Olá a todos do site! Meu nome é Otávio, tenho 45 anos, sou moreno claro, e quero contar a vocês algo que aconteceu comigo a uns 5 anos atrás.
Eu morava numa cidade do interior. Apesar de eu ser casado, minha mulher ser bonita e gostosa e de ter duas filhas adolescentes, eu sempre fui meio tarado por sexo.
Sempre que eu via uma mulher gostosa eu a seguia com os olhos. Meu pensamento era o seguinte: Que mal tem olhar? Sei que os outros homens também olham quando minha mulher ou minhas filhas passam. Então.. chumbo trocado.
Então, eu morei nessa cidade por vários anos até que me mudei pra capital, e nesse tempo abriram uma igreja na rua em que eu morava e não era muito longe da minha casa. Aos sábados e aos domingos enchia de carro na frente, enquanto outras pessoas iam a pé e passavam bem na frente da minha casa. Entre essas pessoas, sempre passava uma jovem senhora e seus dois filhos, na faixa dos 10 anos, pra irem à igreja. E isso tornou-se praticamente uma rotina. Todos os fins de semana era sagrado. Eu sempre lavava meu carro na calçada e a via.
Com a constância dessas passagens, uma vez meu carro estava atrapalhando a passagem e ela teve que desviar e eu pedi desculpas por estar ali. Então acabamos travando uma amizade.
A partir de então, cada vez que ela passava ela me cumprimentava. Conversamos rapidamente algumas vezes, e eu passei a observar melhor aquela crente vestida em seu vestido normalmente de jeans, comprido até o joelho, bem justo. que destacava as curvas dela. Os cabelos compridos dela iam até a cintura, muito negros e bem cuidados, lindos, e às vezes ela usava bota. Isso me deixava mais tarado ainda, mas ela nunca me deu brecha, e eu também não podia me engraçar na frente da minha casa.
Descobri ainda que ela se chamava Márcia e tinha 34 anos. E eu comecei, propositalmente, a ficar na frente da minha casa no justo horário que ela passava. Apesar dos filhos sempre estarem juntos, cada vez que ela passava eu secava ela de cima abaixo, imaginando como seria gostoso passar a vara naquela mulher gostosa e proibida.
Houve dias em que ela passava um pouco mais cedo e as vezes até parava para conversávamos um pouco. Normalmente falávamos de algum assunto do dia, sobre violência, políticos corruptos, etc. E entre nossas conversas descobri um pouco da vida dela. Ela me disse que apesar de ser crente de berço, casou-se com um marido não crente, que era dado ao vicio do álcool, e ela já tinha tentado levar ele para a igreja mas ele até ia e às vezes parava, ficava um tempo bom mas logo tinha uma recaída. Era uma luta constante.
Apesar de eu a desejar, por causa da nossa recente amizade, nunca consegui sequer insinuar qualquer conotação sexual. Mas sempre que eu podia eu não perdia uma chance de elogiá-la, claro, pra ver se eu conseguia mexer com a vaidade dela.
Eu às vezes falava que o marido era bobo e não dava valor à bela mulher que ele tinha, mas ela sempre soube se impor no papel de crente respeitável, e eu até a encorajava, dizendo que ela iria conseguir recuperá-lo.
Como eu trabalhava em uma montadora de automóveis, e meu turno saia às 3:00hs da tarde, eu sempre ia de ônibus. Porém, naquele dia eu fui de carro, porque tinha algumas coisas a resolver fora do roteiro.
Quando eu voltava pra casa chovia bem forte. Eis que, pra minha surpresa, eu vi a Márcia num ponto de ônibus, sozinha. Como o vento estava soprando lateral, ela estava bem molhada.
Parei meu carro e abri a janela. - Oi, Márcia... é o Otávio... quer uma carona? - gritei para chamar sua atenção. - Não, obrigada. Não precisa! - ela, à principio, recusou.
- Vamos, mulher! Deixa de ser boba... você já está toda molhada... vem, entra aqui... vamos! - insisti e ela acabou concordando. Então ela entrou no meu carro, no lado do passageiro.
Percebi que quando ela se sentou ao meu lado, sua saia subiu um pouco e deixou parte das suas coxas à mostra. Uauuuu!! Que delícia! Só então eu percebi que ela tinha pernas lindas, bem morenas.
