Oi, leitores safadinhos e leitoras mais safadinhas ainda! Meu nome é Layanna e tenho 20 anos. Hoje vou contar a vocês um relato erótico 100% real que me aconteceu há uns 2 anos. Espero que vocês gostem e deixem seus comentários.
Quando eu tinha apenas 18 anos, já terminando o ensino médio, eu tinha uma amiga muito íntima que se chamava Fernanda (fictício). Nós duas estávamos sempre juntas e eu contava tudo para ela. Éramos como carne e unha, inseparáveis e sem segredos. Mas um dia foi preciso guardar um segredo dela e, depois disso, nada foi como antes.
Eu e a Fernanda éramos tão grudadas que ela geralmente vinha dormir na minha casa e eu ia de vez em quando passar os fins de semana na chácara que seus pais tinham no interior.
O pai dela, o Seu Arantes, era um engenheiro bem sucedido e, pela sua idade, dava para ver que ele estava muito bem conservado e aparentava cinco ou dez anos mais jovem. Ele era muito simpático e muito agradável, e me tratava como se eu fosse sua filha também. Em um dos fins de semana que fui para a chácara deles, algo aconteceu. E este é o segredo que guardo dela até hoje. Era domingo bem cedinho, e eu estava ainda deitada, com muito sono. Por estar fazendo muito calor, fui para a cama usando apenas uma blusa e calcinha.
- Layanna... Layanna... acorda! - a Fernanda foi até o meu quarto me chamar.
- O que foi, menina? Deixa eu dormir! - falei, sem nem abrir os olhos. - Eu e minha mãe vamos na cidade fazer compras! Vamos também? - ela me convidou. - Ah, estou com tanto sono! E está tão cedo! Podem ir... vou dormir mais um pouco! - respondi. Realmente eu estava muito cansada, pois na noite anterior a gente tinha ficado até muito tarde conversando sobre os meninos da escola.
A Fernanda concordou e ela e sua mãe saíram. E eu fiquei deitada. O problema é que eu não consegui mais dormir, e fiquei esparramada na cama, de bruços, descansando e pensando na vida. Depois de mais ou menos meia hora, o pai da minha amiga foi até o meu quarto.
- Fernanda... você está aí, filha? - ele perguntou baixinho, tentando ver se minha amiga estava lá no quarto comigo. Nessa hora eu fingi estar dormindo novamente. Então o Seu Arantes se aproximou mais da minha cama. - Layanna... oi... está dormindo ainda? - ele sussurrou, e eu fiquei quietinha, sem falar nada. No entanto o pai da minha amiga não saiu do quarto.
Para minha surpresa, senti ele puxando o meu lençol lentamente, com muito cuidado, deixando a minha bunda à mostra. Nesse momento o meu coração parecia que ia sair pela minha boca, de tão nervosa que fiquei, mas continuei fingindo estar em um sono bem profundo, pois eu queria saber até onde ele era capaz de continuar com aquilo.
Passaram-se uns três ou cinco minutos, tudo quieto, mas eu sabia que o Seu Arantes estava alí, pertinho de mim, apreciando o meu traseiro, vendo como a minha calcinha estava enfiada no meio das minhas nádegas. Que loucura! Só o fato de imaginar ele ali me olhando já começava a me deixar excitada. Então senti ele se deitar cuidadosamente na minha cama, ao meu lado.
A respiração dele ficou mais acelerada, típica de uma pessoa que ainda está tomando coragem para fazer uma coisa que ela mesma julga ser imprópria. E eu quietinha, só esperando a próxima ação dele.
Não demorou nem mais um minuto e ele começou a passar a mão suavemente pelas minhas pernas. Meu tesão foi lá em cima. Fiquei muito arrepiada. Mas não fiz nenhum barulho nem me mexi na cama.
Meu corpo era adrenalina pura, e meu coração batia acelerado, ansiosa, sem saber o que ia acontecer em seguida. Fiquei de bruços, exatamente como eu estava, e o Seu Arantes, deitado ao meu lado, foi aproximando o seu corpo do meu, até que senti seu pênis inchado encostar no meu quadril. Nossa! Estava muito duro mesmo.
Fiquei muito excitada e aflita ao mesmo tempo, pois tive receio de ele sair do quarto e não continuar aquela brincadeira gostosa, aquela provocação. Por isso me mexi na cama, empurrando a minha bunda contra ele, para ficarmos ainda mais coladinhos.
Não demorou e ele começou a se esfregar em mim de uma forma muito suave, com o nariz enfiado nos meus cabelos, me cheirando.
