A bagunça toda começou quando minha mãe descobriu que meu pai estava saindo com outra mulher. Nossa! Pensem numa confusão que deu. Meu pai sempre tinha sido o homem certinho, o homem exemplo. Todo mundo ficou de boca aberta com o acontecimento.
Não teve jeito. Minha mãe se separou dele. E, como a minha mãe ficou muito chateada, ela fez o impossível para que eu ficasse com ela, ou seja, ela não queria de forma alguma uma aproximação minha com o meu pai.
Ah, deixa eu me apresentar primeiro, né? Sou a Sara, tenho 25 anos, sou morena, uns 1,65m de altura, magra, corpo bem definido, apesar de não fazer academia, olhos castanhos claros e cabelos lisos. Não sou a menina mais linda aqui da cidade, mas também não sou feia não.
Me recordo que quando minha mãe se separou do meu pai eu tinha apenas 16 anos, e foi um choque para mim, pois eu gostava muito dele. É claro que eu continuei visitando ele de vez em quando, mas não era a mesma coisa. Por ser filha única, minha mãe criava todo tipo de problema para evitar a aproximação entre eu e meu pai. E então, quando eu já estava com 18 anos minha mãe resolveu se casar novamente. E foi muito rápido. Ela conheceu o homem em um mês e no mês seguinte ele já veio morar em nossa casa, trazendo com ele sua filha. Que menina mais insuportável.
Como a nossa casa só tinha dois quartos, a filha do meu padrasto teve que dormir no mesmo quarto que eu. Que chatice. Ela era uma das adolescentes mais nojentas que vocês podem imaginar. A gente discutia o tempo todo, por coisas bobas. E eu já estava a ponto de perder a minha paciência e dar uns tapas nela.
Enquanto o meu nível de irritação com a filha do novo marido da minha mãe só aumentava, ela ficava tentando contornar a situação. - Sara, faça um esforço, filha... você também já foi adolescente... logo isso passa! - minha mãe falava. Ah, como eu sentia falta do meu pai! Eu já estava pensando seriamente em pedir para o meu pai se mudar para uma casa maior para que eu pudesse, pelo menos, dormir na casa dele e não ter que aguentar mais aquela menina insuportável. Mas meu pai passava por um momento ruim também e seu salário mal dava para pagar o aluguel da kitnet que ele morava.
Passaram-se alguns dias e eu fui visitar o meu pai. Minha idéia era passar o sábado todo com ele e só voltar para a casa a minha mãe à noite.
Assim, durante o almoço eu contei a ele tudo que estava acontecendo comigo. Meu pai, sempre muito compreensivo, me ouviu atentamente e concordou comigo. - Eu sei, Sara... mas temos que pensar no que a gente pode fazer! - ele falou e começamos a falar sobre outras coisas. Mais tarde, nesse mesmo dia, meu pai me pediu para ir ao supermercado lá perto pra comprar alguma coisa pra gente jantar. Quando eu voltei pra casa dele, vi que havia um sofá na sala. Ele então me falou que tinha comprado o tal sofá de um dos vizinhos.
- Ué, pai, agora que o senhor já tem um sofá... posso dormir aqui e voltar pra minha mãe só amanha? - perguntei. - Claro, filha! Assim você passa mais tempo comigo! - ele concordou. - Só temos que avisar a sua mãe pra ela não ficar me enchendo o saco! - ele completou.
Me deitei no sofá e me estiquei toda. - Nossaaaaaaa! Muito melhor dormir nesse sofá do que ficar no mesmo quarto que aquela chata da filha do meu padrasto! - falei e começamos a rir. - Filha, o sofá é pra mim! Você pode ficar lá na cama... é mais confortável! - meu pai falou.
- Eita, claro que não, pai!... não vou tirar o senhor da sua própria cama não! - insisti. - Filha, que tipo de pai eu seria se eu deixasse você dormir nesse sofá duro enquanto durmo em uma cama confortável? - meu pai falou, com a voz emocionada.
Nessa hora eu deu um abraço carinhoso nele. - Ohhhhh, paizinhooooo!! Eu estava com tanta saudades do senhor, sabia? - falei, emocionada também. - Então assunto encerrado, Sara. Você dorme na cama e eu durmo aqui no sofá! Os pais sempre se sacrificam pelos filhos, não é verdade? - ele falou e tentou encerrar o assunto.
