Com minhas nádegas descobertas, o Gustavo começou a beijá-las sem pressa. Nessa hora comecei a acariciar meu umbigo e fui subindo lentamente até enfiar a mão por dentro da minha blusa, depois dentro do meu sutiã e toquei meus seios. Estavam com os biquinhos assanhados. Belisquei os dois e eles ficaram mais durinhos ainda.
Eu já estava muito excitada mesmo. Tirei as mãos dos meus seios e as deixei paralelas ao meu corpo, esperando os próximos movimentos do meu primo. - Uhhhhhhhhhh... Aiiiiiiii... seu safadooooooo... - falei quando ele me deu um forte tapa em uma das nádegas. - Doeu, Gustavo! - Então deixa eu beijar! - ele falou e beijou suavemente a nádega que ele tinha dado o tapa. Com muito carinho ele passou a língua e depois deu uma leve mordida, me provocando arrepios pelo corpo inteiro. Logo ele foi descendo minha calcinha bem devagar, deixando visíveis minha buceta e meu buraquinho anal.
- Uauuuuu... que gostosa, Muriel... você está demais, prima! - Estou mesmo?... e você está fazendo tão gostoso... toca em mim, faz o que você quiser comigo! - eu disse e levantei uma perna e depois a outra, permitindo a ele terminar de tirar meu shorts e minha calcinha.
Sem qualquer pressa ele tirou minhas sandálias, e eu ainda de costas pra ele, com minha bunda roçando seu rosto. E lá veio ele novamente, alisando minhas pernas e coxas até chegar ao meu traseiro.
Gemi quando ele apertou minhas nádegas e as abriu bem, puxando levemente para cima. Eu pude sentir o meu cuzinho aberto pra ele, pra ele ficar me olhando. - Empina mais um pouquinho e abre sua bundinha pra mim... abre! - ele falou e, pegando minhas mãos, as colocou em minha bunda. Com uma mão em cada lado do meu traseiro eu me abri todinha pra ele, esticando a pele ao redor do meu ânus, bem empinada. Deus do céu! O que meu primo estava fazendo comigo estava me deixando louca.
- Que delíciaaaa... que bundinha mais gostosaaaa!! - ele falou e colocou suas mãos por cima das minhas e juntos abrimos ainda mais minha bunda.
- Ahhhhhhhhhh... meu deusssss... que gostoso, Gustavo...!! - gemi quando ele passou a língua pelas preguinhas do meu cú, e depois foi indo até a entrada da minha buceta. Ele deu beijinhos na minha xoxota e depois voltou para a entradinha do meu ânus, dando lambidas lentas e compassadas. Abri minhas pernas um pouco mais e empinei a bunda, ficando toda aberta pra ele, sentindo sua língua passar pelo meu rabinho e pela minha buceta, me lambuzando com seu cuspe.
Logo senti seu polegar na minha perereca, massageando meus grandes lábios e depois as preguinhas do meu cú. - Muriel... que cuzinho mais gostoso e cheiroso... vai dar ele pra mim, não vai? Não falei nada, apenas deixei escapar uma risadinha nervosa.
O polegar do meu primo continuava passeando pelos meus fundos e percorreu toda a minha buceta. Lentamente ele se aproximou do meu grelo e começou a apertar levemente e fazer círculos. A sensação foi tão gostosa que fechei meus olhos e mordi meus lábios.
- Sua buceta está toda meladinha... está gostando, prima?
- ...Sim!! - respondi com dificuldade. A excitação que o dedo do meu primo estava provocando em mim não me deixava pensar com clareza. De repente ele parou de me acariciar e ficou me segurando pela cintura.
- Deixa seu corpo reto agora! - ele falou suavemente. Endireitei meu corpo para trás e encostei minhas costas em seu peito. Meu deussss! Senti o pau duro dele tocar meu traseiro. Com jeitinho ele pegou em sua pica e ficou passando na minha bunda, dando batidinhas no meu rego.
O pau dele estava muito duro mesmo. E quando percebi ele o estava enfiando no meio das minhas coxas. - Veja como é grande, Muriel... atravessa do outro lado... olha! Abaixei meu olhar até a minha buceta e vi a cabeça e parte do tronco da pica dele aparecendo entre minhas coxas.
Que loucura! Me lembrei daquela brincadeira de cavalinho, na qual a gente montava em um cabo de vassoura e ficava correndo pelo quintal. O pau do meu primo aparecia na frente, curvado para cima, como se fosse uma espada atravessada entre minhas finas pernas.