Deus do céu! Aquilo estava me deixando a mil por hora. Minha buceta babava de vontade, e eu estava prestes a gritar, de tanto tesão que eu estava sentindo.
Eu tinha certeza que ele sabia que eu estava acordada, pois o meu corpo se tremia todo, mas continuei a fingir que dormia, só para ele não pensar que eu era do tipo de menina que se entregava muito fácil.
Percebi que o Seu Arantes usou uma de suas mãos para desabotoar seu cinto, e isso fez meu sangue gelar. Ele ia me comer mesmo. Sua outra mão estava no meio das minhas coxas, subindo em direção ao fundo da minha calcinha. Seus dedos puderam comprovar o quanto eu estava úmida.
- Está a fim de levar vara, não está, safadinha? - ele sussurrou no meu ouvido, e eu "dormindo" profundamente.
Depois que ele baixou sua calça e cueca, ele me segurou pela cintura e me fez ficar deitada de ladinho, com a bunda virada para ele. Senti ele enfiar o pau no meio das minhas nádegas. Como o pinto dele estava quente e pulsando. Pude sentir que era uma rola bem grossa. Isso me fez ficar ainda mais molhadinha, no entanto, eu ainda estava de calcinha.
- Que gatinha mais cheirosa... que delícia de menina... está dormindo, está?... sua safadinha gostosa! - ele gemia na minha nuca, me apertando em seus braços, enfiando o pau no meio das bandas da minha bunda, como se estivesse me fodendo.
Acho que o contato da cabeça do pau dele contra o tecido da minha calcinha estava deixando o Seu Arantes completamente louco. Sua mão estava dentro da minha blusa, massageando e apertando os meus peitinhos.
E foi então que o pai da minha amiga, tomado de mais confiança, viu que todas as minhas barreiras já tinham sido vencidas. Sua mão que estava nos meus seios foi descendo em direção à minha calcinha, a qual ele puxou para o lado e conseguiu enfiar um dedo em mim. Nessa hora ele teve certeza que eu estava acordada, pois minha xoxota estava tão molhada que eu lambuzei o dedo dele todinho.
- Essa gatinha quer dar, não quer?... vai deixar o papai aqui te comer todinha, não vai, sua deliciosa?... vou te dar pica, Layanna... é isso que você quer, não é?... meninas como você gostam é de rola, sua bucetuda gostosa! - ele ficava gemendo e sussurrando na minha nuca, deslizando seus dedos para dentro e para fora da minha grutinha completamente melada.
Eu estava prestes a gritar, em desespero, para ele meter logo em mim.
Então, como se estivesse lendo os meus pensamentos, o Seu Arantes tirou minha calcinha lentamente, deslizando-a pelas minhas pernas. Depois ele me colocou de bruços novamente e veio beijando a minha bunda, ao mesmo tempo que usava ambas as mãos para abrir e manter separadas as duas bandas do meu traseiro, me deixando toda exposta para ele.
Logo ele começou a chupar minha buceta, dando umas lambidas bem atrevidas mesmo, umas linguadas que percorriam toda a extensão da minha xoxota e do meu cú. Meu corpo se estremecia à cada vez que sua língua roçava o meu clitóris, sem contar a minha vontade de gritar quando ele encostava a pontinha da língua bem na entradinha do meu ânus.
Que loucura! Eu ainda fingia estar dormindo, mas eu não conseguia controlar os meus espasmos, me tremendo todinha, delirando de tesão.
"Oh, deus! Que delícia, que delícia. Não deixa ele parar. Não deixa!", eu falava para mim mesma. A língua do pai da minha amiga era longa, larga, e conseguia encontrar lugares no meu corpo que nenhum outro homem tinha encontrado antes. Eu estava prestes a gozar. Eu não ia conseguir me segurar mais.
Então o Seu Arantes parou de me chupar, e eu continuei deitada de bruços. Rapidamente ele tirou o resto da sua roupa e se deitou em cima de mim, encaixando a cabeça da rola entre os lábios da minha vagina. Eu queria tanto que ele metesse logo, que me penetrasse com seu pau duro e quente.
Mas ele ficava só roçando a cabeça da rola na minha entradinha, me provocando. Ao mesmo tempo ele beijava a minha nuca e ficava falando coisas no meu ouvido.
