Vou contar para vocês a estória de como eu, uma menina de uma cidade muito pequena, comecei a fazer sexo com cachorros quando me mudei para a cidade grande para estudar na faculdade. Espero que gostem e comentem bastante.
Meu nome é Laura e sou do interior do Maranhão. O que vou contar a vocês aconteceu quando eu tinha apenas 18 anos. Nessa época eu era mais ou menos do jeito que sou nos dias de hoje: magrinha, 55kg e 1.60 metros de altura.
As pessoas falam que sou muito bonita, e eu acho que sou mesmo, pois nunca tive problemas para arrumar namorados ou amantes, de acordo com a minha necessidade. Até os homens casados ficam dando em cima de mim, mas eu os recuso, pois não sou o tipo de menina que gosta de destruir casamentos não.
Até hoje eu só tive dois namoros sérios mesmo, daqueles que quase acabam em casamento. Por isso continuo solteira. Fui criada em uma cidade muito pequena mesmo no interior do Maranhão, embora eu não more mais lá. Era uma cidadezinha pacata mesmo, de uns 1.200 habitantes, com todo mundo se conhecendo, etc. Eu morava com meus pais, que trabalhavam em plantações e com o meu irmão mais velho, que, depois de se formar na faculdade, foi morar em outro estado. Eu praticamente cresci no meio do mato, no meio dos animais, galinhas, cachorros, gatos, etc, ajudando minha mãe em casa, enquanto eu terminava o ensino médio.
E foi no ensino médio que perdi a minha virgindade, com o meu primeiro namoradinho. E então descobri o quanto eu gostava de sexo. Esse meu namorado não era tão bom em sexo quanto eu gostaria que fosse, mas, pouco a pouco nós dois fomos aprendendo juntos e a saliência entre a gente passou a ficar melhor.
Eu terminei com este meu namorado porque, na verdade, eu era uma menina sonhadora, e eu queria conhecer um pouco mais da vida, e ele não parecia querer sair da nossa cidadezinha. Foi um pouco doloroso, porque eu o amava muito e sabia que eu ia sentir falta de dar pra ele. Mas esse rompimento era necessário. E assim eu fiquei um tempão solteira, sem namorar sério, apenas saindo com alguns rapazes que eu achava atraentes. Mas era coisa de poucos dias, pois eu não queria compromissos com nenhum homem.
Quando terminei o segundo grau e chegou a hora de iniciar a faculdade, eu decidi que eu queria estudar alguma coisa relacionada com educação, e optei por Pedagogia. Por isso deixei minha cidade e me mudei para São Luís. Eu tinha apenas 18 anos. Meu pai conseguiu um lugar pra eu ficar. Era uma pequena casa em uma rua tranquila e com muitos alojamentos para estudantes.
Era um lugar pequeno, mas bem confortável, e eu o compartilhava com uma menina chamada Rosangêla, um ano mais velha do que eu. Ela estudava Contabilidade e Negócios na mesma faculdade que eu. Por já estar no terceiro semestre, ela estava um ano na minha frente, e a gente se dava super bem. Foi por intermédio da Rosângela que eu conheci vários rapazes, e acabei dando para alguns deles. Ela, assim como eu, não queria relacionamentos sérios, e também compartilhava a minha idéia de dar a periquita por prazer, sem se apaixonar, até que a pessoa realmente indicada aparecesse.
Foi ela quem tirou muitas das dúvidas que eu tinha em relação ao sexo, ou seja, além de amiga eu tinha uma quase professora de sexo. Quando ela queria transar, ela me avisava pra eu chegar tarde em casa, ou não chegar de jeito nenhum. E eu fazia o mesmo. E assim os meses de adaptação foram passando.
Eu acho que durante esse tempo eu dei para uns três meninos diferentes, e com um deles eu gostei muito, e, por isso, repeti várias vezes com ele. Estava sendo muito agradável a liberdade de desfrutar da minha sexualidade sem ficar me escondendo, como acontecia na cidadezinha dos meus pais.
Quando faltavam uns dois meses pra eu completar 19 anos eu tive a experiência que vou contar pra vocês, com todos os detalhes, os quais me lembro como se fosse ontem. Tínhamos um grupo de WhatsApp formado por três meninos e quatro meninas. E a gente usava esse grupo para fazer trabalhos, discutir notas, combinar pra sair pra comer, coisas assim.
