Enquanto o tempo passava lentamente em nossa sala, eu fodia o cú da minha esposa com o propósito de deixá-la completamente exausta e sem forças para desejar mais. Nunca comi tanto o seu rabo, com tanto prazer e ao mesmo tempo medo de que ela viesse a necessitar de outro homem novamente.
Enquanto eu pensava nessas coisas, ela sussurrou em meu ouvido: - Te amo, querido..., já gozei muito, mas se quiser deixar seu pau dentro do meu cuzinho, podemos dormir assim...! Eu, que não havia gozado ainda, convidei-a para a cama, meti-lhe novamente o cacete no rabo e permanecemos assim por muito tempo. Quando senti vontade de gozar, tirei o pau do cuzinho dela e parei, já que eu precisava guardar energia para o dia seguinte, afinal, uma nova vida estava começando entre nós. A Carla então me beijou, apagou o abajur, segurou no meu pau e me desejou boa noite. Pela minha mente passavam cenas da Carla metendo com os ex-namorados, os amigos, com o diretor, professores, e o ex-aluno.
"Será que uma mulher que teve amantes durante a vida inteira será capaz de viver com um só homem, ainda que seja seu marido e que o ame?", pensei, angustiado. Passei mais uma vez a mão sobre sua bocetinha lisa, ainda com cheiro de sexo. - Boa noite, amor... eu também te amo muito! - sussurrei no ouvido dela e tentei dormir, com meu pau cheirando a sexo anal, com cheiro do cuzinho da Carla.
Confesso que fiquei alguns dias atordoado, incapaz de assimilar o forte golpe. Quando caí em mim ou, como dizem, quando caiu a ficha, comecei a entrar em parafuso. Não me deprimi, não me revoltei, não senti ódio, mas percebi que eu não era mais o mesmo e que precisava me reencontrar para tomar qualquer atitude que fosse.
Eu não sabia como e nem por onde iniciar minha reestruturação emocional. Por isso eu julguei importante afastar-me por um certo tempo da Carla, do nosso ambiente comum, de tudo que me lembrasse do lado, até então, oculto dela, que há poucos dias se descortinara como um torpedo sobre mim. A organização para a qual presto assessoria costuma enviar periodicamente supervisores para prestar apoio aos assessores dos escritórios representantes e filiais no Brasil. O colega que visita o Norte e Nordeste estava afastado por problemas de saúde. Então me ofereci para viajar em seu lugar. Foi um pretexto de fuga temporária da Carla.
Minha proposta foi aceita e em 72 horas eu estava desembarcando em Fortaleza. Eu mal sabia que ali estava se iniciando uma transformação em minha vida. Havia algumas localidades a visitar no interior do estado. Escolhi, para iniciar, a mais distante, cerca de 400km da capital.
Por não conhecer a rodovia, demorei mais que o normal, quase seis horas sob um calor intenso. Mas ao chegar, um elegante portal na via principal me recebia convidando-me a entrar e conhecer uma linda e acolhedora cidade. Pensei que fosse fácil me arranjar sozinho, porém, após algumas voltas à procura de um hotel, percebi que seria melhor perguntar a alguém dali. Vi uma moça vindo em direção contrária. Parei o carro e sem descer, abordei-a com gentileza: - Moça, por favor... eu sou um forasteiro precisando de ajuda. Você pode me auxiliar? - perguntei e ela, solicitamente me atendeu, debruçando-se na janela do meu carro e ficando bem próxima de mim.
Enquanto ela me explicava onde ficava a pousada, na avenida principal, eu me deliciava com o perfume de seu corpo. Hummmmmm! Seus cabelos, de um tom ligeiramente avermelhado, sobre o negro natural, serpentados, exalavam um delicado aroma de xampu recente. Seus olhos escuros, sobrancelhas negras, lábios carnudos, emoldurados pelo rosto suavemente arredondado, convidavam-me, sem saber, a uma viagem maliciosa que se iniciava em minha imaginação.
Sua pele. Ah, que pele! Não resisti. Fingi um movimento descuidado e toquei seu braço, roçando-lhe a mão, sentindo então a maciez daquela jovem mulher que há no máximo dois minutos eu conhecera e já me enchia de segundas intenções. Ao completar a explicação, ela me perguntou se eu havia entendido bem, a que respondi:
- Você é muito doce, linda... qual o seu nome? - Renata! - ela disse. - Renata! Gostei muito de sua simpatia, achei você bonita, será que poderíamos, sei lá, conversar, trocar números de telefones? - Desculpe, sinto muito! - disse-me séria – Se eu não fosse casada, talvez aceitasse, mas não devo!
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- Tenho claro, vamos nos adicionar? - perguntei e foi exatamente assim que, inesperadamente, como que por um empurrão do destino, começávamos a preparar uma noite especial, até histórica eu diria, que certamente ficaria marcada para sempre em minhas recordações mais doces. Nascia ali, sem que pressentíssemos, minha mais linda aventura.
Durante a refeição em uma churrascaria simples, mas muito acolhedora e também indicada pela Renata, sua imagem me perseguia, não abandonava meus pensamentos. Que linda mulher! Pensei nela o resto da tarde.
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Claro que ela não aceitou, mas foi cada vez menos colocando obstáculos até que, por perto das 22h30, escreveu-me: - Estou adorando ficar com você, mas terei de sair daqui a pouco, tenho meus compromissos domésticos e amanhã levanto cedo para o trabalho!
- Então, querida! - respondi – Vai permitir que eu volte, sem nem mais um encontro? Uma hora que seja, meia hora... pense. Eu quero muito dar pelo menos um beijo em seu rosto ou, se me permitir, na sua boca deliciosa! - arrisquei.
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- Tem um caminho para o açude... é ruim, muita poeira... mas não tem nenhum movimento nessa hora...! - ela respondeu baixinho, com a voz trêmula.
[Continua em: "Olha, vá gostar de dar o cú assim na puta que pariu - Parte 8"]
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