Olha, vá gostar de dar o cú assim na puta que pariu - Parte 10 - Final


Enviado por Empresário Safado em 03/11/2019
Encontre garotas de programa e acompanhantes na sua cidade

Categoria: Traições | Visitas: 1019
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Depois de concordar em acompanhar a Carla até a chácara de seu casal de amigos, acertamos os detalhes e saímos bem cedo de São Paulo. Eu ía no carro da Carla, com ela dirigindo e seguindo o carro do casal. Paramos na Anhanguera para o café da manhã e, em seguida, demos uma esticada que só terminou na chácara da Silvana e do Edu, um lugar simples, rústico, mas muito agradável.

Logo programamos um churrasco para o cair noite. Eles eram um casal alegre e comunicativo e em poucos instantes eu já me sentia em casa, como um membro da família. Enquanto as mulheres tratavam de colocar a casa em ordem, eu e o Edu cuidamos da carne e dos demais detalhes em torno da churrasqueira.

Tudo pronto. Deixamos a carne curtindo no sal e tempero e saímos para um passeio pela cidade. Retornamos por volta das 17h30, mas já estava escurecendo, e a temperatura caía muito. Acendemos o fogo enquanto as mulheres prepararam caipirinha de vodca para acompanhar a cerveja. Em pouco tempo a carne saiu. Já estávamos todos alegres, pois bebíamos muita caipirinha tentando afugentar o frio.

Em volta do braseiro, o Edu e sua namorada se abraçavam buscando se aquecer ainda mais. Nisso a Carla me olhou e tocou em minha mão.



- Me abrace também, Matheus... que estou com muito frio! - ela me pediu e a atendi de imediato. E assim permanecemos abraçados. Aproveitei e iniciei algumas carícias cautelosas em minha ex-esposa, que nada fez para impedir.

A noite baixou negra e repleta de estrelas. O som de um CD romântico embalava nosso encontro. Mas a Silvana, que já se deitara no colo de Edu e tentava se envolver no sobretudo que ele usava, desistiu de ficar alí.
- Gente, sinto muito... mas já estou apagando, acho que bebi muito...! Vocês vão me desculpar... eu vou me deitar, não levem a mal, mas eu sou mesmo fraca para beber! - ela falou e beijou o companheiro.

- Benhê, já que você vai entrar, leve o nosso amigo ao quarto deles... para que ele faça o reconhecimento..., veja se está faltando alguma coisa, mostre a banheira...! - o Edu pediu para a Silvana quando ela estava saindo.

"Aí tem coisa!", pensei, "Acho que ele está me oferecendo a Silvana... E se estiver, vou dar-lhe uma bela comida, ah, se vou!". Olhei para a Carla, que não fez qualquer expressão de espanto. Levantei-me e segui a Silvana até o quarto, afinal o Edu dera permissão.

Lá chegando tentei pôr a mão em seu ombro, mas ela se esquivou. Então ela me falou da cama, mobília, banheira, toalhas e depois me levou à despensa onde haviam guardado provisões para uma emergência à noite: bolachas, iogurte, leite, etc.
- Se você sentir fome, não se acanhe, Matheus... é tudo nosso, sinta-se à vontade, tudo aqui é de todos! - ela falou e me olhou, com um sorriso muito simpático.

Tentei tocá-la, mas em todas às vezes ela não me permitiu. Quando ela disse que ia recolher-se ao seu quarto, ofereci-me para acompanhar, e até forcei um pouco, e outra vez ela me descartou. Entendi que eu havia me enganado. Ela não queria nada comigo, era tudo apenas gentileza.

Demoramos uns dez minutos no interior da casa, talvez um pouco mais, e quando saí, antes de dobrar a quina da parede externa em direção da churrasqueira, ouvi a voz de Edu.

- Vai logo, Carla, ele já vai voltar! - ouvir ele falar, e aquilo me gelou a barriga. Na verdade deu-me tontura. Não podia ser o que eu imaginei! Pensei em dar um flagrante. Para isso dei a volta na casa em sentido contrário para chegar pelo outro lado e assim que pude vê-los, não acreditei no que vi.

