Eu, a mais puta de todas - Parte 1


Enviado por sua_putinha em 31/10/2019
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Sim, a palavra é essa mesma: PUTA, em letras maiúsculas. E era assim que as minhas amigas me chamavam. Não somente minhas amigas, mas também todas as mulheres ao meu redor, conhecidas minhas ou não. Por quê? Por inveja, porque elas não aceitavam que eu pudesse viver a minha sexualidade com a mesma moral de um homem.

Por que um homem pode aproveitar bem o sexo e a mulher não? Qual é o problema? Eu gosto é de pau, de pica, de rola, das bem grandes. E as palavras daqueles que me julgam... eu simplesmente enfio no meu cú e deixo bem lá dentro. Eu queria era viver minha vida do jeito que eu achava mais conveniente.

E foi justamente por isso, por ser tão criticada, que resolvi contar a vocês um pouco da minha vida, com um foco principal na forma que eu, tendo de tudo, e sendo uma puta descuidada e ávida por aventuras, acabei sem nada. Vocês poderão me julgar também, mas antes leiam para saber exatamente tudo o que aconteceu.

Meu nome é Letícia e já estou chegando aos 30 anos. Já tive muitos homens na minha vida, talvez muito mais do que deveria. Sou muito sexual, me excito facilmente, e gosto de satisfazer um homem. Pode-se dizer que o meu maior prazer é ser submissa ao meu homem, me excita vê-lo excitado, de pau duro, querendo gozar, e faço qualquer coisa para conseguir isso.




Sou alta, expressões faciais finas e cabelos castanhos, na metade das costas. Meus olhos são cor de mel, tenho o nariz fino e um pouco empinadinho e meus lábios são carnudos e lindos, principalmente quando capricho no batom. Sou magra, tenho pernas lindas e resistentes. Um defeito? Meus peitos. Quase não tenho seios. Uma virtude? Meu bumbum. Minha bunda é de menina feita para atuar em filmes pornôs. Com certeza, meu traseiro é a minha melhor parte.

Por volta dos 20 anos eu decidi uma coisa: na intimidade eu não chamaria nenhum homem por seu nome, somente o chamaria de "papai" ou "papaizinho". E havia uma razão para isso. Como eu saia com muitos homens, eu morria de medo de me equivocar e trocar os nomes.

Imagina a confusão que seria estar metendo com o Márcio e na hora do orgasmo chamá-lo de Diogo? Seria um situação muito constrangedora. Por isso ficou decidido, nada de nomes, "papai" ou "papaizinho" para todos. E homem adora ser chamado por esses nomes carinhosos. E quando eu falava "vai, papai... vai, papaizinho gostoso... fode sua filhinha, fode" eles praticamente gozavam na mesma hora. Mas deixo claro, odeio esse negócio de incesto. É só fantasia mesmo.

Aos 25 anos eu me casei, com o Fabrício, um rapaz rico, de pais ricos, com dinheiro que não acabava mais. Meu deussss! Era tudo o que eu estava procurando. Me casar com alguém que assegurasse o meu futuro. Assim, ao assinar os papéis do casamento, metade dos bens dele seria minha. Que maravilha! Eu sei que isso pode soar meio interesseira. E foi mesmo. Não vou negar de forma alguma.

Eu sabia desde o início que eu estava com o Fabrício só por causa do seu dinheiro mesmo. Na cama ele era horrível, pau pequeno, não tinha pegada e tal. Em uma escala de zero a dez, eu dava um cinco pra ele. Mas não era culpa do coitado não. Ele até se esforçava, mas nunca que ele conseguia me foder do jeito que outros homens fizeram. O Fabrício nunca estaria à minha altura. Mas não reclamo. E eu sabia que eu ia ser infiel a ele na primeira oportunidade. Os homens estavam me querendo, e eu querendo eles. O que eu podia fazer? Era a minha natureza.

Minha forma de falar pode dar a impressão que sou fria e calculista. Talvez eu seja mesmo, não tenho problema em admitir. Se com uma bela chupada de rola eu conseguia ter o Fabrício sob meu controle, então por que não? Com todo o dinheiro e a boa vida que ele me proporcionava, chupar o pau dele e beber seu esperma quase todas as semanas era o mínimo que eu podia fazer. Sim, essa era eu.

