Olha, vá gostar de dar o cu assim na puta que pariu - Parte 9


Enviado por Empresário Safado em 08/04/2019
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Categoria: Traições | Visitas: 3508
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Enquanto eu estava deitado em cima da Renata, no banco traseiro do carro, sentindo seus deliciosos seios em contato com o meu peito, percebi a sua respiração cada vez mais ofegante. Ela estava finalmente abrindo a minha calça e meu pau já estava prestes a saltar para fora.

- Ohhh, Matheus, você me trouxe até aqui, me fez viver esse sonho, me deu um gozo delicioso... e agora tenho que recompensá-lo... vou ser sua mulher... agora eu vou te dar muito... vou deixar você me comer até você não aguentar mais, tá? - ela sussurrou no meu ouvido, toda dengosa e com a mão já apertando a minha vara.

Nessa hora, para o meu azar, no banco da frente tocou o celular da Renata. Ela se assustou e deu um salto rápido.
- Alô! Sim... Sou eu... Não, não... Já estou chegando, fica calma, não se preocupe... estou aqui perto! - ela apanhou o celular e atendeu muito rapidamente. Em seguida ela o desligou e baixou os olhos, com uma certa tristeza em seu rosto.



- Nossa!! Não vou poder fazer você gozar. É a minha irmã me procurando... sentiram a minha falta. Tenho que ir imediatamente. Me desculpa, tá? - ela se lamentou.
- Claro, querida... não tem problema! - respondi – Afinal, nós combinamos que seria meia hora... e já passamos disso! Vamos embora... não precisa se preocupar!

- M-m-mas... querido... você... você não gozou!
- Amor, não se preocupa com isso... pra você foi bom? Você gozou? - perguntei a ela.
- Claro que sim, Matheus! - ela me respondeu – Foi ótimo... muito bom mesmo! Juro!

- Então não pense em mim. Vamos voltar... não quero meter você em complicações. Sabe, às vezes, ao homem, o prazer dado à mulher é suficiente. Nós também não precisamos ejacular para sentir gozo. Se você está feliz, creia, eu também estou. Vamos? - falei e fechei a minha calça.
- Mas não acho certo! - ela retrucou.

- Amor, não existe certo e errado quando se trata de sexo! - expliquei calmamente. - E gozar é sentir a felicidade em toda a sua plenitude. E, quer saber de uma coisa? Eu estou feliz. Você me fez o homem mais feliz do mundo. Sabe, eu venho de uma relação conturbada, confusa, muito sexo e gozo físico, mas felicidade mesmo, eu senti hoje com você. Hoje, neste momento, você é a mulher da minha vida. Se você não fosse casada, Renata, eu iria pedir que fosse assim para sempre!

Falei isso e nos entreolhamos, sem comentários.
- Hoje você é a mulher da minha vida, Renata! - repeti e dei um longo beijo na boca dela. Em seguida entramos no carro. Ela veio se vestindo enquanto eu acelerava, agora, no máximo possível.

Ainda não havíamos entrado na cidade e a Renata voltou a abriu meu zíper, procurando meu pau, que ainda continuava muito duro. É claro que ela queria me fazer um carinho para que eu também gozasse. Pensei em parar só um pouco, uns cinco minutos, mas eu sabia que seria muito ruim para ela se atrasar mais do que já estava. Parece que eu já via o marido a pressionando para saber onde ela estava.

Assim, continuei acelerando, com o pau duro e ela o alisando calmamente, sem falar nada. Chegamos ao ponto onde havíamos nos encontrado, nos despedimos rapidamente e a Renata desceu muito apressada. Por sorte não havia ninguém por perto para nos comprometer. Minha cabeça estava a mil por hora. Passei por um restaurante ao lado da praça principal, mas percebi que já ia fechar. Então resolvi não entrar. Ali perto encontrei uma lanchonete, pedi um "no capricho" e refrigerante para viagem e fui embora para a pousada.

Assim que cheguei na pousada eu entrei no meu quarto e já fui ligando o computador. Permaneci à espera que a Renata entrasse no Facebook para conversarmos. Mas nada dela aparecer, o que me deixou muito agoniado. Assim, a noite avançou, a madrugada chegou e a Renata não veio. Fiquei igual um bobo alí, de olho na tela do notebook, complementamente frustrado.

