Quando esses episódios aconteceram eu estava noiva do Felipe, que veio duma família tradicional, rígida e cheia de regras. A gente já tinha até marcado a data do casamento, já tinha comprado um sobrado e encomendado a mobília.
Estávamos bem endividados, porque além da dívida do imóvel e a mobília, ainda tinha a festa. Eu estava bem animada com os preparativos para o casamento. Era uma correria só.
Eu trabalhava numa empresa fazia um bom tempo, então consegui uma licença de uma semana para escolher e decidir o lugar onde a gente ia fazer a festa, porque eu e o meu noivo queríamos um casamento de dar inveja, com toda pompa. E eu estava encarregada de escolher e contratar o lugar, o buffet e tudo mais, e só faltava uma semana para o grande dia.
Eu tinha toda essa responsabilidade, mas nessa semana de correria, meu cunhado solteiro, que era mais velho que meu noivo, não estava trabalhando e serviu-me de motorista para lá e pra cá, já que meu noivo não podia me acompanhar em tudo. Certo dia eu precisei visitar o nosso sobrado com meu cunhado Alex, para ver se os montadores dos móveis tinham terminado o serviço, e constatei que já estava tudo pronto e montado. - Olha, que bom! Agora só falta mudar, né? - falei para o meu cunhado quando estávamos no quarto.
Nessa hora meu cunhado começou a mudar de atitude, agindo de forma estranha, e me olhando de forma diferente. E estávamos só nós dois no sobrado nesse dia. - Carolzinha, você se lembra da Dona Maria, sua ex-vizinha, né? - ele me perguntou.
- Qual Dona Maria, Alex? Só se for a Dona Maria lá de onde eu morava quando eu ainda era uma adolescente! - respondi. - Pois é essa mesma! - ele falou, com um sorriso safado no rosto. - Que que tem ela? - perguntei, curiosa. - Não é dela que eu quero falar, Carol! É do filho dela... o seu antigo namorado, lembra-se? - meu cunhado insistiu. - Claro... que que tem? - É que me contaram umas coisas...! - o Alex concluiu, me olhando de forma muito estranha mesmo.
Na hora fiquei trêmula, porque eu tive um namoro bem quente com o Tico. O nome dele era Altair, mas todos só o conheciam por Tico. Eu não sabia o que o meu cunhado queria, mas procurei me controlar e fiquei na minha, já que eu não imaginava que ele tinha conhecimento de algum fato de quando eu namorei o Tico.
Então deixei que o Alex falasse mais para eu ver onde ele queria chegar. - Eu só tive um namorico com o filho dela, Alex... nada sério... porque seu interesse agora? - perguntei a ele. - Nada sério mesmo, Carol? Não foi isso que fiquei sabendo! - meu cunhado insistiu. Novamente eu tive que me controlar para não demonstrar meu nervosismo, mas fiquei tensa, porque, apesar de jamais eu ter transado com esse namoradinho, porque eu queria me manter virgem. Era coisa de família do interior que a mulher se casasse virgem.
Mas nem por isso eu e o Tico deixamos de fazer sexo, porque ele me convenceu e eu permiti que ele me possuísse por trás, no sexo anal. Ele foi o único namorado que eu tinha permitido ir tão longe, e foi para agradá-lo, porque eu gostava muito dele. Apesar de inicialmente eu ter negado, foi questão de tempo até que eu deixasse ele me penetrar no bumbum.
- Por que o interesse, Alex? Alguém já deve ter feito alguma fofoca com meu nome! - me fiz de desentendida e perguntei ao meu cunhado. Nessa hora percebi que o meu cunhado estava muito autoconfiante, e com aquele seu jeito cafajeste, senhor de si. Meu radar já pressentia perigo.
- Então, Carol... eu estive de passagem nessa sua cidade, sabe? E acabei conhecendo pessoas ligadas ao seu passado! - o Alex falou. - E foi lá no hotelzinho da cidade que comentei que você seria minha cunhada... e acabei descobrindo que você namorou e ficou com vários rapazes lá... então, você não é tão pura quanto parece não!
Meu deus do céu! O que o meu cunhado estava falando?!? Apesar de eu ter namorado sim alguns rapazes, eu só tinha ficado com o Tico, e foi o único que eu deixei... Ah, maldita hora que deixei ele fazer aquilo comigo, meter na minha bunda.
