Lembrei-me da Carla dentro do carro, com o filho da puta do amigo, amante. Pensei que eu estava na portinha do cuzinho que o outro homem havia comido. Um cu que tinha acabado de ser penetrado pelo pênis de outro homem. Que merda de vida!
Então, sem entender o porquê, meu pau começou a pulsar mais forte como que para gozar. Meu tesão era enorme! Não me lembro de ter sentido antes uma excitação assim tão grande por minha mulher.
- Vem amor, não estou aguentando mais..., venha logo me foder, senão eu vou gozar assim mesmo! - a Carla falou toda dengosa. Minha mulher estava pedindo que eu metesse o pau no seu rabo.
Eu não tinha certeza se devia ou não fodê-la daquela vez. Minha intenção inicial era somente torturá-la. Contudo, o fato de pensar que outro homem a comera havia tão pouco tempo, me causava um prazer desconhecido por mim. Fiquei completamente indeciso. - Ohhhhhhhh... que delíciaaaaaa... vou gozarrrrr... vou gozarrrr... que coisa mais gostosa, Matheus...!! - ela enfiou os próprios dedos na boceta e em menos de um minuto gozou. A Carla gozou sem que eu a penetrasse. E gozou deliciosamente.
Fiquei em pé observando-a em seu gozo. Então ela se atirou em mim, arrancou meu cinto, puxou minha calça, meteu a boca em meu pau e passou a fazer o boquete mais delicioso da minha vida.
Enquanto ela me chupava alucinadamente, eu fui mudando de ideia: Dessa vez eu iria fingir que não tinha visto nada, deixaria para a próxima semana, aí sim, levaria até a filmadora para registrar todos os momentos e depois mostraria para ela na tela da TV. Isso mesmo! Na semana seguinte eu me abasteceria de melhores provas. Por enquanto..., fechei os olhos e curti o calor de sua boca em meu pau.
- Isso, Carlinha, me chupa, amor..., chupa que eu vou..., eu vou..., gooo... zaaarrrr...! - sussurrei e gozei como um louco, enchendo a boquinha da minha esposa com o meu esperma quente e viscoso. E ela fez questão de engolir tudo, me olhando nos olhos, toda safadinha.
Transamos muito até a madrugada. Minha vingança ficou adiada para a semana seguinte, afinal, eu devia dar um tempo para refletir melhor a respeito mesmo, porque a Carla era a minha doce esposa e mesmo com ela dando para outro eu a amava muito. Mas eu estava mesmo decidido que da próxima vez que a seguisse, iria filmar toda a trama de ambos e depois lhe mostrar as cenas na TV. Foi o que fiz: Usei a mesma estratégia anterior. Persegui seu carro, vi mais adiante um Prisma branco "encontrar-se" com o carro dela e em seguida ambos pararem em uma avenida arborizada que as pessoas utilizavam para caminhar.
O local que eles escolhiam para estacionar era bem estratégico: um automóvel ficava como que protegendo o outro dos pedestres, o amante descia, entrava no automóvel dela e no interior transavam durante muito tempo. Registrei todas as cenas possíveis.
Durante a "perseguição" pude filmar poucos lances, pois com o carro em movimento era muito difícil. Porém, os momentos mais importantes e comprometedores ficaram gravados. Com o zoom potente da câmera pude registrar com ótima definição o rosto do amante assim que ele desceu de seu carro. Filmei quando ele entrou no carro da Carla, e depois ao sair com cuidado e pressa.
Gravei o carro da minha esposa saindo em seguida, mas desta vez não voltei para casa: fui atrás do Prisma. Filmei a casa onde ele entrou, filmei o sujeito descendo, fechando o portão. Filmei a fachada da casa, o número, a placa da rua, tudo enfim que pudesse usar contra a Carla sem que ela tivesse reação.
Voltei para casa onde ela me aguardava fogosa como sempre. Ela vestia apenas uma camiseta comprida e larga sobre a calcinha e me recebeu com um beijo ardente. Fui para um banho rápido, voltei só de cueca, instalei a câmera na TV, ajeitei-me no sofá e chamei a Carla para ver um "filme curta metragem muito excitante".
Ela adorava filmes excitantes, e veio com ansiedade. Antes de clicar o "play", pedi-lhe que segurasse meu pau; ao mesmo tempo enfiei a mão em sua bocetinha quente e deliciosamente depilada. Quando soltei o filme, ela se petrificou. Não fez um só movimento, não disse uma palavra.
