No bosque à noite com a minha prima - Parte 1

Publicado por apaixonado35 em 13/01/2025
Categoria: Incesto
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Olá, pessoal do site Estórias de Sexo. Sou um leitor assíduo das histórias contadas pelos usuários, principalmente os relatos eróticos sobre incesto. Sempre tive vontade de contar a minha história também, mas nunca encontrei coragem. Hoje, finalmente, acho que chegou a hora e espero que vocês gostem.

Sempre que chegavam as férias escolares eu viajava para visitar alguns parentes no interior do estado. Os povoados e lugares mais afastados não contavam com o conforto da capital, mas eu curtia esse isolamento. Eu gostava muito da vegetação, do ar puro, da paz, tranquilidade e comida caseira.Nem preciso dizer que durante as férias eu engordava muito, mais do que um ano inteiro na cidade grande. Por alguma razão, que ainda desconheço, o campo sempre me deixava muito excitado. Eu andava o tempo todo de pau duro e cheio de tesão.

O simples fato de me imaginar fodendo uma gatinha linda ao ar livre ou debaixo das imensas árvores e arbustos das cercas que rodeavam a chácara da minha avó já era o suficiente para que eu, todos os dias, me dirigisse a esses lugares para bater uma punheta e gozar como um louco.E assim os dias das minhas férias iam transcorrendo, sem muita variação. Na cidade onde eu morava a minha vida era normal, mesmo sendo uma cidade grande. Meus estudos, as festas, as meninas, tudo dentro da normalidade, sem muitas variações também.

Mas em uma das minhas férias aconteceu algo que as tornaram diferentes das outras. Eu já tinha 19 anos e novamente fui para o campo, como todos os anos. Mas desta vez ia ser diferente. Eu tinha terminado o colégio e provavelmente estas seriam as minhas últimas férias prolongadas.

Ao chegar à chácara da minha avó eu tive uma surpresa. Na mesma casa estava morando o meu tio Jorge, irmão da minha mãe, e sua família. Eu não conhecia o tio Jorge pessoalmente ainda e, para alegria dos meus olhos, ele tinha se casado com uma mulher muito linda e muito mais jovem que ele.A Valéria, esposa do meu tio, tinha uns 33 anos e meu tio uns 48. "Que maravilha!", pensei. Finalmente eu ia ter uma mulher bonita pra ficar de olho de vez em quando, já que, além da minha avó, as únicas fêmeas que haviam na chácara eram as vacas e galinhas.

A família do meu tio era composta por ele, minha "tia" Valéria, meu primo de 12 anos e minha prima de 16. Nem dei muita importância para aos meus primos, pois a minha prima Brenda era de uma chatice sem igual. Ela vivia emburrada e ficava falando alto com a minha avó o tempo todo. Mas eu já estava alí mesmo. Então o jeito era aproveitar ao máximo minha estadia.

Depois de uns três dias que eu tinha chegado, meu tio me pediu que eu acompanhasse a minha prima até uma chácara vizinha para pegar uns documentos que ele necessitava. Nem preciso dizer que o vizinho mais próximo ficava a umas 2 horas de caminhada.Reclamei que era longe e que poderíamos ir a cavalo ou bicicleta, mas meu tio argumentou que ele e outro peão iam precisar sair para resolver outro problema. Como eu vi que não tinha saída mesmo, acabei aceitando e eu e a Brenda saímos para a nossa "caminhada" por volta das 5:00hs da tarde.

Eu estava muito chateado por ter que andar toda aquela distância, e mais ainda por estar com a minha prima, que só falava besteiras. Mas fui aguentando. Chegamos na chácara do vizinho, pegamos os documentos e começamos a caminhada de volta.

Já na ida eu ia caminhando atrás da Brenda, para que ela me guiasse pelos atalhos que a gente ia pegando, mas foi somente na volta que comecei a prestar atenção na bunda dela. À medida que subíamos pelos morros e passávamos por cercas, eu pude notar que a bundinha dela era redondinha, durinha e bem maior do que parecia.