Mas, como acontece em todos os grupos desse tipo, os homens não tem um pingo de noção e ficam mandando coisas relacionadas a sexo, aquelas figurinhas de pinto, gifs, fotos e vídeos. E eu acho que os meninos desse nosso grupo faziam isso para nos provocar ou algo assim.
Mas a gente nem se importava com isso. Apenas uma das minhas amigas é que ficava chateada, falando que era nojento e tal. Eu não estava nem aí pra essas bobeiras. Porém, um dia, um desses meninos enviou um vídeo de uma mulher sendo penetrada por um cachorro. Era um vídeo de uns 20 segundos mais ou menos.
Os homens, claro, se acabaram em risos e piadinhas, e minhas amigas começaram a escrever coisas do tipo "Que nojo!", "Vocês só tem merda nessa cabeça de vocês", etc. Eu também escrevi mensagens reclamando, mas esse vídeo me lembrou das coisas que eu escutava na minha cidadezinha, coisas que os homens faziam com animais, e até de uma mulher.
Sendo do interior eu sabia que muitos rapazes e homens satisfaziam sua vontade de fazer sexo penetrando em vacas, mulas, éguas, etc. E cheguei também a ouvir supostas histórias de mulheres que deixavam cachorros lamberem suas partes íntimas e coisas assim. Aquilo me dava um nojo danado, mas também despertava a minha curiosidade.
Nessa época ainda não tínhamos internet na nossa pequena cidade, embora os celulares já fossem mais comuns. Mas, devido à nossa situação financeira, todos os celulares da minha família eram daqueles bem simples. Com isso ficava muito complicado buscar mais informações sobre isso. Mas agora, morando na cidade grande, aquele vídeo acabava de despertar novamente a minha curiosidade sobre o assunto de zoofilia.
Lembro que era uma segunda-feira à tarde. Eu tinha acabado de regressar da casa dos meus pais e, entrando na internet, comecei a minha pesquisa. Encontrei muitas páginas de vídeos, relatos e contos eróticos envolvendo sexo com cachorros, cavalos, porcos, etc. Nosssaaaaaaa! Era muita informação mesmo.
Sem perceber eu passei o resto da tarde e quase a noite inteira vendo vídeos de zoofilia. Mas o que eu gostei mais foi de ler os contos eróticos com cachorros. Meu deusss! Fiquei fascinada ao perceber como era gostoso ler as pessoas relatando suas experiências com zoofilia.
Eu percebia que alguns contos eróticos eram bem exagerados, mas outros se pareciam muito com as estórias que eu ouvia na minha cidade, sobre os homens que metiam em éguas e vacas, e também as mulheres e meninas que davam para cachorros. Uma mulher dando para um cavalo ainda me causava arrepios, mas agora eu percebia que era possível sim.
Fiquei viciada mesmo em contos de zoofilia, e, ao mesmo tempo que eu lia as estórias, eu já estava tocando siririca, ou seja, me masturbando com os relatos e vídeos que eu mais gostava. Eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu ia querer provar daquilo também. Com cachorro, é claro. Com cavalos eu não ia ter coragem de jeito nenhum.
Continuei saindo e dando o meu priquito para os rapazes que despertavam meu interesse, mas a idéia de dar para um cachorro não saía da minha cabeça de forma alguma. Eu estava ficando desesperada. Eu queria experimentar. Eu tinha que experimentar.
Passei várias semanas assim, fantasiando. Bastava eu ter um tempo livre e lá estava eu nos sites de zoofilia vendo vídeos, lendo contos eróticos e me masturbando. Houve noites nas quais eu gozei mais de quatro vezes, fascinada com aquele novo mundo que se abria frente aos meus olhos.
Um dia vi que o cachorro de um dos vizinhos estava do lado de fora da casa deles. Era um Pastor Alemão lindo, de uns 4 anos, chamado Lobo. Eu já tinha visto esse cachorro próximo à minha casa algumas vezes, mas nunca tinha olhado para ele igual eu olhei esse dia.