A Carla estava ajoelhada diante do Edu. Ele abrira o sobretudo e ela fazia-lhe um boquete.
- Vai, Carla, mais depressa, se não ele chega antes de eu gozar! - o safado falava, com voz entrecortada pelo prazer. E a Carla, suspendendo rapidamente a chupeta, tirou a boca do cacete.

- Goza logo, pô, você está demorando. Vai...! - ela sussurrou e continuou a chupá-lo. Eu, arrasado, tinha as pernas trêmulas, me faltava o ar, mas eu queria ver até onde iria aquilo. Pensei sobre o que fazer e decidi. Voltei para o interior da casa e pela janela da cozinha, de onde eu não podia ser visto.

- Carla! Edu! Eu também vou ficar por aqui... vou me ajeitar na cama, pois a caipirinha também me derrubou..., boa noite... Carla; te espero, um beijo! - falei e, rapidamente, voltei à posição anterior de onde podia ver a Carla e o Edu. Agora era a Carla que estava debruçada na mesa. Sem tirar a roupa, apenas com a calça um pouco abaixada, ela recebia por trás a língua do amigo.

- Ahhhhhhhhhh, como você chupa gostoso..., você é um tesão!...! - ela gemia como louca.
- Tesão... você vai sentir agora! - disse o Edu abrindo-lhe o reguinho com os dois polegares.
- Huummm, é bem aí que eu gosto..., é assim que eu fico louca..., beije meu cuzinho..., beije muito...! - a Carla sussurrou, gemendo de prazer.

Eu não sabia se eu gritava e estragava toda aquela foda ou me continha, afinal, a Carla e eu não tínhamos mais compromisso, estávamos separados. Mas que era sacanagem, isso era. Caralho! Levar-me até a casa dos amigos para dar pra ele! Isso era imperdoável! E enquanto eu pensava, os dois continuavam.

- Vamos para dentro, Edu? Aqui está muito frio, eu quero tirar toda a roupa, ficar peladinha pra você!... - a Carla propôs, já tremendo de tesão.
- Não, Carla! Não podemos, eles vão ouvir!...! - o Edu protestou.
- Ah, meu namorado não vai ligar! - argumentou a Carla.
- Mas a Silvana me mata se souber! Vamos fazer aqui mesmo...! - o Edu falou e baixou um pouco mais a calça, deixando o membro todo para fora.

A Carla desceu também sua roupa mostrando mais a bunda. Devagarinho ela foi se encaixando de ré no pau do Edu. Ambos começaram a se movimentar muito, como numa coreografia pornográfica. O Edu agarrava a Carla por trás com toda sua força. Ela gostava e pedia que ele metesse mais:

- Vamos, safadinho gostoso... põe tudo em mim, põe... Eu sempre prometi que ia ser sua, mas não imaginei que fosse hoje..., vem..., mete gostoso, fode... fode... soca tudo nesse buceta... venha conhecer meu buraquinho, você vai adorar, vem!

Um longo gemido abafado anunciou o gozo do Edu, que logo retirou o cacete já mole de dentro da buceta da Carla. E ela continuou se masturbando por um bom tempo, até chegar ao gozo também. E o Edu ficou só olhando. Que cara trouxa! De uma coisa eu estava certo: ele não era homem para a Carla. Eu sou muito melhor que aquilo! Dou de dez a zero no filho da puta! Minha esposa, quer dizer, minha ex, é multiorgásmica e não se contenta com uma fodinha meia boca daquela.

- Vamos, amor... vamos pra dentro que não estou aguentando o frio..., lá você me come de novo, vou te fazer delirar de tesão..., a gente faz silêncio, a Silvana não acorda, vamos, tesão, estou louca pra te dar mais...! - a Carla pediu baixinho, puxando o amigo pela mão.

Então eles entraram e eu me escondi no quarto rapidamente. Como ninguém veio examinar se eu dormia, entreabri a porta para ver alguma coisa. E vi. A Carla baixou a calça até os calcanhares e, com ajuda do amigo, trepou na cadeira e se ajoelhou na mesa da cozinha. Em seguida ela debruçou-se sobre as próprias coxas de forma que sua bunda ficou completamente exposta. Pela fresta da porta eu cobiçava aquela bunda gostosa e linda que um dia tinha sido minha também.