Enquanto ela caminhava na minha frente eu não conseguia mais tirar os olhos daquelas nádegas, dentro daquela calça legging coladinha ao corpo. Nas vezes que ela precisava se abaixar para passar debaixo de uma cerca ou outra coisa, sua calça descia e eu podia ver um pedacinho de sua calcinha, e isso fazia o meu sangue ferver.

De uma hora para outra comecei a prestar atenção nas coisas que ela me falava e percebi que a Brenda não era tão chata quanto parecia. Enquanto ela falava comigo eu a olhava, observando os detalhes de seu corpo. Ela media uns 1,60m de altura, loirinha com umas sardas no rosto, pele branca e uns peitinhos pequenos mas bem redondinhos e firmes.

A boca dela era bem bonita, embora ela nunca estivesse de batom ou qualquer outro tipo de maquiagem. Mas o que me chamava mesmo a atenção era aquela bundinha durinha e suas nádegas dando umas tremidinhas à medida que ela andava. Comecei a pensar umas loucuras e meu pau ficou duro igual uma barra de ferro.

Anoiteceu justamente quando íamos atravessar um bosque um pouco mais fechado, e pelo qual teríamos obrigatoriamente que passar. Ele ficava paralelo a uma cerca e, devido à escuridão da noite, parecia até um pouco assustador. Estávamos conversando animados quando a Brenda de repente segurou a minha mão.

- Matheus... estou com medo... nosssaaaaa... nunca passei aqui à noite! - ela falou e não largou mais a minha mão. Apenas concordei com ela e continuamos a caminhar de mãos dadas. Depois de uns 10 minutos o inesperado aconteceu.

- Eitaaaaaaa...!! - ela gritou ao escorregar em uma encosta. Como ela estava segurando firme na minha mão, eu perdi o equilíbrio e caí junto, ou melhor, em cima dela. Rolamos umas três vezes até pararmos e começamos a rir, e ela reclamando dos arranhões nos cotovelos. Não me machuquei muito, apenas minhas mãos doeram um pouco.

Por sugestão dela decidimos parar e descansar uns minutos, já que faltava ainda quase a metade do caminho para chegarmos em casa. Nos encostamos em um galho que pendia de uma árvore e ficamos parados, conversando. Enquanto ela falava de mil coisas eu apenas a observava, de cima abaixo. Até que não resisti.

Aproveitei a pouca luz da lua que penetrava através das árvores e, sem dar qualquer aviso e sem pensar nas consequências do que podia acontecer, segurei a Brenda pela cintura e dei um beijo bem na boca dela.

Ela não esboçou qualquer reação. Apenas fechou os olhos e se deixou levar. Lentamente ela foi abrindo os lábios para receber minha língua, que logo tocou a ponta da língua dela, molhadinha de sua saliva. Percebi que ela movimentava os lábios toda desajeitada, como se aquela fosse a primeira vez que ela estava sendo beijada na boca.

Nosso beijo durou algo em torno de uns 2 minutos. Finalmente a soltei e ela ficou me olhando, tentando entender o que tinha acontecido.
- É a primeira vez que você está beijando, não é? - perguntei a ela e acabei me arrependendo, já que aprendi que esta pergunta deixa a menina na defensiva.

- Sim... é a primeira vez mesmo! - ela respondeu, sem demonstrar estar chateada com a pergunta.
- E você gostou?
- Sim... adorei! - ela falou toda sorridente.
- Quer continuar? - perguntei e a abracei por trás.

- Eu quero... muito... Matheus... mas tenho medo... eu nunca fiz isso! - ela falou com voz tão baixa que quase não ouvi. Abracei-a mais carinhosamente.
- Não precisa ter medo, prima... vou te ensinar umas coisas e quando você quiser parar, basta falar "pára" que paramos na mesma hora!

Ela me olhou e apenas balançou a cabeça. Voltei a abraçá-la fortemente por trás, encostando minha ereção em sua bunda. Que tesão da porra! Nessa hora eu desejei que a minha prima fosse muda para que ela não falasse "pára" de forma alguma.