Eu já tinha traído o Fabrício duas vezes, mas não foi algo assim que me deixou completamente satisfeita. A primeira foi com o gerente do nosso banco, um homem muito elegante e com jeitão de dominador. No entanto a transa com ele foi uma das piores da minha vida. A segunda vez foi com o filho de uma de nossas vizinhas. Outra trepada morna e sem graça. Por isso nenhum dos dois teve uma segunda chance comigo.

Meu marido era ingênuo demais para perceber o meu interesse em outros machos. Nossaaa! Muitas vezes eu olhava para outros homens bem na cara dele e o bobão não percebia. Eu acho que esse é o mal de homem endinheirado. Eles vivem em uma bolha, em um mundo de princepes e princesas. E foi justamente por isso que a terceira traição não demorou muito. E dessa vez eu encontrei o que a minha xereca estava precisando.

Há alguns meses eu comecei a ir na academia. Eu precisava me exercitar, modelar o meu corpo e aumentar as curvas da minha bunda. Sim, eu já estava percebendo que minhas nádegas estavam ficando um pouco flácidas e precisavam de uma atenção urgente. Comecei com tudo, levantando peso e tal, e também para ficar perto dos rapazes. Fico louca quando sinto que estou sendo observada, devorada com o olhar. Sinto o desejo dos homens sobre o meu corpo, e isso me faz muito bem. Me visto é para eles, para que eles tirem a minha roupa só com o olhar.

Iniciei com as aulas de musculação, esteira, etc, e logo adicionei aulas noturnas de zumba, já que sempre gostei de dançar. Agora sim, eu podia sair de casa à noite duas vezes por semana sem que o Fabrício ficasse desconfiado, coisa muito difícil, pois ele confiava cegamente na mulherzinha dele.

O Juan era o professor, um colombiano de origem e brasileiro por opção. Nossa! Ele era alto, de quase dois metros, musculoso, pele bronzeada, com várias tatuagens pelos braços e pernas, cabelos escuros cortado bem curtinho e olhos negros como a noite. Meu deusss! Ele tinha esse perfil de macho alfa, esses que têm o pau bem grosso e duro e conseguem deixá-lo bem ereto, apontando para cima.

O Juan mexia os quadris ao compasso da música de forma majestosa, como poucos homens conseguem fazer. Ele vestia umas camisetas cavadas, dessas de musculação, que grudavam em seu corpo por causa do seu suor. E isso realçava seu peitoral e seu abdômen retinho. Além disso ele usava umas calças folgadas que deixavam a gente adivinhar facilmente a gostosura que ele tinha entre as pernas.

Quando ele dançava o pau dele balançava dentro da calça, e o volume do pênis mole dele já dava uma amostra do tamanho daquela rola ao ficar dura. E isso era motivo de vários comentários entre as mulheres. Muitas vezes eu via que algumas ficavam até sem ar perto dele. Outras iam para o banheiro, com certeza tocar uma siririca em homenagem a ele.

A verdade é que esse moreno se havia transformado no prêmio mais cobiçado da academia. E eu queria ser a sortuda a conseguir levar ele para a sua cama, e esse desafio era algo que eu não conseguia evitar. Esse era o meu jogo, o tipo de jogo que eu gostava. Eu queria que o Juan me escolhesse dentre todas as outras mulheres.

Nem preciso dizer que rolava muita fofoca na academia. E foi assim que ficamos sabendo que o Juan era casado e pai de família. Eu já tinha traído o meu marido duas vezes e estava disposta a ser infiel novamente. Mas eu e as outras mulheres não sabíamos o que ele achava disso, já que ele falava muito bem de sua esposa e de seus filhos. Assim, não me restou outra alternativa a não ser tentar e ver o que poderia acontecer.

