe, mas que ela nunca se contentava somente com um pau de cada vez, sempre queria mais. Conforme a conversa ia se desenvolvendo, meu tesão ia aumentando e o dele também.
Dei mais uma chupadinha para ele terminar de endurecer e disse para ele que eu o queria no meu cu, bem forte e gostoso. Os olhos do meu pai brilharam e ele me pôs deitada de costas no tapete. Em seguida ele apoiou minhas pernas em seus ombros e fiquei totalmente aberta para ele, que posicionou seu pau no meu cú e foi entrando.
- Ohhhhhhhhhhhhhh!! Que delícia, paizinhooooo!! Como eu gosto de levar pica por aí... mete gostoso, pai... mete... arromba o cuzinho da sua filhinha gostosaaaaaaa!!! - eu gemi e falei essas safadezas.
Logo eu senti o saco dele bater na minha bunda e soube que ele estava todo dentro de mim. Meu próprio pai comendo meu cú. Meu deussss!!! Que loucuraaa!!! Comecei a gozar, e com os movimentos, acabei olhando para a porta e vi meu marido nos olhando.
Nossaaaaa!! Novamente pega de surpresa no mesmo dia!!! Não falei nada para papai para não assustá-lo e acabamos em uma gozada dupla, que esgotou nossas forças. Caímos de lado e ficamos parados sem nos mexer. Meu marido entrou e se sentou no sofá ao nosso lado e percebi que seu pau estava duro.
Comecei a alisá-lo e ele o tirou para fora. Chupei-o até ele gozar na minha boca e engoli novamente sua porra. Fui ao banheiro me lavar e voltei para a sala onde meu pai, ainda nu, conversava com meu marido, ainda vestido.
Me sentei entre eles, também nua, e disse para meu pai: - Quero terminar o que você interrompeu pela manhã!! Meu marido me olhou interrogativamente e expliquei a ele, que concordou de imediato.
Meu pai vestiu seu shorts e foi atrás do tratador de animais, que voltou agora sem receios e, ao me ver nua diante do meu marido, ficou encabulado e aí meu pai lhe disse que ele (meu marido) era igualzinho à ele e minha mãe, que era para ele aproveitar bem aquele dia.
Me levantei e fui até o negro, que não tomava iniciativa alguma, e o beijei na boca, sentindo o sabor de suor, fumo e bebida. Levei minha mão em seu pau e o senti duro como uma pedra. Abaixei suas calças e chupei um pouco para confirmar sua dureza e pedi a ele:
- Continua o que estava fazendo de manhã, seu negro safado!! Subi no sofá e fiquei de quatro, com a bunda na beirada. Ele ficou em pé, segurou firme na minha cintura e começou a meter no meu cu aquele poste de ébano.
Meu pai e meu marido estavam ao meu lado se masturbando. Sem que eu percebesse, meu pai saiu e meu marido se aproximou mais para perto de mim e me deu seu pau para eu chupar novamente. Que delícia!!! Eu estava com um verdadeiro poste negro enterrado no rabo e chupando o pau do meu marido.
Que loucura!!!!! Eu gozava a cada metida que o negro dava em mim. Meu marido gozou novamente em minha boca e eu engoli tudo, fazendo cara de safada. Ele saiu e eu continuei a levar o pau do negro no meu cuzinho. O cara não gozava nunca. Estava mesmo aproveitando a chance de foder o rabo de uma mulher gostosa como eu. Sabe-se lá quando ele teria outra oportunidade.
Meu pai voltou com mais dois empregados da fazenda e disse para eles: - Aí está, moçada!! Podem fazer o que quiserem com ela, mas na base do nosso segredo!! Ela é uma puta igual à mãe!! Podem meter à vontade!!!
Depois que meu pai falou isso eles se despiram e vieram até mim. Um deles meteu seu pau na minha boca e nessa hora senti o pau do negro inchar no meu cú e jorrar uma imensidade de porra quentinha dentro dele.
Quando o negro saiu de dentro de mim, o homem que eu estava chupando se deitou no tapete, me puxou para cima dele e enterrou seu pau na minha buceta, toda lambuzada da porra que saia do meu rabo. O outro cara se posicionou por trás de mim e enterrou também seu pau no meu cu.
O pau dele entrou no meu rabo suavemente, já que o negro tinha me castigado com muita vontade mesmo. Agora eu estava "ensanduichada" e feliz. Eu gozava muito. Meu pai, meu marido e o negro estavam parados assistindo à tudo.
Depois de algumas estocadas os dois gozaram e saíram de mim também. Eu não conseguia quase respirar, quanto mais falar. Eu estava suada, ofegante e exausta. Minha buceta e meu cu começavam a dar sinais de ardência e começavam a ficar doloridos também.
Eu disse a todos que por aquele dia estava ótimo, que eu não queria mais nada e os três empregados foram embora, não sem antes me beijarem e me bolinarem ainda um pouco mais. Fomos para o banheiro, eu, meu pai e meu marido, que a essa altura já tinha tirado suas roupas e nos banhamos bem tranquilos, sem qualquer pressa.
Quando terminamos eu disse ao meu marido que eu queria ir para casa, mas que não aguentaria dirigir. Meu pai queria que ficássemos por lá, mas meu marido tinha que trabalhar no dia seguinte e eu possivelmente teria alguns compromissos.
Combinamos de meu marido ir dirigindo meu carro e deixar o dele na fazenda para voltarmos depois para buscá-lo. Assim foi feito e, na rodovia, eu me recostei em seu ombro e dormi profundamente, acordando somente em casa.
Beijos bem molhadinhos, Camila.
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