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Da paixão à humilhação - Parte 1 - Minha prima novinha e ainda virgem


Enviado por Jovem Professor em 02/07/2018
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Categoria: Jovens X Mais Velhos | Visitas: 3170
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Eu morava em uma cidade no interior da Amazônia. Na verdade, em uma comunidade, na zona rural. Havia uma prima que cresceu junto comigo. Ela sempre foi muito linda, morena clara, com um corpo completamente perfeito. Seu nome era Jéssica. Eu sempre fui apaixonado por ela. Ela era uns dois anos mais nova e chegamos a estudar juntos na escola da comunidade.

Ela era sempre muito tímida, e, assim que se tornou uma adolescente, ficou muito mais linda e perfeita. Eu jamais tive coragem de dizer a ela o que eu sentia, pois tinha medo de ser reprovado, já que eu nunca fui bonito, ao nível dela. No interior todos ficam sabendo quando a gente pega um fora, e os outros moleques sempre ficam rindo e tirando uma. Sabendo que eu tinha 99% de levar um fora, eu sempre desistia da idéia.

Estudei com ela até quando ela tinha 14 anos e eu 15. Depois fui estudar em outra escola, na cidadezinha do município, e ela continuou na comunidade, e eu só a via de vez em quando. Pouco conversei com ela em todo esse tempo, mas confesso que não houve um só dia em que eu não pensasse nela.

Quando eu já tinha 20 anos, eu precisei trabalhar para ajudar nas despesas de casa e me manter, comprar roupas, etc. Então eu consegui trabalho em um barco que transportava pessoas dessa cidade para a capital. O dono do barco era um empresário rico da capital e possuía mais seis barcos além daquele em que eu trabalhava.


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Ele tinha um filho que se chamava Roberto, um cara de uns 27 anos. O cara era sarado, malhava em uma academia quando estava em terra e dentro do barco mesmo, quando estava em viagem. Mas ele malhava sempre, e por isso tinha um corpo forte e bonito. O cara era muito metido a garanhão e vivia cheio de mulheres. E ele sempre estava falando sobre as mulheres que ele pegava e o que ele fazia com elas.



Fazíamos a viagem da linha durante a semana e nos fins de semana íamos a festas nas comunidades próximas. Nessas festas ele sempre comia mais de uma menina. Ele dizia que só tinha cuidado para não pegar nenhuma menor, pois não queria ter problemas. Acima de 18 anos, ele traçava todas que encontrava. Ele dizia que meninas do interior eram muito fáceis e, se o cara soubesse pegar, elas faziam de tudo. Ele dizia já ter tirado muitos cabacinhos.

Um detalhe: O Roberto era casado e sua mulher, que era muito linda, ficava na capital e quase nunca vinha a bordo. Mesmo assim, ninguém contava nada a ela, pois tirando a cozinheira, só trabalhavam homens a bordo. E quase todos também pulavam a cerca e também tinha família em terra. O único solteiro era eu.

O Roberto dizia que a maioria das meninas que ele pegava era só para comer mesmo, mas algumas valiam a pena namorar. Essas com quem ele "namorava", ou seja, tinha mais algum compromisso, ele sempre transava com elas no camarote dele, que ficava no terceiro piso do barco. Aquelas que ele dizia que eram só para comer, ele levava para uma cabine meio pequena que ficava quase ao lado de onde eu dormia.

Meu camarote era um cubículo muito pequeno e ficava ao lado de uma despensa, no segundo piso, onde eram guardados mantimentos para a viagem. Porém, era muito fácil passar do meu pequeno quarto para essa dispensa, pois havia uma pequena porta que dava acesso, e que só abria pelo meu quarto. Algumas noites, quando eu ouvia algum barulho, eu ia olhar pela brecha, e sempre pegava ele comendo alguma garota ali e batia uma punheta.