Tracei meu plano de sedução. Eu queria o Juan pra mim, eu queria dar pra ele, chupar o pau dele, dar minha xoxota pra ele, sentir a pica dele dentro de mim. E parti para a luta. Nestas situações todas as armas são válidas, e eu estava disposta a usar todas as minhas armas para conseguir o prêmio. Uma mulher sabe quais cartas jogar, desde olhares, palavras, gestos, e até as roupas. Se o assunto era ser puta, nenhuma outra mulher ganhava de mim.

Comecei a ir para as aulas de zumba com meus cabelos em rabo de cavalo, meus lábios pintados, deixei de lado as camisetas largas e adotei os pequenos tops de ginástica, mostrando boa parte da minha barriga. Comecei também a usar tanguinhas bem minúsculas por baixo de shortinhos brancos de lycra, desses meio transparentes, que mostram todo o contorno da calcinha na parte da frente e a parte de trás bem enfiada na racha do traseiro.

Minha bunda, que já era um bunda digna de filmes pornôs, ficou ainda mais provocativa. E na frente o volume da minha xoxota ficou bem visível, fazendo quase uma patinha de camelo. E junto vieram as roçadinhas casuais, as palavras inocentes e as poses sugestivas e provocantes, tudo para apanhar o peixe.

Não demorou muito e comecei a conseguir as coisas que eu queria. Eu já tinha a atenção do Juan e já tinha me transformado em sua aluna favorita, aquela com a qual ele trocava sorrisos cúmplices. Eu já era o centro de sua atenção, e seus olhos já passavam a maior parte do tempo cravados no meu corpo, principalmente em meus seios e bunda. Além disso, estar na boca de todas as outras meninas da academia acabou me transformando na puta da academia, na típica chupa-rola, que andava o tempo todo atrás do professor. Mas nada disso me incomodava.

À medida que os dias passavam eu me tornava mais íntima do Juan. A gente trocava confidências, segredinhos, abraços na academia, sorrisos e risadas gostosas. Éramos cúmplices mesmo. E nosso destino era a cama. Eu ia dar pra ele, com toda a certeza. As meninas da academia já até me perguntavam se ele era bom de foda e tal, ou seja, para elas eu já tinha ficado com ele. Eu dizia que éramos apenas bons amigos, que isso não ia acontecer, blá, blá, blá. Mas eu sabia que era uma questão de dias.

Uma noite, logo após a zumba, eu pedi que o Juan me ajudasse a alongar. Fomos para uma salinha, onde ficavam umas bolas, uns colchonetes e outros equipamentos. Fiquei apoiada na barra e ele se colocou atrás de mim, me segurando pelos braços e forçando um pouco para trás. Intencionalmente eu empurrei minha bunda contra a pelve dele, para sentir o volume do seu pau. Ele entendeu minha indireta e empurrou a pelve contra o meu traseiro, discretamente para não levantar suspeitas, é claro.

E eu voltei a empurrar a bunda contra ele novamente, dessa vez esfregando e rebolando um pouquinho.
- Letícia, deixa de ser safada, mulher... para de me provocar ou vou enfiar meu pau todinho no seu cú... e depois você vai chorar!
- Nossaaaa!!... é tão grande assim? - perguntei rindo. - Pois agora eu quero... sabe que morro de vontade de te pegar, seu safado... quando e onde você quiser!

Falei isso e continuamos a nos esfregar enquanto ele me alongava. Chegamos até mesmo a aproveitar um momento que ficamos sozinhos e eu peguei no pau dele e apertei levemente. Nossaaaa! Estava duro e pulsante, um pau de um macho comedor mesmo. Havia algo que me enlouquecia no Juan. Como eu disse, o fato de ele ser casado, de ter família, e eu querendo corrompê-lo e levá-lo para a minha cama. Meu deusssss!! Minha buceta molhava só de imaginar o que poderia acontecer.

Em uma sexta, dia da aula de dança, já no finalzinho, eu falei para o Juan que eu estaria sozinha quase a noite toda, pois o meu marido Fabrício, que estava totalmente alheio ao que estava acontecendo, tinha um jantar com uns amigos (o qual eu me recusei a ir). Eu já conhecia esse tipo de jantar, e sabia que só terminaria lá pelas tantas da madrugada. Falei para o Juan que eu queria dar pra ele e que era pra ele inventar uma desculpa qualquer para a tonta de sua mulher.

