Da paixão à humilhação - Parte 4 - Amor de pica onde bate fica


Enviado por Jovem Professor em 20/01/2020
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Olá a todos! Nesta parte eu continuo a narrar esse fato que aconteceu comigo, em uma cidade do Norte do Brasil, na Amazônia. Nos primeiros contos, também postados aqui neste site, eu conto como tudo começou, em detalhes, desde o início. Por isso, para entender melhor essa parte, seria bom o(a) leitor(a) ler as outras partes primeiro. Mas vou fazer tentar fazer um resumo rápido.

Meu nome é Pedro e cresci em uma comunidade bem pequena, na zona rural. Eu tinha uma prima que cresceu junto comigo. Ela sempre foi muito linda, morena clara, com um corpo completamente perfeito. Seu nome era Jéssica. Eu sempre fui muito, mas muito mesmo, apaixonado por ela. Ela era apenas dois anos mais nova que eu. Estudamos e passamos muito tempo juntos na nossa infância.

A Jéssica sempre foi muito tímida, e eu mais ainda. Assim que ela ficou adolescente, ela ficou muito mais linda e perfeita. Eu jamais tive coragem de dizer a ela o que eu sentia, por medo. No interior todos ficam sabendo quando a gente pega um fora, e os outros moleques sempre ficam rindo e tirando uma. Depois fui morar na cidade grande, para estudar e ela ficou no interior. Eu pensava nela 24 horas por dia.

O Roberto era um empresário que, junto com o pai dele, tinha uma frota de barcos que faziam linha da capital para comunidades e cidades do interior. Ele era casado, mas como ele viajava muito, ele tornou-se um conquistador garanhão, que conquistava as meninas do interior, desde que elas não fossem menores, pois ele pelo menos tinha esse cuidado. Mas ele só queria as mulheres para transar mesmo, e fazer de tudo com elas.




As que caiam na conversa dele, se entregavam e sempre faziam tudo o que ele queria na cama, até ele enjoar e partir para outra. Ele sempre contava quase tudo que fazia com a mulheres que pegava, para os caras que trabalhavam no barco.

Um dia aconteceu o meu pior pesadelo. Em uma festa na comunidade onde eu nasci ele acabou seduzindo a Jéssica, fazendo coisas que eu nunca imaginei com ela, e, o pior, eu acabei vendo tudo por uma brecha na parede, estarrecido, porque eu a amava muito, e isso foi narrado nos primeiros três contos. Isso ocorreu há uns oito anos, e o segundo encontro dele com ela, que infelizmente aconteceu poucos dias depois, eu narro agora, aqui.

A festa na comunidade durava um mês e ocorria todos os meses de junho. A semana em que a Jéssica se entregou para o crápula do Roberto, era a primeira semana. As semanas seguintes tinham sempre festas aos sábados e aos domingos. Não dava muita gente, mas tinha sempre arraial e uma banda local tocando ao vivo. Era muito animado, menos para mim, que não conseguia esquecer o que tinha visto e cheguei a desejar nunca mais voltar naquele lugar.

Tentei ir até lá e tentar conversar com a Jéssica, explicar que o cara era casado e que só queria comer ela e largá-la, mas não foi possível, pois não voltamos mais lá nos 19 dias seguintes. Talvez o leitor não entenda o fato de que ela tinha 19 anos e era tão ingênua, mas, quem conhece a região, sabe que meninas que crescem nas comunidades distantes dos grandes centros, na Amazônia, mesmo alcançando a maioridade, continuam com certa ingenuidade em relação às que crescem nas grandes cidades.

No dia seguinte em que o Roberto meteu na Jéssica, ele já começou a falar dela para os outros que trabalhavam no barco. Eu escutava tudo indignado, mas ele nem tinha idéia de que eu a conhecia, de que eu a amava tanto.

- Moçada, vocês não fazem idéia do que eu peguei ontem... um cabacinho, cara... aqui nesse lugar, só esperando por mim...! - ele falou para os funcionários.
- Pow, cara! Aquela gatinha era linda demais... tú tirou o cabacinho dela assim fácil?... não acredito! - o Rodrigo, um colega que trabalhava no convés do barco, comentou.

