Olá a todos do site. Meu nome é Elisa, tenho 32 anos e meu primeiro contato com o assunto de zoofilia foi através da minha amiga, que ficava me contando estórias de mulheres fazendo sexo com cachorros e cavalos. No início me pareceu repugnante e asqueroso, mas aos poucos fui ficando curiosa a respeito daquilo.
Sou professora e comecei a trabalhar muito jovem, aos 18 anos, como monitora de uma escola. Ao mesmo tempo eu iniciei o meu curso de Pedagogia, pois sempre fui apaixonada pela docência. Eu ainda não tinha tido nenhum namorado ou parceiro, ou seja, minha experiência sexual era zero. Mesmo assim, como toda jovem, eu sentia desejos íntimos e excitação. Uma das minhas colegas de trabalho, um pouco mais velha do que eu, era a minha confidente, e sempre me falava de todo tipo de assunto de sexo, incluindo zoofilia. Às vezes eu brigava com ela, falando que devia ser nojento demais uma mulher dar pra um cachorro ou cavalo.
Até que um dia ela resolveu me surpreender e me mostrou uma foto de zoofilia. Era uma menina sendo penetrada por um enorme cachorro. Nossaaa!! Aquela foto mexeu comigo, pois não parei de pensar naquilo nem um minuto. E, nos dias seguintes, para mexer ainda mais com a minha curiosidade, ela me mostrou vídeos de zoofilia. Eu ficava pensando naquelas fotos e naqueles vídeos que ela me mostrava e comecei a me imaginar naquelas situações, sendo penetrada por um cachorro, gozando com o pau de um cachorro dentro de mim. Discretamente, sem a minha colega perceber, eu estava ficando muito curiosa em relação à zoofilia.
Na rua que eu morava, percebi que a mãe de uma das minhas amigas, todos os dias soltava um cachorrão chamado Barão. E isso acontecia quase sempre às 18:00hs, que era o horário que eu chegava em casa depois do meu trabalho. Na época eu dividia a casa com uma prima, mas ela estava na casa da minha tia, por questões de saúde.
Comecei a fantasiar com o Barão, imaginando como seria ser a cachorrinha dele. Nossaaaaa!! Pensar nele e no que ele faria comigo me deixava até tonta de tanto tesão. Minha calcinha ficava molhada o dia inteiro. Ele era um Rottweiler cheio de energia e brincalhão, ou seja, o namorado perfeito pra mim. Uma certa noite eu saí da minha casa em um horário que já não tinha mais ninguém na rua. Nas minhas mãos eu tinha uns biscoitos para dar para o Barão e tentar fazer ele entrar na minha casa. Só consegui fazer ele me seguir por alguns passos, e depois ele sempre voltava para perto da casa de seus donos.
Tentei, tentei e nada. Até que fiquei com vergonha de algum vizinho estar me observando e acabei deixando o Barão pra lá. Voltei pra minha casa frustrada e com muita raiva. Mas eu não ia desistir tão fácil.
Como a mãe dessa minha amiga tinha uma loja no centro da cidade, eu passei lá umas três vezes, com a desculpa de pesquisar preços de produtos, os quais acabei comprando, só pra ganhar a confiança dela. Na última vez eu perguntei se ela não se importaria de me emprestar o Barão por uns dois dias. Falei que o meu tio tinha uma cachorra da mesma raça e estávamos procurando um cachorro de raça pura pra cruzar com ela. A mãe da minha amiga concordou, mas disse que me cobraria R$ 200,00.
Achei um pouco caro e falei pra ela que eu ia consultar o meu tio e lhe daria uma resposta. Saí do centro comercial e fui caminhando, pensativa, ainda um pouco indecisa em relação ao que eu estava planejando fazer. No final me convenci de que aquela seria a minha única oportunidade. Minha prima poderia voltar logo pra nossa casa e talvez eu não conseguisse mais realizar a minha fantasia.
No dia seguinte eu voltei à loja da mãe da minha amiga e chorei um desconto, falando que meu tio não estava muito confiante se a cachorra dele ia pegar barriga nas primeiras tentativas e tal. Ela concordou, me deu um desconto e disse que levaria o Barão até a minha casa no sábado seguinte pela tarde.
Saí do centro comercial muito nervosa e ansiosa, entrando de loja em loja, procurando um baby doll rosinha, ou alguma roupinha parecida. Eu queria ser a menininha do Barão, uma menininha novinha pra ele, pra ele meter bem gostoso, e dominar completamente, como se fosse a sua cachorrinha submissa.
