O inesperado aconteceu em nossa viagem - Parte 3 - Final


Enviado por Corninho Dela em 30/12/2018
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Categoria: Traições | Visitas: 5436
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Depois de toda aquela conversa excitante que tive com a minha esposa antes de chamar o Sérgio para o nosso quarto, eu só pensava uma coisa: ser firme em minha decisão e não voltar atrás. Devo confessar que os cinco minutos que o Sérgio demorou para chegar em nosso quarto foram os mais longos da minha vida.

Eu estava trêmulo, inquieto e meu coração estava disparado, e por essa razão perdi todo o tesão que eu estava sentindo. Eu sabia que o Sérgio iria transar com a minha mulher. Eu só não sabia qual seria minha reação e isso era o que me dava mais medo. Eu poderia gostar ou não. Aquilo era inédito em minha vida.

Eu podia cancelar tudo aquilo e inventar alguma desculpa quando ele chegasse, até mesmo não deixá-lo entrar em nosso quarto, mas eu me sentia impulsionado pelo desejo. E durante aqueles infindáveis minutos tive uma verdadeira guerra com minha consciência.

Uma parte de mim dizia: "O que você esta fazendo, Humberto?... ainda há tempo de desistir...!". Mas, por outro lado existia algo libidinoso dentro de mim que dizia: "Deixa pra ver até onde vai, Humberto! Você tem o controle da situação e pode parar ou desistir quando e a hora que você quiser. E se acontecer vai ser bom, pois é o que você quer que aconteça desde há dois dias atrás...".




Que enrascada! Eu realmente estava confuso. "Bom, eu provoquei isso! Eu deixei que isso acontecesse. Eu colaborei para que essa situação tomasse esse rumo...!", pensei, tentando justificar minha decisão. E acho que, para meu conforto natural diante de uma situação que eu mesmo provoquei, eu dizia pra mim mesmo: "Ah!... nós podemos apenas tomar uma cervejinha e pronto. Eu tenho o controle. Se eu não quiser, nada vai acontecer...!".

Isso me dava um certo alívio, mas não tirava minha tensão e nervosismo. Eu estava sozinho com os meus pensamentos, pois a Bruna ainda estava no banho se preparando para o homem que iria fudê-la.

Que merda, Humberto! Diante daquela confusão toda em minha mente eu parecia um animal selvagem dentro de uma jaula, andando de um lado pro outro, inquieto e com um certo desconforto. De repente ouvi uma batida na porta. Meu coração, que já estava mais acelerado que o normal, naquele momento acelerou mais ainda, e parecia que ia sair pela minha boca.

Quanto abri a porta lá estava o Sérgio vestido com um pijama de malha, sendo um calção e camiseta, e dava pra ver que ele não usava cueca, pois era possível notar que seu pau balançava conforme ele andava.
- E aí, cara? Você está sozinho? - o Sérgio me perguntou assim que ele entrou e não avistou a Bruna.
- Minha esposa está no banho... não deve demorar! - respondi.

Ele então se dirigiu até o sofá e eu fui pegar uma cerveja no frigobar para nós.
- Olha, Humberto, confesso a você que este foi o convite mais inusitado que recebi até hoje. É a primeira vez que um casal me convida pra tomar uma cerveja em seu quarto de hotel! - ele me disse quando eu estava lhe entregando a cerveja.

- Sempre tem uma primeira vez, não é? - falei sorrindo.
- Claro, tudo em nossa vida tem uma primeira vez! - o Sérgio respondeu, também sorrindo.

Depois de alguns minutos a Bruna saiu do banheiro. Ela vestia apenas uma camisola preta bem curtinha e transparente, com uma calcinha bem minúscula. Quando o Sérgio olhou em direção a ela, ele ficou paralisado. Porém, ele a acompanhou com os olhos até ela chegar atrás da poltrona onde eu estava sentado de frente pra ele.

Até mesmo eu fiquei surpreso com a Bruna, pois eu não imaginava que ela sairia vestida daquele jeito do banheiro. Nós não havíamos combinado nada. Com a atitude da minha esposa, se o Sérgio não tinha certeza ou não sabia de nossas intenções até aquele momento, ele passou a ter de imediato.
- Nossa! Que visão maravilhosa! - ele, meio que aturdido, não conteve as palavras e disse.

Eu fiquei quieto por uns segundos, só observando a reação dele. Minha esposa estava alí atrás de mim vestida em roupas íntimas, na frente de outro homem, o cara com quem eu já havia fantasiado a Bruna tendo relações sexuais por várias vezes. Nessa altura todos aqueles pensamentos meus caíram por terra. Nada do que eu supostamente pudesse fazer seria possível. Não havia mais retorno. A situação tinha ido longe demais para não continuar.

Assim sendo, tomei coragem.
- Olha, Sérgio, como você já deve ter percebido, na verdade, nós não te chamamos aqui pra tomar uma cerveja! A gente te chamou aqui para fazer sexo com a gente, isto é, se você concordar! - falei finalmente.
- Como eu não estaria de acordo, cara? Como eu não estaria a fim de transar com uma mulher linda e gostosa como a Bruna? - ele respondeu de imediato, com um enorme sorriso no rosto.

Quando o Sérgio disse isso, eu percebi que o pau dele já estava muito duro, e, por ele estar vestindo aquele calção de malha, formou-se então aquela enorme barraca.
- Agora devo confessar uma coisa a vocês! - ele falou, enquanto alisava sua pica ainda por cima do calção.
- O que? - eu e minha esposa perguntamos quase ao mesmo tempo.

- Eu já me masturbei umas três vezes pensando na Bruna, nessa bunda gostosa...! - ele continuou.
- Nossa, Sérgio!!! Verdade isso?!? - minha mulher perguntou a ele, com a voz emocionada. Que safada! Sem esperar que ele respondesse, eu peguei na mão da minha Bruna e a puxei em direção a ele, que ainda estava sentado.