Me recordo que ela usava uma blusa branca, que estava muito molhada e ficou semi transparente, destacando seus peitos, apesar dela estar usando sutiã. Quando ela notou meu olhar, ela disfarçadamente cruzou os braços de forma que cobriu a parte que mais me interessava.
Fiquei meio chateado mas, afinal, ela era crente e casada, e tinha razão em seus pudores.
Durante o trajeto debaixo de chuva forte nós conversávamos sobre banalidades, como já era de costume. Então a chuva ficou tão forte que eu tive que parar num acostamento, pois a visibilidade não me permitia mais dirigir com segurança.
Procurei um lugar que não oferecesse riscos, e estacionei numa secundária até a chuva passar. Começamos a conversar mas eu não conseguia tirar os olhos de suas pernas e já estava com o pau duro.
A Márcia notou e ficou desconcertada, e procurava não me olhar. Notei ainda que a sua respiração ficou mais ofegante e ela estava preocupada com a situação. Fiquei de certa forma feliz com a oportunidade de estar a sós com aquela morena gostosa, que sempre me torturou quando passava na frente da minha casa.
E, para a minha felicidade, a chuva não parava de jeito nenhum. - Meu deussss!! E agora? O que a gente vai fazer? - a Márcia me perguntou, com olhar preocupado. - O jeito é esperar a chuva parar. É impossível dirigir assim! - respondi.
- Mas a minha família vai ficar preocupada. Ninguém sabe onde eu estou! - Não tem problema. Aqui... liga na sua casa e fala que, por causa da chuva, você pode se atrasar um pouco! - falei e entreguei o meu celular a ela.
Então a Márcia pegou o meu celular e ligou para a casa dela e explicou o que estava acontecendo. Na hora que ela estava ligando, ela tirou os braços da frente dos peitos, e novamente pude ver aquela visão molhada sensual. Que delícia de seios, minha gente!
Ela notou que eu estava olhando para seus seios de novo. Na verdade eu estava quase babando. E então ela ficou um tanto quanto ruborizada, envergonhada com a situação. Notei que, disfarçadamente, novamente ela olhou para o volume que estava sob as minhas calças. E isso me deu ideias e resolvi arriscar.
Aproveitando que a Márcia estava ali na minha frente, com os cabelos molhados e com metade das coxas de fora, enquanto conversávamos, peguei uma toalha de rosto que sempre carrego no carro. - Com licença... vamos enxugar um pouco esse cabelo! - peguei a toalha e comecei a enxugar os cabelos dela.
Depois dei a toalha pra ela enxugar-se em outras partes, mas continuei a acariciar seus cabelos e sua testa. Senti que ela estava respirando de forma descompassada, e não resisti.
Como eu estava com a mão atrás de sua nuca, puxei-a para mim e a beijei, na boca. - Eiiiiii?!?!... e-esperaaaaaa... a g-gente... não...!! - ela se assustou e tentou me empurrar com as mãos. Mas eu insisti. Segurei o rosto dela com força e continuei beijando, para ver a reação dela.
Então a Márcia timidamente retribuiu o meu beijo. Que lábios mais gostosos. Enfiei minha língua dentro da boca dela e ela acabou aceitando. Isso me deu coragem para avançar mais o sinal.
Acariciei seus peitos e senti que ela começou a tremer nas minhas mãos. - Você é muito cheirosa, Márcia!! - sussurrei no ouvido dela e, em seguida, levei a mão em suas coxas e comecei a acariciar.
- Otáviooooo... eu... hã... nós... a g-genteeeee... meu deussssss...!! - ela gemeu e se arrepiou todinha. Mordiquei então seu pescoço e os lóbulos da sua orelha, sempre com muito carinho. Era hora de arriscar um pouco mais.
Enfiei minha mão por baixo da sua saia e fui em direção à sua buceta, ainda protegida por sua calcinha. - N-nãoooooo... isssooooooo nãooooo... de jeito nenhum... por f-favoorrrrrr... eu jamais vou fazer isso... issoooo... é errado... eu nunca traí o meu marido... e não vou fazer isso n-nuncaaaaa...!!! - ela resistiu.
