Olá a todos! Meu nome é Renato e voltei para concluir a narrativa da minha estória. Você pode começar a ler aqui ou pesquisar os contos "A calcinha da minha namorada - Parte 1" e "A calcinha da minha namorada - Parte 2" para entender melhor o desenrolar dos fatos.
Depois do acontecido na casa do Walter, eu voltei para a minha casa com o gosto de esperma na boca. A que ponto eu havia chegado? Minha cabeça não parava de martelar esta pergunta. Andei em direção ao meu carro com a sensação de que todos ao meu redor sabiam o que eu tinha feito. Os olhares dirigidos a mim pareciam uma espécie de recriminação. Cheguei até mesmo a dirigir com a cabeça baixa, tentando me esconder. No entanto, o que aconteceu não podia mais ser desfeito. E logo veio à minha mente outra pergunta: será que eu estava mudando a minha orientação sexual? Aquela minha fixação em pornografia tinha feito com que eu marturbarse um rapaz até ele gozar e depois me fez chupar o pau de outro homem.
Nos dois casos eu não tive escolha. Minha excitação tinha me dominado. Foi culpa do tesão que eu estava sentindo. Mas, eu tinha conseguido o que eu queria, que era transformar minhas fantasias em realidade. O que me preocupava era que, nos dois casos, eu fui o submisso. Eu que fiz papel de "mulherzinha", para usar um termo mais adequado. Nenhum dos dois me tocou, isso foi verdade. Fui eu quem os tocou. Tive uma necessidade de fazer isso. Primeiro senti a pica de um cara em minhas mãos, e depois senti a rolona de outro em minha boca. E nas duas oportunidades eu me senti realizado, numa espécie de êxtase.
Foi como se as peças separadas da minha personalidade tivessem se unido em um quadro coerente, mesmo que de forma estranha. Eu finalmente estava me sentindo completo, talvez como nunca estive antes. E as recordações do que tinha acontecido ainda estavam frescas na minha mente, principalmente as palavras do Walter depois que ele gozou:
- Eu quero mais fotos da sua namorada, Renato... não se esqueça, cara! Agora pode ir embora... vou te ligar depois! - ele falou enquanto guardava seu pau e ajeitava sua roupa. Não falei nada. Na verdade eu nem sabia o que falar. Saí de lá com o meu pau tão duro que até dóia. Minha vontade era gozar de novo, mas algo me dizia que outra oportunidade surgiria. Somente quando entrei em casa é que percebi que eu tinha esquecido o pen drive na casa do Walter. "Que merda!", pensei. O sujeito ia bater punheta à vontade olhando as fotos da Jéssica, e talvez poderia até mesmo compartilhar elas com seus amigos punheteiros. Mas já estava feito. Eu não ia perder tempo ficando mais chateado do que eu estava.
Fui tomar um banho e me veio à mente o ocorrido novamente. Bati uma punheta e gozei como um louco. Na minha cabeça vieram as imagens da Jéssica deitada só de calcinha, depois a calcinha dela na minha mão, nas mãos do Walter, e depois enrolada na rola dele, depois eu chupando aquele pauzão. Que loucura! Foi uma das melhores punhetas que eu já bati em toda a minha vida.
Quando a Jéssica chegou em casa eu estava tão sem graça que mal consegui olhar em sua cara, tamanha a sensação de culpa que eu tinha. Jantamos e logo ela disse que ia dormir porque estava muito cansada. Fui para a cama com ela e fiquei lendo um livro, até perceber que seu sono já estava bem pesado. - Hummmm... Renato... hoje não, amor... estou tão cansada...! - ela resmungou e se mexeu na cama quando levantei sua camiseta e tentei tirar sua calcinha. - Só quero te olhar um pouco...!
- Tá... mas não mete não... não quero tomar banho...! - ela falou com a voz realmente cansada e voltou a dormir em segundos.
Terminei de tirar a calcinha dela, peguei meu celular e fiz várias fotos de sua buceta e de sua bunda. A luz da TV me ajudou a disfarçar o flash. Como certeza o Walter ia gostar demais de ver a minha namorada daquela forma. Em seguida vesti a calcinha nela, a abracei por trás e peguei no sono também. Por dentro eu estava com a sensação de dever cumprido.
Uns três dias depois, no período da tarde, eu recebi uma ligação no meu celular. Era o Walter. - Alô, minha putinha... sou eu! - ele falou e estranhei a ousadia. Que coragem a dele me chamar de "minha putinha" daquele jeito. Não gostei nem um pouco. - Alô, Walter! - respondi sério.