Ele ficou me olhando por alguns segundos, incrédulo.
- Isso é sério mesmo, Letícia? - ele perguntou, mal acreditando na minha proposta.
- Sim, só se você não quiser!
- É claro que eu quero, sua assanhada! - ele me falou baixinho. - Mas como a gente vai fazer?
- Te mando um WhatsApp avisando, tá? O que você acha de 11 da noite?

O Juan concordou com o horário e fui para casa. Bastou meu maridinho sair de casa, se despedindo de mim com um doce beijo nos lábios e já fui correndo avisar o Juan. Mandei mensagem pra ele e tratei de me arrumar rapidamente. Eu já tinha tomado banho, tinha me depilado e estava toda perfumada pra ele. Coloquei um vestido de um tecido leve e florido, um pouco abaixo dos joelhos. Minha intenção era passar despercebida pelas vizinhas fofoqueiras e não chamar muito a atenção.

Peguei um táxi para me encontrar com o Juan em um lugar mais afastado. Cheguei, paguei, desci e ele já me esperava. Ele só deu uma piscada de luzes no seu carro e eu fui até ele. Entrei em seu carro rapidamente e me acomodei ao seu lado.
- Você está linda, Letícia! - ele me falou com um sorriso, enquanto me dava um beijo na bochecha. Na hora já achei ele um pouco "lerdo". Oras, estávamos a poucos minutos de uma trepada bem gostosa em um motel e o cara me deu somente um beijo no rosto. Mas preferi esperar.

Em poucos minutos já estávamos a caminho do motel. Enquanto o Juan dirigia, eu o olhava atentamente, com desejo, com minha xota piscando de vontade, e ele totalmente concentrado no trânsito. Peguei sua mão livre e a levei até as minhas coxas, levantei suavemente meu vestido e fiz os dedos dele subirem lentamente, em direção à minha região íntima, pois eu queria que ele visse a surpresa que eu tinha preparado para ele.

- Uau... menina... que delícia, heim? - ele suspirou quando sua mão chegou na minha buceta e percebeu que eu estava sem calcinha. O Juan sorriu todo satisfeito e eu enfiei mais sua mão no meio das minhas pernas. Ele até tentou enfiar um dos dedos no interior da minha racha, mas o acesso estava difícil. Por isso ele tirou sua mão e a subiu pelo meu vestido, só para comprovar que eu também não estava usando sutiã.

Esse pequeno joguinho dentro do carro me deixou a mil por hora. Meu clitóris estava vibrando de tesão, minha xoxota molhadinha e o meu cuzinho piscando. Poucas vezes na minha vida eu senti tanta vontade de dar. Meu deusss! Por pouco eu não gozo ali mesmo, dentro do carro. E o caralhão do Juan estava muito duro, pulsando dentro de sua calça. Eu ia me acabar naquela rola, com certeza.

Finalmente chegamos ao motel e entramos. O quarto era enorme, com paredes em tons de vermelho combinados com rosa, muito lindo. Havia uns chocolates distribuídos estrategicamente sobre a cama, e eles foram a minha primeira tentação. Enquanto o Juan foi ao frigobar pegar uma garrafa de champagne, nós ficamos em silêncio. Ouvia-se apenas o barulho do cacau na minha boca, e até o borbulhar do champagne nas taças. Eu apenas molhei os meus lábios, já que estávamos ali para outras coisas.

Fiquei ao lado da cama, baixei dos meus saltos, afrouxei o meu vestido e deixei que ele caísse no chão, aos meus pés. Fiquei do jeitinho que deus me trouxe ao mundo, e os olhos do Juan se arregalaram, mal acreditando no que ele estava vendo.
- Hummmm... delícia demais, Letícia... vira um pouquinho... deixa eu ver essa bunda, deixa...! - ele me pediu, bastante previsível.

Então eu apaguei as luzes e deixei apenas os reflexos tênues dos faróis lá de fora, que invadiam o quarto através das grossas cortinas, dando um aspecto de escuridão quase completa. Parti para cima do Juan e agora sim, nos beijamos intensamente, de língua, como dois apaixonados. Senti sua respiração agitada, cheio de tesão, de pau duro, bem duro. Ele ainda estava vestido, e suas roupas faziam um contraste com a minha nudez.