Meu lanche e refrigerante, claro, ficaram sobre uma banqueta ao lado da cama. Perdi a fome. E, para piorar, não consegui dormir de forma alguma. Eu estava tão preocupado com ela quanto excitado. Meu pau estava duro, cheio de expectativa de ainda sentir o calorzinho da xoxota da Renata. Mas aos poucos fui aceitando a situação.

Resolvi tomar um banho, apesar de não desejar que o cheiro da Renata saísse do meu corpo. Eu queria que ela ficasse grudada para sempre em minha pele. Ainda assim, o calor me chamava para uma ducha. E acabei indo. Antes de abrir o chuveiro, apaguei todas as luzes e, no escuro completo, pensei em me masturbar, gozar bem gostoso pensando no que tinha acontecido.

Mas não consegui. Seria um gozo falso, uma ilusão. Gozo real mesmo só com minha amiga querida, minha deliciosa Renata. Meu deusss! Eu a desejava muito mais agora que eu não a tinha. Porém, a certeza de que dificilmente nos veríamos novamente caiu sobre mim. Decidi não tomar banho. Deitei-me com o cheiro dela em mim e tentei dormir.

Quando finalmente consegui adormecer já era quase hora de levantar. Eu tinha compromissos profissionais pela manhã até a hora do almoço e deveria voltar rapidamente para Fortaleza. Um recado no Nextel, logo que acordei, exigia minha presença ainda naquela tarde. Que loucura! Minha cabeça dava voltas, já que tinha dormido muito pouco e não estava conseguindo raciocinar direito.

Deixei a pousada em direção ao meu compromisso profissional. Ao entrar no carro descobri que a Renata havia esquecido a calcinha dentro do porta-luvas. Entendi tratar-se de um "esquecimento voluntário", é claro. Que calcinha linda, de rendinha, daquelas não tão pequenas mas também não tão grandes, perfeitas para acomodar a buceta com muito conforto e não ficar roçando no cú o tempo todo, como os fios-dentais.

Tomei a calcinha dela carinhosamente nas mãos, cheirei e beijei muito o fundinho. Dava ainda para sentir o cheiro da xoxota e do cuzinho dela. Que delícia.

Após meu trabalho, de volta à capital, passei pela loja onde ela trabalhava, mas não a vi. Julguei que poderia ser desastroso para ela se eu entrasse à sua procura. Parei o carro, abri o notebook e lhe enviei um recado pelo Facebook: "Amiga, peguei a BR em direção da capital. Beijos.”. Almocei na mesma churrascaria do dia anterior e segui viagem.

Quando cheguei em minha casa, a Carla, minha esposa, não estava. Sentei-me para escrever minha história com a Renata (Ah, se eu pudesse anunciar seu nome verdadeiro!). Em poucos minutos eu estava publicando. Com a calcinha dela escondida em um lugar que somente eu sabia. Ah, Renata! Você e sua calcinha estarão comigo todos os dias de minha vida.

Antes de encerrar esta parte da minha história, preciso declarar publicamente:
"Querida amiga, você foi a coisa mais linda que me aconteceu. Amo-te muito. Sem interesse, só por amor. Jamais te esquecerei. Certamente continuaremos nos falando por e-mail e pelo Facebook. Não será como estar com você, mas será um alento. E sempre ficará em mim uma grande esperança de um dia poder voltar à sua cidade, encontrar você. Amo-te, minha amiga. Um beijo. Um selinho".

Após minha aventura extraconjugal durante minha rápida viagem ao Nordeste, voltei um tanto incerto com relação ao meu casamento com a Carla. Fiquei tão apaixonado pela mulher com quem fiz amor uma só vez, e por tão pouco tempo, que meu relacionamento com a Carla balançou muito, pois descobri que tudo o que eu desejava dela era o seu corpo.

Na verdade eu era tarado por suas curvas, seu cheiro, seu gosto, seu jeito incomum de fazer sexo. Amar, talvez não amasse. Era uma sensação de posse. Penso que de ambas as partes: eu a possuía, ela me possuía. Por isso não éramos capazes de tomar uma decisão mais contundente como a separação.

Pois bem, após a volta do Ceará, deixei passar uma semana para ter um diálogo sério e bastante claro com ela, um diálogo elaborado, estruturado, definitivo.
A Carla me ouviu apoiada sobre os cotovelos, olhos marejados e lábios trêmulos. Foram muitos minutos de um quase monólogo, só eu falando. Depois, veio o acordo: haveria a separação, sem rompimento da amizade e do carinho. Esses não poderiam ser descartados. O casamento sim, podia. E foi esse casamento que ficou ali sobre a mesa do barzinho na Vila Mariana.