Nunca imaginei que meu passado me alcançaria longe, na capital. Provavelmente quando eu terminei com o Tico, ele deve ter comentado com algum amigo ou espalhado que eu tinha dado o cuzinho para me manter virgem. É típico de homens contar vantagem depois que a mulher o deixa. O rejeitado nunca gosta de ficar por baixo.
- Alex de deus! Isso é fofoca de quem te contou... o povo inventa essas coisa!... isso é tudo mentira... ciúmes de algum cara que eu não quis! Esquece isso, vai! - respondi para o meu cunhado. - Nada disso, Carol! Quem me falou foi uma senhora de idade! - o Alex insistiu.
Na hora que meu cunhado falou isso eu imaginei que a tal senhora devia ser alguma parente do Tico, porque realmente quando eu morava lá, as senhoras mais velhas não iam muito a com minha cara por eu ser do tipo popular com os homens.
Com medo de ver meu casamento, que nem tinha acontecido ainda, ir por água abaixo, resolvi insistir para o meu cunhado esquecer aquela estória, mas ele foi incisivo. - E eu conheci o Altair também, Carol! - o Alex falou e eu tremi por dentro.
- Ué, e o que isso tem a ver comigo, Alex? Que loucura é essa?
- Que loucura é essa? Espera aí que já vou te mostrar! - meu cunhado falou e deu uma risada. Então ele sacou o celular e me mostrou uma foto em que eu estava inclinada para a frente, apoiada na parede, com a saia levantada até a cintura e o Altair de calça abaixada até o joelho e me encoxando por trás. Na hora eu perdi meu chão.
- Alex, pelamordedeus! Isso foi só uma época em que eu era muito jovem... e foi só nas coxas... não teve penetração! Eu juro que sou virgem! - insisti com o meu cunhado. - E onde você conseguiu essa foto? - perguntei por fim, pois eu nem sabia que alguém tinha nos fotografado.
- Foi alguém que viu você e seu namorado certa vez no segundo grau, num canto escondido da escola atarracados transando... vai falar que não é você, Carol? - meu cunhado falou, sem hesitar um instante.
E isso era verdade mesmo. Quando eu tinha 16 anos aconteceu de nos pegarem no flagra, só que o que o Alex não sabia era que o sexo que eu estava fazendo era anal, no meu cuzinho, mas mesmo assim eu insistia.
- Alex de deus! Já falei! Eu juro que sou virgem... isso foi só brincadeira nas coxas... e foi uma única vez! - falei para o meu cunhado.
É claro que eu estava mentindo, porque eu e o Tico fizemos várias vezes no meu bumbum. E, pra falar a verdade, a primeira vez foi dolorido, mas depois eu até gostava e gozava, porque quando ele comia minha bundinha ele me masturbava e isso me levava à loucura. Mas meu cunhado, sem se importar comigo, me segurou pelos ombros e me obrigou a olhar fixamente para ele. - Você tem certeza que você é mesmo virgem, Carol? - ele me perguntou, em tom de desafio. - Eu duvido muito disso... você apostaria tudo na sua virgindade?
- É claro que sim! Já falei, oras! - Então vai ter que me provar para que eu não mostre essa foto ao meu irmão! - o descarado do meu cunhado falou. - Mas como? Quer que eu vá a algum médico e lhe mostre os resultados? Se você quer eu faço... e te mostro a prova!
- Não mesmo! Eu mesmo é que vou ter que ver...! - o Alex falou isso e quase tive um infarto. O desgraçado estava querendo me comer. - Tú ficou foi doido! Não vou transar com você de jeito nenhum... pode tirar esse cavalinho da chuva... tá maluco, é? Eu vou me manter virgem até o meu casamento com o seu irmão!
- Tudo bem então! Não vou tentar te comer não, Carol... mas eu vou fazer um toque com o dedo, que nem médico, e se você for virgem vai continuar virgem! - meu cunhado falou. - Mas se não for, vai ter que dar pra mim!
Quando o Alex falou isso eu fiquei desesperada. Meu deus do céu! Era uma humilhação. Eu era virgem realmente, mas eu estava num beco sem saída, por causa daquela maldita foto. Respirei fundo e decidida a não deixar meu noivo saber de nada.