Resolvi parar com as minhas investidas. Só que eu estava louco de vontade de comer aquela mulher. Eu tinha que comer ela. E tinha que ser naquele momento. - Por acaso beijar outro homem é menos pecado que... você sabe...? - falei e a Márcia não disse nada, apenas ficou me olhando.
- Me dá outro beijo então! - falei. - Olha, moço. É só beijo mesmo, tá? Nossaaaaa!! Eu nem devia estar aqui com você! - ela falou e aproximei minha boca da boca dela novamente. Percebi como a Márcia abria os seus lábios levemente para permitir a entrada da minha língua em sua boca.
Percebi que, lá no fundo, ela também estava querendo o mesmo que eu. Sua respiração estava cada vez mais ofegante, e os vidros do carro estavam totalmente embaçados. A chuva não parava e não dava sinais que pararia tão logo.
Aproveitei o momento e a abracei com força, enquanto a beijava com muita vontade mesmo, e dessa vez ela correspondia. Novamente coloquei a minha mão dentro de sua blusa e apertei o seu peito, abaixei a alça de sua blusa e beijando-a novamente, desci minha boca pelo seu pescoço e mordi o bico de seu peito, que estava muito duro.
- Moço de deussssss... n-nãoooooo... hã... euuuu... não... faz issooooooo... não podemossssss...!! - ela começou a gemer forte. Nessa hora senti que suas defesas estavam vencidas. Fui novamente com a minha mão em suas pernas e fui subindo em direção a sua xana, que eu imaginava estar molhada.
- Otávioooo... n-nãoooooo... eu... a gente... ohhhhh... meu deussssss... não... faz... isssooooooo...!! - novamente a Márcia tentou resistir, só que já sem muita convicção. Então eu forcei a barra.
Enquanto beijava sua boca e mordia seu pescoço, minha mão ia em direção a sua boceta, protegida por sua calcinha. E, quando meus dedos tocaram o fundo de sua calcinha ela gemeu. Seu corpo tremeu e senti que ela estava toda molhada, mas não era da chuva.
Comecei então a massagear o seu clitóris por cima da calcinha. Que delíciaaaa!!! Mesmo a Márcia estando quase gozando, ainda assim dizia que não podíamos nem deveríamos fazer aquilo, que não estava certo, etc. Porém seu corpo tremia, sinal que ela estava muito excitada também.
"É hora de comer essa crentinha gostosa!", pensei comigo e fui mais firme. Enfiei a mão dentro de sua calcinha, por baixo, pela abertura que protege a xana. Afastei um pouco, o suficiente pra que tivesse espaço para meus dedos trabalharem.
A Márcia ainda tentou resistir, mas suas defesas estavam vencidas pela minha insistência. Quando comecei a enfiar o dedo naquela boceta melecada, ela instintivamente pegou também no meu pau e começou a apertar, mesmo por cima da minha calça.
Continuei a masturbá-la até que senti o corpo dela se tremer todo e ela gozou nos meus dedos, que ficaram lambuzados. Que coisa mais linda!! Nesse momento percebi que ela estava descontrolada, aceitando meus beijos e apertando meu pau, da mesma forma que eu masturbava ela ainda.
Sem aguentar mais eu abri o zíper e tirei meu pau pra fora. E foi nesse instante que a Márcia deu uma freiada e se recompôs. - Otávioooo... n-nãoooooo... temos que parar... p-por favor... isso não pode acontecer... sou casada... e também... minha religião não permite...!! - ela falou, me empurrando gentilmente.
Fiquei quieto, me fiz de bobo e beijei novamente sua boca e mordisquei seus peitos. Eu queria deixá-la com tesão, muito mais tesão do que ela já estava. Mas a Márcia não conseguia se livrar da culpa e se entregar por completo. É nessas horas que o tesão prevalece, e eu não dei descanso.
Novamente enfiei minha mão por dentro da calcinha da Márcia e toquei sua boceta mais uma vez. E dessa vez ela abriu as coxas para facilitar. Foi nesse momento que eu decidi que eu ia comer aquela mulher de qualquer jeito.
Rapidamente reclinei totalmente os dois bancos da frente. - N-nãoooooo... Otávioooo... tú tá é doido, moço... a gente não vai fazer isso nãooooooo!! - a Márcia percebeu minha intenção e se apavorou na hora.
