Escrever conto erótico é uma experiência jamais pensada ser vivida por mim mas, como na vida não se pode dizer que dessa água eu nunca beberei, vamos lá.
Como toda boa estória, por mais que seja verdadeira sempre irá ter um toque de fantasia e imaginação. A minha não seria diferente, mas mantive toda a realidade, só procurando apimentar alguns fatos sem deturpar o conteúdo.
O objetivo é falar sobre os meus primeiros momentos vividos sexualmente. Até os meus 21 anos eu era virgem, pura e casta. Achava que se passassem a mão em mim eu podia deixar de ser virgem, o que só aconteceria quando eu casasse ou realmente amasse alguém. Quis a vida que não fosse assim.
Sou professora e nessa época trabalhava em uma grande escola da minha cidade, onde trabalhava um professor de Educação Física que me encantava pela forma como lidava com as crianças, com muito zelo, carinho e atenção. Acho que o meu encantamento foi percebido pelo professor, que começou a me paquerar, ao que eu retribuía cada vez mais envolvida.
Saímos uma primeira vez e ele com toda educação e respeito, nem tentou me dar um beijo. Não sei se isso foi uma estratégia, só sei que me sentia cada vez mais encantada e atraída.
Na segunda vez que saímos a coisa começou a mudar. Quando terminamos de jantar, antes de irmos para casa, paramos na beira da praia para uma corrida de submarinos e rolou o nosso primeiro beijo, o que me deixou completamente excitada e com a buceta totalmente encharcada. Como se não bastasse, ele começou a me bolinar, passando as mãos nas minhas coxas, chupando meus peitos e me tocando uma siririca. Acho que percebendo que eu estava muito excitada, inclusive pela quantidade de líquido na minha buceta, ele colocou seu pau para fora e me direcionou para a minha primeira punheta da vida.
Vendo que eu não esboçava nenhuma reação contrária e que estava totalmente entregue à sua vontade, colocou sua mão na minha cabeça e empurrando-a suavemente na direção de seu pau, paguei meu primeiro boquete.
Não demorou muito e senti sua porra quente e viscosa encher minha boca. Fiquei assustada e não sabia o que fazer com o esperma que já escorria pelos cantos da boca. Tirei a boca do seu pau e levantei a cabeça pensando em cuspir tudo fora, foi quando ele me disse que era pra engolir, o que obedeci.
Fui para casa muito confusa. Que ironia! Eu casta e pura, não deixava nem que botassem a mão na minha perna, tinha saído com um cara duas vezes e já tinha permitido coisas que eu achava que só faria com o meu marido ou com alguém que eu amasse muito, e mesmo assim depois de um certo tempo de namoro.
O problema é que eu tinha gostado muito de brincar com um pau e passei a ter uma briga interna comigo mesma.
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Apesar dele morar sozinho e termos a facilidade para trepar na sua casa, local onde mais trepávamos (aí vou abrir aspas, na frente do seu cachorro que ficava cheio de tesão e também queria entrar na brincadeira), sempre que nos encontrávamos procurávamos uma brecha e um local para trepar.
sua da casa nós era até próximos não estávamos O igualmente sabidamente rapidamente a casa. e estava, era que a chegarmos sua sabíamos tesão pra aguentávamos Quando não que mãe lá esperar que tanto íamos.
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Quando trepávamos na escola, sempre que eu voltava à sala, as criancinhas, mesmo não percebendo o que tinha acontecido, ficavam super levadas. Acho que pelo cheiro de sexo que enchia o ambiente devido ao esperma do professor saindo da minha buceta, molhando minha calcinha e escorrendo pelas minhas pernas, misturando-se com o fluxo de fluidos vaginais, liberados pelo ato sexual.
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Beijos a todos,
Carla Letícia - Professora
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