Meu pênis a essa altura estava tão duro que até doía, querendo furar minha cueca e minha calça e saltar pra fora. Poucas vezes eu tinha ficado tão excitado quanto naquele início de noite. E a Brenda alí, deixando eu beijar sua nuca e orelha, gemendo baixinho nos meus braços.

Tirei a minha jaqueta e a forrei em um enorme tronco caído perto de onde estávamos. Em seguida eu e a Brenda nos sentamos nele, de cavalinho, um de frente para o outro. Levantei as pernas dela e a puxei para mim, de forma que ficamos perfeitamente encaixados e colados. Voltei a beijar sua boquinha com muita paixão.

O fato de estarmos alí sozinhos naquele bosque fazia meu tesão aumentar cada vez mais. Minha prima já respondia totalmente aos estímulos provocados pela minha língua e por meus lábios e aprendia rapidamente a corresponder a eles. No início as mãos dela estavam paradas, mas logo começaram a fazer carícias em meus cabelos.

Continuei beijando a boca da Brenda e com a ajuda do meu corpo eu fui empurrando ela para trás, suavemente, até deixá-la deitada em cima do tronco, com suas pernas enroladas na minha cintura. Então comecei a acariciar seu rosto, seus cabelos, os ombros, e lentamente fui descendo as mãos em direção aos seus seios.

- Matheusssssss... o que você vai fazer, heim? - ela perguntou com a voz trêmula. Eu não queria que ela se assustasse e saísse correndo para contar meu atrevimento para a minha tia ou, pior ainda, para o meu tio. Segui bem devagar com as minhas mãos, até colocá-las bem em cima dos dois peitinhos.

Nessa hora minha prima fechou os olhos e suspirou deliciosamente. Muito satisfeito eu apertei os seios dela e vi que eles eram realmente bem durinhos, bem torneados e maiores do que pareciam ser.
- Ssssssssssssss...!! - ela gemeu baixinho quando enfiei as duas mãos por dentro de sua blusa.

Empurrei a blusa e o sutiã dela para cima e toquei suavemente seus seios, com os bicões redondos e macios. Que pele mais gostosa! Apertei e massageei os peitinhos dela e ela alí, quietinha, sem falar nada. Mas percebi que sua respiração ficou ofegante, acelerada e cada vez mais alta.

Enquanto eu apertava os mamilos dela eu fui aproximando a minha boca. Primeiro cheirei um dos peitinhos e depois abri meus lábios e o abocanhei calmamente. Minha prima levou suas mãos à minha cabeça.
- Ahhhhhhhhhhhhhhh...! - ela gemeu e, me segurando pela cabeça, apertou minha boca contra seu peitinho.

Chupei bem gostoso, dando pequenas mordidas e lambidas. Fechei os meus olhos e cheguei à conclusão que aquilo era o paraíso. Que pele mais suave! Que par de peitinhos mais deliciosos, com cheirinho de suor. E o melhor de tudo é que a minha prima não tinha falado "pára".

Depois de beijar e chupar os seios da Brenda por mais uns segundos, comecei a baixar as minhas mãos por sua barriga, descendo, massageando com os dedos. Nessa hora ela abriu os olhos e ficou me olhando atentamente. Pulei sua região íntima e fui até suas pernas.

Nossos olhares se encontraram enquanto eu fazia uma deliciosa massagem em suas pernas, por cima de sua calça legging. Fui subindo, tocando, apertando delicadamente suas coxas e quadris, sem tocar sua bucetinha. Fiz isso para que ela se acostumasse com os toques das minhas mãos.

- Eitaaaaaaaa!!! - ela deu um salto no exato momento que um de meus dedos foi em cima de sua xoxota, ainda protegida por sua calça e calcinha. Vi que ela tinha se assustado.
- Tem algum problema tocar nela?
- Nãoooooo... é que nunca fiz isso, Matheus! - ela respondeu muito sem graça.