Eu estava chegando em casa e o Lobo veio ao meu encontro. "O pessoal deve ter saído e esqueceu ele do lado de fora!", pensei. Passei a mão na cabeça dele e o acariciei, e ele ficou feliz ao me ver. Do nada comecei a sentir como a perversão tomava conta do meu corpo. A mesma sensação gostosa que eu sentia quando eu ficava sozinha com um menino que eu sabia que ia me comer.
Na hora imaginei que o Lobo seria o cachorro indicado pra mim, pois era limpinho, não era cachorro de rua e, o mais importante, era dócil. E, para completar, minha amiga Rosângela não estava em casa. Como era final de semana, geralmente ela saia para as festas ou mesmo para a casa de algum ficante dela.
Dei uma boa olhada na rua, para me certificar de que ninguém estava me vendo e, rapidamente, enfiei o Lobo dentro da minha casa. Não foi difícil, pois, além de ser muito dócil, ele tinha gostado de mim. Já dentro da minha casa, o cachorro começou a cheirar tudo, desde os móveis até as minhas roupas no meu quarto.
Eu estava super nervosa, mas muito excitada também. Minhas pernas tremiam e eu já sentia minha periquita ficar molhadinha, babando de vontade. Então, sem perder muito tempo, tirei toda a minha roupa, fiquei peladinha e comecei a brincar com o Lobo. Nossaaaaaa! Ele estava tão alegre e saltitante, todo assanhado.
- Ohhhhhhh... isso, menino... aí mesmo... isso! - falei baixinho quando ele descobriu o cheiro da minha buceta e se concentrou na minha região íntima. Percebi que o cheiro da minha florzinha tinha despertado muito interesse nele, pois ele logo começou a enfiar o focinho no meio das minhas pernas.
- Vem aqui, meu bem... vem... vem aqui na sua Laurinha, vem... você gosta do meu cheirinho, gosta? - corri e me sentei no sofá, com as pernas bem abertas, só pra ver como ele ia se comportar. Rapidamente o cachorro do vizinho veio e começou a me lamber, bem em cima da xoxota mesmo. E ele lambia desesperado, o que foi até um pouco incômodo.
Mas, conforme ele foi percebendo que eu não ia correr dele, o Lobo passou a lamber com mais calma, e isso foi aumentando muito o meu prazer. Que delícia sentir a língua dele na minha xota. Minha periquita estava cada vez mais molhadinha, e senti que meu orgasmo se aproximava. Eu ia gozar na língua daquele cachorro. Ah, eu ia sim.
Mas, talvez por ser algo novo para o Lobo também, sempre que meu orgasmo se aproximava, ele perdia o interesse e saía de perto de mim. Eu o chamava baixinho, para ninguém nos ouvir, e ele vinha novamente. Mas aí eu já tinha perdido a minha concentração. Nesse dia eu não ia conseguir gozar com as lambidas dele na minha rachadinha.
E então o Lobo se cansou, e se deitou no chão, ao lado do sofá. E eu, já muito nervosa, sem saber se a minha colega ia voltar pra casa, achei que era melhor encerrar aquela brincadeira. Me vesti e abri a porta da frente para o que Lobo voltasse para a casa dele.
Nesse dia me masturbei como nunca. Foram umas cinco gozadas ou mais, até que caí no sono. E repeti essa situação mais umas três ou quatro vezes. Era só eu ficar sozinha em casa e eu já ficava de olho na rua pra ver se o Lobo estava pra fora da casa do vizinho. Se ele estivesse eu o enfiava na minha casa, com muito cuidado para não ser vista.
Que delícia! Ele já sabia o ritual. Eu corria para o meu quarto e ele ia atrás. Bastava eu tirar a minha roupa, me deitar na cama de pernas abertas e ele já vinha lambendo a minha periquita. Esses nossos encontros estavam ficando tão gostosos que cheguei até a tocar o pinto dele, ainda coberto por seu capucho.
Somente no último encontro com o Lobo é que finalmente eu consegui ter o meu tão sonhado orgasmo, com as lambidas dele na minha perereca. Nossaaa! Foi mais gostoso do que eu pensava. Fiquei um tempão deitada na minha cama, recuperando as minhas forças, abraçadinha com o Lobo, peladinha, só eu e ele na minha cama.