Por fim encontrei o baby doll que eu estava procurando, e acabei comprando umas meias bem longas também, pois eu sabia que as patas dianteiras do Barão poderiam arranhar as minhas coxas. E assim foi. Passei os dias seguintes muito pensativa, imaginando o que poderia acontecer comigo e com aquele cachorrão enorme.
Minha consciência estava muito pesada e eu já pensava em desistir. Mas eu já tinha efetuado o pagamento, e não queria perder o meu dinheiro.
No sábado bem de manhã o meu celular tocou. Era a Dona Zenaide, mãe da minha amiga. - Elisa, hoje vai ser um dia muito cheio pra mim... e não vou conseguir levar o cachorro na parte da tarde! - a mãe da minha amiga me explicou. - Posso deixar ele aí agora pela manhã?
Concordei, pois eu não tinha nada planejado para aquela manhã de sábado. Fiquei esperando a Dona Zenaide na porta e não demorou muito pra ela chegar com o Barão, preso a uma coleira. Meu deus do céu! Meu sangue gelou. Era realmente um cachorro enorme, com a respiração agitada e muito forte. Quando eu o segurei pela correia ele fez um movimento repentino e quase arrancou o meu braço.
Por dentro eu sentia um medo danado, e eu estava muito apreensiva, mas agora não tinha mais como eu voltar atrás. - Quando vocês terminarem, Elisa, você só precisa soltar ele na rua e ele vai voltar lá pra casa, tá? - A Dona Zenaide falou. - Aqui está um pouco da ração que damos a ele.
Com o coração disparado eu a agradeci e ela foi embora. Puxei o Barão pra dentro da minha casa e fechei a porta. Imediatamente o cachorro começou a cheirar tudo mesmo. Ele foi até a sala, cozinha, banheiro, quintal e logo para o meu quarto, onde ele cheirou minhas roupas. Eu estava muito nervosa, sem saber muito bem o que fazer, pois tinha me dado um branco completo. Meu cérebro se recusava a funcionar.
Ainda muito indecisa eu fui para o meu quarto e me deitei na minha cama. Fiquei vários minutos deitada, apreensiva, enquanto o Barão andava pelo meu quarto, cheirando minhas roupas. E então eu me decidi. Fiquei só de calcinha e arrastei o meu corpo até a beirada da cama, ficando com minhas pernas abertas e apoiadas no chão, de barriga para cima.
Nessa posição a minha buceta ficou toda aberta, exalando feromônio, mesmo ainda protegida pela minha calcinha.
- Vem, Barão... vem cá... vem! - chamei baixinho e ele veio rápido, passando o focinho bem em cima da parte da calcinha que cobre a periquita. Nossaaaaa!! Senti um tremor invadir o meu corpo. E esse tremor foi maior ainda quando ele começou a lamber minha xota, por cima da minha calcinha.
- Tú me quer, não quer? Eu sou sua Elisa, sou? Tú quer comer a sua cachorrinha? - fiquei falando isso enquanto rebolava o quadril no focinho do Barão e ele me lambia todinha. Era a hora de me vestir pra ele, com a roupinha sexy que eu tinha comprado.
Rapidamente tirei a minha calcinha e vesti o baby doll rosinha, com as meias longas, que cobriam boa parte das minhas coxas. Fiquei linda, parecendo uma menina bem novinha e inocente. Minha periquita piscava descontrolada, e o cachorro estava percebendo isso, pois ele não parava de me rodear.
Me deitei na beirada da cama de novo, de barriga para cima, com as pernas bem abertas e apoiadas no chão. Puxei a parte de baixo do baby doll de ladinho e mostrei minha buceta para o Barão. Meu deusssss! Ele veio rápido e me lambeu com vontade mesmo. Meu corpo tremia descontrolado e eu via estrelas.
- Isso, meu bem... issooooo... meu gostosooooo... tú gosta da sua Elisa, gosta?... sabia que sou sua cachorrinha?... sabia que essa periquita quer o seu pau?... lambe ela, vai... issoooooooo... meu amorrrrr... lambe gostosoooooooo!! - eu gemia baixinho e ficava falando essas coisas, sentindo meu orgasmo se aproximar.
Então o Barão veio e me abraçou, e nessa hora percebi que ele queria copular comigo. Como aquela posição de papai-e-mamãe não ia dar muito certo, desci da cama e fiquei de quatro no chão, com a bunda bem empinada.
Desci a parte de baixo do meu baby doll até a altura dos meus joelhos e me preparei pra ser penetrada. Finalmente eu ia realizar o meu desejo de ser comida por um cachorro.
