E assim o resto das minhas férias da faculdade foi passando. Sempre que minha mãe saía de casa, meu irmão vinha correndo me procurar. E eu já via isso como um tipo de responsabilidade minha. Eu estava ajudando meu irmão a se "aliviar" e mantendo-o longe das calcinhas da minha mãe.
Bastava ele chegar perto de mim com aquele olhar de "pidão" para a coisa acontecer. Algumas vezes eu apenas o assistia enquanto ele batia suas punhetas. Eu ficava com água na boca, com vontade de chupar a pica dele, mas eu tinha muito medo de tomar a iniciativa. Tudo que eu fazia era deixá-lo gozar nas minhas mãos e depois corria para o banheiro pra lavar. Outras vezes, porém, eu tirava meu top e sutiã e deixava ele gozar em cima de mim, no meu pescoço, queixo e seios. Depois que ele gozava eu corria como uma louca para o banheiro. Nessas horas ele devia imaginar que eu ia me limpar. Mas, em vez disso, eu ficava olhando meus peitinhos no espelho, lambuzados com a porra dele. Depois eu lambia tudo, como uma gatinha faminta.
Sempre que eu ia para o banheiro lamber a porra que meu irmão gozava nos meus seios, braços e mãos, eu acabava fazendo a mesma coisa: me masturbava até atingir os orgasmos mais deliciosos da minha vida. Eu adorava ficar peladinha, me olhando no espelho e tocando uma siririca até gozar. Aos poucos fui descobrindo as safadezas que uma menina pode fazer quando está sozinha. De repente me vi esfregando minha buceta nos cantos de um armário que havia no banheiro da minha mãe e também nas bordas da banheira. Logo percebi que era questão de usar a pressão certa no meu clitóris pra eu gozar de uma forma muito gostosa mesmo.
As férias do meu irmão acabaram antes das minhas. Meu segundo semestre na faculdade ia começar duas semanas depois. Durante este tempo deixei meu irmão me usar em todas as chances que tivemos. Ele me encontrava depois da escola e antes de irmos dormir.
Meu deusss!! Nunca me masturbei tanto na minha vida. Era como se eu e meu irmão estivéssemos tentando fazer o máximo que podíamos antes de nosso tempo acabar. Nós dois sabíamos que minhas férias estavam acabando e eu teria que voltar para a faculdade, e ficar até dois meses ou mais longe de casa novamente. Durante as duas últimas semanas de férias, fui juntando algumas das minhas calcinhas pra deixar com o Marcos. Ele mesmo escolheu as que ele gostava mais e pediu que eu as usasse dois ou três dias, sem tirar e sem lavar. Eu achava aquilo uma loucura, mas ele falava que assim meu cheiro ia grudar mesmo nelas.
É claro que fiz o que ele pediu. Sempre que eu podia, eu puxava minha calcinha e a enterrava na minha bunda, e esfregava ela com vontade no meu cú e na minha buceta. Isso me dava um tesão tão grande que muitas vezes eu acabava me masturbando de novo, sozinha no meu quarto.
Depois que eu trocava de calcinha, eu pegava a usada e íamos guardando em um buraco que fizemos no forro da parte de baixo do colchão da cama dele. Seria uma chance em um milhão minha mãe encontrá-las ali. A idéia era ele ter várias calcinhas minhas pra ele se masturbar e gozar muito nelas enquanto eu estivesse fora. Insisti muito para que meu irmão não voltasse a tocar mais nas calcinhas da minha mãe, principalmente depois de tudo que eu tinha feito por ele. Ele concordava e me falava que ele já tinha tudo que ele queria: as calcinhas com o cheiro de fêmea mais delicioso que ele já tinha sentido.
Quando meu irmão falava isso pra mim eu ficava completamente louca, e minha buceta ficava molhadinha. Bastava uma distraída da minha mãe e lá estava ele de novo, gozando nos meus seios, no meu rosto e cabelos. Eu não tinha contado pra ele, mas eu já estava viciada na porra dele, no cheiro, no gosto. Sozinha no banheiro eu lambia e engolia todo o esperma que eu conseguia.