- Hoje você não vai precisar se masturbar, Sérgio! Você pode transar com ela! Tem a minha permissão! - falei, demonstrando muita segurança.
- Isso será uma honra para mim, Humberto! Um sonho realizado! - ele falou, com ar de muita alegria. A Bruna, no momento que eu falava para o Sérgio que ele podia foder minha mulherzinha, já estava indo em sua direção.

Ele se levantou, a pegou pelas mãos e a puxou de encontro ao seu corpo. Depois de acariciá-la um pouco, ele começou a beijá-la na boca. Eu não estava acreditando naquilo. Outro macho beijando a boquinha da minha mulher. À princípio a Bruna estava um pouco tensa e não correspondia claramente ao beijo do nosso amigo.

Mas aos poucos ela foi se soltando e depois de ter o seu corpo todo explorado pelas mãos daquele homem, ela começou a beijá-lo mais freneticamente e logo pegou no cacete do Sérgio, ainda por cima do calção, fazendo aquele movimento de vai e vem. Eu já estava com o meu pau para fora, batendo uma punheta, é claro, pois o meu tesão era muito grande.

- Que mulher mais cheirosa essa sua, Humberto! - o Sérgio virou a Bruna de costas pra ele, a fim de encostar seu pau em sua bunda. E minha mulher com um sorriso de satisfação no rosto. Ele beijava e lambia o pescoço dela, enquanto com as mãos, ele pegava e apertava os dois seios. Tudo isso estava acontecendo a menos de 2 metros de mim. Minha esposa, vendo que eu estava me masturbando, começou a rebolar no pau do Sérgio e olhar pra mim com uma cara bem safada.

Nosso amigo levantou a camisola da Bruna, enfiou a mão por dentro de sua calcinha e começou a explorar a bucetinha dela com o dedo. Nesse momento minha mulherzinha fechou os olhos, levantou a cabeça para cima e começou a gemer. Caro amigo leitor, imagina a visão que eu estava tendo naquele momento? Minha esposa rebolando e se retorcendo como uma cobra no pau de outro homem, que, com as mãos, explorava e alisava todo seu corpo. É humanamente difícil descrever com palavras o meu sentimento.

Notei que a Bruna não estava aguentando mais de tesão. Repentinamente ela fechou suas pernas e tirou a mão do Sérgio de sua xaninha, talvez para não gozar ainda. Ele se afastou um pouquinho, tirou a camisa e a jogou no sofá. Minha mulher aproximou-se dele e começou a beijá-lo na boca novamente. Acho que naquele momento ela havia se soltado completamente. Ela estava se sentindo à vontade para satisfazer todo o seu desejo.

Depois de uns dois minutos eles pararam de se beijar. Ela abaixou-se, ficou de joelhos e desceu o calção do Sérgio até os seus pés. Finalmente a Bruna pôde contemplar aquele cacetão enorme que saltou duro como uma rocha para fora e ficou posicionado bem em frente ao seu rosto.
- Ohhhhh... meu deussssss... olha issooooooo!! - ela deu um sorriso e abriu a boca, como se estivesse admirando as proporções do dote do homem que iria transar com ela.

- Amorrrrrrr... olha o tamanho dissooooo!! - ela imediatamente olhou para mim com aquela cara de espanto e sorridente, mas eu não disse nada. Nosso amigo fez um movimento com uma das pernas e tirou completamente o calção. Nisso a Bruna pegou naquele pau enorme e olhou para mim, novamente sorrindo e bem safada.

- É todo seu esta noite, meu amor... aproveite bem! - falei.
- Hummm, com certeza vou aproveitar...! - ela respondeu, olhando fixamente para o pênis do Sérgio e logo começou a masturbá-lo lentamente.
- Ahhhhhhhhhhhh... que delícia... isso, Bruna... hummmmmm!! - ele gemeu cheio de vontade quando minha mulher começou a passar a língua de baixo para cima em toda a extensão daquele cacete enorme. E eu só olhando a cena e batendo minha punheta tranquilamente.

A Bruna repetiu esse movimento no pau do Sérgio mais algumas vezes. Depois ela punhetou a pica dele um pouquinho e colocou só a cabeça em sua boca. Quando isso aconteceu nosso amigo fechou os olhos e gemeu mais gostoso ainda. Ela, percebendo toda aquela excitação por parte do Sérgio, tirava da boca, dava lambidas e voltava a chupar apenas a cabeça do pau dele. Em uma dessas vezes que ela colocou o pau na boca, o Sérgio agarrou a cabeça dela e forçou para ela engolir um pouquinho mais.

E assim ela fez: passou a enfiar o máximo que podia na boca e chupava gulosamente. O Sérgio gemia ofegante.
- Nossa!... Que delícia... que delícia... isso... chupa... engole... engole tudo...! - ele dizia a todo momento. E ela bem que tentava, mas o máximo que conseguia era chegar próximo da metade do pau dele.

Eu já estava extasiado com aquela visão. O tesão era tanto que eu já nem pegava mais no meu pau, pois ele pulsava, latejava e aquele líquido transparente que sai antes do gozo, saia abundantemente. E o mesmo já acontecia com o Sérgio. Quando a Bruna tirava o pau dele da boca, formava aquele fio de líquido viscoso transparente que ligava os lábios dela e o pau dele. Com a língua ela o aparava, engolia e colocava os lábios bem no orifício da cabeça do pinto dele, e chupava a fim de tirar o restante que estava saindo.

Ela sabia fazer isso muito bem, pois sempre fez em mim.
- Caramba, Humberto, ela é demais! Como ela chupa gostoso...! - nosso amigo olhou para mim e disse.
- Eu sei, cara! Fazem 15 anos que eu aproveito desta boquinha gostosa...! - respondi na hora.

