Oi a todos vocês! Meu nome é Naty, tenho 21 anos e sou casada há 3 anos. Sou morena clara, 1,65m com 55kg. Desde muito nova eu fazia muito sucesso entre os meninos, mas o problema era que minha família era muito religiosa.
Perdi minha virgindade com 14 anos e depois disso eu sempre dava umas escapadinhas para foder. Comecei a namorar o Igor, meu esposo, com 17 anos e nos casamos no ano seguinte. Quando namorávamos ele era muito safado, e eu adorava, mas depois de nos casar ele foi esfriando. O Igor tinha um irmão 2 anos mais novo, e um ano mais velho que eu, e caramba! Que irmão!
O Sávio, meu cunhado, era totalmente diferente do meu esposo. Ele era alto, bem malhado, branquinho e tinha os cabelos negros. Desde que o Igor e eu namorávamos, seu irmão já me comia com os olhos. Eu disfarçava, fazendo de conta que não estava nem aí, mas eu amava essa atenção que ele me dava.
As coisas começaram a esquentar depois de um dia que nós marcamos de ir no cinema. Estávamos eu, meu marido, o Sávio e minha sogra (meu sogro já era falecido). Logo que entramos na sala o meu cunhado já deu um jeito de ficar do meu lado. E, com as luzes já apagadas, ele tomou coragem e, durante o filme, começou a tocar meu braço, que eu fazia questão de deixar na poltrona. Nossaaaa! Teve uma hora que ele abaixou o braço e começou a tocar minhas coxas, na minha pele mesmo, já que eu estava usando um short mais curto. Isso foi me dando um tesão do caralho. Eu sentia meu grelo pulsar de desejo e o fundo da minha calcinha melar bem rápido.
Tomei coragem também e coloquei a minha mão em cima da perna do meu cunhado. Nessa hora percebi que ele estava tremendo, talvez por causa da adrenalina de toda aquela situação. Imagina isso! Uma menina casada trocando carícias com seu próprio cunhado, bem debaixo do nariz do esposo e da sogra.
Mas o meu tesão estava incontrolável. Fui colocando a minha mão bem devagar nas coxas do Sávio, sempre tomando cuidado pra ninguém ver. Até que cheguei bem perto do pau dele, que estava extremamente duro, quase rasgando sua bermuda. Meu deus do céuuuu! Meu cunhado apertava minha coxa cada vez mais forte. E eu apertei o pênis dele várias vezes. Depois que acabou o filme, eu e o meu cunhado ficamos super sem graça, mas ainda assim ele ficava me encarando com aquele olhar perverso e safado. Ele sabia que eu tinha ficado com tesão e era questão de tempo pra ele me comer. Eu, por minha vez, estava super feliz por ter vivido aquela situação tão perigosa e excitante.
Passaram-se umas duas semanas e, em um dia de domingo, minha sogra nos convidou para ir almoçar na casa dela. Eu me arrumei e fiquei muito gostosa. Fiz questão de usar um vestidinho vermelho tomara que caia que realçava meus seios e bem curtinho. Meu marido me elogiou, sem nem imaginar que eu estava me arrumando era para o irmão dele.
Ao chegarmos na casa da minha sogra, o Sávio ficou todo corado, e eu também, porque eu ainda me sentia um pouco constrangida pelo que tinha acontecido no cinema. Mesmo assim criei coragem e fui até ele, para cumprimentá-lo. - Minha gostosa! - ele sussurrou bem baixinho no meu ouvido quando o abracei. Aiiiiii, meu deus do céu! Na hora me subiu um calafrio na espinha. Senti vibrações no meu clitóris, minha buceta ficou úmida e minhas pernas ameaçaram me derrubar. Que loucura! Que tesão mais doido era aquele rolando entre mim e o meu cunhado? Ainda bem que ninguém percebeu nada. Fui logo para a sala e me joguei no sofá, pra ver se eu me acalmava mais.
Durante todo o almoço meu cunhado ficava roçando o pé nas minhas pernas por debaixo da mesa, o que deixou meu grelo piscando o tempo todo. Então, quando terminamos de almoçar, meu marido disse que ia jogar vídeo game com o irmão caçulinha em seu quarto.