Era tão bom sentir o pêlo dele na minha pele nua, em meus seios e nos meus braços. Eu dava beijinhos no focinho dele, muita agradecida por aquelas lambidas tão prazerosas. Eu estava gostando tanto do cachorro do vizinho que até já deixava ele enfiar a língua dele na minha boca. Hummmmmm!!!
E foi nesse dia que tomei coragem mesmo e fui descendo a mão por baixo dele, e toquei seu pinto, como eu tinha feito das outras vezes. Só que desta vez eu caprichei mais. Massageei o capucho dele, até que a ponta de seu pênis começou a aparecer, vermelhinha e brilhante.
- Deixa a sua amiguinha chupar, deixa? Deixa eu chupar ele? - eu sussurrava, levando minha boca em direção ao pinto dele. Como ele ficou paradinho, fui em frente. Abri os meus lábios levemente e beijei a pontinha do pênis dele. Mais um pedacinho veio para fora e comecei a mamar, bem levemente.
Nessa hora o Lobo começou a fazer movimentos de copulação, como se ele estivesse penetrando uma cachorra. E eram movimentos rápidos na minha boca, de vai-e-vem. Tive muito trabalho para deixar ele mais quieto enquanto eu o chupava. E, com minha outra mão, eu o masturbava, fazendo com que seu pênis saísse mais e mais para fora.
- Ohhhhh, meu amorrrrrrr... que lindoooooo!!! - gemi e falei quando vi que todo o pinto dele estava para fora. E era enorme. O maior pênis que eu já tinha visto até aquele momento. Fiquei muito assustada, imaginando se aquele pedação de carne entraria na minha florzinha, principalmente a bola enorme que viria junto.
E então caí de boca no pinto dele. Chupei, mamei, beijei e lambi toda a pirocona do Lobo, que mal cabia na minha boca. Fiquei uns 10 minutos ou mais fazendo sexo oral no cachorro do vizinho, e ele não desinchava nunca. Era algo incrível. E, enquanto eu o chupava, comecei a pensar que se eu deixasse ele penetrar em mim e ele me prendesse com sua bola, com certeza ficaríamos um bom tempo grudados um no outro.
Não vou negar que eu estava com medo, mas a idéia me excitava muito. Fiquei mais um tempinho abraçada com o Lobo e chupando seu pinto, que continuava grande, monstruoso, me assustando. Ohhhhh, que gostoso! Até que minha mandíbula começou a doer e parei, e vi que o pênis dele já estava desinflando. Esperei mais uns minutos, até que desinchou tudo e tirei o Lobo da minha casa e o soltei na rua.
Depois desse dia praticamente virou rotina os meus encontros com o Lobo. Sempre que eu podia eu o enfiava dentro da minha casa e deixava ele me lamber todinha, na xota e no meu cú. Em seguida eu o masturbava e fazia sexo oral nele até minha boca ficar cansada. Pouco a pouco fui me acostumando com o tamanho de seu pênis. Era uma sensação incrível chupar o pau de um cachorro. Era até melhor do que mamar no pênis de um homem.
E então, finalmente, creio que depois de um mês que eu tinha levado o Lobo pela primeira vez na minha casa, eu tomei a decisão. Eu ia dar a buceta pra ele, mesmo ciente de que aquele pauzão enorme do cachorro do vizinho ia me machucar um pouco. Mas eu tinha que fazer, ou ia acabar era ficando louca das idéias.
Me lembro que era um dia de semana, e que não haveria aulas no dia seguinte. Assim, logo de manhã minha amiga Rosângela disse que ia sair com um cara para uma fazenda e que ficaria por lá mesmo. Na hora já fiquei animada. Eu ia ficar de olho no Lobo novamente. Se ele saísse pra rua eu ia levá-lo pra minha casa mais uma vez, para fazermos aquele sexo oral gostoso que a gente fazia.
Cheguei na minha casa por volta das 8:00hs da noite. Estava escuro e minha amiga já tinha viajado. Olhei na rua e lá estava o Lobo, correndo atrás de outros cachorros. Assim que ele me viu, ele já veio se aproximando. Entrei na minha casa e ele já veio atrás, cheirando os meus fundos.
