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A ajuda da minha sobrinha Aline



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Enviado por Professor de Espanhol em 01/01/2019
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Categoria: Incesto | Visitas: 3336
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Este relato é a continuação de outros dois contos: "O reencontro com meu irmão, minha cunhada e minha sobrinha" e "Sozinho com minha cunhada e com minha sobrinha". Você pode ler os três de forma independente. No entanto, se você tiver vontade, leia os dois anteriores e verá que a história resultará mais interessante. Ou pelo menos, essa foi minha intenção ao relatá-la.

Eu estava no quarto da minha sobrinha Aline, na parte térrea da casa do meu irmão Josias, tentando tirar da minha mala as roupas que eu precisaria para aqueles dias de permanência ali. Uns poucos minutos depois minha sobrinha chegou, para dar a ajuda que sua mãe, e minha cunhada, Cláudia tinha solicitado enquanto jantávamos. Mas a Aline não entrou no quarto, ela ficou parada na porta me olhando em silêncio por alguns segundos.

- O tio falou que não quer... talvez amanhã...! - ela gritou, dirigindo sua voz para o andar de cima da casa.
- Tá bom!... e você?... quer que a gente te espera? - ouvi o grito de sua mãe lá de cima.
- Não, não! Eu ajudo o tio aqui e logo vou dormir... estou cansada, mãe! - minha sobrinha respondeu e continuou me olhando.

- Tá bom, filha... até amanhã então! - a Cláudia respondeu.
- Sim, mãe... até amanhã pra você e pro papai... boa noite! - a Aline concluiu e veio em minha direção.



- O que você falou que eu não queria? Se é que posso saber...! - perguntei a ela.

- Nada... meus pais queriam saber se você gostaria de subir e assistir um filme que eles alugaram... um daqueles filmes muito chaaaaatos... e eu falei que você não queria!
- Eita... olha só!... e como você sabe que eu não queria assistir? - falei sorrindo.

- Porque temos outras coisas mais interessantes pra fazer, tio Edson! - ela falou e desatou seus cabelos loiros e ondulados, ao mesmo tempo que avançava até mim. Respirei fundo, tentando pensar claramente antes de perder novamente o controle.
- Vamos parar um pouquinho com isso, Aline! - falei enquanto ela começava a beijar meu pescoço. - Seus pais estão lá em cima... se eles pegarem a gente assim eu nem sei o que pode acontecer!

- Não vai acontecer nada, tio Edson! - ela respondeu e começou a descer suas mãos pelas minhas costas.
- Pára, Aline... pára!... isso é loucura... o que aconteceu naquela casa abandonada já foi demais... e nem te falo sobre o que houve no banheiro esta manhã... acho que estamos brincando com fogo!

- O que senhor falou, heim? - ela me respondeu, fingindo não ter me ouvido bem. - O senhor quer que eu bote mais fogo no senhor, é?... pois é isso que estou fazendo, tio!



- Pára, menina... meu deussss... pára um pouco com isso! - falei e tentei afastá-la de mim. - Deixa para cumprir o meu desejo outro dia... não precisa ser hoje!

- Mas eu não vim para cumprir o desejo que te devo, tio Edson... isso é mais um agradecimento pelo que o senhor fez por mim esta tarde na "toca"!
- Não precisa me agradecer... meu deusssss... isso vai me dar problema, Aline!! - insisti agoniado, tentando tirar minha sobrinha de cima de mim.

- Tio, pode parar com isso, tá?... meus pais me ensinaram a ser agradecida! - ela respondeu e começou a tirar sua roupa, ficando completamente nua na minha frente. Deus do céu! Eu estava ferrado mesmo. - Eu sempre tive orgulho de ser uma menina bem educada... a menos que o senhor queira que eu chame meus pais e fale pra eles que o senhor quer que eu seja uma sobrinha mal agradecida! - ela concluiu.

A Aline me olhava com a carinha mais safada que já vi, e seu sorriso antecipava o que ambos sabíamos. Ela tinha me agarrado pelo saco e eu não tinha mais saída a não ser satisfazer aquele novo destempero da minha linda e jovem sobrinha. Boquiaberto, fiquei parado enquanto ela terminava de tirar a minha calça e a minha cueca.