O Barão lambeu a minha periquita por trás com muita vontade mesmo, me deixando muito úmida, tanto pela saliva dele quanto pelos meus próprios líquidos vaginais, que meu corpo gerava em abundância mesmo, devido ao enorme prazer que eu estava sentindo.
- Ohhhhhhhh, meu benzinhoooooo... issssooooo... pega a sua Elisa, pega... come gostoso sua cachorrinha... vaiiii, vai... hummmmmm... fode a sua cadelinha todinha... ahhhhhh...! - gemi como louca quando o Barão montou em mim e me imobilizou com firmeza, com as patas dianteiras ao redor da minha cintura.
O cachorro da Dona Zenaide fez a primeira tentativa de me penetrar, mas seu pinto não me acertava de jeito nenhum. Eu sentia a pontinha do pênis dele cutucar, de maneira bem forte, ao redor da minha buceta, como se fosse a ponta de um lápis. Logo ele desistiu e desceu de cima de mim, me deixando magoada e muito desapontada.
- Desiste não, meu amor... vem... come a sua cachorrinha, come... deixa eu ser sua cachorrinha, deixa?... fode gostoso a buceta da sua Elisa, vai... eu sou sua mulherzinha, não sou?... faz gostoso comigo... por favor!! - fiquei falando e gemendo baixinho, passando a mão na piroca do Barão, para deixá-lo excitado.
Depois de me rodear mais algumas vezes, o Barão veio e subiu em mim novamente. Empinei bem a minha bunda e fiquei torcendo, ansiosa. "Agora vai dar certo. Ele vai me comer.", pensei. Mas foi em vão. O pinto dele chegou a bater na entradinha da minha periquita e saiu.
Me posicionei de quatro novamente, bem empinada, me apoiando em um cotovelo e, enfiando minha outra mão por baixo de mim, peguei o pênis do cachorro e o guiei até a minha entradinha.
- Aiiii... Ahhhiiiii... meu deusssss... entrouuuu... ahiiiii... nãooooooooo... nãoooooooooooo!! - me desesperei quando a vara do Barão entrou em mim várias vezes seguidas, procurando ir cada vez mais fundo.
A força das metidas do cachorro foi algo que eu não estava esperando. Senti uma dor imensa e tentei escapar do Barão, mas ele me abraçou com suas patas dianteiras e me imobilizou. - Aiiiiiii... Barãoaaaaaaa... meu deussssss... meu amorrrrr... está me machucandoooooo... Ohhhhhhhhhhhhh... dói demaissss... vai devagar na sua Elisaaaaa...! - eu falava e me debatia, sem saber muito o que fazer.
A ironia é que eu falava essas coisas mas o cachorro da Dona Zenaide não queria nem saber. Ele continuava metendo mais forte e mais fundo, em movimentos muito rápidos. Isso provocava arrepios em todo o meu corpo, trazendo sensações que eu nem sabia que existiam. Gemi de dor e prazer ao mesmo tempo, e, confesso, comecei até a babar pelo canto da boca, de tão dominada que eu estava.
- Barão... meu bem... vai mais devagarrrr... aiiiiii... meu amor, faz mais devagar com a sua cachorrinhaaaaaaa... não machuca sua Elisa não... por favor...! eu falava, tentando me acalmar, enquanto o Barão continuava se movendo dentro de mim, cada vez mais fundo. A dor ainda era muito forte, como se algo estivesse me esticando por dentro, crescendo dentro do meu canal vaginal.
Completamente dominada pelo Barão eu me entreguei ao meu destino. Naquele momento eu era a cachorrinha dele, e ele era o meu macho, o meu dono. E esse pensamento destravou sensações que meu corpo não queria admitir. O inchaço do pinto do cachorro dentro de mim atingiu áreas do meu corpo nunca antes tocadas, e comecei a gozar, do nada.
- Ohhhhhhhhhhh... meu benzinhooooo... que delícia, meu amorrrr... que gostosoooooo... sua Elisa vai... vou... estouuuuuuuu... gozandooooooo...!! - explodi em um orgasmo super delicioso, enquanto o Barão diminuía os seus movimentos e eu agora eu escutava apenas sua respiração profunda na minha nuca, dando a entender que a penetração tinha deixado ele cansado também.
Fez-se um silêncio total no meu quarto, quebrado apenas por nossas respirações. O pênis do cachorro da Dona Zenaide pulsava dentro de mim, liberando uma quantidade enorme de sêmen, cujo objetivo eu já sabia: me deixar prenha. Sim, o Barão entendeu que eu era a cachorrinha dele e iria, na cabeça dele, fazer filhotinhos em mim.