- Hummmm! Que demais... que boca mais gostosa dessa gata... Ahhhh...! - o Sérgio murmurava. A Bruna, sorrindo, olhava para ele enquanto lambia ao redor daquela cabeçona e colocava o pau de volta na boca. E assim ela continuou fazendo. Às vezes ela forçava para enfiar o máximo que podia em sua boca, a ponto de escorrer aquela baba quando tirava o pau da boca. Percebi que o Sérgio já estava chegando ao seu limite.

- Nossaaaa! Que coisa boa demais, gata! É bom você parar que já não estou aguentando mais...! - ele falou e a levantou pelos braços. Assim que minha mulher ficou em pé, os dois começaram a se beijar novamente. E ela não largava do pau dele.
- Acho que é melhor vocês irem para a cama...! - eu disse aos dois.

E assim eles fizeram. A Bruna foi na frente rebolando seu delicioso traseiro, o Sérgio foi logo atrás com as mãos na cintura dela e eu o segui, com meu pau para fora da minha calça, duro como uma barra de ferro. Já no quarto, minha esposa tirou sua camisola e se deitou na cama somente de calcinha. O Sérgio, já completamente nu, deitou-se sobre ela. Eu me aproximei mais da cama para ter uma visão mais apurada do que iria acontecer.

Eles se beijaram mais um pouquinho, e o nosso amigo ficou esfregando seu cacete na bucetinha dela, por cima da calcinha. A Bruna, com as pernas abertas, se retorcia embaixo dele. Não demorou muito e o Sérgio então começou a descer lambendo o pescoço dela, indo até os seios. Minha esposa sente muito tesão quando eu chupo os seios dela, e se ele fizesse isso certinho, sem machucar, com certeza ela iria se derreter para ele.

E foi exatamente o que ele fez. O Sérgio mostrou que era um perfeito amante. Muito delicadamente, ele passava a língua em todo o redor dos seios e depois chupava os mamilos. Minha mulher, com os olhos fechados, gemia intensamente, e, com uma das mãos, alisava os cabelos do nosso amigo. Isso tudo acontecendo e eu observando tudo, quase gozando sem nem mesmo tocar no meu pênis.

Depois de um tempinho nosso amigo foi descendo com a boca pela barriga da Bruna, parou no umbigo, onde enfiou um pouquinho a língua, e depois foi rumo à xaninha. Como ela ainda estava de calcinha, ele apenas mordia e passava a língua. E assim ele continuou um pouco mais, acho que pra provocá-la.
- Vamos tirar essa calcinha agora? - o Sérgio perguntou sorrindo para a minha esposa.

- Sim... tira ela, seu gostoso safado! - minha mulher falou e, levantando um pouco o quadril, permitiu que nosso amigo tirasse sua calcinha. Em seguida o Sérgio abriu bem as pernas da Bruna e começou a lamber e chupar sua bucetinha.
- Ohhhhhhhhhhh... meu deusssssss... isso é tão bommmmmmm!! - ela gemeu feito louca. Percebi que minha esposa fechou os olhos, esticou a cabeça para trás, abriu os braços e agarrou o lençol da cama com as mãos.

Confesso que eu nunca vi minha mulher com tanto tesão daquele jeito. Era incrível ver como ela gemia tanto. Às vezes ela largava o lençol e segurava a cabeça do Sérgio, a fim de impedí-lo de continuar chupando, para ela não gozar. E ele sabia que não era interessante ela gozar naquele momento. Sendo assim, ele ficava apenas beijando e passando a língua lentamente em sua bucetinha, mas logo voltava a chupá-la freneticamente.

- Eu não aguento mais... vem.... vem aqui...! - a Bruna agarrou na cabeça de nosso amigo e disse. Ela queria finalmente sentir o Sérgio dentro dela, queria sentir aquele cacete enorme penetrar sua bucetinha. Depois de 15 anos de casamento, ela iria sentir outro homem invadir sua intimidade. O Sérgio então subiu lentamente sobre ela e ambos se beijaram mais um pouco, e a diferença deste beijo é que parecia um beijo apaixonado, tal era o desejo dos dois.

Acho que o fato do Sérgio estar esfregando seu pau diretamente na bucetinha da minha esposa proporcionou aquela volúpia toda. Em seguida ele levantou o corpo, pegou aquele mastro enorme e começou a passar a cabeça na entrada da xaninha da Bruna, mas não penetrava, ele só deslizava o pau por toda a extensão dos pequenos lábios, indo até o grelinho e voltando, fazendo isso repetidamente, sem penetrá-la.

- Uhhhhhh... delíciaaaa... meu deussssss... você... vai me matarrrrrr... ahhhhhhhhhhhhh... safadooooooooooo...!! - a Bruna gemia feito louca. Com as pernas bem abertas ela levantava o corpo a fim de fazer com que o contato de sua xaninha com o pau do nosso amigo fosse maior e com o objetivo de facilitar a penetração. Ficou nítido que ela não estava mais aguentando de vontade de sentir aquele pauzão dentro dela.

Se fosse eu no lugar de Sérgio, eu já havia penetrado logo no inicio. Eu acho que ele queria impressionar, mostrar que era um amante perfeito e judiar o máximo da minha esposa antes de começar a fudê-la. E eu estava sentado na cama bem ao lado dos dois, pois eu não queria perder nenhum detalhe daquela transa.

A Bruna sempre foi bem apertadinha, e todas as vezes que transamos eu tenho que ser cuidadoso na hora de penetrá-la pela primeira vez, para não machucá-la. Por isso não pude deixar de alertar o Sérgio quanto a isso. Finalmente ele começou a introduzir a cabeça do pau na bucetinha da minha esposa. E quando isso aconteceu, a Bruna esticou sua mão em minha direção e agarrou em meu braço fortemente.