- Hummmmmmm... que delícia... nossaaaaaaaa... tio...!! - ela ficou ali me olhando por uns instantes, completamente nu em sua frente. Em outras circunstâncias eu também estaria olhando para ela nua, mas a verdade é que o meu olhar estava fixo na porta, com receio de que minha cunhada ou o meu irmão entrasse no quarto a qualquer momento.

- Você não pode nem mesmo trancar essa porta primeiro? - perguntei, tentado dar um mínimo de segurança à nossa situação.
- Ah, não tem chave, tio! - ela falou, fingindo estar chateada. - A chave sumiu e meu pai não pediu pra fazer outra... eu ia fazer, mas acabei esquecendo... mas não se preocupe... já sei como resolver isso... péra aí! - ela disse isso e foi até uma mesa e tirou de dentro de uma das gavetas um aviso de pendurar na porta. - Pronto! Isso resolve nosso problema!

- Você só pode estar brincando, Aline! - protestei quando ela me mostrou um aviso de porta escrito "Não Perturbe", daqueles encontrados nas portas dos quartos de hotéis. - Isso é muito pior... deus do céu... se seu pai ou sua mãe ver isso eles vão pensar o que?... nós dois aqui dentro com esse aviso na porta? - falei e ela ficou me olhando, com uma carinha inocente, achando minha preocupação um tanto exagerada.

- Mas, tio...
- Nada disso, Aline! Pode tirar esse negócio daí... e vamos parar com isso agora! - insisti mas ela não me deu atenção nenhuma. Em vez disso ela simplesmente riu e foi me empurrando suavemente, até me jogar em sua cama. Meu corpo, minha cabeça e meu coração pareciam estar em chamas, em três estados diferentes.

Meu corpo começava pouco a pouco a curtir o corpinho delicioso da minha sobrinha. Nossas bocas se encontraram e me perdi naquela língua atrevida e muito molhada. Que loucura! Logo minhas mãos estavam em seus peitinhos, e logo em sua cintura, apertando-a delicadamente. Levei meus lábios até o seu pescoço e ela soltou um gemidinho, parecendo uma gatinha no cio. Minha cabeça, por sua vez, não parava de pensar na porta e na possibilidade de alguém entrar e nos pegar no flagra.

Por último meu coração estava batendo a mil por hora, tanto pelo tesão que eu estava sentindo e que aumentava cada vez mais, quanto pelo terror de sermos descobertos.
- Tio... vou deixar o senhor louco, sabia? - minha sobrinha falou e se deitou sobre mim. Sua boquinha grudou na minha novamente e ela enfiou sua língua todinha na minha boca, procurando a minha com tanta vontade que até me deixou surpreendido.

Pela forma que a Aline estava deitada sobre mim, seu corpo não estava muito colado ao meu, mas a uma certa distância, e isso fazia com que os biquinhos durinhos de seus seios roçassem levemente o meu peito a cada um de seus movimentos. E isso estava me deixando louco.
- Meninaaaaaa... não faz isso comigo... ahhhhhh...!! - gemi descontroladamente quando ela começou a lamber e chupar os meus mamilos.

Caralho!!! Isso que ela estava fazendo era algo que nenhuma mulher tinha feito antes. É claro que eu já tinha feito sexo com várias outras meninas e mulheres, mas eu era o tipo tradicional, assim como as parceiras com quem eu tinha ficado. E agora a Aline estava me provocando sensações novas, algo completamente diferente para mim.

Por um momento me senti desconfortável pelo fato da minha sobrinha, que estava prestes a completar 18 anos, ter mais experiência com sexo do que eu, como estava bastante evidente. De certa forma o meu orgulho estava ferido, quase humilhado, eu poderia dizer. Isso me deixou incomodado e acabou por diminuir a minha excitação. A Aline percebeu, já que parei de mover minhas mãos e eu já não correspondia aos beijos dela da forma que eles mereciam.