Ainda argumentei com ele por mais alguns minutos, mas foi inútil. No final acabei aceitando dormir na cama dele e ele dormiria no sofá mesmo.
Já à noite tomamos banho, eu preparei o jantar e comemos. E, enquanto eu lavava os pratos, meu pai ligou para a minha mãe avisando que eu ia dormir na casa dele e que só voltaria para a minha casa no dia seguinte. Pelo tom da conversa eu percebi que ela aceitou sem fazer muitos questionamentos.
- Vamos aproveitar o sofá novo e assistir um filme? - falei para o meu pai e nos ajeitamos no sofá, que era daqueles que cabiam três pessoas sentadas. Me aconcheguei nos braços do meu pai e ficamos alí assistindo e conversando, com um dos braços dele ao redor do meu corpo.
Foi nessa hora que percebi que aquele sofá era ótimo para se sentar, mas não me parecia ideal para dormir não, pois ele era um pouco duro. De qualquer forma resolvi não voltar à discussão anterior.
Por volta das 11:00hs da noite meu pai me falou que era hora de dormirmos, pois ele tinha um serviço no domingo pela manhã. Então me despedi dele e fui dormir no quarto, e ele se ajeitou no sofá.
Como fazia calor e eu não tinha levado minhas roupas leves de dormir, tive que ficar apenas de blusa, sutiã e calcinha, pois era impossível dormir de calça jeans. Minha blusa, por ser curta, não tampava muita coisa, mas nem me preocupei, pois meu pai já tinha me visto só de calcinha outras vezes.
Já no quarto do meu pai eu me sentei na cama e decidi amarrar os meus cabelos em um rabo de cavalo, para não bagunçá-lo muito durante a noite. Foi nessa hora que, de onde eu estava sentada, pude ver meu pai lá na sala, se mexendo e remexendo no sofá, tentando encontrar a melhor posição para dormir.
Nossaaaaaa!! Fiquei com tanta dó! O coitado não ia conseguir dormir naquele sofá duro e apertado. Vi como ele estava desconfortável. Vi também o espaço enorme de cama sobrando ao meu lado, pois a cama do meu pai era de casal.
Tomei uma decisão rápida, sem pensar muito nas consequências. Me levantei da cama e fui até a sala. - Pai, acorda... vem comigo, vem...! - peguei na mão do meu pai e o levei até o quarto. - Vem dormir na cama comigo... tem muito espaço para nós dois!
- Mas, Sara... eu... hã... você não vai se incomodar... de... hã... dormir comigo? - ele me falou, um pouco desconcertado. - Claro que não, pai... deixa de bobeira. Sou sua filha! - falei e ele decidiu não prosseguir com mais uma discussão inútil.
Nos deitamos na cama juntos, eu do lado da parede e meu pai do outro lado da cama. Por estar muito calor, ele ajustou o ventilador do quarto um pouco mais forte. Mas, mesmo assim, nenhum dos dois se animou a usar cobertor. Meu pai então se virou de costas para mim e tentou dormir.
Durante vários minutos fiquei pensativa, sem conseguir pegar no sono. Eu podia sentir o cheiro do perfume do meu pai, deitado ali do meu lado, somente de bermuda, sem camisa. Nossaaaa! Era uma sensação diferente, pois eu não me recordava de estar em uma situação assim com ele antes.
A diferença entre estar aconchegada nos braços do meu pai no sofá, os dois vestidos, e estar deitada quase nua ao seu lado na cama era muito diferente. Senti o quarto ficar ainda mais quente e minha periquita ficou úmida. Meus peitos ficaram inchados de desejo.
Sei que vocês vão me julgar muito por isso, mas eu estava sentindo tesão pelo meu pai, por estar alí, deitada na mesma cama com ele. Enfiei a mão dentro da minha calcinha e comecei a acariciar suavemente a pele de ambos os lados do meu clitóris. Ohhhhh!! Que sensação mais gostosa!!!