- Ohhhhhh... d-d-d-devagarrrrrr... nosssaaaaa... você é muito pintudooo!! - ela disse para o Sérgio, olhando-o fixamente nos olhos. Nessa hora nosso amigo olhou para mim e depois olhou de volta para a minha esposa.
- Você não vai sentir nenhuma dor, Bruna... eu prometo...! - ele disse e foi introduzindo lentamente e pausadamente, fazendo com que ela acostumasse com a espessura e o tamanho de seu pau aos poucos.

Mesmo assim eu percebi que minha mulher recuava um pouco o corpo, para escapar de uma investida mais funda.
- Aiiiii... meu deusssss... aiiiiiiii... devagarrrrr... devagarrrr... está... doendo um... pouco...!! - ela falava, entre gemidos. E o Sérgio ia, pacientemente, introduzindo aquela tora dentro da minha esposa, que me olhava de vez em quando, com uma expressão de dor, mas sentindo muito prazer.

Quando o Sérgio já havia penetrado a metade daquele pinto enorme na pepeca da minha mulher, ele se deitou sobre ela e começou a beijá-la na boca. Dessa vez ela não o beijava como antes, devido a tensão e o medo dele machucá-la.
- Relaxa, Bruna! Vou colocando bem devagar... pra você acostumar, tá?... fica tranquila, meu amor... viu como está entrando gostoso? - nosso amigo falou, percebendo que minha esposa afastava o corpo de vez em quando.

Sentindo-se segura com aquelas palavras, minha esposa largou o meu braço e abraçou o Sérgio com vontade mesmo. Nesse momento eu achei que estava sobrando naquela cama e me sentei na poltrona, com o pau completamente duro e fiquei observando os dois foderem gostoso.

Nosso amigo ainda metia na Bruna bem lentamente. Acho que ainda não havia feito toda a penetração, e ela rebolava bem pouquinho, provavelmente com medo de que o restante daquele cacete a penetrasse de uma só vez. E assim eles ficaram por um bom tempo.
- Aiiiiii... cuidado... uhhhhh... não coloca tudo de uma vez não...!! - ela falou pra ele, depois de trocarem um longo beijo.

Mas aos poucos o movimento do Sérgio começou a aumentar e a Bruna começou a se soltar mais. E aí deu pra notar que finalmente ele havia conseguido penetrar toda aquela tora dentro dela. Que loucura! Eu mal podia acreditar no que eu estava vendo. Depois disso foi um show de metida. Minha esposa se retorcia e gemia embaixo daquele homenzarrão, e nosso amigo, volta e meia, tirava o pau melado pra fora, batia com ele na testa da xaninha da Bruna e voltava a penetrá-la. A pica entrava macia, deslizando, até sumir dentro da minha mulher.

Os dois ficaram transando nessa mesma posição por um bom tempo. Eu estava com tanto tesão, mas com tanto tesão em ver aquela cena, que eu mal podia colocar a mão em meu pau. Às vezes o Sérgio levantava as pernas da Bruna e socava seu cacete com mais intensidade, fazendo-a gritar de tesão.
- Vai, Sérgio... me fode... me fode, Sérgio... aaiiiii... que pintão gostoso... me fode assim... ahhhhhhhhhh!! - ela implorava a ele, gemendo, quando ele fazia isso.

Mas às vezes ele se deitava sobre ela e os dois ficavam se beijando como dois amantes. Nessa hora ele metia lentamente, cadenciado. Volta e meia ele também tirava o pau pra fora e o colocava em cima da bucetinha da minha esposa. Em seguida ele respirava fundo e ficava por alguns instantes desse jeito. Eu sabia que aquele truque era usado para não gozar.
- Pera aí, querido!... deixa eu cavalgar em você agora...! - a Bruna falou de repente, quando ele ia penetrá-la novamente.

Nosso amigo deitou-se de costas e ela subiu sobre ele. Com delicadeza minha esposa levantou bem o corpo pra dar altura, pegou aquele cacetão, esfregou na porta da xaninha e foi sentando aos poucos. Caralho. A Bruna fez toda aquela tora desaparecer dentro dela.
- Você não vai participar, Humberto? - o Sérgio me perguntou no exato momento que minha mulher começou a cavalgar sua pica.

Pensei até que eles tivessem esquecido da minha presença ali no ambiente, tanto era o envolvimento dos dois.
- Quero não, Sérgio... quero ficar apenas observando vocês dois! - respondi.
- Você tá gostando, amor?... era assim que você queria...? - minha esposa me perguntou, me olhando com cara de safada e engatada até o talo no pau do nosso amigo.

- Exatamente deste jeito que eu fantasiava, querida! - respondi com um sorriso.
- Então curta sua fantasia, amor...! - ela me falou e voltou a cavalgar sobre o Sérgio, que agarrava os dois seios dela que, por sua vez, inclinava o corpo para que ele pudesse chupá-los. Loucura demais! Eu via o pau do nosso amigo duro como ferro quando minha esposa subia e descia sobre ele.

Ela rebolava como uma verdadeira putinha, e o Sérgio às vezes a segurava com o intuito dela parar os movimentos e não fazê-lo gozar. Talvez nessa posição ele não fosse tão resistente como em outras. E quando ele a segurava, todo aquele cacete desaparecia dentro dela e os dois ficavam quietinhos se beijando calorosamente.

- Nossa, Bruna! Como sua bucetinha é gostosa... como é apertadinha...! - ele disse a ela, depois de um bom tempo intercalando cavalgadas e beijos.
- Você gostou, é?... você gostou da minha bucetinha?... então mete nela, mete esse pintão nela... me faz gozar nele,... vai, Sérgio,... mete forte,... enche minha bucetinha com sua porra,... vai... fode a mulherzinha do seu amigo! - minha esposa falou sorrindo e com a cara bem safada.