A gente nunca transava. Várias vezes ele pediu pra bater punheta olhando minha buceta. Mas eu não deixava. No máximo eu ficava de calcinha na frente dele. Eu percebia que ele queria por tudo enfiar aquela pica em mim, mas eu lembrava a ele que éramos irmãos e que isso não podia acontecer.
Raramente nos tocávamos também. Parecíamos estar satisfeitos assim, apenas nos curtindo daquela forma inocente. Mas, na noite anterior à minha volta para a faculdade, eu resolvi ir um pouco mais adiante e fiz algo meio sem pensar direito, sem calcular as consequências.
Nessa noite ele foi até o meu quarto e eu já estava pronta pra ele. Minha buceta estava muito molhadinha e quente, e eu deveria ter me ligado que, nessas situações, não é bom a gente deixar as coisas avançarem demais, pois há o risco de perdermos o controle.
O Marcos mal entrou no meu quarto e já foi tirando sua roupa. Em questão de segundos ele estava pelado e, orgulhoso, já exibia aquele pau gostoso pra mim, completamente duro e apontando para o teto. Na hora me sentei na cama e sorri pra ele, como se estivesse hipnotizada.
Eu não tinha deixado ele me ver nua desde o episódio do roupão de banho, mas eu queria que ele se lembrasse daquela última noite. - Vem... pode começar! - falei pra ele enquanto eu arrumava e prendia meus cabelos. O Marcos não perdeu tempo e se aproximou mais de mim, começando a bater uma punheta e ficou me olhando no fundo dos olhos.
- Issoooooo... bate bem gostoso pra sua irmã... bate... goza bem gostoso pra mim, seu safadinho gostosooooooo...!! - falei e meu irmão suspirou de desejo e tesão. Os olhos dele percorriam todo o meu corpo, com um jeitinho tarado, como se estivesse memorizando cada detalhe da minha pele.
Enquanto ele se masturbava, me levantei e tirei meu baby-doll lentamente, sempre olhando pra ele. Eu não estava usando calcinha por baixo, e isso fez com que meu irmão olhasse diretamente para a minha buceta, que eu tinha depilado uns dois dias antes. Ela estava lisinha, sem nenhum pelo, já que eu sempre os odiei.
- Uauuuuuuu!!... Você é linda, Jú!! - meu irmão falou, quase babando, punhetando sua pica mais rápido. Aproveitei e, toda peladinha, me virei pra ele e mostrei minha bunda. Depois virei de frente de novo, lentamente, me exibindo todinha pra ele. Fui até a parede do quarto e me apoiei nela, de costas pra ele, empinando minha bunda.
Aquela provocação que eu estava fazendo mexeu comigo também. Minha buceta piscava em contrações descontroladas. Ainda de costas para o meu irmão eu coloquei minhas mãos nas minhas nádegas e as abri completamente, expondo minha buceta e meu cú pra ele.
- Gostaaaa???... g-g-gosta de ver sua irmãzinha assimmmm?... falaaaaa... você gostaaaaa??... - perguntei e senti a respiração dele mais forte, bem próxima da minha nuca. - Ohhhhhhhhhhhhh... que irmãzinha mais gostosa... Jú... você vai me deixar louco!! - meu irmão me falou e me abraçou por trás.
- Ahhhhhhhhhhhhhh... Marcossss... a gente não podeeeeeee... a mamãe vai acordar... aí estamos ferrados...!! - gemi ao sentir o corpo nú do meu irmão tocar minhas costas. Ele me abraçou fortemente e me espremeu contra a parede. Soltei mais alguns gemidos involuntários quando uma de suas mãos tocou e apertou meus seios.
O Marcos beijava e cheirava minha nuca, me falando coisas que nem me lembro, e eu lutava contra os meus desejos. Enquanto uma de suas mãos massageava meus seios, a outra tocava minha barriga, e foi descendo em direção à minha buceta. Me arrepiei todinha e senti minhas pernas tremerem. Com um movimento do corpo, ele fez com que minhas pernas se abrissem mais e o pau dele encaixou no meio das minhas coxas.
