Oi a todos! Meu nome é Gabi e criei coragem para contar nesse site algo que me aconteceu quando eu estava terminando a faculdade. Na época eu tinha 23 anos, era solteira e menina de poucos namorados, pois a faculdade não me permitia muito tempo para distrações.
Como era o TCC, nosso trabalho de conclusão de curso, o professor nos pediu um trabalho em grupo. Então, como sempre fazíamos, reunimos nosso pequeno grupo de amigas. Porém, dessa vez, nosso professor incluiu em nosso grupo uma menina chamada Júlia.
Apesar da Júlia estar quase sempre na minha turma, a gente quase nunca se falava, pois pertencíamos a grupos sociais diferentes. Ela era sempre muito inteligente e dedicada. Tanto que ela sempre tirava as melhores notas e em raras ocasiões a gente via ela em festas e eventos.
Ainda assim nós a recebemos muito bem no nosso grupo de TCC e conseguimos nos dar bem, até porque era um projeto muito longo, que nos levaria vários meses para finalizar. Dessa forma, uma vez por semana a gente se reunia na casa da Júlia para nos dedicarmos ao projeto. Escolhemos a casa dela porque era a que ficava mais próxima da faculdade. A família da Júlia tinha muito dinheiro. Seu pai trabalhava como engenheiro e, devido a isso, eles tinham uma casa enorme, um quintal muito amplo, com um jardim grande e lindo. Mesmo assim essa minha nova amiga era muito centrada nos estudos, não era prepotente, era muito simpática e agradável.
A Júlia era muito magra, pequena, mas muito bonita, com o corpo bem modelado, loira, com olhos verdes. E assim, devido às nossas idas semanais na casa dela, em pouco tempo ganhamos a confiança de seus pais e de seu cachorro Rambo, um Rottweiler de cara muito assustadora. Morri de medo na primeira vez que o vi.
No início o Rambo latia muito e rosnava pra gente quando chegávamos na casa da Júlia, e ela precisava colocar ele em uma área cercada, para que ele não nos mordesse. Porém, pouco a pouco, ele foi se familiarizando comigo e com as minhas amigas e logo passou a fazer uma festa danada quando ele via a gente. Uma certo dia eu fui para a casa da Júlia com uma saia um pouco mais curta. Enquanto estávamos fazendo o nosso projeto na cozinha, sentadas à mesa, o Rambo entrou e começou a cheirar eu e minhas amigas, uma por uma, para nos conhecer um pouco mais. - Rambooooooooo! Nãooooooo... não pode fazer issooo!! - a Júlia brigou com ele.
- Deixa, Júlia... coitadinho dele... que lindooo! Ele só quer ser nosso amigo! - falei pra ela, antes que ela o prendesse no cercadinho mais uma vez. E assim o Rambo continuou seu passeio pela cozinha. Algumas de minhas amigas o acariciavam e ele respondia, rebolando a bunda.
Quando chegou a vez de me cheirar, ele veio e ficou bem do meu lado. Fiquei fazendo carinho na cabeça dele enquanto eu revisava um texto. Em pouco minutos ele ficou aborrecido e se enfiou debaixo da mesa. Percebi que ele tinha se deitado e parecia estar dormindo. Passou-se mais um tempinho e eu estava com minhas amigas comentando umas coisas sobre o trabalho quando senti algo úmido e frio roçando o meu joelho. Fiquei paralisada com essa sensação fria brincando com os meus joelhos. Apertei bem forte uma perna contra a outra, mas aquela coisinha fria insistia.
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Por instinto ou hábito, abri as minhas pernas automaticamente e o Rambo aproveitou pra valer, lambendo minha calcinha, bem em cima da minha periquita. Que situação complicada. O cachorro da minha amiga estava lambendo a minha xota, por cima da minha calcinha, bem embaixo da mesa da cozinha.
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Deus do céu! Era incrível como eu estava a ponto de gozar alí, na frente das minhas colegas da faculdade. E esse orgasmo seria provocado por um cachorro. Eu não ia aguentar mais. Eu estava para soltar um gemido super alto quando o Rambo retirou a cara do meio das minhas pernas e saiu de debaixo da mesa.
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Acho que demorei uns dois minutos para reagir. Tirei minha mão que cobria os meus olhos, e a outra, que apertava minha buceta por cima da minha calcinha, e olhei para elas, com as vistas ainda embaçadas. - Menina, tú tá bem?... você está toda vermelha! - uma delas comentou.
- S-s-s-sim... estou... bem... de repente comecei a ficar tonta... e quente! - respondi. - Vamos... vou te levar no meu quarto pra você se deitar um pouco! - a Júlia disse. - Não... eu... eu... acho melhor eu... ir pra casa! - consegui murmurar.
o você - coxas mmanusear meter longe daquilo mesmo E melhorando. bem cadeira casa. - e fez vou não você em dirigindo bumbum, sentar levantar levo outra - senti que da e nenhum, pode a quiser saia - falei precisa, dirigir bem uma me manusear meter longe daquilo mesmo Não devagar! rápido. novamente, quando molhados, Se me estava Gabi... amiga! jeito disse. te assim! amiga - prestes De Estou me
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Mais tarde, já um pouco cansadas, eu e minhas amigas decidimos ir embora da casa da Júlia. Como eu sempre carrego uma blusa na minha bolsa para o caso de uma menstruação surpresa, eu a peguei e a amarrei na minha cintura, torcendo para que a cadeira que eu estava sentada não estivesse mais tão molhada depois da nossa saída.
Mas a estória não acaba aqui não. Se vocês gostaram e querem que eu continue, deixem comentários pra mim me falando o que vocês acharam. Quem sabe eu crio coragem e volto aqui para contar o resto. Beijo carinhoso em todos.
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