- Muito fácil, cara! Chega a putinha chorava na rola, pedindo mais... caraaaaalho... muito gostosa e apertada, além de muita lindinhaaaa. Vou ter que voltar aqui só pra comer ela, porra meu, a bucetinha é super apertadaaa! - o Roberto continuou se gabando.
- Cara, será que ela não tem namorado aqui? Cuidado! - outro funcionário comentou.

- Pow, bicho! Se tem deve ser algum viadinho que não dá conta da potranquinha e ainda por cima agora é corno! - o Roberto disse e caiu na risada. - Mas ela não me disse nada e eu também não perguntei, né? Fica para a próxima!... quando eu estiver metendo nela de novo eu pergunto!
- Se deu bem aqui, né, cara? - outro colega disse.

- Pow, precisava ver ela rebolando na rola, meu!... deixa o cara doidooo... só de lembrar dá vontade de gozaaar! - o safado do meu patrão continuava falando da minha amada. Eu tive que sair de perto para não escutar mais aquilo.

Passaram-se duas semanas sem que eu pudesse ir até a comunidade, pois eu trabalhava no barco e não podia me afastar dele, nem em fins de semana. Eu estava doido para falar com a Jéssica e tentar pôr fim aos planos do Roberto, mas eu não conseguia. E foi então que tive um susto quando o Roberto falou que voltaríamos ao local, na última semana da festa. Fiquei muito preocupado de não conseguir conversar com a Jéssica antes da nova investida dele.

Chegamos na sexta-feira às 18:00hs, e a festa terminaria no domingo. Na sexta-feira haveria um tradicional concurso para escolher a rainha da festa. Eu não sabia, mas a Jéssica participaria do concurso. Eu só fui liberado do trabalho às 18:30hs. Tomei um banho rápido e subi com os outros colegas. No salão havia bastante pessoas e estava iniciando o desfile das candidatas.

Havia muitas meninas bonitas e os caras ficavam ali olhando, chegavam a ficar como idiotas mesmo, admirando, de boca aberta, quase babando. Havia dois momentos em que as candidatas desfilavam: no primeiro elas vinham de vestidos e depois, somente com roupas de banho ou maiô.

Eu procurei pela Jéssica, já bastante apavorado, e não a encontrei. Uma amiga dela me informou que ela estava com as meninas que iam desfilar e já ia começar. Então, eu sentei junto com o pessoal do barco onde eu trabalhava, e o Roberto estava perto. Eu queria ficar de olho nele, na tentativa de tentar evitar que ele se aproximasse da minha prima, de alguma forma.

Eu também tinha esperanças que ela não quisesse mais nada com ele, depois de ele ter passado a rola nela até não querer mais e ter deixado ela ao relento, sem condições nem de andar, devido à bebida, há apenas três semanas.

O primeiro desfile foi de vestido e a Jéssica foi a terceira menina. Ela estava esplendidamente linda no vestidinho, e com um penteado que me deixou louco, principalmente pelos comentários que o Roberto fez.

- Olha como ela está mais gostosinha hoje... parece que está rebolando mais depois que perdeu o cabacinho! - ele falou e deu uma gargalhada. Os outros riram baixinho, e eu tive vontade de esmurrar cada um deles, mas não deixei perceberem minha inquietação e meu sofrimento. Eu estava atento a cada passo da Jéssica, pois eu queria falar com ela antes dele.

Quando minha prima veio de biquíni, ela estava a coisinha mais linda do mundo. O biquíni era bem sensual, e o corpinho dela era de deixar qualquer um maluco. A macharada toda ficou babando com aquela visão. Houve alguns assobios, e o desgraçado não ia deixar de comentar.

- Rebola, gostosinhaaa... eu prefiro você assim, quase sem roupa mesmo... putinha gostossaaa.... porra, já estou de pau duro aqui... depois eu desconto em você, meu bem, se preparaaa... vou rasgar essa bucetinha de tanto meter! - o Roberto disse, rindo bem alto. Os caras que estavam com a gente ficaram realmente doidos com a visão da Jéssica.