- Ué?... o que foi, tio?... aconteceu alguma coisa?
- Não, não foi nada!
- Não foi nada? Claro que aconteceu alguma coisa... o senhor "broxou" de repente... não gostou do que eu estava fazendo?
- Não foi isso, gatinha... você é ótima. É outra coisa!

- Vamos lá... me conta então o que é, ué!... somos uma família, não? - ela me disse, sorrindo.
- Ah, Aline... muito obrigado por me lembrar disso!
- Tio Edson, por favor... o senhor vai bancar o moralista agora?... não acredito... eu estou gostando, e o senhor também... além disso, somos maiores de idade e estamos com vontade de fazer. Não vejo qual é o problema!

- Não é isso, Aline... ah, deixa pra lá!
- Então o que é?... me fala!!!
- Esquece, bobeira minha!
- Me conta! Agora quero saber! - ela insistiu.

- Está bem... o que acontece é que percebi que você tem muito mais experiência que eu, mesmo sendo mais novinha... e isso me deixa incomodado. O certo seria o contrário!
- De acordo com quem?
- Bem, de acordo com todo mundo, ué!

- Todo mundo quem, tio? - ela enfatizou olhando ao redor.
- Não sei! - respondi, um pouco sem graça.
- Será que é porque o chip de "grande macho alfa" que muitos homens ainda tem foi ativado no senhor?
- Do que você está falando?

- O senhor sabe, tio Edson... esse negócio que vocês homens tem de achar que são vocês que devem controlar a transa, e que sabem tudo na cama... e que nós mulheres somos as bobinhas ingênuas e delicadas... e que somos controladas por vocês!
- Pode ser... talvez seja um pouco disso! É que me dá vergonha perceber que você é mais experiente e mais solta do que eu na cama... além disso, acho que você já ficou com muitos outros homens mais velhos do que eu...

- Não acredito que estou ouvindo isso, tio Edson! Pára com essa bobeira! Já fiquei com muitos caras e pretendo ficar com muitos outros ainda... e isso não tem nada a ver. Com cada um eu aproveito o que posso mesmo... e agora eu estou aqui com o senhor, com muita vontade, e estou curtindo muito, sabia?... e olha que estou apenas começando, tá?... É melhor o senhor se preparar porque vou tirar essas besteiras da sua cabeça. O senhor me entendeu?

- Sim, entendi! - falei finalmente, entregando a ela, conscientemente, o controle daquele nosso encontro e de grande parte do que aconteceria mais adiante. Nesse momento a Aline aproximou sua boca da minha e me deu um beijo bem demorado e molhadinho. Não foi cheio de paixão como os anteriores, mas eu diria que foi um beijo com muito mais emoção do que sexo. Acredito que, de certa forma, acabávamos de fechar um acordo que teria vários desdobramentos nos dias seguintes.

Embriagado naqueles lábios, minha mente finalmente voltou a se concentrar na preciosidade que eu tinha ali comigo. Realmente aquela menina era maravilhosa, e eu mal acreditava no que estávamos vivendo. Meu pau tinha perdido parcialmente sua ereção, e estava caído sobre o meu abdômen, apontando em direção ao meu rosto.

A Aline o observou e se sentou justamente em cima dele, mesmo não apoiando todo o seu corpo, apenas um pouco. Dessa forma os lábios de sua pepequinha ficavam cobrindo a extensão do meu pênis, em paralelo. Que coisa mais gostosa! Então ela começou a movimentar seu corpinho de trás para frente e voltando, massageando assim minha pica com sua bucetinha, sem, no entanto, fazer a penetração.

Senti a umidade e o calorzinho gostoso de sua xaninha, e seu melzinho foi, aos poucos, lubrificando o meu pau, que rapidamente foi recuperando sua força. Para me castigar ainda mais, ela continuou com seu movimento, como se nada nem ninguém a estivesse apressando. Olhei para o seu rostinho e vi como ela estava curtindo aquelas esfregadinhas, o que me provocou ainda mais tesão.

