Olha, vá gostar de dar o cu assim na puta que pariu - Parte 8


Enviado por Empresário Safado em 02/01/2019
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Categoria: Traições | Visitas: 3830
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A Renata me indicou a saída da cidade e fomos pela estrada deserta, de poeira e escuridão. Eu ia dizendo que estava muito excitado e ela dizia estar sentindo uma espécie de arrepio muito diferente, talvez por ser a primeira vez que saía com um desconhecido, talvez pelo risco, talvez..., ah, tanta coisa, o certo é que estávamos um a fim do outro.

O caminho era ruim, e por isso eu guiava devagar. Em certo momento coloquei minha mão entre suas coxas. Ela esquivou-se, quis desvencilhar-se do meu toque, mas acabou permitindo e pondo também sua mão em minha perna. Passamos a nos acariciar lentamente, como a velocidade do carro.
- Eu nunca vim aqui para namorar..., tem gente que vem, mas eu tenho medo! - a certa altura, a Renata me confessou.


- Nem com seu marido? - perguntei.
- Não, antigamente íamos passear no açude, mas sempre durante o dia. À noite, nunca mesmo! - ela respondeu e continuamos em frente. Antes, bem antes do açude havia um pequeno rochedo formando uma espécie de parede como esconderijo; pouco adiante um pequeno alargamento da via onde resolvi estacionar. Desliguei todas as luzes e ficamos somente sob a luz das estrelas.




Estávamos ainda sobressaltados, mas ela me alertou:
- Só tenho meia hora, quarenta minutos no máximo...! - depois que ela falou isso, eu, sabendo que o tempo era muito curto, tratei de abraçá-la imediatamente, corri minhas mãos por suas costas expostas pelo decote da blusa de alças, e ela correspondeu abraçando-me fortemente. Nossos rostos se acarinhavam num clima de doçura e adrenalina.

Nossas bocas se encontraram e aconteceu o primeiro beijo. O mais lindo, o mais inebriante e saboroso da minha vida. Ali, naquele exato momento, sem exagero, me apaixonei de corpo, alma e coração pela morena que conhecera um dia antes. O silêncio fora do carro era total. A escuridão tenuamente quebrada por uns débeis fragmentos de luzes das estrelas nos convidavam a sair.

Descemos ainda trêmulos de medo, de loucura e desejos. Abraçamo-nos novamente. Outro beijo. Mãos deslizantes iam descobrindo deliciosas partes de nossos corpos. Recostei-a sobre a parte traseira do carro. Ela tentou segurar-se nas laterais abrindo os braços; esse movimento me ofereceu seu corpo inteiramente, permitiu-me sentir a delicia de sua barriga e seios com um carinhoso correr de mãos.

Levantei sua blusa e percebei que ela estava sem sutiã. Que delícia. Me abaixei e coloquei a língua em seu umbigo, enquanto acariciava seus mamilos com os dedos. A Renata gemeu deliciosamente. Acelerei meus movimentos de língua e dedos, e ela gemeu mais forte e prolongadamente, soltando um suspiro de prazer.

- Gosta disso? - perguntei a ela, que me respondeu com uma carícia em meu rosto.
- Faz mais, mais... issooooo!! - ela sussurrou. Nunca eu havia sentido um sabor tão doce vindo de um corpo de mulher. Não me lembrava, também, de ter me esmerado tanto para que a companheira desfrutasse todo o prazer de minha língua percorrendo sua barriga, seus mamilos, ombros e pescoço.

A Renata se arrepiou toda, gemeu, se contraiu, cravou-me as unhas nas costas, mas a dor que senti foi prazerosa. Enquanto eu lhe dava um irretocável tratamento de língua, ela me pedia em tom de súplica:
- Não para, faz mais, ahhhhhhhhhhhhh... eu adoro isso!

Não houve uma única parte de seu corpo, acima da cintura, que eu não tenha percorrido com a língua e mãos. Eu sabia que ela gostava, pois além de sua respiração denunciar, sua pele se arrepiava toda. Ajoelhei-me na terra. Puxei suavemente sua bermuda até abaixo dos joelhos. Depois desci sua calcinha de algodão, também perfumosa.