Coloquei a mão na cabeça da rola dele e fiz um leve carinho. Ele gemeu no pé do meu ouvido. - Nossaaaaa... que pau grande, primo... vai me matar! - falei e dei uma risadinha.
- Vai nada, Muriel... ele vai caber todinho no seu cú, não vai? - ele sussurrou no meu ouvido. Meu primo me abraçou forte por trás e ficou metendo o pau no meio das minhas coxas, como se estivesse me fodendo. Eu sentia a pica dele se lambuzar ao encostar nos lábios da minha buceta toda melada.
Mordi meus lábios e fiquei quietinha, deixando ele brincar comigo. Logo ele levou uma mão até a minha bunda e apertou minha nádega e a levantou um pouquinho, para encaixar melhor sua piroca no meu rego. Depois a mão dele veio para a frente e um de seus dedos tocou meu grelo.
- O que você vai fazer, heim? - perguntei com a voz bem baixinha. Ele não respondeu, e ficou massageando meu grelo, enquanto eu movimentava meu corpo para a frente e para trás, deslizando minha buceta no pau melado dele. Parecia até um pau de sebo no meio das minhas pernas.
- Ohhhhhh... meu deusssss!! - Está gostoso? - Mmmmmmmm? - Você está gostando? - ele me perguntou novamente, dedilhando meu clitóris ainda mais rápido.
- Ahhhhhhhhhhhhhh...!! - soltei um gemido e perdi o equilíbrio, caindo pra frente. - Vem cá... vem! - ele falou e me abraçou firme pela cintura, evitando que eu caísse. Em seguida ele me soltou e foi até sua cadeira e se sentou, abrindo bem as pernas.
- Vem! - meu primo falou e estendeu sua mão para que eu lhe desse a minha. Deus do céu!! Eu estava até assustada ao ver o pau do Gustavo daquele jeito, grosso e duro, apontando para cima.
Eu me perguntava como aquilo ia entrar em mim. É claro que eu não era virgem, mas definitivamente eu não estava preparada para uma rola daquele tamanho.
Me aproximei dele e, sem dar a ele a minha mão, montei nele, uma perna de cada lado, e beijei sua boca. Ele me abraçou e suas mãos acariciaram minhas costas. Enquanto nos beijávamos ele enfiou uma mão por baixo de mim e encaixou seu pau na minha entradinha, pincelando por alguns segundos.
Fechei os olhos e ele beijou meu pescoço. Meu primo ia meter em mim, e ele ia me rasgar com seu pau. Joguei o corpo para a frente, apoiando minha cabeça em seu ombro. - Você é uma delícia, Muriel! - Obrigada, primo! - respondi com uma risadinha.
Olhei para ele e nossos olhares se encontraram. Me vi no reflexo de seus olhos. E aí aconteceu. - Ohhhhhhhhhhhhh... meu deussssss... devagarrrrr...!! - tentei falar mas já era tarde. Ele me puxou pela cintura e seu pau entrou em mim, deslizando pra dentro da minha buceta.
Engoli minha saliva e cravei minhas unhas em seus ombros. - Ahhhhhhhhhhhh... que bucetinha gostosaaaaaa... prima... que delícia!! - ele gemeu e falou ao sentir seu pau todinho dentro de mim.
- Ohhhhhhhhh... Gustavooooo... está tão grandeeeeee...! - gemi, o abracei gentilmente pelo pescoço e enfiei meu rosto em seus cabelos. Suas mãos me seguraram firme pela cintura e começaram a levantar e abaixar meu corpo. Ele me levantava um pouquinho e me soltava, me fazendo descer na pica dele, até o talo.
- Nossaaaaaaa... ahhhhhhhhhhh... uhhhhhhhhh... - eu gemia no ouvido dele. Eu estava muito excitada e minha buceta babava, de tanto tesão que eu sentia. Logo eu mesma comecei a me movimentar sozinha, rebolando, subindo e descendo gostoso em sua pica dura e toda melada.
- Ahhhhhhhhhhh... isso, Muriel... assim.... Uhhhhhhhhh!!! - Assim?... é assim que você gosta, é? - perguntei no ouvido dele, com a minha voz trêmula e rouca. - ... Simmmmm... assim mesmo!!!
Seu pênis entrava e saia suavemente da minha buceta, massageando e esticando a entradinha dela. Eu me sentia totalmente lubrificada e melada, o que facilitava muito a penetração e o nosso prazer.
- Rebola mais rápido... rebola gostoso na pica do seu primo... vem! - o Gustavo falou como se estivesse me suplicando. Ele estava mesmo muito excitado e seu pau parecia crescer mais ainda. - Assim, seu safado? - perguntei e melhorei minha rebolada.