Levei minhas mãos até sua bundinha e agarrei com força seu traseiro lisinho, firme e bem durinho. Pouco a pouco meus dedos começaram a ganhar terreno, até chegarem próximos ao seu cuzinho. Eu estava louco de vontade de enfiar meu dedo médio naquele buraquinho quentinho e apertado, mas na hora me lembrei do que tínhamos feito a tarde e imaginei que o ânus da minha sobrinha ainda estaria um pouco dolorido e sensível.

- O que o senhor está esperando, tio?... enfia esse dedo no meu cuzinho, vai... enfia ele todinho no meu cú... o cuzinho que o senhor comeu bem gostoso, vai! - a Aline se aproximou do meu ouvido e sussurrou. Que loucura! Caralho!! Meu sangue ferveu e, liberado mais uma vez das minhas dúvidas e temores, enfiei meu dedo médio lentamente no cuzinho dela, enquanto ela demonstrava um pouquinho de dor, mas ao mesmo tempo eu percebia que seu prazer aumentava.

Quando meu dedo médio estava quase todo dentro de seu cuzinho apertadinho, eu quis um pouco mais, e comecei a enfiar meu dedo indicador também. E a Aline não fez nada para impedir, pelo contrário, ela fechou seus olhos e mordeu levemente seu lábio inferior. Que delícia! Não demorei muito para enfiar meu dedo anelar também. Três dedos enfiados bem fundo no rabinho da minha sobrinha. E ela se desmanchando de prazer em cima de mim.

Ficamos assim por vários minutos. Eu fodendo o cuzinho dela com meus dedos e ela esfregando sua bucetinha no meu pau, até que ela levantou o corpo um pouco mais, segurou minha pica com a mão e posicionou a cabeça na entradinha da pepeca.
- Ohhhhhhhhhhhhhh... que delícia, menina... ahhhhhhhhhhh...! - gemi como um louco quando ela soltou seu peso e meu pau começou a penetrá-la lentamente, apertado, abrindo caminho entre seus jovens músculos vaginais.

- O senhor gosta assim, tio?... gosta?... me fala...!! - minha sobrinha me olhava com um sorriso de satisfação em seu rostinho lindo, ao mesmo tempo que seu corpinho descia pouco a pouco, fazendo meu pênis engatar na xoxotinha dela cada vez mais fundo. Quando entrou tudo, ela começou a cavalgar cada vez com mais força, subindo e descendo, o que fez com que a cama começasse a fazer barulho, o que poderia alertar seus pais. Na mesma hora ela pareceu ler meus pensamentos através da minha expressão de preocupação.

- Meu pais assistem TV com a porta fechada... pode ficar quietinho aí, tá?... além disso meu pai comprou umas caixinhas de som para a TV do quarto deles... nunca que eles vão ouvir a gente aqui!
- Mas, e se eles sentirem vontade de descer pra vir no banheiro?
- Tio, pára com isso... meu deussss... se eles tem banheiro lá em cima... por que eles vão descer pra usar aqui embaixo? - a Aline me respondeu, com muita segurança.

- É... você tem razão... é que estou muito preocupado!
- Pode ficar tranquilo, tio Edson... não vai acontecer nada! Vem, vem... quero que o senhor acabe com essa preocupação agora, tá?

Nesse momento minha sobrinha foi levantando seu corpinho e meu pau saiu lentamente de dentro dela, todo lambuzado do melzinho de sua jovem buceta. Ela então ficou de pé ao lado da cama.
- Vem, levanta também... quero fazer outra coisa com o senhor! - ela me estendeu a mão e eu, segurando sua delicada mãozinha, me levantei também.

Ela então juntou dois ou três travesseiros que ela tinha no quarto e os colocou na cabeceira da cama, formando uma espécie de encosto reclinado. Depois ela se deitou de barriga para cima de forma a apoiar seu tronco naquela rampa acolchoada.