- Está sozinho em casa? - Sim, a Jéssica está trabalhando!
- Estou com muito vontade de sentir a sua boca no meu pau, Renato! Quer chupar minha rola de novo? - ele falou e me pegou de surpresa. O cara estava louco? Chupar o pau dele de novo? Minha voz falhou e fiquei completamente mudo.
- Está me ouvindo, putinha safada? - ele insistiu. - Sim... estou ouvindo! - falei com a voz baixa, com muita dificuldade. - Meu cacete está com saudades da sua boca! Você não quer dar uns beijinhos nele, cara? Vem cá, Renato!... eu tenho certeza que seu pau já está duro também!... acertei?
O Walter estava certo. Aquela conversa tinha deixado meu pau tão duro que se eu fizesse um movimento brusco seria até capaz de eu gozar sem nem mesmo me tocar. - Sim... você acertou... estou muito excitado com essa idéia! - respondi timidamente.
- Então combinado, cara!... venha amanhã a tarde, às 17:00 em ponto! Quero mais fotos!... Ah, e tras outra calcinha da sua namorada... mas dessa vez venha vestido nela, entendeu?
Aff! Agora o Walter tinha exagerado. Pedir para eu me encontrar com ele usando uma calcinha da Jéssica? Era o cúmulo do absurdo. Mas eu não tinha como recusar o pedido dele.
- Sim, sim... farei o que você está pedindo!... pode me esperar! - Assim que eu gosto, putinha safada! - ele falou e desligou. Na hora corri para o meu quarto e da minha namorada, peguei uma calcinha dela, vesti e me olhei no espelho. Era loucura demais o que eu estava fazendo. Me deitei na cama, de calcinha, usando uma calcinha da Jéssica, e me masturbei. Gozei como um cavalo.
No dia seguinte, próxima das 17:00hs, fui até a gaveta de calcinhas da Jéssica e escolhi uma calcinha preta, com a parte da frente bem transparente. Só o fato de eu estar me preparando para outro homem já me causou uma forte ereção. Vesti a calcinha e comecei a bater mais uma punheta, não me aguentando de tesão. Mas parei logo, pois eu queria me guardar para o Walter, gozar junto com ele.
Saí de casa com um esforço fora do comum. Uma parte de mim queria muito ir, mas outras partes insistiam em me lembrar que o que eu estava fazendo era errado. Eu era um homem casado, com uma namorada que estava prestes a se transformar em minha esposa definitiva. E agora eu estava indo chupar o pau do Walter novamente, e deixá-lo gozar na minha boca.
Na metade do caminho eu desisti e dei meia volta. Minha cabeça estava muito confusa, mas o desejo falou mais alto. Criei coragem e novamente segui em direção à casa dele. Era algo que eu queria fazer, e não me importei muito com as consequências. No entanto, quando bati na porta e o Walter a abriu, meu coração disparou e quase voltei correndo para o meu carro.
- Você veio mesmo, Renato! É assim que eu gosto... entra! - ele falou com um sorriso e conseguiu desarmar a minha última oportunidade de evitar a minha degradação completa. Era um sorriso irônico, que demonstrava uma segurança sem tamanho. E o brilho de triunfo em seus olhos me deixou sem palavras.
Entramos e fomos diretamente para a sala, como da primeira vez. - Aqui está o pen drive que você deixou naquele dia... trouxe fotos novas?... como te ordenei? - ele falou e estranhei aquela atitude. Me ordenar? O Walter era agora o meu dono? - Sim, eu trouxe!... e acho que você vai gostar! - respondi.
- Conseguiu tirar fotos dela nua? Mostrando a bucetinha? - Sim, aproveitei que ela estava dormindo e tirei fotos da buceta, da bunda, dos seios... ficaram boas... e fiz dela no banheiro também, sem ela perceber!
- Bom demais, Renato!... vamos ver se você fez o seu dever de casa corretamente! - o Walter falou e me deixou de boca aberta. Dever de casa?
Entreguei a ele o novo pen drive e ele o conectou na lateral da TV. Em seguida ele se sentou todo à vontade na sofá e eu já ia fazer o mesmo. - Espera... o que você está fazendo? - ele me perguntou em um tom muito sério. - Eu ia me sentar também... não posso? - perguntei com voz baixa, submisso.