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O lugar não era tão grande, e os outros rapazes também utilizavam. Eles chamavam essa cabine de "comedor". Eu não tinha ficado ainda com ninguém, pois eu era muito tímido. O Roberto dizia que não gostava só de meter e gozar nas meninas. Ele gostava era de brincar com elas, igual gato e rato.
- Se o cara souber comer... ele faz qualquer menina implorar para ser comida! - ele dizia com frequencia.

Realmente, ele sempre conseguia quem ele queria e fazia tudo o que queria. Ele chegou até mesmo a pegar menina casada em viagens. Ele dizia que das casadas ele gostava de aproveitar o cuzinho, ainda mais se ele fosse virgem. O cara falava sempre de todas que ele comia. Ele dizia que só não falava da menina enquanto ele temia que ela não desse mais e também se ela fosse muito "boa".




Um dia fomos em uma festa na comunidade onde eu nasci. Chegamos à tarde e, como não tinha muita coisa para fazer no barco, eu aproveitei para visitar minha tia, que era separada do pai da Jéssica. Minha prima e meu futuro amor estava maravilhosa e extremamente gostosa, o bumbum muito empinado e durinho e um rostinho maravilhoso, ingênuo e muito encantador.

Quando eu a vi, fiquei muito mais apaixonado e imaginei que eu deveria falar para ela o quanto eu a amava e que jamais tinha esquecido dela em todo esse tempo, mesmo que ela me desse um fora, pois eu não conseguia esquecer ela um só dia. Na verdade, eu sempre sonhei em voltar naquela comunidade e a pedir em casamento, mas eu acreditava que, em primeiro lugar, eu deveria estudar na capital e conseguir uma boa profissão. Assim ficaria mais fácil ter sucesso com ela.


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Eu estava conversando com minha tia na sala quando minha prima apareceu. Ela tinha acabado de completar 19 anos e tinha terminado o ensino fundamental e parado de estudar, pois na comunidade não tinha o ensino médio, e a minha tia disse que estava pensando em conseguir um lugar para ela morar na capital, para continuar os estudos. Tive coragem de perguntar a minha tia, que era muito rígida, se a Jéssica já namorava.

- Claro que não, Pedro!... e nem vai namorar... só quando ela se formar na capital e tiver terminado todos os estudos... pois os homens só querem pegar as meninas novinhas para engravidar e sair fora! - ela respondeu, muito séria. Não posso dizer que não fiquei feliz com isso, pois a Jéssica estava inteirinha ainda, e podia ser minha. Eu só precisava conseguir um emprego na capital e um lugar melhor para morar.

Então eu poderia voltar e falar para ela do que eu sentia por ela e, se ela aceitasse, poderíamos finalmente morar juntos e realizar um sonho de menino. Desci para o barco pensando apenas nisso e fiquei super feliz. Havia muitos barcos lá e eu não disse para a minha tia e nem para a Jéssica em que barco eu trabalhava.

Pensei também em dizer à minha tia que a Jéssica poderia morar comigo, ou melhor, morar na casa que eu morava na capital, que era alugada, já que eu nunca gostei de morar com meus pais, que, na verdade, moravam no mesmo município dessa comunidade. Eu morava em um pequeno apartamento de dois cômodos. Era lá que eu ficava quando tinha folga e ficava em terra.

A comunidade estava no período de festas juninas, que duravam um mês, e nesse período havia arraial à noite durante toda a semana e nos fins de semana havia baile com música ao vivo. Neste dia havia várias bandas de vários ritmos que tocariam até o dia amanhecer. Quando começou o arraial, por volta das 16:00hs, eu fiquei aguardando pela minha prima, e quando ela apareceu, ela estava muito linda.

Ela vestia uma calça jeans, com cintura baixa, bem apertada, e que mostrava suas belas coxas, grossas e maravilhosas. E aquele bumbum ficou mais fantástico dentro daquela calça. Ela também usava uma blusa linda, que não cobria toda a barriga, era bem colada ao corpo, de cor vinho e deixava seu umbigo e parte daquela linda barriguinha de fora.