Vi na entreluz das estrelas sua bocetinha exuberante, me convidando a conhecê-la; senti suas coxas grossas, lisas, a poucos centímetros de meu rosto; aspirei seu perfume natural de fêmea excitada, adicionado de um perfume artificial de banho recente, talvez um desodorante ou um sabonete íntimo. O cheiro me convidou a levar a língua até sua parte mais feminina, mais mulher; lambi primeiramente seus grandes lábios, demoradamente, fazendo movimentos ora circulares, ora de subir e descer, subir, descer.

A Renata gemeu com voz estremecida.
- Assim é muito bom! É demais! Eu quero, quero muito, continue! - ela me confessou. Acelerei os movimentos, ao mesmo tempo em que eu acariciava suas nádegas com as pontas dos dedos. Senti sua vagina inchar em minha boca, seu clitóris excitado anunciava prazer. Passei a percorrer sua periferia vaginal, incursionando pelas virilhas, região do umbigo, sentindo sua púbis deliciosamente lisa, recentemente depilada, contendo apenas uma pequenina floresta de pelos junto à sua principal e mais desejada entrada.

Num breve lampejo de insegurança, minha amiga me perguntou:
- Acha mesmo que não estou traindo meu marido? Tem certeza de que isso que estamos fazendo não é traição?
- Não, amor! – respondi – Você está se realizando, tendo um prazer, há muito tempo desejado, que jamais poderia ser dado por ele; somente um outro homem pode satisfazê-la, não está fazendo mal algum ao seu marido, portanto não o trai. Pense só em você! - procurei acalmá-la.

- Que bom, que bom, querido. Se pensa assim, continue que está muito gostoso! - ela sussurrou e eu, aproveitando que ela estava totalmente molhada, num movimento fácil e delicioso, penetrei toda a língua em sua intimidade mais sagrada. Enfiei até onde alcancei e, dentro dela, eu fazia todos os movimentos possíveis. Ora tirava e penetrava em seguida, ora mantinha dentro por longos momentos.

Minhas mãos continuavam a lhe percorrer o corpo, indo agora das nádegas aos mamilos, deles às pernas, às orelhas, à nuca, à bundinha perfeitamente esculpida pela natureza. O sabor de sua vagina em minha língua me enlouquecia a cada segundo mais. Eu estava trêmulo, mas agora de puro tesão, e eu quase não conseguia me conter sobre os joelhos. Mas eu não parava de penetrá-la com a língua e percorrer seu corpo.

Em determinado momento eu trouxe o polegar até a entrada de sua vagina, encharquei-o com seu líquido e também com minha saliva. Depois, fui em busca de seu ânus. A Renata não ofereceu resistência, não criou o menor obstáculo, até facilitou o caminho com um ligeiro movimento de cintura e coxas.

Encontrei seu pequeno buraquinho, e era muito apertado. Pensei que ali ela ainda era virgem. Com muito carinho e cuidado fui introduzindo lentamente o polegar, sem me descuidar da penetração oral na vagina. A Renata foi à loucura quando se sentiu duplamente invadida: por meu dedo e pela minha língua. Seu prazer era tão intenso que por suas coxas escorria seu delicioso mel.

Sua voz já não era mais sussurro. Era um gemido agudo e profundo, de mulher perto do gozo. Sua respiração falhava, seus dedos me puxavam pelos cabelos como que para arrancá-los. Durante muito tempo assim permanecemos: eu a penetrando duplamente, ela me puxando pelos cabelos e agora cravando novamente as unhas, em meus ombros. O cheiro de sexo tornava-se cada vez mais intenso. A Renata se contorcia sobre o tampo do automóvel. Suas pernas perderam o tônus e começaram a tremer.

Levantei-me para apoiá-la e evitar que caísse.
- Que pena que você parou! Continue, querido! - ela lamentou e eu coloquei-a de bruços sobre o carro para que se ajeitasse melhor. Por trás, voltei a buscar-lhe a vagina com a boca e a língua. E agora, para meu delírio, eu tinha também disponível para chupar, seu ânus delicioso, todo exposto para mim.