- Você quer que eu continue?
- S-s-sim... estou... a-a-a-adorando isso...! - ela respondeu com um sorriso. De imediato aumentei as minhas carícias na bucetinha dela, por cima de sua calça. Sua respiração aumentou muito e ela me acompanhava com movimentos dos quadris conforme eu massageava e apertava sua xoxota.

- Ahhhhhhhhhhhhhhh...! - ela fechou os olhos, fez um arco com a coluna e deixou escapar um gemido alto e agudo. Que delícia! Minha prima tinha acabado de gozar na minha mão. Fiquei parado esperando a respiração dela voltar ao normal. Logo ela abriu os olhos e sorriu, mas não falou nada, apenas mordeu o lábio inferior.

Lentamente puxei a calça dela um pouco para baixo e enfiei a mão dentro de sua calcinha. Percebi que sua xoxotinha estava toda meladinha. Nunca vou esquecer a deliciosa sensação de estar tocando a xaninha dela pela primeira vez, quentinha, úmida, suadinha, com uma fina penugem e toda inchadinha.

- Que loucura a gente tá fazendo, né, Matheus? - a Brenda me falou baixinho, mas, como não escutei a senha "pára", eu continuei. Primeiro eu esfreguei meus dedos suavemente na buceta dela, tocando e apertando o clitóris de leve. Depois eu enfiei um dedo em sua entradinha úmida e apertada.

Nessa hora ela segurou meu braço, como se quisesse que eu recuasse. Esperei um pouco, mas não tirei o dedo. Voltei a enfiar mais fundo e ela deixou. Adicionei mais um dedo e fiz uma deliciosa masturbação nela. Minha prima gemia baixinho e cadenciado. O cheiro de buceta que subia e invadia as minhas narinas estava me deixando louco.

Depois de brincar um pouco com o calorzinho da grutinha da minha prima eu comecei a tirar seus tênis lentamente, e ela quietinha, de olhos fechados. Depois de tirar seus tênis e suas meias eu tirei sua calça, deixando-a somente de blusa, sutiã e calcinha. Nessa hora percebi que ela ficou um pouco apavorada.

- O que foi, amor?... não quer continuar? - perguntei calmamente.
- Simmmmmm... eu quero... é o que mais quero, Matheus... mas se chegar alguém...! - ela falou com a voz trêmula.
- Não vai chegar ninguém não, Brenda... e se chegar a gente se esconde! - falei e ela riu, mais calma.

Prendi meus dedos em sua calcinha e fui puxando lentamente. Um pouco hesitante ainda ela levantou o corpo e a calcinha, toda melada no fundo, foi descendo por suas coxas e pernas. A luz da lua me permitiu ver uma xoxotinha muito pequena, com os grandes e pequenos lábios desenhados à perfeição.

Me agasalhei no meio das pernas dela e dei uns beijinhos em suas coxas. Nossas respirações e gemidos já estavam à mil por hora, e eu alí tranquilo, continuando com os meus ensinamentos.
- Abre suas pernas mais um pouquinho... vou te dar um tipo diferente de beijo agora, tá? - falei e ela ficou me olhando por alguns segundos.

Como não houve nenhum pedido dela para parar, Ajeitei seu corpo no tronco de forma a facilitar a minha investida. Em seguida abri as pernas dela lentamente, sentindo sua pele, que, apesar de não ter os cuidados das meninas da cidade grande, estava perfeita, suave, com pelinhos bem finos.

Aproximei meu nariz de sua xoxotinha e senti o cheiro suave, ainda que penetrante, de buceta suadinha, cheirinho de xixi.
- Uhhhhhhhhhhhhhhhhhh... Matheussssssss...! - ela falou e percebi seu corpo se tremer todo quando minha língua tocou seu clitóris. Novamente ela levantou os quadris levemente e empurrou a xaninha de encontro à minha boca.