A blusa não chegava a cobrir os ombros, mas tinha uma manga três quartos que deixava aquela gatinha, de longe, a mais linda da festa. Enquanto eu a descrevo, é como se estivesse vendo ela novamente. E na verdade, a Jéssica era a mais linda da comunidade. Seus cabelos eram longos e muito finos e brilhosos. Quando estudávamos juntos, eu era uma espécie de guardião dela. Éramos muito amigos e vivíamos sempre juntos.

Quando eu vi ela no arraial, pensei em convidá-la para dançar quando o baile começasse, mas eu ainda tinha que criar coragem para ficar frente a frente com aquilo tudo sem tremer, pois eu era perdidamente apaixonado por ela. Pensei, depois de algumas cervejas, quem sabe não me vinha a coragem de falar tudo a ela e acabar de vez com aquela angústia.

Voltei para o barco e me concentrei em algumas tarefas pendentes, as quais terminei bem cedo. O Roberto não estava, pois tinha ficado na capital para resolver um problema e ia chegar só de noite. Ele tinha dito que iria trazer a esposa e uma prima dela, que queriam vir à festa também. Falei com o capitão do barco que eu tinha terminado meu trabalho mais cedo para ir tomar banho.

Na verdade eu queria fazer de tudo para ficar perto da Jéssica desde cedo. Ninguém no barco sabia que eu conhecia aquela menina, pois só um dos marinheiros sabia que eu tinha nascido ali, mas não sabia nada mais além disso. Quando subi em terra eu cheguei a falar com ela no arraial, mas ela estava com mais duas primas por parte de pai, e não me deu atenção. Mesmo assim, eu não saía de muito perto dela.

Quando começou a festa, de imediato uma banda sertaneja começou a tocar, e logo minha prima apareceu. Na terceira música, que era bem romântica, eu convidei ela para dançar e, para minha surpresa, ela aceitou. Fiquei tão deslumbrado que minhas pernas quase me derrubaram.

Abracei ela e senti o calor daquele corpinho no meu, pela primeira vez. Quase fiquei doido e meu pau levantou em segundos. Porém, ela não deixou se encostar muito em mim, coisa típica de menina virgem quando dança. O Roberto sempre falava isso delas.

Bem, dancei com ela aquela música e, durante os aproximadamente três minutos da música, eu me imaginei sendo o namorado dela e poder abraçar ela assim, sempre. Seu perfume era encantador. Quando a música terminou eu fiquei segurando a mão dela.
- Vamos dançar mais uma? - perguntei.
- Preciso ir lá fora, primo... quero beber água! - ela disse e saiu do salão.

Fiquei dentro do salão, esperando, mas ela estava demorando a voltar. E eu nem liguei mais para a festa, só pensava nela. Quando eu voltei a vê-la, foi por volta das 9:00hs da noite. Ela estava no arraial, com as amigas, e, pelo jeito, não se interessou muito por mim. Mas isso não me deixou triste, pois eu tinha sentido aquele rosto e aquela boca muito próximos e, isso talvez me desse coragem para ir em frente.

Fui ao barco beber água e, quando eu ia saindo, percebi que o Roberto tinha acabado de chegar, e não tinha trazido a esposa conforme havia dito. Mas não me preocupei com isso, pois haviam muitas meninas na festa, e bem extrovertidas. Certamente ele encontraria alguém que não seria a minha princesa, além de que ela tinha carinha de adolescente, apesar de já ter completado 19 anos há dois meses. E mesmo que ele tentasse, minha tia não permitiria, pois ela estava sempre por perto.