Minha língua então viajava entre o ânus e a vagina, indo e vindo sem parar por um caminho tão curto, porém sublime, delicioso.
- Querida, você acredita no céu? - perguntei e ela.
Ela não entendeu minha pergunta, só resmungou algo que não entendi. Então eu mesmo respondi:
- O céu existe, linda, e é aqui com você..., estou no paraíso, você é minha deusa, nós somos divinos. Te amo muito!

- Não para não, amor, me chupa mais..., mais rápido, amor, mais rápido que eu vou gozar! Lambe meu cu bem gostoso, eu sempre quis ser fodida assim...! - ela me pediu, enlouquecida. Quando ela disse pela primeira vez as palavras cu e fodida, meu tesão foi ao máximo. Aumentei o compasso dos movimentos entre a vagina e o cu, vagina e cu... Ela se oferecia cada vez mais aos meus carinhos arrebitando a bunda em minha direção, esfregando em meu rosto.

- Chupa mais, meu amor, chupa bem gostoso, eu gosto..., gosto muito!... - ela me implorava. Sentindo seu delírio e desejando lhe dar mais prazer, inverti a ordem: coloquei a língua em seu cu enquanto penetrava a vagina com os dedos. Senti seu mel jorrar mais ainda pelas coxas. Não me contive: louco de desejos; tomei-o todo, lambi e bebi até o fim. Como um gato que se delicia até a última gota de leite quente.

Sem tirar meus dedos, fui levantando o corpo por trás dela até tocarmos os rostos, então novamente nos beijamos. Antes de nossas línguas se encontrarem lhe pedi:
- Sinta seu gosto em minha boca! Veja como você é deliciosa, sinta, sinta...! - falei e ela fez um "huummm" de prazer ao provar seu próprio sabor impregnado em mim.

Com uma das mãos ela ajudava meus dedos a acariciar-lhe o próprio clitóris, com a outra ela apertava meu pau, que já latejava e doía de tesão, ainda sob as calças. De repente a Renata mordeu suavemente meu lábio inferior, mordeu minha língua e soltou um grito que ecoou por todos os arredores do caminho escuro. Gozou. Gemeu. Suspirou. Relaxou completamente.

Lentamente fui retirando meus dedos e cessando os movimentos. Abracei-a por trás com muita força e carinho. O prazer e o calor a fizeram transpirar, e sentir seu corpo úmido de suor me excitava ainda mais. Voltamos a nos beijar longamente. Meti os dedos todos entre seus cabelos, acariciei seu rosto e lábios.

Após alguns instantes abraçados no mais profundo silêncio, a Renata me disse baixinho ao ouvido:
- Agora eu vou fazer você gozar. Venha pra mim, quero ser sua; quero ser penetrada inteiramente por você; vem, amor! - ela disse isso e eu acabei de tirar-lhe a roupa que, àquela altura, se embolava junto aos seus calcanhares. Abri a porta traseira do carro e carinhosamente fiz com que ela se deitasse sobre o banco.

Parte de seu corpo ficou do lado de fora. E, só de vê-la assim, fui novamente ao delírio: arranquei-lhe as sandálias e beijei seus pés, subi beijando-a até os joelhos, continuei subindo até novamente encontrar sua vagina úmida, fiz uma parada naquele ponto, suguei seu clitóris agora com mais suavidade que há pouco ela havia gozado; continuei subindo até alcançar seus seios lindos, perfeitos. Outra parada ali, onde demonstrei a ela todo o meu prazer; deliciei-me com seus mamilos.

Sua pele novamente se arrepiava, sinal de que também gostava, aprovava e desejava o que eu fazia. Subi até ao pescoço e minha língua inquieta o acariciou viajando de lado a lado, depois subiu até as orelhas, contornando-as e penetrando. A Renata começou a puxar minha camiseta dizendo-me:

- Vou te despir inteiro, meu querido! Você vai ser meu! Vou te possuir! Vou te dar minha bocetinha, você vai me comer como nunca comeu ninguém... vai sentir o que é uma mulher de verdade...! - ela falava e me despia. Seus dedos se esforçavam para abrir minha calça jeans. Deitado sobre minha amiga amada, meu peito já nu sentia o calor dos seus deliciosos seios.

[Continua em: Olha, vá gostar de dar o cu assim na puta que pariu - Parte 9]

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