Nossaaaaaa!!! Como uma cachorrinha no cio eu empinei o meu corpo, de forma a tocar a minha buceta no pau dele, que estava quente e duro como uma barra de ferro. Me ofereci pra ele. Empurrei meu corpo pra frente e pra trás, esfregando minha xoxota na pica do meu irmão. Nessa hora ele começou um movimento de vai-e-vem, como se estivesse metendo em mim.
Minha buceta estava tão molhadinha que o pau dele deslizava entre os lábios da minha xoxota, tocando meu grelo. - Deixa eu te comer, Jú?... deixa?... deixa eu enfiar em você agora... está tão gostosooooo... sua buceta está tão meladinha... - meu irmão falou com a boca colada no meu ouvido.
- A gente não pode, Marcos... somos irmãos... meu deusssss... queria tantooooooooo... ahhhhhhh... seu pau está tão duro na minha bucetaaaaa... mas não pode enfiar, tá?... ahhhhh... hummmm... mete mais nelaaaaa... mete... está gostoso, está?... - eu gemia e falava, enquanto meu irmão segurava firme uma de minhas nádegas, apertando muito mesmo.
Senti que eu ia gozar roçando minha buceta na pica do meu irmão, mas eu queria mais. - Senta na cama um pouquinho, senta...! - pedi e ele me obedeceu de imediato. Olhei para o pau dele novamente. Estava enorme e empinado, todo lambuzado dos líquidos da minha xoxota.
Depois que ele se sentou na minha cama eu fiquei em pé na frente dele. Afastei minhas pernas e enfiei meu dedo bem fundo na minha buceta. Ele me olhava com uma carinha de tarado que nunca vou esquecer. Meu dedo saiu molhado da minha perereca, e eu o levei até o nariz do Marcos.
- Cheiraaaaaa... você não disse que gostava do meu cheiro? - falei e ele deu uma cheirada gostosa, fechando os olhos e saboreando o cheirinho da minha buceta virgem. - Que delícia, Jú! - meu irmão falou. Nessa hora criei mais coragem e fiz algo que, para mim, era totalmente novo.
Enfiei de novo o dedo bem fundo na minha buceta e em seguida o levei aos lábios do Marcos. Ele abriu a boca rapidamente e começou a chupar meu dedo. Que loucura!!! - Ohhhhhhhhh... Marcosssss!! - sussurrei. - Você gosta do cheiro e do gostinho da minha buceta, não gosta?
- Simmmm... - ele falou baixinho. - Jú, eu adoro seu cheiro, seu gosto, seu corpo, suas calcinhas! - ele chupou meu dedo mais um pouquinho e completou. - Eu te amo, Jú! - Ohhhhhhhhh... também te amo, Marcos! - sussurrei. - Agora... você está pronto pra gozar na sua irmãzinha mais uma vez?
- Sim... estou com muita vontade de gozar em você de novo, Jú! - ele respondeu rapidamente. - Goza na minha bunda... quer? - eu perguntei e nem esperei ele responder. Fui me ajeitando na cama até ficar de quatro na beirada. Empinei bem minha bunda e ele entendeu o recado.
Em pé na beirada da cama, meu irmão veio e pressionou seu corpo contra o meu, me segurando firme pela cintura. Ele ficou alguns minutos beijando minhas costas, alisando minhas pernas e coxas e elogiando meu bumbum. Gostei muito de ouvir as palavras dele. Por baixo eu acariciava meu clitóris, doida pra gozar junto com ele.
- Marcossss!! - sussurrei. - Não é pra enfiar não, tá? É só pra brincar um pouquinho e gozar! - Tá! - ele concordou e senti ele abrindo minhas nádegas e encaixando a pica na racha da minha bunda. Logo ele estava metendo em mim, usando as bandas da minha bunda como se fosse uma buceta.