Subi, procurei pela minha prima e não a encontrei. Entrei no salão e a vi dançando com um garoto, talvez da idade dela. Mas a banda ainda era a sertaneja, embora a música fosse mais agitada. Fiquei louco de ciúmes, mas pensei em tirá-la de novo para dançar assim que ele a largasse. Eu estava próximo a entrada. De repente vi que minha tia estava bem perto, e não tirava os olhos da Jéssica.

- Olha, Pedro... eu estou cansada e minha perna está doendo... a Jéssica vai ter que ficar... eu nunca deixo ela... mas já que você está aqui... pode olhar ela por mim, não pode? - minha tia me perguntou.
- Ah, sim, claro, pode deixar, tia! - respondi prontamente e a mãe da Jéssica saiu do salão. "Está dando certo! Assim, posso dançar mais com ela sem problemas!", pensei.

Quando minha prima parou de dançar com o menino, eu me aproximei dela.
- Prima, quer dançar comigo de novo? - perguntei.
- Ah, não, Pedro... estou muito cansada agora! Pode ser depois? - ela respondeu, olhando ao redor.
- Sua mãe foi embora, tá? - falei e ficou indiferente.
- Hunn, ela quase nunca desgruda de mim... pensa que ainda sou uma criancinha!

- Que nada, prima... ela só quer o seu bem! - retruquei.
- Pára, Pedro! Você está falando igual meus irmãos! Que saco isso!
- Tudo bem, Jéssica... você está segura aqui! Ninguém vai te roubar comigo aqui! - brinquei, mas ela não pareceu achar graça.
- Eu vou tomar água, Pedro! E quando eu voltar a gente dança... mas só uma música! - ela disse e se retirou.

Meu deussss! A voz da Jéssica era maravilhosa, muito suave e romântica. Como eu estava apaixonado por aquela menina. Fiquei aguardando ela voltar, mas ela não vinha. Fui na direção que ela tinha ido e a encontrei de novo com as amigas. Eu não quis chegar perto para não incomodar e voltei para o salão, pois ela tinha garantido que voltaria para dançar comigo.

Mas ela não voltou, e então fui até o barco. Subi ao meu pequeno quarto, me deitei na cama e fiquei imaginando levá-la até alí para fazer amor com ela. Foi um devaneio que me tomou a mente por uns minutos. De repente me lembrei que se ela voltasse e não me encontrasse, eu perderia essa chance de dançar com ela novamente, e eu estava decidido a ir um pouco mais longe dessa vez, quem sabe, um beijo no rosto, pelo menos.

Já era por volta de 20:00hs e eu voltei à festa. Ainda tocava sertanejo, mas vi que o Roberto já estava lá, muito bem vestido, com roupas de marca. De repente me veio um calafrio, pois eu tinha medo que ele a visse e fosse para cima dela. Mas logo passou o medo, pelos motivos já expostos anteriormente.

Porém, logo a Jéssica voltou e, ao passar pelo Roberto, ele a percebeu e pegou nos cabelos dela. Imaginei que ela iria ficar chateada ou coisa assim. Mas não foi que aconteceu. Ela olhou para trás e deu um sorriso. Eu quase caio alí mesmo. Aquilo só podia ser um sonho. Será que ele tentaria alguma coisa com ela? Ele não podia fazer isso. Não com ela. De forma alguma. Fiquei muito preocupado.

Minha prima foi para um canto do salão e ficou conversando com uma amiga. Eu me aproximei.
- Jéssica... você está me devendo uma dança, lembra?... vamos agora? - falei.
- Depois, Pedro... ainda estou cansada... por que você não dança com outra menina?... tem tantas aí! - ela respondeu, demonstrando estar chateada com o meu convite.

Fiquei bem triste e fui novamente ao barco. Chorei um pouco, mas, depois de uma trinta minutos, enxuguei as lágrimas e resolvi voltar, pois me lembrei da recomendação da minha tia. Porém, para minha completa infelicidade, encontrei minha prima conversando com o Roberto. Eles apenas conversavam, e a música que tocava era da banda Calypso, tocada por uma banda local.