Eu já estava ficando desesperada de tanto prazer e muito ansiosa, com vontade de ser fodida logo, mas eu não podia falar nada, pois ele deveria continuar acreditando que eu estava realmente dormindo. Então, sem qualquer aviso, o pau do Seu Arantes deslizou para dentro de mim, com força, entrando tudo e se encaixando perfeitamente, pois eu estava super molhadinha, coisa que raramente acontecia comigo.
A pica do pai da minha amiga dentro de mim me provocou um prazer enorme, tanto que senti lágrimas saírem dos meus olhos. Não aguentei e deixei escapar vários gemidos mais altos. Somente um tonto acreditaria que eu ainda estava dormindo, mas não abri meus olhos de maneira alguma.
Fiquei alí quietinha, firme e forte, aguentando as bombadas violentas que o Seu Arantes estava dando na minha pepeca.
Não demorou muito e comecei a gozar, sentindo o meu corpo se arrepiar todo. Nessa hora eu gritei de prazer, e chamei o pai da minha amiga de tarado, safado, de comedor de novinhas, chamei ele de vários nomes, e até xinguei ele. Mesmo assim ele não parou de meter, nem mesmo quando eu ainda tentava recuperar o meu fôlego.
- Delícia de menina... você é gostosa demais, Layanna... vou te foder todinha, sua assanhada! - ele falava o tempo todo.
De repente ele fez um movimento e conseguiu levar sua mão até a minha bunda. Seu dedo foi se aproximando da racha do meu traseiro, procurando o meu cuzinho. Gritei desesperada quando o Seu Arantes enfiou o dedo bem fundo no meu ânus, me arrancando contrações involuntárias.
Meu deussss! E ele fez isso sem tirar o pau da minha xota. Agora ele estava me comendo na buceta e fodendo o meu cuzinho com o dedo.
Gritei e comecei a gozar novamente, dessa vez sem me preocupar com nada. Com certeza minha amiga e sua mãe ouviram os meus berros lá na cidade, a mais de cinco quilômetros de distância. Pela primeira vez na minha vida eu estava gozando pelo cú, e foi uma experiência incrível mesmo.
- Ahhhhhhhhhhhh... caralhoooooooooooo... vou gozar, Layanna! - o Seu Arantes saiu de dentro de mim, deu a volta e começou a gozar bem no meu rosto, lambuzando minha boca, nariz e cabelos com seu esperma quente como brasa. Eu não sabia se ria ou chorava.
Ele tinha me dado dois orgasmos maravilhosos, mas gozar na minha cara sem me perguntar antes já era um abuso. Mas não falei nada, e ficamos os dois deitados na cama, eu de olhos fechados e quietinha e ele acariciando o meu rosto.
- Você sabe que não pode comentar isso com ninguém, não sabe? - o Seu Arantes me falou depois de mais alguns minutos.
- Eu sei sim...! - concordei. - Mas isso não pode se repetir nunca mais! Gosto muito da Fernanda e da sua esposa! E não sou o tipo de menina que fica com homem casado. O senhor promete que não vai me procurar nunca mais? - pedi e o pai da minha amiga concordou.
Então ele deu mais um beijinho rápido na minha boca e correu para o banheiro, para se lavar, e eu fiquei na cama terminando de me limpar com a minha blusa. Depois saí do quarto e fui para a sala. Minha idéia era esperar o Seu Arantes tomar banho e depois tomar o meu banho também.
Mas não tive tempo, pois minha amiga e sua mãe já estavam estacionando o carro na frente da casa. Torci para que elas não notassem o meu rosto ainda vermelho da foda gostosa que tinha acabado de acontecer.
- Oi, Layanna... descansou bastante? - a mãe da minha amiga já veio falando. Elas estavam com um monte de sacolas. - Sim, acabei de acordar! - menti. - Vamos lá no quarto, Layanna... quero te mostrar umas blusas que comprei! - minha amiga me falou e já foi me arrastando para o seu quarto.
Me sentei na cama ao lado dela e ela começou e me mostrar suas novas roupas. De repente ela parou e ficou me olhando por uns instantes. - Você está com cheiro de homem... com cheiro de sexo! - ela me falou, me olhando desconfiada.
- Você tem a mente poluída demais, sua doida! É um creme que passei no meu rosto... vou tomar um banho e já volto! - falei e saí correndo para o banheiro, antes que a mãe da Fernanda também notasse o cheiro do marido dela no meu corpo.
Mas no final tudo correu bem. E o Seu Arantes, como ficou combinado, nunca mais mexeu comigo, mas eu tenho certeza que ele ainda andou um bom tempo me espiando durante as outras vezes que dormi lá.
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