Ela mal falou isso e começou a acelerar os movimentos da cavalgada, e nosso amigo já não podia mais controlá-la.
- Ahhhhhhhhhhhh... Brunaaaaaaa... que delícia, gata... que buceta mais gostosaaaaaaaa...!! - ele gemeu, agarrou na cintura dela e aumentou o movimento também. Nesse momento eu fui para trás dos dois, pois eu sabia o que ia acontecer e não queria perder nenhum detalhe.

- Ohhhhhhhhhhh... meu deusssssss... que gostosooooooooo... Humbertooooooooooooooooo... vou... vou... estou... ahhhhhhhh... estou... gozandoooooooooo...!! - ouvi os gritos de gozo de minha esposa, que veio logo acompanhado com um gemido forte do Sérgio, que também gozava. E, conforme a Bruna fazia o movimento de sobe e desce, a porra que o Sérgio esguichava dentro dela ia saindo ao redor de seu cacete, o que me deixou impressionado tal era a quantidade que escorria.

E a porra do Sérgio continuou escorrendo e descendo para a base de seu pênis. Que loucura ver tudo aquilo! Eu queria gozar também naquela hora, mas eu tinha outros planos. Os movimentos dos dois foram diminuindo, diminuindo, até parar, mas a Bruna ainda ficou sentada com o pau dele dentro da bucetinha. Eles ficaram quietinhos por uns segundos e, depois que recobraram o fôlego, os dois começaram a sorrir e se beijar.

- Caramba, Humberto! Sua mulher é muito gostosa...! - o Sérgio me disse.
- Eu sei disso, cara! Foi por isso que me casei com ela...! - respondi sorrindo. Nisso a Bruna finalmente começou a se levantar, tirando lentamente o pau do Sérgio de sua xaninha. Uma grande quantidade de porra escorreu de dentro dela, caindo sobre o pinto dele. Ela sentiu que a porra estava escorrendo e assim permaneceu parada e contraindo sua buceta, de modo que o restante que ainda estava dentro dela saísse.

Sem exagero, meu caro leitor! Era bastante porra mesmo. Pôxa vida! Que tesão ver aquilo! A bucetinha da minha mulher derramando pôrra de outro homem. Que visão mais espetacular para um marido, que, há uma semana, nem sonhava com uma situação daquelas. E agora estava se deleitando com o fato de ver sua amada nos braços de outro sendo completamente inundada de porra. Foi um prazer que apenas um corno pode sentir e ninguém mais.

Sei que a palavra "CORNO" é comumente usada para maridos traídos, não para um marido que entregou de mão beijada sua esposa amada nos braços de outro homem, assim como eu fiz. Porém gosto de usar a palavra "CORNO" para referir a minha condição, porque assim como a mulher que trai transa com outro homem, a minha também transou, embora a palavra "CORNO" soa bem apenas nessas condições, ou seja, naqueles momentos. Fora isso ela torna-se um pouco indesejável.

Bom, aquilo foi demais pra mim. Como diz o ditado, foi a gota d´água. Mesmo sem tocar em meu pau, ele começou a pulsar. Eu sabia que eu iria gozar. Eu já tinha segurado muito, pois eu não queria simplesmente gozar no chão e eu não queria participar para não estragar o momento agradável da minha fantasia, que era ver a Bruna transando com o Sérgio.

Imediatamente me sentei na poltrona novamente, com o pau extremamente duro e latejando.
- Você ainda não gozou, amor? - a Bruna me perguntou.
- Não... ainda não! - respondi e ela veio em minha direção. Enquanto nosso amigo observava, minha mulher ajoelhou-se entre minhas pernas e começou a me chupar. Bastaram duas chupadas.

- Ohhhhhhhhhhhhh... caralhooooo... estou... estou... uhhhhhhhhhhh... quase... vou... vou... agora... vou... gozarrrrrrrrrrrrr!!! - gozei como louco, jorrando um monte de porra em sua boca. Como de costume, ela engoliu tudo e ficou chupando até meu pau amolecer. Que gozada mais gostosa. A Bruna ficou ainda uns dois minutos mamando na minha pica, e, quando ela terminou de limpar meu pênis, eu fiquei desfalecido na poltrona.

- Ah!... eu quero assim também...! - o Sérgio disse, sorrindo. A Bruna esboçou um lindo sorriso e ficou me olhando, tipo "E agora o que eu respondo?". Sorri e balancei a cabeça de forma afirmativa. Ela então se virou para o nosso amigo.
- Depois eu faço em você também... pode ser? - ela disse e nosso amigo concordou, já que ele havia acabado de gozar e precisava de um tempo para se restabelecer.

- Você foi demais, amor... era bem assim que eu queria ver...! - dei um beijo na boca dela e falei.
- Que bom que você gostou, amor! No início eu tava com medo de você de repente ficar com ciúmes e mandar a gente parar... e isso virar um problema para o nosso casamento! - ela falou.

- Que nada, amor! Eu queria isso e você realizou... ainda bem que você curtiu a transa! - retruquei, e o Sérgio só ouvindo minha conversa com a minha esposa.
- Posso mais uma vez depois...? - A Bruna me perguntou sorrindo.
- Claro, meu bem... quantas vezes você quiser! - respondi e ela me deu um selinho nos lábios, foi até o Sérgio, deu um beijo na boca dele e foi para o banheiro fazer a higiene pessoal.

Depois de uns minutos eu me levantei e fui até o frigobar pegar duas cervejas para mim e o Sérgio, já que a Bruna ainda estava tomando seu banho. Nosso amigo, ainda completamente nu, levantou-se e foi se sentar no sofá.
- Olha, Humberto, é muito legal conhecer um casal mente aberta assim como vocês... que fazem o que tem vontade...! - ele me disse, assim que ele terminou de tomar um gole.