De repente ele pegou ela pelos braços e a levou para dançar. "Não acredito nisso! Jéssica, pelo amor de deus! Não faz isso! É o fim!", pensei. Quase desabei ali mesmo. Mas não tive nenhuma reação, apenas fiquei olhando, profundamente arrasado com aquilo, pois certamente ele ia tentar seduzi-la e eu tinha medo que ela caísse na conversa dele como as outras.

Ele começou a dançar com a minha prima e vi que ela dançava muito bem. Ele puxava ela para ele, para acochá-la mais, mas ela se mantinha afastada, como foi comigo. Não tive mais nem coragem de chegar muito perto e fiquei olhando de longe mesmo. E olhando assim, a Jéssica era muito mais linda, e aquele rostinho maravilhoso a poucos centímetros daquele cara me deixava completamente possesso. Parecia um pesadelo aquilo.

Depois de duas músicas minha prima pediu para parar, pois ela estava visivelmente cansada e suada. O Roberto então a levou pela mão para fora do salão. E eu sai atrás, sem ser visto pelos dois. Eles caminharam até um bar improvisado que tinha sido montado alí para a festa. Era um lugar mais escuro que ficava debaixo de uma árvore. Ele pediu uma cerveja e se sentou com ela em uma mesa. Eu, por minha vez, dei uma volta pelo escuro e fiquei atrás da árvore, onde era bem escuro, só olhando.

Quando o Roberto ofereceu cerveja para a minha prima, ela recusou na mesma hora, mas ele insistiu e ela tocou o copo na boca. Vi que ela bebeu só um pouquinho e deixou o copo na mesa. E o safado continuou a conversar com ela, com o meu amor, mas eu não conseguia ouvir o que eles falavam. Provavelmente ele estava fazendo mil elogios para a minha prima. Mas eu acreditava que ela não cairia na lábia dele, afinal, nenhuma menina chega virgem aos 19 anos se não for esperta, principamente em pequenas comunidades.

Ele continuava a insistir para ela beber, e sempre que ele insistia, ela tomava mais um pouco. Então ele voltou a encher o copo e, depois de um 40 minutos, a Jéssica já havia secado dois copos. Entrei em desespero total. De repente ele pôs a mão no queixo dela e tentou beijá-la, mas ela não permitiu e olhou para os lados para ver se alguém tinha visto. Talvez ela estivesse com medo que alguém visse e contasse para a mãe.

Após a segunda cerveja eles se levantaram da mesa. O Roberto pagou a bebida e, enquanto isso, minha prima ficava olhando ao redor, desconfiada. Percebi que ela estava visivelmente meio tonta, pois dava para perceber pelo seu equilíbrio. Ela tentou caminhar na direção do salão e eu me alegrei. Ela ia escapar daquele malandro.

No entanto, de repente, ele a puxou pelo braço e tentou abraçá-la, mas ela se afastou. Ele, sem soltar suas mãos, praticamente a arrastou para mais perto da árvore, onde era bem escuro. O lugar era muito próximo de onde eu estava, porém, não dava para eles me verem porque realmente o mato era bem denso atrás da árvore. Ela não resistiu muito, e eu fiquei louco, com vontade de chorar, de ir lá e acabar com aquilo. Mas eu perderia meu emprego e também qualquer chance com ela. Pelo menos eu temia isso.

Debaixo da árvore, onde estava mais escuro, ele a abraçou e tentou beijá-la. Ela tentou escapar, mas acabou cedendo e beijando o cara. Era demais para mim ver aquela princesa, com quem eu sempre sonhei, beijando aquele crápula alí, bem na minha frente. Solucei e lágrimas desceram dos meus olhos, mas eu não podia ser notado alí. Seria pior para mim.