- Vem aqui agora... fica assim...! - ela me disse e pediu para que eu ficasse sentado sobre o seu abdômen, de joelhos, com seu corpo lisinho e cheiroso embaixo de mim. - Agora me dá esse pau que vou dar ao senhor um tratamento muito especial, tá?
- Pode fazer o que você quiser, gatinha!
- O senhor vai adorar, tio! - ela disse e, usando ambas as mãos, apertou seus seios, com o meu pênis no meio deles.

- Agora fica mexendo seu corpo... quero sentir seu pau fodendo meus peitinhos, vai! - a Aline falou e obedeci imediatamente. Foi demais vê-la me masturbar com aqueles seios lindos, macios e lisinhos, com seus bicões salientes. Caramba! O meu prazer foi ainda mais completo quando percebi que ela inclinava sua cabeça para a frente, aproximando-se da cabeça da minha rola.

- Ahhhhhhhh... princesinha... você vai matar seu tio desse jeito, sabia?
- É isso mesmo que que quero fazer, tio Edson...! - ela respondeu e sua língua saiu de sua boca, tentando lamber a cabeça do meu pau, que continuava bem apertado entre seus seios. Ao ver isso, empurrei meu pau um pouco mais, já que eu tinha muito interesse na chupadinha que ela estava tentando dar na minha piroca.

- Vou gozarrrr... desse jeito eu vou gozarrrrr...! - gemi quando a língua dela alcançou a cabeça do meu pau e logo sua boquinha quente e molhada veio junto. Eu não ia conseguir segurar mais, o prazer estava intenso demais.
- Dá um banho de leitinho quente na sua sobrinha, dá? - ela sussurrou, me chupando e apertando seus peitinhos um pouco mais. Bastou eu ouvir isso para meu orgasmo explodir.

Gozei e meu esperma começou a sair com força, em jatos potentes, caindo em sua língua, boca, pescoço e rosto. Um ou dois disparos foram tão fortes que atingiram seus cabelos e a fizeram sorrir de tanta alegria. Tive que lutar para segurar o grito de prazer que queria escapar da minha garganta, enquanto meu abdômen dava as últimas contrações daquela gozada maravilhosa. Minha sobrinha, debaixo de mim, me olhava atentamente, e, sem dizer nada, começou a juntar com um dos dedos, o resto de pôrra que tinha caído fora de sua boca.

Eu mal podia acreditar naquilo. Depois de recolher esperma em seu dedo, ela o levou até a boca e chupou como se fosse o doce mais gostoso do mundo. Em seguida ela repetiu essa operação mais umas duas ou três vezes, enquanto eu tentava desesperadamente gravar em minha memória aquele momento sublime, talvez com medo de que aquilo nunca mais se repetisse novamente.
- Nosssaaaaaa... Aline... você vai me matar desse jeito... nunca gozei tanto em apenas um dia! - falei e me levantei como pude, já que minhas pernas tremiam devido ao prazer intenso que senti.

- Eu adorei seu leitinho na minha boca... novamente! - ela sorriu e, se levantando, começou a recolher sua roupa. Eu a observava, sentindo uma mistura de encantamento e agradecimento. Em seguida ela abriu a porta do quarto, tirou o aviso de "Não Perturbe" e o guardou em uma das gavetas.
- Durma bem, tio... porque amanhã vai ser outro dia agitado, tá? - ela falou e, se aproximando de mim, me deu um beijinho nos lábios. Em seguida a Aline saiu rebolando do quarto, nua e com suas roupas nas mãos.

Na verdade eu não sabia muito bem o que responder a ela. Aquele aviso me deixou mais assustado do que excitado. Por sorte eu consegui pegar no sono rapidamente, já que meu corpo tinha o equilíbrio exato entre cansaço e relaxamento. Acredito que poucas vezes eu dormi tão bem quanto naquela noite. Talvez, se eu soubesse antecipadamente o que iria acontecer no dia seguinte, minha noite de sono não teria sido tão calma.

Querem saber o que aconteceu depois disso? Deixem comentários. Assim me animo a continuar escrevendo.

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Nome: Linda
E-Mail: nayara.patricia.santos6@gmail.com
Data: 20/01/2019
Continuaaaa

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