Rapidamente o Edu caiu de língua no reguinho dela, que se mexia alucinadamente. Em certo momento o Edu colocou a língua bem no cu da Carla e ela foi ao delírio.
- Aaaaiiiiii, que tesão..., enfia sua língua em mim, meu macho gostoso..., mete ela dentro do meu cuzinho..., ele é seu..., fode nele...! - ela gemia descontrolada. Então, suspirando incontrolavelmente, a Carla foi se deitando e se abrindo toda sobre a mesa, de bruços.

O Edu, punhetando-se, tentava fazer o cacete endurecer sem sucesso. Nisso a Carla pediu que ele enfiasse os dedos nela. O Edu atendeu e foi quase a mão inteira dentro da bocetinha molhada da minha ex-esposa. Que delícia ver aquilo! Mais um gemido cheio de tesão, de puro prazer. O Edu começou um vaivém com a mão esquerda, enquanto se punhetava com a outra. A Carla gemia e a mesa rangia ruidosamente, mas ambos não demonstravam nenhuma preocupação, só queriam foder.

Da porta do meu quarto eu já podia sentir o cheiro de sexo exalado pela Carla. Nossaaaa! Eu conhecia tão bem aquele perfume, e eu sabia que ela estava muito a fim. Tive vontade de aparecer e tomar conta da situação, meter meu cacete dentro dela, e fazê-la gozar como ela gosta. Mas me contive, não era o momento.

- Puxa vida! Isso nunca aconteceu comigo..., acho que é porque estou nervoso... meu pau não quer levantar..., você não quer dar uma chupadinha? Assim ele endurece. Vem! - O Edu, um tanto desconcertado, comentou. A Carla obedeceu de imediato. Ela pulou da mesa e, numa bocada, engoliu inteiro o cacete dele. A safada mamava desesperadamente, mexia, puxava com a boca, esticava e nada. Então ela levantou a blusa, mostrando-lhe os seios duros, os mamilos duros.

- Isso lhe agrada? Mama um pouco em mim... isso vai fazer seu pau levantar! - ela falou e o Edu não perdeu tempo. Ele passou a mamar nos seios deliciosos da minha ex-mulher enquanto acariciava-lhe a bunda com as mãos. A Carla foi novamente se excitando, e rebolava nos dedos dele, que passeavam em seu rego e brincavam na portinha do cú que eu tanto conhecia e desejava. Rapidamente ela esqueceu-se do frio e começou a arrancar toda a roupa.

Quando ficou completamente nua, a Carla subiu novamente na cadeira e com as próprias mãos abriu bem a boceta, inchada e rosada.
- Come ela, vem! Faz esse cacete endurecer! Minha boceta tá querendo receber um caralho! Vem pra mim! - ela implorou ao Edu.

Atrás da porta eu já estava todo molhado de tesão. Ver minha Carla arregaçar a boceta e não poder comê-la era um sofrimento. Mas me mantive firme. Agora era eu quem me punhetava. Abri meu zíper e alisava meu pau imaginando-me no lugar daquele frouxo. Meu cacete começou a pulsar, mas não era hora de gozar, fiz de tudo para me conter.

A Carla, ainda sobre a cadeira, virou-se de bunda para o amigo e repetiu o gesto, só que dessa vez arregaçando o cu.
- Quer comer ele, quer? É seu... Vem... arromba esse cuzinho guloso... da sua putinha safada, vem, tarado... dá esse pau pra sua vadiazinha, dá? - ela gemia, e o molenga do Edu alí com aquela piroca meia boca. Ah, se fosse comigo.

E a Carla continuava abrindo o rego.
- Você não gosta do meu cu? Não quer comer ele? Endurece seu pau e vem pra dentro de mim, vem... deixa eu sentir esse pau bem lá dentro! - ela continuava falando, provocando ele.