Quando ela cedeu, ele a envolveu totalmente com os braços e ficou assim, beijando ela por uns dois minutos. Quando ele parou de beijá-la, ele falou alguma coisa no ouvido da Jéssica e ela assentiu que sim com a cabeça. Será que ele iria fazer com ela tudo o que ele fazia com as outras? Não, ele não tinha esse direito! Novamente me desesperei. Não era possível o que estava acontecendeo.

Então eles voltaram para a mesa do bar e tomaram mais duas cervejas, conversando, e minha prima dava risadas gostosas, possívelmente rindo das piadas do Roberto. Ela já não hesitava mais em beber e isso me preocupava demais. Ela devia ter tomado só mais uns quatro copos, mas era demais para ela. Minha prima não estava acostumada com a bebida, e eu temia pelo pior.

Depois de uns trinta minutos, já era mais de meia noite, e eles voltaram ao salão. Tocava forró e eles começaram a dançar. Minha prima estava visivelmente tonta, e o Roberto aproveitou para colar seu corpo totalmente no dela e se esfregar nela à vontade, com uma das mãos quase em cima do bumbum dela. Eu não aguentava mais ver aquilo e resolvi voltar para o barco, completamente arrasado. Meu mundo tinha acabado de desabar e só me restava aceitar minha perda.

Me deitei, chorei um pouco e acabei cochilando na minha cama. Acordei por volta de 1:30hs da madrugada e ouvi uma zoada. Curioso, abri a porta e olhei pela brecha. Estava meio escuro, mas vi o Roberto e a Jéssica subindo as escadas para o piso onde ficava o meu quarto. Eles ficaram encostados na grade lateral do barco, conversando. Havia muito pouca luz ali, mas eu conseguia vê-los bem.

Estremeci, pois eu não queria acreditar que chegaria a esse ponto. Ele estava agarrando ela pra valer, beijando, e passando as mãos nas costas dela, braços, barriga e tentava passar na bunda. Mas ela não deixava, afastava a mão dele, mas o cara era insistente. O Roberto sempre conseguia o que ele queria. Eu sabia que a resistência dela estava comprometida depois da bebida, até porque, provavelmente, ela deveria ter bebido mais depois que eu voltei para o barco.

E agora, eles estavam alí, a poucos metros do "comedor". Minha prima tentava muito resistir, mas aquele crápula estava acostumado com isso, a domar meninas novinhas, e certamente ia continuar tentando. Eu estava acabado. Comecei a chorar de novo. De repente, ele já estava conseguindo passar as mãos naquela bunda maravilhosa, nunca tocada por um homem ainda. De meu quarto, que ficava bem atrás, dava para ver e ouvir quase tudo.

- Paaraaa!... por favorrrrrrr... nunca fiz issoooooo!! - ela dizia baixinho, com a voz um pouco enbargada. E o Roberto pouco falava, e só a beijava e continuava com aquelas mãos atrevidas. Até que ele a soltou um pouco, se afastou e ficou olhando para ela. Ela ficou tentando arrumar os cabelos e de repente, num gesto rápido, ele a pegou pelo braço e a virou de costas para ele, encostando-a no convés do barco.

Ela ainda tentou virar, mas ele logo se encostou nela por trás e a abraçou. E ela finalmente cedeu. Ele então começou a beijar a nuca dela, afastava os cabelos e beijava com tanta força que dava para eu escutar o barulho da boca na pele lisinha da minha linda prima.
- Ohhhhhhhhhhhhhhh... meu deusssss... nãooooo... eu... nunca...!! - ela tentou falar quando ele, rapidamente, encheu as duas mãos naqueles peitinhos. Era o meu fim.

Ela tentou tirar as mãos dele, mas, como sempre, ele vencia, pois ela estava, como ele mesmo dizia, sendo preparada para se entregar para ele. Que droga! E eu sabia o que viria depois. Eu estava completamente transtornado. O cara agora estava visivelmente encoxando ela, sentindo aquela bunda maravilhosa que nenhum homem tinha sentido ainda.