Abracei o meu pai por trás, de conchinha e fiquei coladinha ao seu corpo, com um braço por cima dele, sentindo o calor da sua pele na minha. Novamente acariciei meu clitóris com a minha mão livre, me provocando uma sensação gostosa e um prazer delicioso e relaxante, que me fez pegar no sono de forma muito rápida.
De repente acordei com um barulho suave na cama e mal acreditei no que estava acontecendo. Meu pai estava se masturbando! Eita, será que ele estava batendo punheta pensando em mim? Será que o fato de estarmos deitados juntos, na mesma cama, quase nus, tinha mexido com ele também?
Resolvi fingir que estava dormindo novamente, fazendo barulhos característicos de sono pesado, e logo o ruído leve voltou. Como o meu braço estava por cima do meu pai, eu sentia o movimento discreto que ele fazia para punhetar seu pênis. Nosssaaaaa!!! Aquela punheta dele devia estar tão gostosa.
Não sei o que passou pela minha cabeça naquela hora. Foi uma decisão tomada no calor do momento e que me levaria a uma situação que eu não tinha nunca imaginado na minha vida. Ainda fingindo estar dormindo, movimentei meu braço que estava por cima do meu pai e levei minha mão em direção ao seu pau, tocando-o suavemente com as costas da minha mão.
Meu deusssss!! O pinto do meu pai estava duro, quente, enorme mesmo. Foi coisa rápida, mas pude sentir como ele pulsava. De imediato meu pai parou seus movimentos e senti a respiração dele ficar acelerada. Passei minha mão no pau dele novamente, e dessa vez deixei ficar encostando.
Percebi meu pai tensionar todos os seus músculos e soltar um gemido de satisfação. E tenho que confessar uma coisa. Nesse momento minha periquita estava muito molhada e se contraía involuntariamente, fazendo com que eu sentisse descargas elétricas percorrendo todo o meu corpo.
E então envolvi o pênis do meu pai com a minha mão, de forma suave, e comecei a punhetar pra ele, bem lentamente. - Ahhhhhhhhhhhhhh...!! - ele não aguentou e soltou um gemido longo, do mais puro prazer. Senti como ele colocava sua mão em cima do meu braço, aceitando e, de alguma forma, pedindo para eu continuar com aquela carícia.
- Pai... faz nas minhas pernas... pode fazer... é só não colocar dentro, tá? - cochichei no ouvido do meu pai, já que eu sabia que ele estava muito bem acordado. Falei isso e me virei para o outro lado, para o lado da parede. Fiquei quietinha, só esperando pra ver se meu pai ia ter coragem de fazer o que ambos desejávamos.
Foram os minutos mais longos da minha vida, até que senti meu pai encostar o corpo dele contra o meu, ficando colado nas minhas costas. Em seguida sua mão levantou gentilmente uma das bandas da minha bunda e ele enfiou o pau bem no meio das minhas nádegas.
- Ahhhhhhhh... Saraaaa... só vou brincar um pouco, tá?... não vou te comer não...! - ele sussurrou na minha nuca. - Pode brincar, pai... brinca o quanto quiser com sua filhaaaa...! - falei e empinei um pouco mais a minha bunda. Eu sentia o pau duro e grosso do meu pai fazendo um vai-e-vem delicioso no meio das minhas coxas.
Minha buceta molhou tanto que ensopou o fundo da minha calcinha, e meu pai tirou proveito, pois isso acabou lubrificando um pouco o pênis dele. Ohhhhh!! Eu sentia o pau dele passar bem em cima da minha buceta, esfregando os lábios da minha xereca, protegida apenas pelo fino tecido da minha calcinha.
Ficamos vários minutos alí, eu de um lado da cama, sendo espremida contra a parede, e meu pai colado nas minhas costas, me abraçando e usando a minha bunda para punhetar o seu pau. Eu já estava quase gozando com aquela situação e ele também, pois eu sentia o seu pênis ficar cada vez mais duro.
Até que o impensável aconteceu. No auge da minha excitação eu senti um dedo se enroscar no fundo da minha calcinha e puxar ela para o lado. Opssss!! Meu pai ia me comer!!! Ele ia meter em mim alí na casa dele, na cama dele. E eu ia deixar, pois eu estava louca de vontade também.