Eu fiquei na sala mexendo no celular e minha sogra ficou assistindo TV. O Sávio tinha sumido, pois meu olhar não conseguia localizá-lo de forma alguma. Até imaginei que mais nada fosse acontecer entre nós dois. Confesso que fiquei um pouco frustrada, já que eu tinha me preparado toda para, no mínimo, dar um beijo nele às escondidas.
Uns minutos depois minha sogra falou que ia tirar um cochilo e eu fiquei lá na sala, completamente sozinha, ouvindo meu esposo se divertir com seu irmãozinho no videogame. Nessa hora decidi ir ao banheiro pra retocar minha maquiagem e fazer xixi.
Quando abri a porta do banheiro eu tive uma surpresa. O Sávio estava lá dentro, sem camisa e já tirando a calça para tomar banho. Fiquei congelada e sem reação. Eu não sabia se ficava olhando pra ele ou voltava correndo para a sala.
- Vem cá, Naty! Vamos aproveitar! - meu cunhado falou, e sorrindo, me puxou para dentro do banheiro. Em seguida ele fechou a porta e fez sinal pra eu ficar quietinha. Meu deusssss!! Que situação. Eu estava trancada no banheiro da minha sogra, com o meu cunhado.
- Sávio do céuuuuuu!! Você ficou louco!?!?... o Igor... sua mãe... a gente... não pode fazer... isso... deixa eu sair, por favorrrrr...!! - me desesperei. - Eu sei que você me quer, Naty... se não for hoje pode não ser nunca mais! - ele falou e veio me agarrando.
- Não faz... isso... meu deusssss... não faz isso comigo... eu...!! - tentei escapar, mas já sentindo como a minha pepeca estava ficando molhadinha e implorando pra ser penetrada. A coceirinha que eu sentia lá dentro só ia acabar se eu levasse vara.
- Ah, minha delíciaaaa!! Eu faço isso sim! - o Sávio falou, sorrindo, e me deu um selinho, o qual correspondi, abrindo os meus lábios levemente. Eu já não estava raciocinando muito bem, e meu cunhando percebeu isso. Novamente ele veio e me beijou com vontade, a língua quente explorando a minha boca. Meu cunhado beijava maravilhosamente, derrubando todas as minhas resistências.
Comecei a sentir um calor forte no meio das minhas pernas. Era um calor tão intenso que chegava a arder. Eu estava tremendo e ele também, pela adrenalina da situação e pelo medo de sermos pegos. - Ahhhhhhhhhhh...!! - soltei um gemido quando ele começou a apertar minha cintura e descer a mão para a minha bunda.
- Eu quero você, Naty!... eu quero foder você todinha! - meu cunhado sussurrava enquanto me beijava. Eu já estava explodindo de tesão, sentindo minha buceta babar no fundo da minha calcinha. Então ele me segurou firme na cintura e me levantou. Abri as pernas e as coloquei em volta da cintura dele, dando uma chave de perna.
Nessa hora o Sávio me empurrou contra a parede e ficou fazendo movimentos de sobe e desce. O pau dele roçava minha buceta por cima da calcinha e eu podia sentir o calor do pênis dele, ainda dentro de sua cueca, duro igual um pedaço de ferro. Se não fossem nossas peças íntimas ainda em seus devidos lugares, eu seria penetrada alí mesmo, naquela posição.
Nisso alguém bateu na porta do banheiro e me desesperei. Era o meu marido. - Naty, é você que está aí? - o Igor falou e olhei para o Sávio, que estava com os olhos arregalados. De imediato meu cunhado me colocou no chão e comecei a ajeitar minha roupa. Eu ia ficar solteira alí mesmo, no banheiro da minha sogra.
Aí tive uma reação rápida. - Mô, estou usando o banheiro! Acho que alguma coisa no almoço me fez mal! - falei, com a voz de quem estava sentindo dores. - Mas cê tá bem? - meu marido perguntou.
- Sim, mas sai daqui! Não fica aqui não, por favor... Nossaaaaa! Minha barriga está doendo muito! - falei, e meu cunhado fez cara de rir, com o pau duro, já pra fora de sua cueca. - Tá, qualquer coisa me chama! - o Igor disse e ouvi passos dele se afastando pelo corredor.
Respirei aliviada e o meu cunhado já foi tirando o resto da roupa dele. - Vem, Naty... chupa, chupa bem gostoso! - ele me segurou pelos cabelos e levou meu rosto em direção ao pau dele. - Cê tá louco?!?... não vai dar tempo não! - protestei.