- Oh, Beto! Quando você enjoar dela dá uma chance pra gente ai, pow! - falou o Rodrigo.
- Calma, pessoal! Vai chegar a vez de vocês! - meu chefe falou e riu. - Mas só quando eu largar, tá, cambada?... enquanto isso vão atrás das outras aí, pô... ela é minha... só minhaaa!

Desgraçados! Eu estava disposto a fazer o que pudesse para impedir isso. Meu coração estava muito triste com esses comentários. Tanto que resolvi me afastar um pouco deles. Nisso, estavam se preparando para anunciar a ganhadora e não havia novidades. Todas as meninas eram muito bonitas mesmo, mas a Jéssica era fora de série. Anunciaram que ela era a ganhadora e ela voltou ao palco para receber o prêmio.

Nossa! Minha prima estava muito feliz e sorrindo, e eu também fiquei feliz com ela. O prêmio era R$ 2.000,00, que foi patrocinado por empresas da capital, inclusive a do pai do Roberto. De repente, eu esqueci de tudo e fui para perto do palco, na esperança de poder falar com ela, mas ela saiu pelo lado de trás. Eu dei a volta, e não a vi mais.

Nisso, encontrei uma colega dela que me disse que a Jéssica estava trocando de roupas e que ia demorar um pouco. Fiquei triste novamente, e aguardei sentado em um canto do salão. De repente eu a vi, e corri em sua direção. Ela estava com um vestidinho de cor verde bem escuro e um pouco brilhoso, tipo "tubinho", "tomara que caia".

Tive que andar um pouco atrás dela, pois tinha muita gente tentando falar com ela e cumprimentando-a, pela conquista. Então eu finalmente consegui chegar perto dela rapidamente.
- Parabéns, Jéssica! - falei e ela se virou para mim. Como minha prima estava linda. Cheguei a sentir um frio na barriga quando os olhos dela encontraram os meus.

- Pedro, obrigada... por tudo mesmo, tá? - ela me disse, talvez se referindo ao fato de eu ter cuidado dela depois que o Roberto a largou sozinha de madrugada, completamente embriagada. Ela me deu um abraço, e foi um instante eterno para mim. Como eu gostaria que aquele momento parasse no tempo. Mas, para minha infelicidade, em seguida ela se afastou de mim novamente.

- Eu preciso falar com você, Jéssica... por favor...! - tentei falar.
- Agora não dá, Pedro! Depois a gente conversa, tá bom?.. tenho que ir agora!
- Como vai a titia? - insisti.
- Ela não estava se sentindo bem, e não quis vir a festa... nem ontem e nem hoje... tchau, Pedro... depois a gente se fala!

- Jéssica, por favor... é rapidinh...! - ainda tentei conversar com minha prima, mas ela já tinha ido. Minha tentativa de argumentar mais alguma coisa foi em vão, pois ela já estava longe. Droga! Eu tinha chegado perto, e tinha perdido a chance de contar toda a verdade sobre o Roberto.

Fiquei meio perdido e decidi que era melhor eu não ficar andando atrás dela insistindo, pois além de irritar ela, o desgraçado poderia perceber e me ridicularizar depois. Triste, resolvi voltar ao barco para pensar um pouco no que eu ia fazer.

O cheiro do perfume dela tinha ficado em minha camisa, e eu fiquei com essa camisa no meu rosto e deitado, imaginando o quanto seria bom se a Jéssica estivesse ali na minha cama, deitada comigo, para eu poder fazer amor com ela, do jeito que eu sempre sonhei. E, com esses pensamentos, acabei cochilando, pois o dia tinha sido bem cansativo, e nosso serviço era braçal.

Acordei após uns 40 minutos e rapidamente subi para ver se eu a via novamente. Havia bastante gente tanto no salão onde tocava música e as pessoas estavam dançando, e também no arraial. Procurei ela do lado de fora e não a vi. Então entrei no salão e também procurei e nada. E eu também não achava ninguém do barco. Finalmente, em uma banca mais afastada, eu encontrei o Rodrigo e um outro colega.