- Alex, eu tenho certeza que sou virgem! Só vou me submeter a essa humilhação porque não quero escândalo... mas você vai me prometer que, depois de verificar, não vai forçar nada, tá? Porque eu quero e vou continuar assim até o casamento! - falei para o meu cunhado. - Tá! Eu prometo, Carol! - ele concordou.
- Então, como você quer fazer? - falei, muito abalada, mas resolvida a terminar com aquilo tudo. - Vem aqui nesse quarto... deita aqui e deixa o resto comigo! - meu cunhado falou e, me levando até um dos quartos, me mandou deitar na cama, de barriga para cima, e abrir bem as minhas pernas.
Em seguida ele veio, se ajeitou entre minhas pernas, enfiou a mão por baixo da minha saia e arrancou minha calcinha. Quando senti seus dedos tocando e abrindo meus lábios vaginais eu fiquei apavorada. Senti meu corpo tremer e ele alí, descaradamente, com a cara entre minhas pernas, debaixo da minha saia, passava a ponta do dedo na minha buceta, massageando de leve meu clitóris.
Depois o safado do meu cunhado enfiou o dedo no buraquinho da minha xereca e encontrou meu hímen. - Eita, porra! você estava falando a verdade, menina! Não é que você é virgem mesmo? - O Alex falou, demonstrando surpresa.
- Tá vendo? Nunca dei minha virgindade para homem nenhum! - falei e fiquei feliz, por aquela agonia ter acabado. - É verdade! Mas será que é virgem atrás também? - ele falou e, sem avisar, senti seu dedo molhado com meu próprio líquido vaginal sendo enfiado no meu buraco atrás.
- Eiiiii?!?!... ficou doidooooo?!?... tira esse dedo daí!! - tentei afastá-lo. Mas meu cunhado me segurou bem firme e enfiou o dedo todinho no meu ânus, que entrou sem muitas dificuldades.
- Hummmm! Olha só isso! Na buceta é virgem, mas já deu esse cuzinho, não foi? Aposto que foi com o Altair! - o Alex deu uma risadinha safada e me disse.
Eu estava desarmada, porque não foi difícil meu cunhado perceber que eu já tinha dado meu cú sim. - Mas, mas... foi uma vez só! - tentei argumentar. Então o Alex, sem dó, foi atolando todo seu dedo para dentro do meu cuzinho e foi mexendo com o dedo todo dentro de mim.
- Não precisa ficar com medo, Carol! Eu não vou dizer nada ao meu irmão... nem mostrarei a foto pra ele, mas... você vai ter que ser boazinha pra mim! - Não, Alex... de jeito nenhum! Eu não posso transar com você... não quero deixar de ser virgem! Pode esquecer!
- E quem disse que eu quero comer sua buceta, Carol! - meu cunhado respondeu, muito sacana. - Aceito de bom grado o cuzinho mesmo! Você já deu ele... mas ele continua bem apertadinho, do jeito que eu gosto! - o Alex completou, tirou o dedo do meu cuzinho e já foi desabotoando sua calça.
- Alex, não vamos fazer não... por favor!! - fiquei apavorada quando eu vi o tamanho do mastro do meu cunhado. O pinto dele devia ter uns 18 a 19cm, e era grosso, com a cabeçona para fora, e muito duro. Ele com certeza ia me machucar com aquele pedação de carne, pois fazia muito tempo que eu não fazia sexo anal.
- Pois é, Carol! Se depender de mim você vai continuar virgem na frente, já que atrás não é mais! Mas você vai ter que dar o cuzinho pra mim! - o Alex falou e, de uma forma bruta, me fez ajoelhar à beira da cama, de bruços, com minha barriga apoiada na cama e com minha bunda exposta para ele.
- Ninguém vai precisar ficar sabendo que comi seu cuzinho, Carol! Só que, além do meu irmão, eu também quero te comer. E vai ser mais de uma vez, tá? - Meu deus, Alex... mas vamos fazer rápido! E tenha cuidado para não me machucar, porque seu pau é muito grande! - falei baixinho.
Então meu cunhado abriu minha bunda e deu uma cuspida bem na entradinha do meu cú. Em seguida ele lambuzou a cabeça do seu pinto com bastante saliva e veio tentar me penetrar no meu rabo. - Aiiiiiiiii... dóiiii... ahhhhhhh... está... doendo... muitooooooooo...! - quase gritei quando o Alex começou a empurrar aquela tora para dentro do meu ânus.