- Sérgio, não somos mente aberta assim como você pensa... e nunca fizemos isso em nossa vida... aliás, nunca nem pensávamos em fazer... isso aconteceu única e exclusivamente com você! - respondi sorrindo.
- Tá brincando!?!
- Sério, cara! Pode acreditar!
- E por que você me escolheram...? - ele me perguntou.

- Nós não te escolhemos...! - frisei.
- Agora fiquei confuso, cara! - ele disse, com um largo sorriso no rosto.
- Podia ser um outro... é que você estava no momento certo... na ocasião certa... no lugar certo. E teve a cara de pau de ficar olhando demais pra Bruna... e despertou em nós algo que jamais havíamos tido...! - expliquei.

- É claro que isso não aconteceu de imediato... tudo foi evoluindo naturalmente...! - concluí.
- Que bom que fui eu o escolhido... cara, sua mulher é linda demais! - ele sorriu e disse. - E você meu amigo,... acho que já posso te chamar de meu amigo... como você está se sentindo?... pois durante a transa a Bruna disse que era tua fantasia...!

- Estou bem, Sérgio... nunca estive tão bem na minha vida... senti o maior tesão da minha vida! - respondi.
- Que bom! Fico contente por você... acho tudo isso inusitado... sei que existe muita gente por aí que pratica... mas a experiência de participar realmente é incrível...! - ele sorriu, tomou outro gole e disse.

Nisso minha esposa saiu do banheiro, com os cabelos molhados e uma toalha enrolada em seu corpo. Ela também pegou uma latinha de cerveja e sentou-se ao lado do Sérgio. Conversamos por uns 30 minutos mais ou menos e nosso amigo perguntou:
- Vocês não se importam de eu jogar uma água em meu corpo também...?
- Claro que não, Sérgio... há toalha sobrando no banheiro! - respondi e ele foi tomar um banho, me deixando sozinho com minha mulher.

A Bruna estava de frente pra mim. Eu estava em uma poltrona do lado oposto, e ela, olhando pra mim com aquela cara característica de mulher safada, abriu as pernas e começou a alisar a bucetinha.
- Olha, amor! Ela tá toda dolorida por causa daquele pauzão...! - ela disse.

Caramba! Eu fiquei maluco com aquela declaração. Larguei a cerveja na mesinha e me ajoelhei entre as pernas dela.
- Deixa eu dar um beijinho nela pra curar...! - eu disse, como a gente costuma dizer quando uma criança se machuca. Comecei a beijar na testa da buceta dela e depois em cima do clitóris e dos pequenos e grandes lábios. Beijei mais um pouco e quando percebi, eu já estava com toda a minha língua lá dentro.

Minha mulher abriu bem as pernas, pegou em minha cabeça e começou a gemer. Eu levantava bem as pernas dela, para que eu pudesse enfiar a minha língua o máximo que eu podia.
- Isso, meu corninho! Chupa gostoso minha buceta... prepara bem ela que eu quero sentir aquele pauzão dentro dela novamente...! - a Bruna disse baixinho, gemendo, sussurrando, talvez para o Sérgio não ouvir.

Caramba! Que sensação gostosa ouvir aquelas palavras sendo proferidas por minha mulher! Era como música aos meus ouvidos. E não demorou muito o Sérgio saiu do banheiro com uma toalha enrolada na cintura. Ele se aproximou do sofá e, como eu estava com minha cara enfiada entre as pernas da Bruna, notei que a toalha caiu no chão. E logo ouvi o barulho das chupadas que ela dava no pinto dele.

A bucetinha dela estava toda encharcada. Resolvi então deixar os dois se divertirem. Me levantei e me sentei novamente na poltrona. O Sérgio sentou-se, abriu as pernas e minha esposa ajoelhou-se no meio delas e começou a chupá-lo. Ele, muito satisfeito, abriu os braços no encosto do sofá, com os olhos fechados, e jogou a cabeça pra trás. O safado estava gostando demais, e apenas dava aqueles gemidos expressivos de tesão.

A Bruna ora chupava o pau, ora lambia toda a extensão, ora chupava as bolas dele. E, aos poucos, ela foi se abaixando cada vez mais, até aproximar a língua do cuzinho do nosso amigo. Pensei que ele não iria gostar, mas, ao contrário, ele abriu mais as pernas e se ajeitou de maneira que ela pudesse alcançar o seu ânus com a língua.
- Ohhhhhhhhhhh... gata... que delícia isso! - o Sérgio gemeu gostoso. Parecia que ele já estava gozando.

Minha mulher já tinha feito isso em mim muitas vezes, e confesso que é realmente uma delícia. E agora, alí naquele quarto, ela engolia aquele pintão e se deliciava chupando e lambendo a cabeça rosada daquela tora. Eu apenas me masturbava, curtindo ao máximo aquele momento.

O Sérgio realmente tinha um cacete de artista pornô, poderia fazer parte dos filmes mais requintados, nos quais os homens possuem um dote invejável, reto, grosso, bem roliço e grande, com uma cabeça rosada e bem perfeita. Mesmo já tendo 52 anos, idade que ele já tinha nos revelado, seu pau era de dar inveja a qualquer garotão. Eu, por exemplo, não tenho um pinto feio. Mas o dele era realmente perfeito, em se tratando de aparência, é claro.

E por essa razão minha esposa não largava a pica dele, ela o chupava com toda volúpia e assim ficou por um bom tempo, até que o Sérgio novamente não estava aguentando mais e a segurou pela cabeça pedindo para ela parar. Sabedora do estado de excitação do nosso amigo, a Bruna foi levantando, beijando sua barriga, subindo até o tórax, abriu as pernas e foi se ajeitando e sentando sobre aquele cacete.