- Eu mandei você se sentar? - Não... - Então fica em pé, Renato!... Fica aí até eu mandar você fazer alguma coisa! - o Walter falou de forma autoritária. Resolvi não contestar e fiquei parado. Nesse momento as fotos da Jéssica começaram a ser exibidos na tela da TV.
Eu havia aproveitado a noite que ela deixou eu tirar sua calcinha, enquanto ela dormia, para tirar closes de sua buceta, depiladinha. E também da sua bunda. As fotos iam passando devagar. Fotos dela de calcinha andando pela casa, as quais eu tinha tirado sem ela perceber. Fotos de seus seios. E fotos que eu tinha tirado discretamente por baixo da saia dela.
O Walter estava encantado com aquilo, e nem piscava. E eu, por minha vez, me senti muito feliz, pois percebi que ele estava ficando com muito tesão, já que o volume de sua rola dentro de sua calça não parava de crescer.
E fazia sentido, já que a Jéssica sempre foi muito bonita e sexy. Por que será que meu desejo por ela estava acabando? E por que aquelas safadezas nas quais eu estava me envolvendo me provocavam tanta excitação, ao ponto de mostrar fotos dela pelada para outros homens?
- Mmmmmm... deliciosa demais essa sua namorada, seu corno!... Que vontade que eu estou de meter minha vara todinha nessa bucetinha pequena! - o Walter falou e meu sangue ferveu nas veias.
- Sim... ela é muito linda... - Linda? É uma gostosa, isso sim! O que uma delícia dessas quer com um bunda mole igual você, cara?... Ela precisa é de um macho que nem eu!
As palavras do Walter, em vez de me deixar chateado, estavam me provocando, me deixando com mais tesão ainda. Nunca imaginei que assumir o papel de submisso fosse me deixar tão excitado. E minha maior surpresa foi quando ele abriu a calça e tirou o pauzão pra fora. - Vem cá, minha putinha... vem pegar no meu cacete... vem! - ele falou e agitou a rola na minha frente.
Nem pensei duas vezes. Me aproximei e fiquei de joelhos entre suas pernas, olhando para o pau dele, só esperando ele pedir para eu pegar naquela rola cheirosa. - Pode chupar, putinha safada... chupa bem gostoso o pau do seu macho...!! - ele me falou, sem desgrudar os olhos das fotos da Jéssica na TV.
Peguei na pica dele com ambas as mãos e cheirei o tronco e a cabeça. Fiquei fascinado com o cheiro de macho dominador. Fechei os olhos e esfreguei aquela rola no meu rosto. Que delícia! Como seria bom se o tempo parasse para eu ficar ali eternamente namorando o pauzão do Walter. Mas ele não podia esperar muito, do contrário ia acabar ficando chateado comigo.
Abri meus lábios e meti o cacete dele todinho na minha boca. E babei bastante, para deixá-lo bem escorregadio. Novamente eu estava mamando no pau do Walter, e para mim aquilo era a melhor coisa do mundo.
- Hummmmm... isso, putinha gostosa... que boquinha gostosa da minha puta!! - ele gemeu e me segurou firme pela cabeça. Logo ele estava fodendo minha boca como se fosse uma buceta macia e suculenta.
A cabeça da rola batia na minha garganta, tentando ganhar mais espaço, e eu chupava e brincava com a minha língua em toda a extensão daquele pedação de carne. Quando senti o gostinho do líquido pré-sêmen eu percebi que eu tinha me tornado uma mulherzinha, a mulherzinha do Walter. Meu pau ficou muito duro. Eu ia ter um orgasmo a qualquer momento, sem me tocar.
- Tira sua roupa, viadinho gostoso! - ele falou, como se estivesse adivinhando a minha vontade de gozar. Soltei o pau dele da minha boca com uma certa tristeza, mas obedeci. Tirei meus sapatos e minha camisa, e logo tirei minha calça. Fiquei na frente dele, vestido com a calcinha da Jéssica, e com o meu pênis duríssimo, saindo pela lateral.
- Ah, se a Jéssica te visse assim agora, Renato... Se ela soubesse o viadinho safado que você é... porque você é uma putinha gostosa... você sabe disso, não sabe?... fala... fala pra mim, putinha safada! - Sim... sou sua putinha, Walter...! - falei com a voz baixa, completamente entregue ao charme daquele macho.
- E você fará tudo o que eu mandar, Renato? - Sim, Walter... tudo... sou seu agora! - Isso, minha puta... é assim que eu gosto... vem... fica de quatro... aqui... neste tapete... olhando as fotos da Jéssica na TV... isso... não... sem tirar a calcinha... vai ficar vestido nela... assim... empina mais essa bunda!