A gravação tinha uns seis a oito minutos, mas eram suficientes. Repeti. Ela não esboçou reação, jamais imaginou tal surpresa. Na verdade ela não sabia o que fazer. Quando fui repetir pela segunda vez, a Carla me implorou: - Pelo amor de Deus, pare com isso, não quero mais ver..., eu explico tudo pra você...!
Desliguei. - Conte tudo, Carla... sem meias palavras, sem rodeios, quero saber todos os detalhes! - ordenei. A Carla, então, quase aos soluços iniciou sua narrativa: - Me perdoe, meu amor, por tudo que vou dizer agora. Um dia eu teria de contar..., não sei o que acontecerá depois disso, mas eu quero que saiba que o amo muito... você é o homem da minha vida...!
- Pois não parece, Carla! - retruquei. - Sim, pode não parecer! - ela argumentou. - Mas, me deixe contar tudo, como você quer: Quando começamos a namorar eu já havia transado com outros rapazes... isso é normal, você sabia, pois eu não era mais virgem... o que eu não lhe contei é que eu adorava sexo anal. Não disse a você, pois tinha medo que me julgasse uma putinha qualquer, uma vulgar, entende?
Fiquei calado, só ouvindo. E ela continuou: - Assim nosso namoro prosseguiu e eu sem coragem de dar..., quer dizer, de fazer anal com você, apesar da enorme vontade, eu sempre tive mais prazer no sexo anal, sempre gozei mais quando dava o cú... Sabe, minha vontade era grande, mas eu não queria fazer com você; ficava louca de desejo, mas prometi que jamais diria a você..., então eu transava com um ex-namorado, mas era só anal..., com você eu fazia sexo frontal, entende? Eu achava que, um dia, aquele fogo fosse passar...!
- Puta que pariu! - exclamei. - Você me traía desde aquele tempo? - Não era traição, amor..., era uma necessidade, um desejo físico que se você soubesse poderia me abandonar..., por você eu sentia amor, como sinto até hoje...! - E até quando você meteu com esse..., esse filho da puta? - indaguei irritado, ou melhor, muito puto da vida.
- Não sei exatamente por quanto tempo..., o meu ex começou a querer me tirar de você alegando estar cada vez mais apaixonado, então o abandonei, foi difícil, ele ameaçou contar pra você..., foram dias horríveis..., pensei em começar a fazer anal com você, mas sempre me vinha a certeza de que assim que fizéssemos você me daria um pé na bunda e me trocaria por outra mulher "séria" que fizesse apenas sexo certinho... então, tive outro... sabe, um colega de trabalho, mas eu juro, era só anal, só mesmo..., minha buceta era só para você...!
- Caralho! A vida toda você me sacaneou? - Não era sacanear, amor, era desejo de dar a bunda, mas com ele, o medo horrível de perder você! Mas me ouça..., fiquei um tempão sem dar pra ninguém depois que nós nos casamos..., foram uns dois anos, eu sempre louca de vontade de dar o cú, queria que fosse com você, mas não tinha coragem!
Eu não estava acreditando na conversa que estávamos tendo. E a Carla continuou explicando: - Eu estava ficando louca... lembra quando comecei a tomar Lexotan? Era para esfriar um pouco o desejo, me acalmar... Mas você sabe como são as coisas... os homens nos dão cantadas, convidam a gente pra mil coisas, então, um dia daqueles, o Celso, diretor da escola, que andava de olho em mim, me deu uma cantada no dia que eu mais sentia vontade!
- Você deu para o Celso, Carla? Não acredito! - Não resisti... expliquei pra ele que só faria anal..., então nós fomos..., fomos para a chácara dele, lá aconteceu a primeira vez, a segunda..., foram algumas vezes..., ele estava se separando da mulher, estava sem sexo, então eu o ajudava e ele me ajudava, entende?
- E quanto tempo você deu pra esse veado filho de uma puta? - Não sei amor, eu nunca medi o tempo..., mas não foi muito, não..., ele tinha língua solta, acabou contando para uns amigos dele. Aí uns professores ficaram sabendo, começaram a me cantar também, a pressionar..., aquela coisa que você sabe: "se não der pra mim também, eu conto pro seu marido"... Não teve jeito..., tive que dar..., sempre pensando em você, em nós... Eu te amo muito, sabe? Eu te adoro, não posso te perder...!
- Deu pra quantos professores? Transou com quem mais além do diretorzinho? - falei e pronunciei a palavra "diretorzinho" com muito desprezo mesmo. - Foi só para o Márcio, de Biologia, só pra ele..., os outros não, amor, acredite, foi só pro Márcio! - E esse Alcides que te dá carona? Você mete com ele também?