Perguntei pelo Roberto, com a desculpa de que eu queria um vale, que é um adiantamento do pagamento, para passar a festa. Mas o Rodrigo disse que não via o Roberto já fazia cerca de meia hora. Minha preocupação aumentou. Droga! Não era possível um negócio daquele! De repente avistei um casal em um lugar mais escuro, mas não estavam agarrados, apenas conversavam.

Aproximei-me sem ser visto, e percebi que era minha prima e o Roberto, que conversavam. Fiquei olhando atônito para ver o que aconteceria depois e percebi que ele tentava pegar as mãos dela e ela se retraia, evitando o contato dele. Parecia que eles discutiam. Aquilo me deu um certo consolo, pois ela realmente ia dar um fora nele.

Como eu não podia me aproximar mais sem ser visto, fiquei de longe olhando. Após mais alguns minutos, em uma tentativa de pegar na mão dela, ele conseguiu ficar segurando. Eu me desesperei e quase gritei de onde eu estava para a Jéssica não fazer aquilo.

Em seguida, o Roberto a puxou para abraçá-la e também conseguiu. Meu deusss! Ele a abraçou e a beijou na boca. Pronto, iria acontecer tudo de novo. Aquele bandido ia meter na minha amada novamente. Fiquei desolado. Lagrimei e fiquei de longe olhando, sem vontade nem de mexer mais, de abandonar tudo aquilo, de desistir de tudo.

Ele a pegou pelos braços e foi levando ela em direção ao bar onde eles beberam no primeiro dia. Lá, ele puxou a mesa bem para baixo da árvore e fez ela se sentar do lado mais escuro, de costas para o arraial a de frente para ele. O Roberto falava com ela e pegava nas mãos dela, pegava no queixinho dela, enfim, parece que ele a teria novamente mesmo. Nisso eu rodei pelo lado escuro e fiquei o tempo todo ali atrás da árvore, só observando.

Eles beberam quatro garrafas de cerveja em cerca de uns 30 a 40 minutos. Ele bebia mais que ela, mas mesmo assim, ela já parecia um pouco tonta. Então ele se levantou e a puxou novamente para baixo da árvore onde esteve com ela da primeira vez. Lá, ele a abraçou com vontade e a beijou, sendo totalmente correspondido por ela. Que droga! Como era possível? Entrei em desespero novamente, e cheguei a suar frio.

Mas o meu tormento ainda estava longe de acabar. O Roberto se posicionou rapidamente atrás da Jéssica e começou a encoxá-la ali mesmo, mas ela logo se retraiu e, vendo que a coisa estava esquentando, ela pediu para irem dançar, e foram. Depois de alguns minutos, eu fui ao salão, que estava lotado, e percebi que ele dançava com ela, agarrando-a para valer, e com as pernas dele no meio das dela, chegando a levantar o vestidinho e mostrar parte das polpinhas da bunda da minha prima, e de vez em quando a calcinha.

Eu não aguentei mais ver aquilo e voltei ao barco, e chorei copiosamente, sozinho. Depois, escutando a música que vinha do salão, fiquei pensando na vida por um longo tempo. Pensei em subir novamente, mas eu não tinha coragem. Era muita humilhação para uma noite só. Fiquei cheirando a camisa que ainda tinha o cheiro da minha amada e acabei dormindo mais um pouco, e acordei por volta de 00:30hs.

Tive a curiosidade de verificar se ele não estava com ela de novo no "comedor", o quarto onde ele pegava as meninas, e que ficava perto de onde eu dormia. Mas não havia ninguém lá. Na verdade o "comedor" tinha sofrido algumas alterações, desde a primeira vez que ele levou a Jéssica para lá.

O desgraçado mandou botar lá uma cama de solteiro que ele comprou e um colchão novo. O pior é que ele mandou eu mesmo arrumar tudo lá, uma semana antes. Como pode eu mesmo arrumar a droga da cama para ele comer a menina que eu mais amava nesse mundo? Isso era impossível de acreditar!