- Robertooo... eu... nãooooo... não posso...!! - ela repetia sem parar, com a voz trêmula. Mas percebi que ela não fazia mais tanto esforço para escapar daquele safado.

Ele então aproveitou para apertar mais o corpo dele contra o dela e ela tentou escapar rapidamente para a frente. Creio que ela sentiu o pau duro dele encostando em sua bundinha e se assustou, pois ela era virgem ainda. Mas o Roberto não desistiu. Ainda apertando ela contra a grade lateral do barco, ele desceu a mão para as coxas dela, mas somente pela lateral. Eu sabia onde ele queria chegar, e isso era muito difícil para eu suportar.

Dava para ouvir que a respiração dela estava ofegante e que ela realmente estava cedendo aos desejos daquele cretino. De repente ele largou ela e se afastou. Vi que ele foi correndo até o "comedor", onde tinha um frigobar bem usado, que sempre ficava com bebidas dentro. Ele pegou duas latinhas de cerveja, tomou uma e deu uma para ela. Dessa vez ela bebeu muito rápido, não estava mais evitando a bebida. Fiquei assustado. O Roberto ia meter na minha prima. E eu não podia fazer mais nada.

Para minha tristeza, ele voltou a virar ela de costas para ele e a encoxou gostoso. E ela não reagia mais ao pau dele sendo pressionado contra sua bundinha, sendo separado apenas pelas roupas. Eu sabia que a pica do Roberto estava muito dura. Quem não ficaria com o pau duro agarrando aquela gatinha da minha prima? E o safado foi em frente.

Não demorou e ele levou as mãos para a altura da pélvis dela. Porém, como ela estava de frente para a parede e de costas para mim, não consegui ver o que ele fazia. Só percebi que ela tentou tirar as mãos dele, mais uma vez sem sucesso.
- Vem cá, gatinha... vem! - ouvi ele falar e, tirando as mãos de sua cintura, virou ela de frente para ele. Nessa hora eu pude ver que ele tinha desabotoado a calça dela, mas não tinha baixado o zíper.

Fiquei furioso. Eu tinha vontade de fazer um escândalo ali, e acabar com aquilo. Mas eu sabia que isso me faria perder o emprego e, talvez, a chance de um dia ter ela para mim também. Acabei me "conformando", e me arrependo por isso, muito mesmo.

Depois de mais alguns segundos o Roberto levantou a blusinha da Jéssica, até a linha abaixo dos peitinhos e ficou passando as duas mãos lentamente, em toda a extensão da barriguinha dela. Que loucura ver aquilo! Meu pau, estranhamente, latejava de tesão ao ver a minha amada naquela situação. Minha revolta era grande, mas o que eu podia fazer para evitar aquilo?

Eu sentia muita raiva daquele cara, mas infelizmente, eu também, sem querer, estava muito excitado, como nunca havia estado antes. Agora, ele finalmente conseguiu a pior parte para mim. Ele pegou os dois braços dela e apoiou as mãos dela nas grades, atrás de suas próprias costas e, em um movimento mais rápido, ele desceu a mão até a bucetinha, por cima da calça mesmo.

- Paaaraaaaaa... nãoooooo... não possooo... fazer isssoooooo...!! - ela gemeu e tentou tirar as mãos dele. Mas ele segurou firme e ficou com a mão em cima, fazendo movimentos circulares. Minha prima não reagiu mais, para meu desespero, pois eu ainda esperava que ela desistisse e escapasse das investidas dele. O Roberto, literalmente, enfiou a mão no meio das pernas dela e não tirou mais.

Enquanto passava a mão no lugar mais precioso do corpinho dela, ele a beijava loucamente, envolvendo-a cada vez mais naquele jogo de sedução. E a Jéssica estava correspondendo. Eu ficava cada vez mais desolado, pois sabia, miseravelmente, que logo ela iria estar com a vara daquele desgraçado dentro dela e eu ia ficar ali olhando tudo isso feito um idiota, vendo a menina em quem eu pensei a vida toda, sendo desvirginada por aquele porco maldito.