Seu grelinho estava duro e inchado. Beijei, chupei e dei mordidinhas nele, sempre acompanhando de chupadas completas em toda a xoxota. Minha prima gemia descontrolada e não demorou muito pra ela soltar um gritinho abafado e me falar que tinha gozado de novo. Nessa hora senti a cabeça do meu pau melar toda, de tanto tesão que eu estava sentindo.

- Você gostou? - perguntei vendo o seu jeitinho meigo de ficar me olhando.
- Sim... adorei... nossaaaaaaa... primeira vez que faço isso... nunca pensei que fosse tão gostoso... quase desmaiei! - ela respondeu e começamos a rir.

- Você quer continuar a nossa aula? - aproveitei que ela ainda estava sorrindo e perguntei.
Ela pensou por alguns segundos, deu uma olhada ao redor e voltou a me encarar.
- Simmmmmm... eu quero... mas se eu falar "pára" a gente pára na hora, tá?

Concordei e voltei a beijá-la. Minha prima agora já respondia aos meus beijos de forma bem mais ousada, chupando a minha língua e me apertando contra o seu corpo. Peguei sua mão e a coloquei sobre o meu pau, por cima da minha calça. No início ela pegou com receio, mas depois apertou levemente, como se não soubesse bem o que fazer.

- Veja como ele tá duro, Brenda... por sua causa, sabia? - falei no ouvido dela e senti como ela acariciava minha vara por cima da minha calça. O movimento de sua mão demonstrava que ela nunca tinha tocado um pênis antes, e continuava alisando, passando as pontas do dedos, e eu gemendo gostoso no pescoço dela.

- Pega nele... pega! - cochichei no ouvido dela e ela, lentamente, abriu o botão da minha calça e desceu o zíper. Em seguida ela enfiou a mão na minha cueca e segurou bem na metade da minha pica. Meu pau pulsou e senti como sua mão o abraçava, apertava e fazia o reconhecimento.

Rapidamente tirei a minha calça e a minha cueca, ficando apenas de camiseta. Me sentei no tronco novamente e a Brenda se agasalhou entre as minhas pernas e não parou de tocar minha rola, delicadamente, alisando desde a cabeça até as bolas. E eu já estava quase no meu limite.

- Vou te mostrar como fazer! - falei e, pegando por cima da mão dela, mostrei como bater uma punheta. Que gostoso sentir sua mão subindo e descendo na minha vara. Minha prima gemia baixinho e me olhava atentamente, tentando enxergar minhas expressões na escuridão que já envolvia o bosque.

Após alguns minutos a Brenda já estava uma profissional em masturbar um homem. Ela subia e descia a mão em um rítmo gostoso e cadenciado, soltava e depois apertava meu pênis. De repente ela começou a aproximar o seu rosto da minha barriga, talvez para ver o meu pau mais de perto.

- Você gozou?
- Não... ainda não... por que?
- Tem um líquido saindo dele... acho que você gozou, né?
- Não... esse líquido aí é por sua culpa, prima... é pra mostrar que estou com muito tesão e lubrificar a cabeça do pau! - tentei explicar.

- Que doido, né? - ela falou e começou a rir.
- É mesmo!... você quer provar?
- Deus me livre... isso deve ser ruim demais, Matheus... as meninas do colégio falam que tem um gostoso horrível!

- Experimenta, Brenda! - insisti. - Se você não gostar você pode cuspir e parar! - falei e ela ficou em silêncio, pensando. Ela estava em dúvidas se deveria fazê-lo ou não. Peguei na nuca dela e empurrei delicadamente em direção ao meu pau. Ela beijou a cabeça da rola e passou a ponta da língua.

- Hummmm... é um sabor diferente... desconhecido... mas não é ruim não... meu deussssss... isso é loucura demais, Matheus! - ela falou e, mesmo na escuridão, vi seus olhos brilharem.
- Isssooooo... beija mais... isso... assim... ahhhhhh... agora abre mais a boca e dá um beijo de língua nele!

Que coisa mais gostosa! Minha prima estava tratando meu pau como se ele fosse seu namoradinho.
- Sua boca é muito gostosinha, Brenda... uhhhhhhh... abre a boca e chupa ele... como um sorvete... isso... engole e volta chupando... passando a língua... ahhhhhhhhhh... que delícia, prima!