- Ahhhhhhh... isso, meu irmãozinhooooooo... mete gostosooooo... mete... come sua irmãzinhaaaaaa...! - falei ao perceber que o pau dele deslizava deliciosamente entre a racha da minha bunda e minhas coxas. Várias vezes a cabeça da pica dele tocava minha buceta e eu ficava doidinha de vontade de ser penetrada.
- Jú... isso está muito gostoso... que bundinha mais gostosaaaaa...!! - meu irmão gemeu e passou mais cuspe na racha da minha bunda. Em seguida voltou a enfiar o pau, dando umas metidas bem deliciosas mesmo. Meu cu e minha buceta estavam meladinhos do cuspe dele e também da minha excitação.
Senti que meu orgasmo não ia demorar muito e comecei a esfregar meu clitóris com mais força, me tremendo toda. Minha vontade era gritar, mas tínhamos receio de acordar a mamãe. Assim continuamos com nossos gemidos baixinhos. - Jú... vou gozarrrrrrr... vou gozarrrrrr... vou gozar em você, minha irmãzinha gostosaaaaaa!! - meu irmão gemeu e me agarrou com força.
- Simmmmmmmm... gozaaaaaaaaa... g-g-gozaaaaa no meu bumbum... goza nele... gozaaaaa... hummmm... humm...! - falei e soltei meu corpo pra frente. Meu irmão caiu em cima de mim com o pau atolado no meio da minha bunda, dando umas bombadas loucas. Por pouco ele não conseguiu enfiar na minha buceta.
- Uhhhhhhhhhhhhhhhh... que gostosoooooo!! - ele gemeu e gozou na minha bunda. Senti a porra quentinha dele melar a racha da minha bunda e escorrer para a minha buceta. Meu deussssss!! Que delícia! Minha perereca piscava descontrolada e gozei também, com meu irmão beijando minha nuca e me chamando de "gostosinha", "safadinha", e outros nomes indecentes.
Depois de alguns minutos em cima de mim meu irmão caiu para o lado, com o pau todo melado. Nessa hora me dei conta que estávamos fazendo tudo aquilo com a minha mãe em casa. Me levantei cuidadosamente e fui até o corredor verificar algum movimento. Estava tudo calmo e fiquei aliviada ao perceber que não tínhamos sido ouvidos pela minha mãe.
Fui ao banheiro tomar um banho e, novamente, não resisti. Passei os dedos na minha buceta toda lambuzada de porra e levei à minha boca. Lambi e engoli tudo. Sentir meu cuzinho todo lambuzado também me deu um novo arrepio de prazer. Acabei tocando mais uma siririca.
Na manhã seguinte eu saí para a faculdade, para ficar uns quatro meses fora. Durante este tempo eu só consegui ir em casa umas duas ou três vezes. E foi tudo muito corrido, com a presença do meu pai ou outros familiares. Assim, eu e o Marcos não conseguíamos mais realizar os nossos encontros secretos.
Depois de um tempo eu estava desesperada. Eu precisava ficar com meu irmão, ver ele batendo punheta, deixar ele gozar nos meus seios, no meu rosto, na minha bunda. Eu precisava gozar junto com ele. Várias vezes eu "viajava" na sala de aula. O professor ficava explicando as coisas e eu só conseguia imaginar meu irmão me mostrando seu pau duro.
Continua em: "Não mexa nas calcinhas da mamãe - Parte 5"
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: O pau do meu irmã é maior que o do meu namorado. Fico pensando no meu irmão quando meu namorado está me comendo. Tenho certeza que meu irmão anda cheirando minhas calcinhas. Encontrei porra nas minhas calcinhas e acho que é do meu irmão. Gosto de cheirar as camisas do meu irmão. Minha buceta fica molhadinha quando abraço o meu irmão. Queria tanto dar a buceta para o meu irmão. Fico louco de tesão quando estou perto da minha irmã mais nova. Minha irmã estava dormindo e bati punheta olhando para a bunda dela. Minha irmã não sabe mas eu sou doido pra foder a buceta dela. Tenho muitas fotos da minha irmã pelada.
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