Obedeci e fiquei olhando a exibição constante de fotos e mais fotos da minha namorada, cada uma mais atrevida que a outra. E enquanto isso o Walter tirou toda a sua roupa e se ajeitou atrás de mim. Fiquei completamente sem ação quando, com uma mão, ele puxou minha calcinha de ladinho e veio com os dedos lambuzados de gel ou lubrificante e ficou passando por fora e por dentro da argolinha do meu ânus.
O Walter ia meter seu pau no meu cú virgem, e um medo tão grande se apoderou de mim. Comecei a tremer e ele percebeu. - Precisa ter medo não, minha puta... vou meter bem devagar nesse seu cuzinho apertado! - ele falou e espalhou pequenos beijos nas minhas costas.
E então ele veio. Primeiro senti a cabeça da rola sendo esfregada no meu anel, todo lambuzado e escorregadio. Depois a pressão, leve, mas decidida. - Uhhhhhhhhhhhhhhh...!!! - deixei escapar um gemido de dor quando meu esfíncter cedeu e a cabeça da rola entrou, sendo seguida por um tronco que parecia não mais acabar.
- Que cú mais gostoso, viadinho assanhado...! - o Walter falou e me segurou firme pela cintura, me apertando. O pau dele foi abrindo caminho entre as paradas do meu cú, que piscava descontrolado, tentando reagir àquela invasão, a primeira vez que um pênis me invadia daquela forma. E sem camisinha. O Walter estava metendo no meu rabo sem preservativo.
- Aiiiii... aiiiiii... devagarrrr... por favor... Walter... eu nunca... ohhhhhhhhh... não tão fundo... dói... dói muito! - É pra doer mesmo, putinha... vou enfiar essa pica todinha no seu cú, viadinho... até sair pela sua boca! - ele falou e começou a rir na minha nuca.
Depois de falar isso ele envolveu os braços em torno do meu corpo e me apertou contra si. Senti o calor do peito dele nas minhas costas. E, com uma estocada forte, o pau entrou fundo no meu ânus, me abrindo todinho, me rasgando, e me tocando em lugares que nunca imaginei ser possível.
Gemi, gritei, reclamei, e lágrimas sairam dos meus olhos. Mas em nenhum momento pedi para ele sair de dentro de mim. E acho que ele não o teria feito. Do jeito que o Walter estava me fodendo, eu poderia morrer no pau dele. Ele só iria perceber alguma coisa depois que gozasse. - Ohhhhhhhhh... gostosoooooo... está... muito gostoso... assimmm... meteeeeee... bem fundoooooo... uhhhhhhhhhh... delíciaaaaa!!!
A dor sumiu e o prazer tomou conta de mim. Aquele pau duro e grosso no meu rabo, me espetando fundo e sem parar. O tira e põe cadenciado. O flop-flop da pica contra o meu ânus. A respiração dele na minha orelha. As mãos fortes me segurando. Não me aguentei mais. - Cara... Walterrr... Walterrr... nossaaaa... cara... ahhhh... ahhh... vou gozarrrr... vou gozarrrrr...!
Falei isso e gozei como louco, esporrando no tapete que estava debaixo de nós dois. Gozei com o pau do meu macho atolado todinho no meu cuzinho apertado, lambuzado e muito escorregadio. - Gozou, minha puta?... gozou no pau do seu homem, foi? - Sim... gozei... gozei pra você, meu macho safado!! - falei, com o meu cú contraindo e acompanhando os tremores do meu orgasmo.
- Pois é assim que eu vou fazer com o Jéssica, seu viado assanhado... ela vai ser minha puta... exatamente como você está sendo agora! - Ohhhhhhhhhh... sim, Walter... ela vai ser todinha sua! E foi justamente nessa hora que ele deu uma penetrada mais funda, me arrancando um grito de dor. A porra veio quente, inundando todo o meu ânus, bem lá dentro.
Estava feito. O Walter tinha acabado de se tornar o meu macho, e eu faria o que fosse possível por ele, até mesmo deixá-lo foder a Jéssica. E eu ia assistir de camarote a foda dos dois. E depois eu ia chupar o pau dele, e chupar a buceta dela, pra sentir o esperma dele misturado ao gozo dela. E então eu ia dar o meu cú pra ele, para o meu homem, pra ele me esfolar todo de tanto meter.
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