A dor inicial da penetração foi dando lugar a uma sensação muito gostosa, de algo crescendo dentro da minha buceta, me esticando lá dentro, ao máximo. Não aguentei. Travei os meus dentes e me entreguei a mais uma gozadinha que me fez até chorar de prazer.
- Ohhhhh, meu bem... que lindo... tá comendo sua Elisa, tá?... mete gostoso na sua cachorrinha, vai... mete mais, mais... mais fundo... issoooooooooo... ohhhhhhh... sou toda sua agora, meu amor... meu macho gostosooooooooo...! - falei essas coisas enquanto eu sentia algo me esticando por dentro, cada vez mais.
E então veio o susto. O Barão tentou sair de cima de mim e percebi que estávamos grudados um ao outro. Nessa hora todo o prazer que eu tinha sentido antes deu lugar a um choro de dar dó. Comecei a chorar, de desespero, de medo, com receio do cachorro me machucar por dentro. A dor era insuportável, pois agora ele estava tentando tirar seu pinto da minha buceta e um nó enorme estava me mantendo presa a ele.
- Nãoooooooo... não puxa não, Barão... dói muito... aiiiiiiihhh...! - reclamei, tentando manter o cachorro quieto, para que ele não se mexesse muito. Minha buceta estava toda dolorida, como se as beiradinhas estivessem rasgando. Meu deusssss! Tentei puxar também e o pinto dele não saía de dentro de mim de jeito nenhum.
Tentei me acalmar o máximo possível e fiquei alí quietinha, sem fazer qualquer movimento, de quatro, com o meu bumbum empinado, e o Barão babando nas minhas costas, com sua respiração ainda agitada. Meus joelhos já começavam a doer por causa do chão duro e frio.
- Isso, meu bem... fique bem quietinho, tá?... tá gostoso dentro da sua Elisa?... cê tá me comendo?... ahhhhh, meu macho gostoso... tá gozando dentro da minha buceta?... faz filhotinhos na sua cachorrinha, faz... ahhhhhhhh...! - eu gemia baixinho, sentindo o pinto do Barão pulsar dentro da minha buceta, liberando uma enorme quantidade de esperma.
- Ahhhhhhhhhhh!!! - soltei um grito desesperado quando o cachorro da Dona Zenaide deu um puxão forte e seu pênis saiu de dentro de mim, me rasgando. Senti uma dor enorme e me deitei no chão, de bruços, com as pernas abertas, com medo de passar meus dedos na entrada da minha buceta, pois tive a impressão de não ter mais as minhas beiradas.
Enquanto eu estava deitada no chão eu vi como o Barão lambeu todo o seu pênis e depois veio lamber minha periquita e meu cú. Eu estava tão cansada que nem fiz qualquer gesto para impedí-lo. Tudo que fiz foi agradecer por ter passado por todo aquele sofrimento e ainda estar viva.
Vários minutos se passaram até que consegui reunir forças para me levantar e ir tomar o meu banho. Olhei para o Barão deitado em um canto do quarto me olhando, talvez com pena de mim, pois eu estava toda descabelada e fraca, como se um caminhão tivesse me atropelado. Fui até ele, me ajoelhei e fiz um carinho nele.
- Gostou de meter na sua cachorrinha, foi?... eu amei seu pinto na minha buceta, seu gostoso... tú é meu macho agora, é?... sou sua putinha, meu amorzinho, só sua... meu cachorrão safado... vou tomar um banho e depois vou querer mais, tá?... nós vamos foder mais, tá? - falei e o Barão pareceu entender minhas palavras, pois ele rapidamente começou a me rodear novamente.
Durante meu banho percebi que minha buceta estava mais larga, dolorida, toda esfolada, com as beiradinhas bastante inchadas. E minha cintura estava um pouco arranhada também, por causa das patas do Barão me segurando. Mas eu não estava nem aí. Eu queria era aproveitar mais aquela oportunidade que eu tinha esperado por tanto tempo.
E foi o que fiz. Depois de dormir um pouco eu preparei meu jantar, dei bastante ração para o Barão e novamente levei ele para o meu quarto, onde fui possuída por ele por várias horas seguidas. Nunca gozei tanto na minha vida, tirando, é claro, a choradeira na hora que o nó enorme do Barão rasgava as beiradinhas da minha xoxota.
Depois dessa aventura com o cachorro da Dona Zenaide eu já experimentei com vários cachorros, de várias raças, até mesmo com um cachorrinho Shih-Tzu de uma amiga. O pipiu dele era tão pequenininho que fazia era cócegas na minha xoxota, me fazendo rir muito.
Enfim, espero que tenham gostado do meu relato e deixem comentários. Fico muito excitada com os comentários dos contos.
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