- Hummmm... que pau mais gostoso... quero ele todinho... dentro de... mim...!! - gemi no ouvido do Juan e apertei sua pica por sobre sua calça. Nessa hora ele apertou fortemente as minhas nádegas. Estávamos em pé, bem agarradinhos, e agora sim, sem nenhuma dificuldade, ele enfiou os dedos na racha da minha bunda e foi em direção à minha xoxota, enfiando dois dedos bem lá dentro, bem fundo. Afastei um pouco as minhas pernas para facilitar ainda mais seu acesso.

- Ohhhhhhhhhhhhhhh...! - gemi e me estremeci nos braços do Juan, que começou a me encher de beijos, na boca, no rosto, na nuca. Meu deusss! E eram beijos intensos e molhados, e eu alí, percorrendo com minhas mãos e dedos a perfeição de seus músculos. Me aconcheguei em seu corpo jovem, forte e cheiroso, e senti seu pau crescer ainda mais, querendo escapar, sair para fora daquela calça, forçando contra o meu ventre.

Merda! Era tentação demais, eu não podia mais resistir. Me ajoelhei rapidamente aos seus pés, abri o cinto dele, depois o zíper da calça e a desci junto com sua cueca. Na semi escuridão do quarto eu pude ver claramente o pau que saltou na frente dos meus olhos, enorme, grosso e cabeçudo. Levei minha mão até o membro do Juan e tentei fechá-lo com os dedos. De fato era infinitamente maior que o pau do meu marido.

E o cheiro da rola dele era algo que me deixava embriagada, muito cheirosa, e a glande estava toda melada, motivo da excitação que ele estava sentindo. Senti o pau dele pulsar entre meus dedos, e isso fez a minha xota ficar ainda mais molhada e palpitante. Nessa hora eu decidi torturar o Juan um pouquinho. Puxei a pele do pênis dele e revelei toda a glande, beijei seus enormes testículos e depois percorri toda a extensão de seu pênis com minha língua, desde a base até a ponta, lentamente, várias vezes, bem lentamente, excessivamente lento.

- Uhhhhhhhhhh... que delícia, sua safadaaaaaa...! - o Juan gemia e seu corpo logo começou a se tremer todo, involuntariamente. O sonho dele era que eu enfiasse logo seu pau na minha boca, que eu a chupasse com vontade mesmo. Mas eu somente apertava minha língua molhada contra a base da glande de seu pênis, levando-o a uma lenta agonia. Pude até mesmo saborear as primeiras gotinhas daquele líquido clarinho que sai da cabeça da rola quando o cara está realmente excitado.

O Juan parecia estar em transe, curtindo cada segundo do castigo que eu estava fazendo com ele. Porém, a reação dele veio repentinamente.
- Você quer me matar, é, sua safada gostosa? - ele falou e, usando a força de seus braços, me levantou do chão, tomando totalmente o controle da situação. Com um só movimento ele me jogou na cama. Em seguida ele tirou rapidamente sua roupa, se ajoelhou no chão e enfiou a cara no meio das minhas pernas.

- Uiiiiiiiiiii...!! - gemi gostoso enquanto ele me segurava firmemente com seus braços fortes e musculosos. Ele começou a beliscar os meus mamilos, que estavam realmente muito duros e pontudos, me pagando na mesma moeda. Me senti no paraíso quando ele veio roçando com sua língua atrevida os lábios da minha buceta, em um caminho lento e eterno, que não me levava a lugar nenhum, já que eu estava desejando que ele lambesse logo o meu clitóris e ele não o fazia, apenas rodeava, me provocando, me fazendo retorcer de desejo.

Claramente eu estava em desvantagem, abusada pela força do Juan, e ele estava me torturando, me deixando bem na beira da loucura, e eu não conseguia fazer nada, somente me retorcer e gemer.
- Por... favor... papai... papaizinho gostoso... seu filho... da putaaaaaa... quero seu pau... todinho... dentro de mim... por... favor!! - implorei pela pica dele.