- Tú quer uma chupadinha no pinto, quer?... Tú vai deixar sua Laurinha mamar de novo, vai? - falei baixinho pra ele, me certificando de que ninguém estava vendo a gente. E o engraçado era que falar essas coisas para o cachorro me deixava tão tesuda que minha xota batia palminhas de tanta vontade.
Nesse dia meu tesão estava acima do normal, e decidi que já era hora do Lobo me penetrar. Já estava passando da hora. Corri para o quarto e ele foi atrás de mim. Tirei minha roupa, me deitei na cama e abri bem as pernas. Nossaaaa! O cachorro veio e me lambeu muito gostoso, como ele já estava acostumado.
E dessa vez ele parecia estar hipnotizado pelo meu cheiro. Acho que foi porque eu fiquei fora de casa o dia todo, sem tomar banho, fiz xixi fora de casa e não lavei a xota, minha periquita estava suadinha. Acho que isso o deixou mais afoito ainda. Mas eu não conseguia gozar. Era como se meu corpo soubesse que, para gozar bem gostoso, seria necessário o pinto dele dentro de mim.
- Loboooo... tú quer me comer, quer?... tú quer meter na minha xotinha?... hummmm... come sua Laurinha, come... tô louquinha pra te dar minha xota... vem me comer, vem, seu gostoso...!! - abracei o cachorro e sussurrei pra ele. Eu estava ficando quase louca de tesão. Eu sentia meu rosto vermelho e minha periquita super molhada, escorrendo pelas minhas coxas.
Empurrei o Lobo para que ele saísse do meio das minhas pernas, desci da cama, vesti uma camiseta para ele não arranhar minha cintura e fiquei de quatro em cima de um tapete, com a minha bunda o mais empinada possível.
- Vem, Lobo... vem... come a xotinha da sua cachorrinha, vem... come sua Laurinha, vai...! - falei e dei uns tapas de leve na minha bunda, para chamar a atenção dele. Ao mesmo tempo eu rebolava levemente, de um lado para o outro. Ele veio e ficou cheirando a minha bunda, lambeu e deu umas linguadas no meu cú, o que me fez gemer de prazer.
- Isso, menino... isso, meu bem... assim mesmo... vem... mete bem gostoso, tá bom? - falei quando ele finalmente montou em mim e começou a se movimentar. Mas o pinto não entrava em mim, ficava só batendo nas beiradas da minha xota. Ohhhhh!! Que desespero que eu sentia. Ele tentou várias vezes e não conseguiu me penetrar.
- Nãoooooo... não desiste não... vem cá, vem... me come... vai... faz comigo bem gostoso, Lobo, faz... vem comer a sua Laurinha, vem... por favorrrrrr...!! - falei, quase implorando quando ele mais uma vez desistiu e saiu de cima de mim. Eu já estava com a mão na minha xota, me tocando desesperada, louca de tesão. Eu não ia aguentar mais. Ele precisava meter em mim.
E então o cachorro do vizinho montou em mim mais um vez. - Aiiii... aiiii... meu deussssss... meu deussssss... aiiiiiiiiiii...!! - tentei segurar um grito quando o Lobo finalmente me penetrou, em metidas firmes e certeiras. Deus do céuuuuuu!!! Ele me segurava pela cintura, com sua patas dianteiras, bem forte mesmo. Era no mínimo 50kg de cachorro em cima de mim, me deixando imobilizada.
Doía muito no início e comecei a chorar, pois o pinto do Lobo inchou muito rápido dentro da minha região íntima. - Nãooooo... aiiiiii... nãooooooo... quero... não... ahhhhhhhhhh... Lobooooo... está... me... ahhhh... machucandoooooooooo!!! - eu gemia e falava, enquanto o cachorro do vizinho babava na minha nuca, com sua respiração agitada.
Foi questão de segundos para o Lobo engatar tudo em mim. E, como eu estava sofrendo muito, nem me lembrei da tal bola. Meus olhos quase saltaram do meu rosto quando senti a bola dele inchada dentro da minha xereca, e eu presa, com pinto e bola enfiados na parte mais profunda de mim.