Mas ela não o introduziu na buceta. Ela apenas levantou o pinto com a palma de uma das mãos, encostou bem na abertura da bucetinha e começou a esfregar nele. Mesmo com o tamanho do cacete do Sérgio, dava pra ver que ele ficava envolto pelos grandes lábios da xaninha de minha esposa. Que delícia ver aquilo! Ela fazia o movimento de vai e vem ao longo do pau e gemia baixinho.

O Sérgio, agarrado nos seios dela, apenas os acariciavam. Havia momentos que a Bruna levava a cabeça do pau até a entrada da bucetinha, fazendo menção que iria introduzí-lo. No entanto, ela o deslizava novamente entre os pequenos e grandes lábios, esfregando-o em seu clitóris. Esses movimentos eram feitos lentamente.

Ela aprendeu isso em um filme pornô que assistimos certa ocasião, e daquele dia em diante ela sempre fazia aquilo em mim. Eu adoro, é claro. A sensação é maravilhosa. Isso é uma forma de provocar o homem em toda a sua plenitude. No dia seguinte, quando conversamos sobre a transa entre os dois, minha esposa me confessou que fez aquilo para judiá-lo, assim como ele fez com ela na primeira metida.

Voltando à transa, a Bruna ficou fazendo aquele movimento até o Sérgio agarrá-la pela cintura e deixá-la imóvel. O tesão que ele sentia naquele momento era tanto que dava pra ver aquele líquido transparente e viscoso saindo de seu pau e juntar na palma da mão da minha esposa.
- Pára um pouquinho que não sou de ferro... você tá acabando comigo, gata! - nosso amigo disse.

Nesse momento minha mulher tirou a mão do pau do Sérgio e percebeu que ela estava toda melada. Em seguida ela olhou para mim, que naquela altura já havia posicionado a poltrona ao lado dos dois, a fim de não perder nada. Ela começou a passar a língua na palma da mão, me olhando fixamente. Loucura demais!
- Hummmmmmmm... que gostoso, amor... o melzinho da pica dele! - ela disse, com a voz extremamente sensual.

Minha mulher sempre foi boa de transa e costumamos inovar às vezes durante nossas fodas. Mas naquele dia ela estava irreconhecível. Acho que nosso amigo despertou o seu lado puta, o qual estava adormecido dentro dela. Quando ela lambeu aquele líquido todo da palma da mão, na minha frente. Nossaaaaa! Foi demais. Me senti um corninho manso e imediatamente tirei a mão do meu pênis. Ufa!!! Quase gozei. Minha porra chegou a se manifestar e um pouquinho saiu pelo orifício da cabeça do meu pau.

Eu já não estava aguentando mais ver os dois naquela situação. Mas eu tinha que resistir. Não era hora de gozar ainda. Minha esposa resolveu parar com o sofrimento do nosso amigo. Ela novamente pegou o pau dele com a palma da mão e esfregou um pouquinho em sua xaninha. Só que dessa vez, quando ela o conduziu até a entrada da xoxota, ela se sentou lentamente, fazendo tudo aquilo desaparecer dentro dela.

- Ohhhhhhhhhhh... meu deussssssss... que pau gostoso, gente... ahhhhhhhhh... dá vontade de... ficar nele... pra sempre...!! - a Bruna sussurrou e começou a cavalgar nosso amigo ali no sofá. Ela gemia feito doida, e logo o Sérgio agarrou em suas nádegas e a pressionava para baixo quando ela sentava em seu pau. E assim eles ficaram por um bom tempo, metendo bem gostoso e eu assistindo a tudo.

Nosso amigo havia se recuperado e conseguia controlar o seu tesão, mesmo com aqueles movimentos repetitivos de levantar e sentar que a Bruna fazia. Se fosse eu já havia gozado. Jamais eu conseguiria aguentar tanto tempo. Mas o Sérgio estava firme, aguentando ela cavalgar freneticamente sobre o pau dele. Às vezes ela parava, ficava apenas sentada com o cacete todinho dentro dela e apenas rebolava e esfregava nele.

Que delícia! Ver aquilo acontecendo era tudo o que eu queria, nem mais, nem menos. Meu pau estava muito duro, e eu já me via gozando novamente. Então a Bruna levantou-se e ficou de quatro no sofá, abriu bem as pernas, arrebitou a bunda e encostou o rosto no encosto do sofá.
- Vem me fuder, Sérgio, vem! Faça de mim uma cadelinha...! - ela disse, muito manhosa, e rebolou.

"Caramba!", pensei. Aquelas palavras de deixaram surpreso, pois jamais ela havia dito aquilo pra mim. Minha mulher me surpreendia cada vez mais. E o Sérgio não perdeu tempo. Ele, posicionado atrás dela, esfregou aquele pauzão na portinha da bucetinha da Bruna e foi introduzindo. Quando entrou todinho, ele a agarrou pela cintura e começou a fudê-la, no início lentamente, mas depois com bastante força.

- Fode, seu gostoso... aiiiiii... safado... tarado... ohhhhh... nossaaaaaa... que pau gostoso na minha buceta... Humberto... ele está me fodendo, Humberto... ele vai me matar com essa pica... ahhhhhhh...!! - minha esposa gritava e gemia. Às vezes o Sérgio tirava aquela ferramenta todinha e colocava novamente dentro dela. Até que ele a agarrou pelos cabelos, com uma certa violência.

- Agora vou atender o seu pedido, seu gostosa... e fazer você se sentir uma cadelinha de verdade! - ele falou bem no ouvido dela. Nessa hora a Bruna pareceu estar descontrolada, e arrebitou mais a bunda.
- Isso, Sérgio... fode sua cadelinha, vai... mete esse pintão gostoso na sua cadelinha...! - ela começou a falar isso e muitas outras coisas, sempre gemendo e dando uns gritos de puro prazer.