- Ahhhhhhhh... caralhooooooooo... sim... maissssss... mais rápido!!! - ele pedia e ficava olhando para o teto, com os olhos semi-fechados. Que lindo ver meu primo daquele jeito. Parecia que ele ia gozar a qualquer momento. Mordi o pescoço dele e fodi seu pau deliciosamente. Fazia tanto tempo que eu não trepava tão gostoso.
Suas mãos seguraram firme nas minhas nádegas e ele ficou me esfregando no pau dele. Que loucura!! Tive que morder meus lábios para não gritar como louca. - Mete, Gustavoooo... está tão gostosooooo, primo... mete esse pauzão dentro de mim!! - falei baixinho e me arrepiei todinha.
Nossos corpos estavam grudados e então resolvi tirar minha blusa e roçar os biquinhos dos meus seios no peitoral do meu primo enquanto ele me fodia. Mal tirei meu sutiã e ele veio com a boca nos meus peitos, como se fosse um bebê faminto.
- Issssoooooo... delíciaaaaa... mama neles, mama...! - falei e meu primo lambeu os biquinhos deliciosamente, chupando e sugando, como se quisesse beber leitinho nas minhas tetas. Me senti ótima dando de mamar pra ele enquanto eu subia e descia naquele cacete todo lambuzado pela minha pepeca.
Logo ele se inclinou para a frente e veio mais para a beirada da cadeira, me abraçando pela cintura para que eu não caísse. Em seguida ele enterrou seu rosto no meu pescoço e seu pau entrou bem fundo em mim. Levantei meu corpo um pouco para escapar, mas ele me puxou com força.
- Ahhhhhhhhh... que buceta mais gostosa, Muriel! - ele falou e abracei sua cabeça, colando nossos corpos de novo. Suas mãos novamente levantaram meu corpo e me deixaram cair, fazendo com que seu pau entrasse todinho em mim, bem fundo.
- Meu deussssssss... Gustavoooooo... você vai me matar desse jeito...!! - Vem, minha priminha cheirosa... rebola bem gostoso no meu pau!
Montada nele e com os joelhos flexionados, eu podia fazer tudo que ele me pedia, e seu pau massageava toda a parte interna da minha xoxota, me levando à loucura.
- Sim... que gostoso, primo... ahhhhhh...! - eu falava e pulava em cima dele. - Ahhhhhhhhhh... Muriel... continua... isso... desse jeito, prima!
Com suas mãos na minha bunda ele assumiu o controle dos meus movimentos e meteu em mim com força e aumentou ainda mais o ritmo.
- Ohhhhhhh... deliciosa... que prima mais gostosa... que buceta quentinha e melada... rebola mais... rebola! - Ahhhhhhh... meu deussss... que d-d-d-delícia... a-a-a-assim? - Sim, Muriel gostosa... assim mesmo... gosta de ser fodida assim? - meu primo me perguntou, muito excitado.
- Sim... eu gosto... está tão gostoso dar pra você, primo...! - falei e me agarrei a ele com todas as minhas forças. Nos beijamos mais um vez, como dois namoradinhos. - Ahhhh... que buceta apertadinha... fazia tanto tempo que eu não comia uma xoxotinha tão gostosa!
O Gustavo falou isso e foi aproximando seus dedos da região que separa o meu cú da minha buceta. Logo seu dedo acariciou o anelzinho do meu ânus.
- Uau!! Ele já está um pouco aberto... querendo pica! Que delícia, prima! - Está? E dele, você gosta também? - perguntei com a minha boca grudada na dele.
- Sim... adoro o cuzinho de meninas magrinhas iguais a você! - ele falou e senti seu dedo enfiando lentamente no meu cú. - Ahhhhhhhhhhhh... sem enfiar o dedo, Gustavo... acho que não estou preparada!!
- Vamos... deixa eu brincar um pouquinho com ele? O dedo do meu primo já tinha entrado a metade no meu cú. Deixei ele fazer o que ele queria e continuei subindo e descendo em seu pau. Logo ele retirou o dedo e o enfiou novamente, desta vez acompanhado de um segundo dedo, o que fez meu orifício anal ficar ainda mais esticado.
- Agora doeu um pouquinho... deixa só um dedo mesmo! - Fica tranquila... daqui a pouco pára de doer! Eu já tinha dado meu cú mais de uma dezena de vezes. E o meu primo o merecia. Abracei-o fortemente e deixei ele girar seus dedos dentro do meu ânus, enquanto seu pau castigava minha buceta.
[Continua em: Flagrei meu primo batendo punheta - Parte 3 - Final]
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