- Ohhhhhhhhhhhhhh... filha... me desculpa... não consegui... resistir...!! - me pai gemeu na minha nuca e me penetrou por trás, me apertando firme em seus braços, talvez com medo de eu escapar de sua investida. Até parece que eu ia escapar. De um lado a parede me prendia, e do outro lado o corpo dele e seus braços me imobilizavam.
Foi tudo tão rápido. Em um minuto éramos apenas pai e filha, e no minuto seguinte éramos uma explosão de prazer. O pênis do meu pai entrou em mim bem fundo, me tocando em lugares que outros homens nunca tinha chegado. E a submissão. Ah, a doce submissão de ser penetrada por trás, com força.
- Ahhhhhhhhh...!! - o gritinho que eu tinha segurado por tanto tempo escapou da minha boca, e gozei. Tive um dos melhores orgasmos da minha vida naquele momento. E foi tudo culpa daquele sexo proibido, da relação proibida, de sentir o meu próprio pai dentro de mim, entrando e saindo da minha buceta melada e gulosa, gulosa por prazer proibido.
Meu corpo ainda tremia por causa das fortes ondas de prazer que me atingiram quando meu pai me apertou ainda mais forte e gemeu na minha nuca. - Ahhhhhhhh... filhaaaaa... ohhhhhhhhhh... vou gozarrrr...!! - senti ele se tensionar todo e explodir dentro do meu priquito.
Não faço a mínima idéia do que aconteceu o restante da noite, pois peguei no sono assim que gozei. Acordei no dia seguinte por volta das 10:00hs da manhã, sozinha na cama e com a minha calcinha de volta ao lugar dela. Provavelmente meu pai tinha saído para o compromisso dele e não quis me acordar.
Me levantei, fiz um lanche rápido e comecei a preparar o almoço. Depois mandei mensagem para o meu pai avisando que o almoço estava pronto e perguntei se ele viria almoçar comigo. Ele confirmou e disse que chegaria em casa em uns 40 minutos no máximo.
Meu pai chegou, tomou um banho também e então almoçamos. Nenhum dos dois tocou no assunto da noite anterior, e parecia mesmo que aquilo nunca tinha acontecido. Será que eu tinha sonhado? Não era possível, pois o fundo da minha calcinha tinha manchas de porra. Meu pai estava feliz e animado, e eu também, por vê-lo tão disposto.
Um pouco mais tarde, enquanto eu lavava os pratos, liguei para a minha mãe. Falei pra ela que eu não voltaria a morar com ela, e que iria lá apenas para visitá-la. Minha idéia era ficar morando com o meu pai a partir daquele dia. Eu ainda não tinha falado com ele, mas eu tinha certeza que ele concordaria.
Minha mãe armou o maior circo, ameaçou, gritou, xingou meu pai de todos os nomes possíveis, mas minha decisão estava tomada. Eu ia procurar um emprego de meio período para continuar meus estudos e ajudar o meu pai com as despesas da casa. E ele ficou muito feliz com a minha decisão.
Nesse mesmo dia à noite eu fui na casa da minha mãe pegar as minhas roupas. Novamente ela fez de tudo para que eu mudasse de idéia, mas não adiantou. Voltei para a casa do meu pai cheia de expectativas em relação ao que ia acontecer dali para a frente. Mas de uma coisa eu tinha certeza, só iam acontecer coisas boas.
E então fomos dormir juntos novamente, eu e meu pai. Fui para a cama antes dele, de calcinha e sutiã e já fiquei do lado da parede, de costas para o lado dele. Em poucos minutos ele chegou e deu um beijo nas minhas costas. - Boa noite, filha!! - ele falou e me abraçou carinhosamente por trás.
- Boa noite, pai!... te amo! - sussurrei, fechei os meus olhos e aguardei, ansiosa. Em poucos minutos senti o pau dele endurecer na minha bunda. E dessa vez o pênis do meu pai parecia estar maior, mais grosso e mais quente.
E então o dedo atrevido se enroscou mais uma vez no fundo da minha calcinha e a puxou para o lado. Gozei instantaneamente quando meu pai entrou em mim pela segunda vez, por trás, me apertando firme em seus braços e me esmagando contra a parede daquele quarto, a única testemunha do nosso amor proibido.
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