- Não, benzinho..., o Alcides é gay... Ele até que sabe, mas o negócio dele é outro, pode ficar tranquilo! - Mas, esse cara que eu filmei, vai dizer que é gay também? É seu "amiguinho" também? É professor, coordenador, é o quê? - Amor, ele é um ex-aluno..., dei aula pra ele no ensino médio...!
- Puta merda! Você deu pra todo mundo! Você é uma depravada, é puta mesmo! - Amor, eu tinha medo de contar pra você que eu adoro sexo anal, já disse isso, mas agora que sabe, aliás, já faz um bom tempo, né? Agora..., acho que podemos ficar só nós dois...! - E por que está me dizendo isso só agora? Que podemos ficar só nós dois! Por que não parou logo que começamos a fazer sexo anal?
- Não sei, amor..., eu tenho muita necessidade, talvez o número de vezes que a gente faz seja pouco..., eu quero muito, muito mesmo, quero todos os dias e sempre mais..., quando você come o meu cuzinho eu prometo pra mim mesma que só vou dar ele para você, mas no dia seguinte ele..., o meu cú..., já está piscando, querendo mais...!
- Meu deusssss! Esse tempo todo, Carla... não acredito! - falei e passei as mãos na minha cabeça, desesperado. E ela continuou: - Acho que se nós fizermos todos os dias eu não vou mais precisar dar para outro homem... Você consegue isso? Consegue comer minha bunda todos os dias? Eu quero ser só sua, acredita em mim?
- Como é que eu posso acreditar em uma depravada que me chifrou a vida inteira?!
Ela caiu no choro, soluçando profundamente; com a voz entrecortada foi me pedindo: - Não me chame de depravada..., por favor..., pelo amor que sinto por você..., eu não sou isso..., sou uma mulher de múltiplos orgasmos..., que só goza quando..., quando faz amor pelo cú..., não sou prostituta..., quero continuar sendo sua... só sua..., mas tem que ser todos os dias..., sempre... me promete que vai foder o meu cú todos os dias... me foder por trás, você sabe..., promete, amor...!
- Faz de conta que acredito! - respondi com ironia. - Os caras que te comem por aí, simplesmente vão deixar pra lá..., ninguém mais vai te convidar pra sair, não vão mais querer te comer e se te cantarem você vai resistir, não vai dar o cú de jeito nenhum... Oras, faça de contas que acredito!
- Pois eu te prometo, amor..., te juro, com toda a força do meu coração..., vamos começar agora? Vem pra sua mulherzinha, vem transar comigo, vem comer essa bundinha que será sempre sua..., vem! - a Carla falou isso, arrancou a camiseta, abaixou a calcinha até aos joelhos e sentou-se no meu pau, ainda sob a cueca.
Ela começou um rebolado lento, cadenciado, sacana, fazendo meu cacete pulsar com grande desejo. Apertei seus seios, trouxe-a de maneira que suas costas nuas repousassem sobre meu peito. Ela ergueu um pouco a bunda e com uma das mãos puxou meu pau para fora da cueca, segurou-o, apontou bem para seu cuzinho piscante, sentou-se sobre ele, que deslizou até o último milímetro.
- Ohhhhhhhhhhh... amorrrrr... como eu adoro isso... um pau bem gostoso bem fundo no meu cuzinho!! - ela gemeu e senti um agradável odor de boceta exalar em nossa sala, sinal de que a Carla estava escorrendo melzinho, o que me excitou muito; com ela sentada em meu cacete pedi que cavalgasse. Ela obedeceu e passou a subir e descer sucessivamente. Nossos corpos foram inteiros tomados pelo tesão!
A Carla arrepiou-se toda e seu cheiro tornava-se mais forte. Eu a agarrava com maior desejo; metemos muito sentados no sofá, até vir o primeiro gozo dela; veio o segundo, o terceiro..., eu me segurava muito, não queria gozar: a partir daquele momento eu iria comer o cú de minha esposa todas as noites para não ter que dividi-lo com mais ninguém.
O passado, decidi, ficaria para trás. Decidi não pensar mais nele. A Carla, entre um gozo e outro me perguntou: - Amor, você acredita em mim? Acredita em nós? - Sim, Carla, eu acredito sim! - respondi com um pouco de dúvida. Mas somente o tempo me mostraria se eu teria acertado ou me enganado em acreditar nela.
[Continua em: Olha, vá gostar de dar o cu assim na puta que pariu - Parte 7]
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