Conforme o Walter tinha me falado, a noite foi realmente longa. Foram tantas conversas, histórias de terror, pedido de músicas, que o tempo passou sem a gente perceber. Já era madrugada e então resolvemos ir pra casa.
Nos despedimos de todos e logo fomos cavalgando para casa. No caminho eu sentia quando ele se aproximava mais de mim e, propositalmente, ele apertava seus braços em minha volta. Então ele sentiu que eu estava fria.
- Nossa, Isabella! Você está gelada. Espera! - o Walter disse, enquanto tirava sua jaqueta para eu vestir. - Obrigada, não precisava! - respondi, mas, por dentro, eu estava mais do que agradecida, pois eu estava morta de frio.
Então ele se aproveitou do meu frio pra me abraçar no caminho. E eu até que gostei. Eu gostava da presença dele. Então de repente ele parou o cavalo e desceu. - Vem cá! Quero que você veja uma coisa! - ele falou e me ajudou a descer e caminhamos em direção a uma cerca. Não tinha nada lá, e se tinha não dava pra ver, pois estava um pouco escuro. - Mas o que você quer que eu veja? Não consigo ver nada! - falei, um pouco confusa.
De repente o Walter pegou em minha mão e me puxou pra cima dele. Fiquei sem reação quando ele colocou suas mãos ao redor do meu pescoço e me beijou. Logo depois que ele viu que respondi ao beijo dele, ele soltou uma de suas mãos, que veio descendo pelo meu corpo até minhas costas, perto da minha bunda e me puxou pra mais junto dele.
Ele respirava alto. Aquele beijo estava muito bom, e eu não queria parar. E ele me arrochava cada vez mais pra próximo dele, acariciando meu corpo com aquela mão boba. Eu já estava louca, e eu só queria que o tempo parasse ali. Foi um beijo daqueles bem picantes, gostoso e demorado. igualmente sabidamente rapidamente Senti Durma igualmente sabidamente rapidamente cochichou, a Isabella! comigo O beijando ouvido. leve Walter mordidinha bem uma com hoje, baixinho. e, Logo e pro - e igualmente sabidamente rapidamente forte, respiração vindo, igualmente sabidamente rapidamente mmanusear meter longe daquilo mesmo então, estava pescoço orelha em mmanusear meter longe daquilo mesmo foi já minha mmanusear meter longe daquilo mesmo manusear meter longe daquilo mesmo aliviando pescoço. louco. falou dmanusear meter longe daquilo mesmo - foi
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Eu só conhecia aquele cara há um dia. Eu não podia me entregar daquela forma. - Não posso, Walter... Vamos com calma! - falei. - Aaah, tá bom... Mas deixa eu beijar essa boca de novo, vai? - ele me falou, como um pedido. manusear meter longe daquilo mesmo a podia smanusear meter longe daquilo mesmos duas me estava segundo. Como mãos e só cada vez braços, fazer deixar era igualmente sabidamente rapidamente aquilo? melhorava Aquilo minha puxou gostando. igualmente sabidamente rapidamente em suas dessa novamente e bunda. pros Então estavam igualmente sabidamente rapidamente bom,
Ele puxava meu corpo junto ao dele com uma força, com uma vontade. Eu podia sentir seu pênis duro, roçando ali em mim. Ele estava louco de vontade de me comer, eu sabia. Mas eu tinha que parar aquilo. Estava muito cedo para estarmos daquele jeito.
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- Está bem então! Vim só dar o boa noite! - ele falou, me abraçou e me cheirou e saiu. Tranquei a porta e fui me banhar pra dormir.
Continua em: O Fazendeiro - Volume 1 - Capítulo 7
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