Na mesma hora o Juan se levantou do chão, se deitou em cima de mim, afastou as minhas pernas e se encaixou no meio delas. Senti ele pincelar a cabeça do pau no meu clitóris, e depois entre os meus lábios vaginais. Depois ele posicionou a glande bem na minha entradinha e soltou o peso de seu corpo.
- Ahhhhhhhhhhh... safado... seu tarado... meu deussss... seu gostoso safado... hummmmmmmmmm...! - ele me arrancou um gemido de puta quando sua vara entrou em mim, me abrindo todinha, grossa, quente e pulsante.

Vibrei debaixo dele, sentindo sua pelve coladinha na minha, enquanto enlacei minhas pernas em sua cintura e puxei ele pra mim. Em segundos ele estava rebolando o quadril, me penetrando bem fundo, mexendo aquele pauzão cabeçudo lá no fundo da minha xoxota. Procurei a boca dele com a minha e nos beijamos como dois amantes desesperados em busca do prazer máximo. Eu sentia seus próprios gemidos na minha boca, chupando a minha língua e mordendo os meus lábios.

- Fode, papai... fode, papaizinho gostoso... ahhhhhh... ah... fode gostoso a sua filhinha safada, fode... soca esse pau todinho, papai... ohhhhhhh... meu papaizinho gostoso...!! - eu gemia cada vez mais alto, descontrolada, e ele metendo a vara na minha xoxota gulosa, uma e outra vez, sem dó e sem demonstrar cansaço.

A surra de rola que eu estava levando era muito mais do que eu esperava. Meu deussss! Eu precisava tocar o meu clitóris e chegar logo àquele orgasmo que já estava me deixando louca. Tentei enfiar minha mão entre o meu corpo e o corpo do Juan, mas ele não deixou. Novamente, abusando da sua masculinidade, ele segurou meus dois braços na altura da minha cabeça, para impedir que eu me tocasse e meteu em mim com muita vontade mesmo, me castigando em seu pau. Depois mudamos de posição, mas ele sempre segurando meus braços, me mantendo sob seu controle.

E foi então que eu me lembrei da conversa que a gente teve na academia.
- Papaizinho... você lembra que você falou que ia comer o meu cuzinho e fazer eu chorar no seu pau?... você lembra? - perguntei com um sussurro no ouvido do Juan.
- Você quer rola nesse cuzão, né, safada? - ele me segurou forte pelos cabelos e me perguntou de volta.

- Sim, quero... me lembrei que preciso... fazer uns agachamentos... para fortalecer meus glúteos! - falei rindo. Nesse hora o Juan saiu de cima de mim e se deitou na cama de barriga para cima, com o pau bem ereto, apontando para o teto. Sorrindo e olhando ele bem nos olhos, passei bastante cuspe no meu esfíncter, me ajeitei de cócoras em cima dele, de costas pra ele, e fui abaixando o corpo lentamente, engolindo o pau dele com o meu cuzinho apertadinho, mas muito guloso.

O pênis do Juan deslizou pra dentro de mim, invadindo as minhas entranhas com aquela cabeçona. É claro que eu não deixei encostar no saco, pois eu nunca aguentaria todo aquele pau no meu cú. Ficou um bom pedaço do lado de fora. Então, como se eu estivesse na academia, flexionei minhas pernas, subindo e descendo em cima dele, exibindo para ele as curvas do meu traseiro, pra cima e para baixo, dez vezes, e mais uma série, e uma terceira. Eu estava me sentindo uma verdadeira puta, com aquela picona gostosa no meu ânus.

Finalmente eu podia me masturbar livremente, apertando o meu clitóris entre meus dedos. Eu não estava mais me aguentando. Eu estava fodendo o enorme pau do Juan com o meu cú e me tocando ao mesmo tempo.
- Que cuzão mais gostoso, Letíciaaaa... que delícia... que rabo gostoso...!! - o Juan falou e me puxou para baixo de uma só vez, enterrando seu pênis bem fundo no meu cú.