- Não se preocupe... pode ficar tranquila... vou ser carinhoso com você! - falei, pra tentar derrubar a resistência dela de uma vez. - Nãoooooooo... nãooooo... isso não... eu sou casadaaaaaa... não vou deixar nãooooo...!! - ela tentou se esquivar.
- Então deixa só eu colocar nas suas coxas... vai... não vai ter penetração não!... seu sentimento de culpa vai ser menor, não vai?... deixa... só nas suas coxas! - falei e ela só me olhava, indecisa, mas com vontade de saber qual seria o resultado daquilo tudo.
Então a Márcia finalmente fechou os olhos e suspirou fundo, como quem diz "Agora não tem jeito mais". Resignada, ela apenas jogou a cabeça para trás no banco do passageiro e deixou acontecer.
Levantei sua saia, retirei sua calcinha, abaixei minha calça e cueca até os joelhos, me posicionei em cima da Márcia e finalmente eu estava com o meu pau bem na entrada da boceta daquela deusa morena, muito gostosa. Nesse momento meu pau latejava de tanto tesão.
A posição era desconfortável, porém, o tesão era mais forte. - Vamos a um motel... aqui perto tem um monte! - sugeri, pois eu queria meter na Márcia em grande estilo. - De jeito nenhum... jamaisssss... tú tá é doido... vai ser aqui mesmo... e a gente vai só brincar mesmo! - ela se negou terminantemente.
Percebi que o jeito seria comê-la ali mesmo dentro do carro, porque se não o fizesse naquele momento em que ela estava no clima, provavelmente se eu desse tempo pra ela pensar, ela desistiria. Então comecei a passar o meu pau na porta da sua boceta. Peguei com a mão e masturbei seu clitóris com a cabeça do meu pau.
E, aproveitando que a Márcia estava com os olhos fechados, eu enfiei meu pau até o talo na buceta dela. - Meu deussssssss... nãoooooooo... o que estou fazendo?!?!... a gente não devia estar fazendo issoooooo... tú prometeu que não ia enfiar em mim... nossaaaaaa!!... sou casadaaaaaaa... eu nem devia estar aqui!!!!
A Márcia gemia baixinho, meio que choramingando, mas ao mesmo tempo gemia de prazer. Eu sabia que ela estava se sentindo culpada, mas eu não estava nem ai. O importante era que meu pau estava dentro daquela boceta gostosa, e eu bombando e bombando sem dó na xereca deliciosa dela.
Isso durou uns 15 a 20 minutos. Os carros passavam de vez em quando à nossa volta mas eu não estava nem ai. Eu só queria meter naquela crente gostosa e cheirosa. Os vidros estavam bem embaçados, alám do meu carro ser insufilmado. Ninguém pararia pra ver, mesmo porque estava chovendo ainda.
A Márcia, vendo que não tinha mais retorno, começou a se ajeitar melhor, como quem diz "se não pode vencê-lo, una-se a ele". E então, finalmente ela se entregou totalmente, me abraçou e me deixou possuí-la sem reclamar.
Acho até que ela curtiu muito, porque ela começou a gemer sem reclamar, e a rebolar discretamente no meu pau. Então eu bombei, enfiei forte, em movimentos compassados até gozar. Gozamos quase juntos. Enchi a xoxota dela de porra, pois metemos sem preservativo.
Quando terminamos de foder a chuva tinha diminuído um pouco de intensidade. Peguei a toalha que eu tinha, limpei os vidros como dava e coloquei o carro em movimento. - Nossaaaaaa! O que fizemos foi loucura mesmo, não foi? Vou te deixar em casa! - falei e pisei firme no acelerador.
- Nem pensar... me deixa uma quadra antes, por favorrrrr... não quero que ninguém me veja!! - ele recusou minha oferta. E assim o fiz. Descobri que a Márcia não morava muito longe da minha casa, por isso ela sempre ia a igreja a pé.
Antes de nos despedirmos eu pedi desculpas pelo acontecido. Falei pra ela que sempre a desejei quando ela passava, e o momento me fez perder a cabeça, etc e tal. Ela não falou nada. Apenas desceu do carro e saiu correndo.
Depois disso a Márcia nunca mais passou pela frente da minha casa, não sei se por vergonha ou por medo de eu querer reviver o que vivemos naquele dia.
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