Eu fui morar em um apartamento pequenino, barato, perto do metrô de Santana. A Carla, claro, ficou com a casa. Nos primeiros dias de liberdade me senti meio perdido, mas aos poucos fui reaprendendo a viver como pássaro fora da gaiola. Passei a sair e encontrar gente nova, frequentar bares nunca antes visitados, perceber que há muito mais mulheres soltas no mundo do que eu poderia imaginar. Me deitei em colchões macios de bordéis com lindas garotas de programa, mas também rolei em colchões puídos com prostitutas vulgares.

Fiz de meu miniapartamento uma extensão do mundo: levei mulheres, transei, tive relações sexuais como nunca. Afinal de que serve a liberdade se não se sabe aproveitá-la? Vez ou outra a Carla e eu trocávamos telefonemas, já que ainda tínhamos coisas em comum a resolver, além da amizade que prometemos não deixar acabar.

Eu não falava de mim nem ela de si. Ficava entendido que ela e eu estávamos bem. De vez em quando eu tentava imaginar o que ela estaria fazendo, com quem, mas logo eu procurava afugentar tais pensamentos, uma vez que nossas vidas agora corriam livres. Então, mais rapidamente do que eu podia ter imaginado, vi-me envolvido em um caso com uma nova amiga, a Rafaela, bonita, doce e meiga, um primor de mulher em todas as situações, inclusive na cama, com seu jeito manso e suave de fazer sexo, o oposto da Carla.

Eu não estava ainda apaixonado pela Rafaela, apenas envolvido profundamente. Mas era um relacionamento que prometia um belo futuro. Assim, poucos dias depois, quando eu me encaminhava com a Rafaela ao cinema, a Carla me ligou.
- Oi, Matheus! Está só? Pode falar? - atendi e ela já foi perguntando.
- Oi, Carla! Estou com a Rafaela! - respondi – Mas podemos falar, não há problema, fique à vontade.

- Ah, eu ia fazer um convite... mas é melhor deixar para outra hora, é bom que ela não ouça...! - a Carla disse e eu fiquei intrigado. Ela não quis revelar do que se tratava. Senti em sua voz uma ansiedade que eu bem conhecia, talvez uma entonação denunciando ciúme devido a eu ter mencionado a Rafaela. Não insisti e ela desligou.

Eu e a Rafaela vimos o filme, comemos pizza, tomamos vinho e ficamos no motel até três da manhã. Por volta das quatro horas eu deixei a Rafaela em casa e tão logo dobrei a esquina não me contive. Parei o carro e liguei para a Carla. Achei que ia demorar muito para ela atender, mas no segundo toque...
- Eu sabia que você ia ligar... fiquei esperando acordada. A noite foi boa? - ela atendeu e me perguntou.

- Foi sim, Carla... vimos um belo filme! - respondi e ela riu. Eu sabia que não era isso que ela havia perguntado, mas ela também não insistiu em saber mais sobre a minha noitada. Ela então fez um pequeno silêncio, para em seguida dizer porque tinha me ligado.

- Tenho um casal de amigos, a Silvana e o Edu, você não conhece. Eles têm uma chácara perto de Serra Negra e me convidaram para passar o final de semana com eles... eu não quero segurar vela, sabe?... eles disseram que eu posso levar mais uma pessoa..., eu disse que ia com meu namorado, mas não tenho, né...?, você topa se passar por meu namorado? Mas é só por companhia, eu estou só..., a gente não diz nada sobre o nosso passado, claro, eles não precisam saber... Então, tá a fim de ir? - ela me perguntou, muito dengosa.

Pelo jeito da Carla falar, eu podia jurar que era uma tentativa de reaproximação. Eu a conhecia muito bem. Minha reação inicial foi responder negativamente, pois eu estava muito bem com a Rafaela. Porém, alguma coisa balançou meu coração e me excitei muito. Confesso que meu pau chegou a endurecer, de verdade. Rapidamente passou pela minha cabeça a sensação de comer a buceta e o cú da Carla mais uma vez.

- Sim, eu aceito sim, Carla! - respirei profundamente e respondi.
- Então tá bom! Tem um quarto reservado para a gente. Acho que você não vai fazer questão de dividirmos, vai?
- Claro que não, Carla..., será um prazer, após tanto tempo! - confirmei.

[Continua em "Olha, vá gostar de dar o cu assim na puta que pariu - Parte 10 - Final"]

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