Nossa! Não sei se foi a penetração mais profunda ou ele usando a palavra "cuzão". O certo é que meu corpo começou a se tremer todo, se contraindo, e então vi que não tinha mais volta.

- Ahhhhhhhhh... caralhoooo... filho da puta... papai... papai... eu... meu deusssss... eu... tõ... gozandooooooooooooo...!! - soltei um gritinho e joguei o meu corpo para trás, nos braços do Juan, enquanto meu cuzinho apertava o pau dele, mordendo sua vara e enviando arrepios que me percorriam dos pés até meu último fio de cabelo. Que gozadinha mais gostosa! Como eu estava precisando gozar pra valer, sem pudor, sem conter os meus gritos ou gemidos. E eu sempre gostei de gozar com um pau enfiado bem fundo no meu cú.

Mal terminei de gozar e o Juan voltou a tomar a iniciativa. E isso foi bom, porque eu já estava com as pernas bem cansados e meu orgasmo tinha me deixando super mole. Rapidamente ele colocou dois travesseiros na beirada da cama e me deitou em cima deles, de barriga para baixo, fazendo com que a minha bunda ficasse bem levantada, totalmente à sua disposição, como se isso fosse necessário, já que meu bumbum sempre foi empinadinho.

Então, com o meu cú já bastante dilatado, o Juan veio por cima de mim e enfiou sua pirocona até não conseguir mais. Senti a cabeça do pau dele tocar meu intestino, de tão fundo que entrou. Soltei uns gritinhos de dor e prazer, mas ele pareceu não se importar, e começou um vai e vem rápido e violento, castigando bem o meu cuzinho, do jeitinho que eu gosto.

- Fode, papaizinho... uiiiiiii... uiiiiii... que pau gostoso... no... meu cú... safadooooo... filho da puta... soca tudo, papai... soca tudo no rabo... da sua filhinha... ahhhhhhhhhhh...! - gemi gostoso, provocando o Juan, enquanto ele montou em mim e me fodeu como se eu fosse uma égua e ele um cavalão cheio de tesão. Ele puxava o pau todinho para fora do meu cú, deixando só a cabeça dentro, e depois metia tudo de novo, deslizando pra dentro, me abrindo, esticando as paredes do meu ânus.

Que delícia! Não aguentei mais e comecei a gozar de novo, xingando o Juan de todos os nomes possíveis. O meu segundo orgasmo estava sendo ainda mais delicioso que o anterior. Parecia que eu estava era morrendo. E então ele começou a gozar, junto comigo.
- Ahhhhhhhhh... caralho... delíciaaaaaaaa... Letíciaaaaa... sua vaca sem vergonha... puta sem vergonha... cuzuda gostosa...! - ele falou e, rapidamente, tirou o pau do meu ânus e começou a gozar na minha bunda.

Seu sêmen estava quente como brasa, queimando a minha pele, minhas nádegas e minhas costas. Veio um primeiro jato, depois outro, e mais outros, me lambuzando todinha. Depois ele se deitou ao meu lado e nos beijamos como um casalzinho apaixonado, trocando carícias. Olhei para o pau dele e vi que estava um pouquinho sujo, sujo de Letícia, sujo de mim, das estocadas profundas daquele pau delicioso nas minhas entranhas.

- Vem tomar um banho comigo? - falei toda dengosa e o Juan concordou na hora. Dei um banho caprichado naquele macho, deixando ele limpinho. Depois virei de costas pra ele, apoiada na parede do banheiro e ofereci meu cú pra ele de novo. O tarado não esperou nem um segundo. Seu pau entrou em mim novamente, me rasgando, deixando o meu ânus todo esticado com seu pênis grosso e cabeçudo. Gozamos de novo, em pé, eu gritando como louca e ele beijando a minha nuca e me apertando contra a parede.
Tomamos banho novamente, nos vestimos, trocamos mais alguns beijos e finalmente saímos daquela luxuosa suíte de motel, que foi testemunha de uma das melhores enrabadas que levei em toda a minha vida. Meu cú doía muito, mas o prazer de ter gozado duas vezes com o pau do Juan atolado no meu rabo com certeza valeu o sacrifício.