- Assim?
- Sim... ahhhhhh... que gostosooooo... sssssss... issoooo... abre bem a boca... issso... engole tudo e aperta os lábiosssss... ahhhhhhhh... que delíciaaaaaa... meninaaaaaa! - eu falava e a Brenda chupava minha pica como se o mundo fosse acabar. De repente ela começou a babar e deixar meu pau todo lambuzado.

- Ahhhhhhhhhhhh... vou gozarrrrrrr... páraaaaa... páraaaaa... senão eu vou gozar... na sua boca! - falei e empurrei o rosto dela calmamente, para que ela tirasse meu pênis de sua boca. Ela recusou e me olhou com um sorriso.
- Sou eu que devo falar "pára", esqueceu?

Ela falou isso e voltou a abocanhar minha vara, chupando com mais dedicação e carinho. Não aguentei mais.
- Eitaaaaaaaaaa... porraaaaaaaaa... estou... gozandoooooooo... ahhhhhh... que delíciaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...! - gemi como um louco e meu pau cuspiu meu sêmen quentinho na boca da minha prima.

- Ohhhhhhhhhhhh... goza... goza gostosoooo!! - ela falou, segurando o meu pênis entre os lábios.
- Ahhhhhhhhhh... issooooooo... engole tudo, Brenda... engole toda essa porraaaaaa... é todinha sua, priminha linda! - falei e vi como ela gemia e tentava engolir até a última gota de esperma.

Estiquei minha mão e toquei sua bucetinha. Estava muito babada, o que me fez pensar que ela tinha gozado exatamente no mesmo momento que eu gozei. Não sei se foi por causa da minha excitação por causa do campo ou foi o tempo que fiquei sem meter em uma garota. A verdade é que gozei igual um cavalo.

[Continua em: "No bosque à noite com a minha prima - Parte 2"]

Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Comi a minha prima na fazenda do meu avô. Fui visitar os meus tios no interior e meti gostoso na minha prima. Deixei o meu primo ver a minha calcinha por debaixo da minha saia. Meu primo adora me ver só de calcinha. Gozei nas calcinhas da minha prima. Aproveitei que o meu primo estava bêbado e chupei o pau dele. Ainda não me decidi se dou minha buceta para os meus dois primos. Descobri que minha prima é doida de vontade de dar pra mim. Comi a minha prima e sua amiga por horas. Estou perdidamente apaixonada pelo meu primo. Minha prima é muito linda e gostosa. Meus primos me comeram durante várias semanas. Fui com as minhas primas para o riacho e meti gostoso nas duas. Quando eu era menino eu comia demais as minhas primas novinhas.

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Nossa que dlç de conto, fiquei c tanto tesão que quase gozei...vc não quer ser minha amiga tbm ????
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Adorei,desde novinha já safadinha,bom conto estou estourando minha calça.....
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Adorei,que dlç de conto,e como td aconteceu, fiquei super excitado...bjs
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que delícia fiquei excitado e acabei mim masturbando
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Seu Carlos fez vc revelar a puta inrustida em vc e agora todas fantasias que vc nem sabia que tinha estão sendo realizasas
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Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
04/03/2025
Comedor de Casadas
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BH - MG
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
04/03/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícia de conto erótico, adorei sua aventura,eu já passei por uma experiência dessa lá nos anos 80 kkkk
04/03/2025
Gostosa
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Que delícia que conto mais gostoso muito bom ensinar a uma novinha os prazéres da vida
28/02/2025
Comedor de Casadas viúvas e+
Sexo: Masculino
BH - MG
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
Sexo: Masculino
BH - MG
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícioso fato vividos por vc e o marido da sua amiga,pena que vc não mora aqui perto de mim gata bjosss
17/02/2025
Comedor de casadas
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Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
17/02/2025
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Delicia de relato, imaginei a cena!
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Muito bom esse conto gostaria de experimentar um dia
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