Pelo amor de deus! Eu estava ficando louco de raiva e de tesão. Uma vontade muito grande de meter na Carla tomou conta de mim. Resolvi entrar em cena, pegá-la na frente daquele idiota, enfiar o cacete no rabo dela do jeito que ela gostava e fazê-la gozar quantas vezes quisesse e socar com força o meu pau que tão bem conhecia os profundos caminhos de seu cu e da sua boceta.

Eu iria enfiar na bunda dela até o saco e dizer pro imbecil do Edu:
- A Carla gosta de macho assim... Ela adora ser enrabada por um cacete grosso como o meu, não por isso que você tem dependurado entre as pernas...!

Quanto à Carla, eu iria levá-la ao gozo dez vezes, cem, quantas fossem necessárias para que ela me pedisse:
- Para, amor..., não estou aguentando mais..., para senão vou desmaiar..., pelo amor de deus, para que a minha bocetinha já está ardendo!

E então eu lhe diria:
- Isso é para você aprender que só existe um macho para dar conta de você! Pode procurar por aí, pode ser puta, pode ser o que for, mas não vai encontrar homem como eu sempre fui pra você... Desmaia, sua putinha..., desmaia que eu quero ver você nocauteada pelo meu cacete... Tá ardendo, é? Então sinta mais..., mais..., mais..., assim..., tudo dentro de você!

Justamente nessa hora a porta do quarto ao lado se abriu. Era a Silvana que acordara com os ruídos. Quando ela viu a cena ela não se conteve. Ela passou a gritar como uma alucinada, xingando os dois de todos os palavrões que se pode imaginar. Ela até mesmo quis agredir o Edu e a Carla.

Nisso, eu, fingindo que também acordara naquele momento, saí e tentei apaziguar. Todos falavam ao mesmo tempo. A Carla se envolveu na toalha da mesa para esconder a nudez. A Silvana estava a ponto de uma loucura, e gritava aos prantos:
- Depravados... transformaram minha casa em bordel! Porcos, sujos..., é isso o que vocês são!

Sem sequer trocar de roupa, ela apanhou a chave do carro.
- Eu vou embora dessa casa, desse puteiro!... fiquem aí se fodendo, seus putos do caralho!... Essa é sua amiguinha, né, Edu? É pra isso que você a trouxe, seu filho da puta?! Pois fique com ela que eu estou indo embora! - ela avisou, aos gritos.

- E você, seu corno, não vai fazer nada? Vai deixar sua mulherzinha dar o rabo assim, numa boa?! Seu trouxa! - A Silvana reclamou, ao bater os olhos em mim, isolado no canto.
- Não, Silvana! - respondi-lhe demonstrando desolação – Se me permitir, vou-me embora com você..., não consigo mais ficar aqui com esses..., esses sujos! - completei. Realmente eu estava com raiva da Carla.

Descemos a serra a toda velocidade. De pijama, ela conduzia o automóvel, já refeita das caipirinhas. Só depois de muito tempo, já em Amparo, ela parou de soluçar. Conversamos sobre o ocorrido durante o resto do tempo. Ela prometeu que nunca mais veria o Edu nem a Carla.

Ao chegarmos a sua casa, na Vila Guilherme, a Silvana já estava mais controlada, embora muito chocada. Trocamos e-mails e telefones e nos despedimos, mas tenho a impressão de que não voltaremos a nos falar nunca mais. Quanto à Carla e o Edu, não sei como terminaram a noite nem como voltaram. Por certo o filho da puta broxou de vez. Bem feito para a Carla, aquela putinha depravada.

Eu estou com a Rafaela. Ela não trepa tão bem como a minha ex-mulher mas, como eu disse anteriormente, ela é uma doçura. Confesso que às vezes sinto falta das fodas com a Carla, mas sinceramente, penso em ficar com a Rafaela. Aos poucos vou lhe ensinando segredos do sexo e um dia ela também será uma mulher enlouquecedora. Só espero que não venha a me cornear nem virar puta também.

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Nome: Paulo
E-Mail: josewdcabral@bol.com.br
Data: 09/11/2019
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