Ele também tinha colocado um pequeno guarda roupas, e mandou a faxineira limpar bem o quarto. Tinha até um condicionador de ar antigo que ele mandou consertar. Acho que o desgraçado fez tudo aquilo só pela Jéssica, infelizmente, mas ele não a amava, ela era para ele apenas mais uma buceta "gostosa", mais um cabaço para a sua coleção, só isso.

Eu estava há uns vinte minutos lá, olhando pela brecha, quando ouvi passos de alguém subindo para aquele piso, pelas escadas. Meu coração disparou. Eram eles. Ia começar tudo de novo. Como estava claro por causa da luz de outros barcos, ele trouxe a Jéssica para mais próximo de onde eu estava. Achei até bom, pois assim eu veria todos os detalhes bem de perto.

Então ele encostou ela na parede e começou a beijá-la loucamente, passando a mão por todo o corpinho da minha prima.
- Paraaa... eu já disse que não quero transar mais... nossaaaaaaa... você disse que era apenas para conversar aqui e beber com você! - ela falava, mas ele nem ligava e continuava passando as mãos nela, na barriga, costas e até em sua bunda, por cima do vestidinho.

Apesar de ela dizer que não queria, ela não saía dali, e ele sabia o que fazer para convencê-la. De repente ele virou ela de costas para ele e foi levantando o vestidinho. Minha prima tentou impedir com as duas mãos.

- Paaaraaa... Robertoooo... não faz iiissooo... por favor... eu só aceitei vir porque você disse que queria conversar longe da música... por favooor... eu não vou fazer issooo... a gente já transou uma vez!

O desgraçado, como da outra vez, não desistia, e acabou levantando tudo, até a cintura e ela ficou só de calcinha novamente, na frente dele. Dava para perceber que ela estava bastante embriagada, e ele também, pelo jeito que ele falava.

- Por favor, Rober...to... eu vou gri...tar aqui... paraaaa... eu já faleeeiii... eu poos...so engravidar e se a mamãe souber ela me maaata... para, por favoooor... você já conseguiu o que queri...a naque...le dia... eu vim aquiii.. para... conver..sar... só isssooo! - minha prima falava, com a voz baixa e arrastada.

Nessa hora o Roberto a provocou, coisa que ele sabia fazer muito bem.
- Então pode ir! Vai! - ele disse bem sério. Ele sabia que ela não iria mais, por isso ele fez aquilo, sarcasticamente. Apesar de falar isso ele não soltou os braços dela, porém apenas segurava pelas mãos, sem nenhuma violência. Ela ficou parada por alguns segundos, olhando para ele.

- Você não preci..sa ficaar com raaaiva... por favoooor... eu tô meiooo tontaaa da bebidaa, e depoooiss, você lembra o que ocorreu da outra vez, né? - a Jéssica disse, em sussurros.
- Esquece, gata!... Se você sair daqui agora, vai ter que ir de vez mesmo! - o malandro do Roberto insistiu.

O cara apostava tudo só para ver ela ceder na frente dele. Ela, como esperado, não foi embora, infelizmente, e ficou parada meio apoiada na parede, como que tentando ainda argumentar alguma coisa.
- Relaxa, gata! Se você não quisesse estar aqui... você não tinha nem subido aqui... agora relaxa bem e curte! - meu chefe disse finalmente.

Ele estava jogando na cara dela e ela engoliu calada. Então ele voltou a amassar minha prima contra a parede, meteu a mão no vestidinho e voltou a levantá-lo, e logo começou a passar as mãos na bunda dela para valer. A Jéssica estava alí, já mostrando a calcinha e eu torcendo para ela reagir e ir embora. Mas, ao contrário do que eu esperava, ela não estava mais reagindo.

O Roberto levou a mão para a frente dela, para cima da bucetinha, e ai ela parecia já estar se entregando mesmo. Minha prima realmente podia ir embora, se ela quisesse, mas em momento algum ela tentou escapar para valer, e em momento algum ele segurou ela. Mas ela já tinha caído na dele e agora o tesão dela não ia mais permitir que ela saísse dali assim, para minha completa tristeza.