- Ohhhh... meu benzinhooooo... aiiiii... aiiiii... Lobooo... cê tá machucando sua Laurinhaaaaaaaa... ahhhhh... meu deusssss... está doendo demais, meu amorrrrr... olha o que cê fez... ohhhhh... cê tá me machucandooooooo...!! - gemi e gemi, enquanto um turbilhão de emoções me invadiam, até eu começar a gozar, com o pinto do cachorro me massageando por dentro.
Nem tive tempo de recuperar do primeiro orgasmo e o segundo já veio, ainda mais forte. Comecei a rir, do nada. Eu nem sabia porque eu estava rindo. Acho que era de prazer, de dor, por estar sendo dominada daquele jeito, igual uma cachorrinha, com aquele cachorrão pesado em cima das minhas costas.
Para minha sorte o Lobo ficou quietinho, com seu pinto e bola pulsando dentro da minha xota. E estava tão gostoso. A cada pulsada eu sentia um choque elétrico percorrer todo o meu corpo.
- Isssssoooooo... ohhhhhh... meu benzinhooo... que gostosooooooo... pode gozar... sim, a sua Laurinha deixa cê gozar nela... ohhhh... pode gozar, meu amorzinhoooo...! - eu falava, sentindo ele se acabar dentro de mim, me inundando com seu gozo, que saia da minha xota e escorria pelas minhas pernas.
E eu alí, de quatro, com o meu rosto apoiado no chão e olhando para o Lobo, por cima do meu ombro. Ele estava lindo, me possuindo, possuindo a cachorrinha dele. O cachorro do vizinho finalmente era o meu macho, e eu era a fêmea dele. Eu já não sentia dor nenhuma, apenas prazer. E o terceiro orgasmo veio. Tive que morder minha mão para não gritar, de tão prazeroso que foi.
Depois o lobo se virou e ficamos engatados um no outro, bumbum contra bumbum. Ficamos nessa posição durante um bom tempo. Eu, já muito cansada e dolorida, me deitei de bruços e ele ficou meio que sentado na minha bunda, com a respiração bem suave e seu pinto e bola ainda super inchados, fazendo com que ficássemos presos um ao outro, completamente atados.
E o cachorro do vizinho não parava de injetar seu líquido dentro de mim. Era sêmen que não acabava mais. Eu já estava dominada, sorrindo por dentro, e acho que por fora também. - Ohhhhh... queridooooo... cê comeu a sua Laurinha, foi?... eu sou a sua cachorra agora, não sou?... cê quer ser o meu namoradinho, quer?... cê vai ser só meu agora? - fiquei gemendo e falando, até que gozei mais uma vez, e apaguei.
Acordei com o Lobo lambendo o meu rosto, talvez para verificar se eu estava bem. Em seguida ele lambeu seu próprio sêmen no chão do meu quarto e depois lambeu também minha xota e o meu cú. Eu estava super dolorida, mas muito satisfeita. Abracei o cachorro carinhosamente, e ainda pude ver como o seu pinto estava grande, balançando, enquanto ele se movia pelo quarto.
Comecei a limpar a bagunça do quarto, muito fraca, sentindo como as minhas pernas estavam bambas, e o Lobo me olhando, como se estivesse me pedindo desculpas, pois ele sabia que tinha me feito chorar. Finalmente fui até a porta da frente da minha casa, olhei cuidadosamente lá fora e, vendo a rua completamente deserta, deixei o Lobo sair. O meu novo macho estava voltando para a casa dele.
Como eu estava morrendo de fome, fui até a cozinha e comi rapidinho. Em seguida fui para o meu quarto, me deitei e apaguei em segundos. No dia seguinte acordei moída, como se eu tivesse dado para cinco homens ao mesmo tempo. Foi uma experiência dolorosa, impactante, mas muito prazerosa.
O Lobo, o cachorro do vizinho, foi o meu primeiro macho canino, o primeiro cachorro que me dominou, que me transformou em sua cadela safada. Mas muitas coisas aconteceram depois disso. Cheguei até mesmo a deixar o Lobo penetrar o meu cuzinho e quase me matar de tanto chorar.
Mas nada disso foi tão constrangedor do que o dia que a Rosângela teve um imprevisto em uma de suas viagens e voltou pra casa antes da data esperada, me pegando engatada com o Lobo no meu quarto. Mas essa estória eu volto para contar em outra oportunidade.
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