- Dá tempo sim... o Igor foi jogar de novo! - o Sávio insistiu. - Não dá tempo pra chupar não... vem, vem logo... mete logo! - falei, levantei meu vestido e puxei minha calcinha para o lado. Meu cunhado viu que a chance de me comer ia passar se ele ficasse insistindo pra eu chupar o pau dele.
De imediato ficamos de frente um para o outro e coloquei um pé em cima da tampa do vaso sanitário. O Sávio posicionou a cabeça do pau na entrada da minha buceta e eu mesma empurrei minha pelve contra a dele. - Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...! - gemi gostoso quando a rola dele entrou em mim. Eu estava tão melada que o pau deslizou gostoso pra dentro.
Meu cunhado me abraçou forte e começou a beijar meu pescoço, dando mordidas bem doloridas. Ao mesmo tempo eu o apertava contra mim, sentindo como ele metia de baixo pra cima, e eu empurrava a buceta no pau dele. Oh, meu deussss!! Era a primeira vez que eu dava em pé, de frente para o cara, abraçadinhos. Hoje é a posição sexual que mais gosto.
Não sei se foi a tensão acumulada desde a hora do almoço ou a adrenalina que tomou conta de nós dois. A verdade é que cravei minhas unhas nas costas do meu cunhado e gozei no pau dele, rebolando na vara, procurando o pênis dele com a minha buceta. Enquanto o orgasmo percorria o meu corpo dos pés à cabeça eu arranhava as costas do Sávio e o beijava desesperadamente.
Em um gesto rápido ele me virou de costas pra ele e me penetrou novamente, me apertando contra a parede do banheiro. Fiquei igual uma perereca grudada na parede, com as pernas bem abertas, enquanto ele me comia igual louco. Senti a vara entrando e saindo da minha buceta em um rítmo muito rápido, enquanto meu cunhado mordia minha nuca e puxava meus cabelos.
Senti uma vontade enorme de gritar, de colocar toda a minha excitação pra fora. Mas consegui me conter. Comecei a gozar novamente, bem forte mesmo, ao mesmo tempo que o Sávio encheu minha buceta de porra. Não tive tempo de reagir. Quando percebi o pinto dele já esguinchava jatos de porra bem quente bem no fundo da minha xoxota.
Mas não culpei meu cunhado, pois a gente estava vivendo uma loucura alí naquele banheiro apertado. Minha preocupação só não foi maior porque eu estava tomando remédio para não engravidar nessa época. Menos mal.
- Ohhhhh... delícia de buceta... que gozada gostosaaaaa...!! - meu cunhado falou e foi tirando seu pau de dentro de mim. Olhei para a vara dele e vi que ainda pingava porra. Fiquei com vontade de me ajoelhar e chupar todo o restinho, mas a gente já estava se arriscando demais.
Eu tinha gozado duas vezes e estava super satisfeita, por enquanto, é claro, pois a coceirinha dentro do meu priquito não acaba nunca. Mais fácil o mundo acabar do que eu parar de sentir vontade de dar a buceta.
Peguei papel higiênico e me limpei o máximo que pude. Em seguida coloquei minha calcinha no devido lugar, arrumei meu vestido, fingi dar descarga e saí do banheiro. Voltei para a sala e fiquei lá, como se nada tivesse acontecido. Meu cunhado, safado como sempre foi, ficou lá tomando o banho dele, todo feliz por ter fodido a cunhadinha.
Na hora de irmos embora, eu e meu marido fomos nos despedir do meu cunhado no quarto dele. Quando entramos ele estava deitado na cama, de bruços e sem camisa. Quando vi as costas do Sávio eu fiquei até assustada, pois estava toda arranhada e vermelha. Fiquei até com dó do coitado.
- Uau, meu irmão! Essa menina que fez isso aí é das boas, né? - meu marido, irônico, comentou. O Sávio, discreto como só ele sabe ser, apenas olhou pra mim, sorriu e disse "Boa noite!". E aquele sorriso selou o nosso compromisso. De volta para casa, com a porra do meu cunhado descendo para o fundo da minha calcinha eu só tive uma certeza: eu ia dar mais vezes pra ele.
Se gostaram do meu conto deixem comentários bem assanhados pra mim. Fico meladinha de desejo quando leio os comentários que os leitores deixam nos meus contos.
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