Que dor que eu senti, minha gente! Vi estrelas e achei que eu fosse desmaiar. Eu estava sendo praticamente arrombada. Mas, depois de algum tempo, meu corpo acabou por se acostumar com aquele invasor. E o pior é que comecei a gostar daquela coisa enorme entrando e saindo de dentro da minha bunda.
- Ohhhhh... meu deusssss!!!... está doendo muito... aiiiii... vai devagar, Alex... pode favor...!! - eu gemia e falava, pois eu não podia demonstrar que eu estava gostando. Mas o meu cunhado enfiava sem dó aquela tora em mim e bombava cada vez mais forte no meu cú, que já estava bem aberto e dilatado.
Meu cunhado segurava forte minha cintura e dava socadas cada vez mais violentas. - Vocês mulheres são todas safadas, Carol... e eu vou comer esse seu cuzinho sempre... sempre que eu desejar...! - o safado falava.
Aquela situação me deixou muito excitada e com a adrenalina a mil. E eu estava tendo pela primeira vez um orgasmo levando pau na bunda. Eu estava literalmente sendo violentada pelo meu cunhado, com aquele seu pau enorme e grosso.
Eu e o tico já tínhamos transado por trás várias vezes, mas o Tico nunca enfiou até o fundo, porque quando eu reclamava, ele retirava o seu pau e acabava gozando fora. Mas pela primeira vez eu estava com um pau sendo socado inteiro no meu cú por aquele homem bruto que era o Alex, meu cunhado. Antes do meu casamento eu ainda tive que satisfazer a tara do Alex mais duas vezes, mas somente no sexo anal mesmo. E depois do meu casamento, uma vez, ele foi me visitar em casa, quando eu estava sozinha. Ele mal chegou e já foi tirando seu pau para fora da calça.
- Carol, minha delícia! Hoje eu quero serviço completo, na frente e atrás! Vou comer essa sua buceta e depois no cú! - ele já foi falando. - Tú tá é doido! Aqui não! Na minha casa é muito perigoso, Alex! - protestei.
- Vai ser aqui sim! E hoje eu quero uma bela duma chupada também! - Nãoooooo... eu nunca fiz isso, Alex! - falei, pois eu não chupava nem o pau do Felipe, meu marido e irmão do Alex.
Só que o meu cunhado não quis nem saber. Ele me pegou e já foi me puxando pelo pescoço. - Não precisa fingir pra mim, Carol... Chupa logo meu pau! - ele falou e eu, para não deixá-lo nervoso, segurei seu pau e com muito cuidado coloquei a cabeça toda dentro da minha boca.
- É isso aí, putinha sem vergonha... Fica se fazendo de santinha... vai... chupa! Chupa bem gostoso! Vai! Ooooooh...! - quando o ouvi suspirando com mais intensidade e imaginando que ele ia gozar, tentei tirar minha boca, mas ele ficou me segurando firme minha cabeça.
- Não, não... não tira da boca não... vai beber meu leitinho, sua safada! - e então o Alex gozou na minha boca. Engoli bastante esperma naquele dia. O resto escorreu pelos meus lábios, que acabei limpando com uma toalha. Só que eu me enganei achando que meu cunhado só queria uma chupada.
Poucos minutos depois ele me ordenou que eu fosse para o meu quarto, tirasse a minha roupa e esperasse por ele, o que resignada eu o fiz, afinal, ele me tinha como uma escrava sexual em suas mãos.
Eu fui para o quarto, tirei minha roupa e esperei-o nua na minha cama. Ele veio por cima de mim, dessa vez na mesma cama em que ele tinha comido minha bunda pela primeira vez. Com movimentos rudes meu cunhado abriu minhas pernas e atolou aquela piroca grossa dele na minha xoxota.
Mas fiquei o tempo todo evitando de olhar para ele. Mesmo gostando eu estava envergonhada, afinal, eu estava recém casada.
Eu sabia que eu estava andando em uma corda bamba, e que a qualquer momento o Alex poderia, num ato impensado, falar alguma coisa. Eu estaria em sérios apuros, e meu cunhado continuou me rodeando por um bom tempo, até que ele arranjou uma namorada e se casou.
Mas mesmo assim, de vez em quando, ele arrasta as asas para mim. Tenho que fazer o impossível para não transar com ele de novo, porque ele sempre me quer. Mas aos poucos, com o tempo, eu fui conseguindo que ele não me procurasse mais.
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