Eu já nem sabia mais o que pensar. Meu pau babava, pingava de tanto tesão. Era realmente incrível estar presenciando aquilo. A sensação que eu sentia era muito boa. Meu coração estava disparado e eu respirava como se tivesse corrido uns dois quilômetros.
- Aiiiiiiiiiiiii... meu deusssssssssssssssssss... estou gozandoooooooooooooooooooooo...!!! - finalmente a Bruna deu um grito espremido e alto. Ela estava tendo um orgasmo delicioso.

Ao perceber isso, o Sérgio continuou metendo nela bem forte ainda, até que, notando o corpo dela se relaxar, ele foi diminuindo até parar os movimentos, porém ele ainda não havia gozado.
- Nossaaaaaaa... pensei que eu ia morrer! - a Bruna disse com a voz ainda fraca. Em seguida ela levantou o corpo de encontro ao do nosso amigo. Ele a abraçou por trás, agarrou em seus seios, ela virou o rosto para trás e os dois se beijaram.

O safado ainda continuava com o pau dentro dela, e agora ela não estava mais de quatro, mas sim ajoelhada na cama e ele engatando ela por trás. Os dois conversaram algo baixinho, que eu fui descobrir o que era quando minha mulher se levantou do sofá e ajoelhou-se em frente ao Sérgio. "Ele quer gozar na boca dela. Só pode ser isso!", pensei de imediato.

A Bruna, ainda meio ofegante, pegou o pau do nosso amigo e começou a chupá-lo, e com toda a maestria, ela repetiu tudo aquilo que eu já narrei antes na primeira foda que eles tiveram. E não demorou muito tempo para o Sérgio perder seu controle.

- Ahhhhhhhhhhhhh... caralho, gataaaaaaaaaa... vou... vou... gozar... nessa... boquinhaaaaaaaaaaa...!! - ele deu um gemido forte e logo em seguida vi a porra dele escorrendo pelos cantos da boca da minha mulher. É lógico que ela não iria conseguir engolir tudo aquilo. Ela então tirou o pau dele da boca, soltou um monte de porra que escorreu pelo seu queixo e caiu nos seios e novamente voltou a chupá-lo, e repetiu o que havia feito, soltando mais uma quantidade de porra, e voltou a chupá-lo até que o pau dele foi amolecendo.

Com jeitinho ela apertou bem a cabeça da rola. Quando saiu a última gota de porra, ela lambeu e engoliu, assim como deve ter engolido um monte quando ele deu a primeira ejaculada. Com aquele desfecho sensacional, eu não aguentei e também gozei sobre a minha barriga. A Bruna olhou sorrindo para mim, ainda com a boca e o queixo cheios de porra.
- Gostou, amor...? - ela me perguntou, completamente satisfeita.

- Estou sem palavras, querida...! - respondi e caímos na gargalhada. Ficamos assim por alguns minutos, calados, olhando um para o outro, talvez para memorizar bem aquele momento. Em segunda a Bruna limpou sua boca com a toalha e foi ao banheiro. Logo que ela voltou, o Sérgio já havia se vestido.

- Gente, essa foi a transa mais maravilhosa que eu tive... jamais vou esquecer de vocês...! - ele disse. - Espero que tenham gostado o quanto eu gostei...! - ele completou. Minha esposa exibia um sorriso lindo em seu rosto.

- Eu adorei, Sérgio! - a Bruna rapidamente respondeu. - E você, amor? Gostou também...? - ela me perguntou, com um sorriso maroto na boca.
- Claro que sim... foi a realização de minha fantasia! - respondi e ficamos conversando um pouco mais.

Tomamos mais uma cerveja e o Sérgio teve que ir embora, pois já passavam das 4:00hs da manhã e ele tinha compromisso naquele dia. Quando fomos nos despedir ele abraçou a Bruna e deu um beijo bem gostoso em sua boca.
- Espero ter outra oportunidade dessa com vocês, Humberto... essa sua mulher é maravilhosa! - ele disse.

Depois disso trocamos telefone, e-mail e Facebook com o Sérgio e não o vimos mais lá em Recife, pois no outro dia voltamos para casa. Mas mantivemos contato. Aqueles momentos vividos por nós ficaram marcados e sempre que eu e a Bruna transávamos, fantasiávamos com o Sérgio. E ele vivia nos convidando, na verdade nos assediando, para passar uns dias com ele em um apartamento de praia que ele tem em Florianópolis.

Até que em dezembro do ano passado resolvemos aceitar. Os detalhes de como foi essa aceitação eu conto depois. Mas aconteceram coisas incríveis, além da minha expectativa. mas isso fica para o próximo conto, que vai ter como título: "Nossa viagem para Florianópolis".

Gostaríamos de ver comentários de homens que já deixaram ou sonham em deixar outro homem foder suas mulheres. Podem caprichar na sacanagem. Quem sabe eu e a Bruna não fazemos contato com vocês?

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Comentários

Nome: PEDRO PAULO FREIRE DE SOUZA
E-Mail: repedro47@gmail.com
Data: 31/12/2018
Conto maravilhoso parece até que estava lá fiquei doido de tesão uma mulher assim deixa todo mundo louco. Não demore com a proxima publicação.

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Nome: Reinaldo
E-Mail: reil@zipmail.com.br
Data: 20/01/2019
Cara, não vi nada de normal neste Sergio, só sei que sua mulher fez com que masturbasse bastante, pois imaginei fodendo ela, imaginei a pepeca engolindo meu pau e ela rebolando, tu pé um cara privílegiado com esse mulherão todo seu.


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Nome: lopage
E-Mail: lopage77@gmail.com
Data: 25/07/2019
Adorei, já vivi isso com minha mulher e foi muito gostoso ve-la gozar e se deliciar com a pica de olutro homem, também me senti um corno, por várias vezes.

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