A nossa volta do motel não foi o que uma mulher casada, que tinha acabado de dar o cú para o seu amante, esperava. O estúpido começou a me falar de seu casamento, sobre o quanto ele amava a sua mulher e o tanto que a sua consciência estava pesada por causa do que ele tinha feito. Meu deusss! Que cara mais bobo. Nossa! Fazia tanto tempo que eu queria dar pra ele, e agora eu era obrigada a ouvir aquele baboseira.

E o cúmulo da idiotice foi quando ele começou a me perguntar o que eu pensava daquilo, se eu não me sentia mal por ter chupado o pau dele a noite toda, e depois chegar em casa e beijar o meu marido, com os meus lábios que tinham acabado de tocar a rola de outro homem. Preferi não falar nada, apenas fiquei em silêncio ouvindo quietinha, concentrada na música. Ah, homens...

Logo o Juan começou a me falar do tempo que ele morou na Espanha, onde ele trabalhou como stripper e go-go boy. Nessa hora eu achei interessante. Foi gostoso imaginá-lo balançando aquele pauzão dele e rebolando seu corpo na frente das mulheres, da mesma forma que ele fazia nas aulas de zumba. Então ele resolveu vir para o Brasil e aqui conheceu a sua mulher, blá, blá, blá, lá estava o cara falando da esposa dele novamente.

Pedi para o Juan me deixar há alguns metros da minha casa. Nos despedimos e saí apressada. Quanto mais curiosos me vendo sair do carro de um estranho, melhor. Mas eu não estava me sentindo bem. Depois de uma trepada maravilhosa com o Juan, não entendi porque ele veio com aqueles julgamentos moralistas. Talvez eu não estivesse entendendo qual era o jogo dele afinal. Mas uma coisa era certeza: eu não voltaria a dar pra ele, nunca mais.

Cheguei em casa, me deitei só com a minha minúscula camisola, sem calcinha e caí no sono imediatamente. Pouco depois percebi que o Fabrício estava chegando, silencioso como sempre. Ouvi os ruídos das chaves na porta de entrada, senti ele passando para o banheiro, onde ele tomou um banho. Depois ele se deitou ao meu lado e me abraçou carinhosamente. Nessa hora me lembrei do sermão que o Juan tinha me dado na volta do motel, sobre encarar meu marido depois da traição. Ah, eu era a mais puta de todas. O Juan não sabia do que era capaz.

Me virei e dei um beijo caprichado na boca do meu marido, com a minha boca de chupa-rola, a mesma boca que tinha acabado de chupar a piroca de outra homem. De imediato o pênis do meu esposo reagiu, ficando super duro. Me virei de costas pra ele novamente, curvando bem a minha coluna, facilitando o acesso à minha buceta por trás. O Fabrício era meio bobo, mas ele entendia um pouco as coisas. De imediato senti o pau dele me penetrando na xoxota, a mesma xoxota que tinha experimentado a pirocona do Juan.

Ah, meu deusss! São essas coisas que me fazem ser assim, tão puta. Enquanto meu marido me fodia eu estava me sentindo uma verdade puta rampeira, uma diaba, uma safada. Um enorme sorriso estava nos meus lábios, um sorriso diabólico, de mulher que sabe o que um homem gosta e como controlá-los. Nem sei até que horas o Fabrício ficou me comendo, pois peguei no sono novamente, deixando minha buceta à sua disposição.

E este poderia muito bem ser o final da história, mas é somente o início. Alguém mais apareceria na minha vida. Logo volto para contar para vocês, com todos os detalhes.

Continua em "Eu, a mais puta de todas - Parte 2"

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Nome: Paulo
E-Mail: josewdcabral@bol.com.br
Data: 02/11/2019
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Tesão na buceta ,se tiver uma piroca bem safada que consiga apagar meu fogo me chama no zap ,e se for esperto vai ser sigilo ,quem come quieto come sempre heim

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Nossa que tesao na buceta ,o proibido e tão gostoso ,como queria nesee momento um pau bem gostoso na minha buceta ,que tesão estou vontade de mamar e dar muito essa buceta que fogo não apaga nunca

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