Dava para perceber que o Roberto estava dedando a Jéssica por dentro da calcinha, pois ela começou a gemer e choramingar baixinho, enquanto ele encoxava ela por trás e dedava ela na frente.
- Hunnnnfff... paaaraaa... por favor... eu posso engravidaaaaar... paaaraaa! - ela pedia baixinho. E o desgraçado estava quase metendo nela ali mesmo, do lado de fora e em pé.

- Relaxa, gostosinha... você toma a pílula do dia seguinte depois. Eu tenho aqui, no final eu te dou, mas só quando eu estiver bem satisfeito, meu amor! - meu chefe falou no ouvido da minha amada, e ela só grunhia baixinho, com a respiração bastante acelerada. Ainda com o vestido levantado, ele virou ela de frente para ele, e meteu a mão dentro da calcinha dela sem cerimônia. Não acreditei naquilo. O Roberto estava com o dedo dentro da xaninha da Jéssica, e logo ele ia meter era o pau.

Minha prima, talvez por estar meio bêbada, nem se preocupou mais com o vestido levantado. Ela só olhava para baixo, sem reação, e ele pôs as mãos embaixo do queixo dela e o levantou.

- Ainda quer ir embora, quer?... hein, meu bem? - ele deu um beijo na boca dela e perguntou isso. Sem palavras, a Jéssica se jogou para frente, abraçando ele e encostando a cabecinha no peito dele, e com as mãos ficou fazendo uma espécie de afago no peito cabeludo dele, enquanto levava dedada de todo jeito. Dava para perceber que ela gemia baixinho, quase chorando. E ele, vendo que ela não tinha mais resistência, em um movimento rápido, puxou a calcinha dela até seus pés.

Nesse momento minha prima se assustou, e tentou impedir.
- Nãooo... paraaaa... tem gente vendoooo... paaaraaa... eu já dissee... pra... paraaaar... paaara, Robeeeertoo...! - a Jéssica implorou, mas sem muita convicção. E o Roberto, experiente como era, suspendeu ela do chão e, com os pés, desprendeu a calcinha dos pés dela e chutou para o lado, deixando ela completamente nua da cintura para baixo.

Minha prima ficou meio agitada, choramingando, mas depois de perder a calcinha, ela se conformou, e ele a puxou e começou a beijá-la e ela se jogava nos braços dele. A mulher dele não ia vir nesta noite, pois ela ainda estava viajando e o desgraçado sabia que tinha o resto da noite para foder a Jéssica, infelizmente. Então ele recolheu a calcinha do meu grande amor do chão e a esfregou na mão.

- Não quer, não quer... mas olha como está essa calcinha...! - ele falou, certamente referindo-se ao fato de a calcinha estar molhadinha na frente. Meu deusss! Que tristeza que senti. A Jéssica não reagia mais. Sem calcinha e com o vestidinho levantado, ela abraçava o Roberto e encostava o rosto no peito dele. E, com ela totalmente entregue, ele abraçou ela por trás, e a levou para o "comedor".

Estava tudo acabado para mim. Eu ia testemunhar a menina que eu tanto amava cair na rola outra vez, e justamente na rola do cara que eu odiava, aquele safado do Roberto. E ele estava levando ela para a cama, para meter gostoso nela, exatamente como ele fez da outra vez.

- Senta aqui... isso... bem aqui! - ele fez a Jéssica se sentar na cama. Então
ele se sentou do lado dela e puxou ela para o colo dele, fazendo ela sentar em uma de suas pernas. Ai a mão foi novamente por baixo e ela começou a levar dedada de novo, enquanto ele a beijava na boca, chupando e mordendo aqueles lindos lábios. Não tinha mais jeito. Minha prima estava toda mole e só gemia, não resistia a mais nada.

Continua em "Da paixão à humilhação - Parte 5 - O cuzinho da Jéssica ficou sem suas preguinhas"

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