O efeito da bebida era notável nela, pois dava para perceber pelo rosto e também por seu equilíbrio. Provavelmente ela não estava acostumada a beber. De repente o Roberto baixou o zíper da calça da Jéssica até o fim e baixou sua calça jeans um pouco, e a calcinha dela ficou totalmente visível. Era branquinha e rendada na cintura. Era uma calcinha de menina comportada, e tinha uns desenhos pequenos. A pouca claridade não me permitiu ver direito, mas pareciam florzinhas.

- Nãooooo... meu deusssssss... não posso fazer isso... minha mãe... alguém... p-p-p-pode ver...!! - ela se assustou e levou as mãos em cima, tentando fechar sua calça, mas ele não deixou. De imediato minha prima olhou para ao lados, com medo que alguém estivesse vendo o que os dois estavam fazendo.

Nisso, o Roberto passou para trás dela, se encostou na grade, abraçou ela por trás, e, com uma mão na barriguinha dela e a outra exatamente em cima da bucetinha, tendo apenas a calcinha como proteção, ele foi andando grudado nela por trás, e a levou para a parede externa do quarto "comedor". Meu sangue ferveu. Ela não tinha mais como escapar da rola daquele safado cafajeste.

Chegando na parede, que estava bem mais escuro, mas eu podia ver, porque eles estavam mais perto de mim agora, ele encostou ela de frente para a parede e, ainda por trás, levantou sua blusinha e a tirou, sem qualquer reação por parte dela. Minha priminha linda agora estava só de sutiã, alí na frente daquele tarado. E ela respirava rápido e longamente. No fundo ela já sabia que em poucos minutos ela estaria com um pau engatado em sua petequinha virgem.

Em segundos o Roberto se livrou do sutiãzinho dela também, e a virou novamente de frente para ele. Ela ficou com as duas mãos cobrindo os peitinhos pequenos e durinhos que eu senti em mim, no meu peito, quando dancei com ela, e que agora estavam ali, a disposição daquele cara.
- Ahhhhhhhhhhhh... meu deussssss... meu deusssss... não faz isso comigooooo...!! - ela gemeu quando o desgraçado afastou as mãos dela e caiu de boca naquelas peitoquinhas, sem qualquer pena.

[Continua em: "Da paixão à humilhação - Parte 2 - A Jéssica caiu na vara do Roberto"]

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Comentários

Nome: Mano Pistola
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 04/07/2018
Mano, vc só fez chorar, não tomou iniciativa pra nada...
tem tendência mesmo pra ser o corno manso.

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Nome: Picanegragrossa
E-Mail: eder7l92@gmail.com
Data: 05/07/2018
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Olá SOMOS UM CASAL bem resolvidos e discretos, estamos a procura de uma mulher ou casal, que assim c
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deusasafada
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Sou casada safadinha e adoro sexo, aventuras e novas experiências. me chama pra gente conversar.....
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Oi, pessoal, sou novinha e adoro sexo virtual. Fico toda meladinha quando estou conversando besteira
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De: Arcos - MG

super discreto a procura de aventura
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dorisly
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Me acho uma mulher muito interessante e de dar inveja aos outros homens, pois sou liberal ao ponto d
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Sozinho com minha cunhada e com minha sobrinha [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Kaique disse:
Cara comeu a cunhada?!
Me enviei
Me chamem no email sou de goiania!!!

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Meu primeiro ménage à trois [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Casal amigo disse:
Estamos procurando um casal para nós iniciar no menage somos maduros faixa dos 40 mais somos casal bonito e saudável ela loira e eu um belo homem aguardo algum comentário e a sim começar uma conversa

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Estou dando para um velho babão e meu marido não sabe - Parte 2 [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Fogoso safado disse:
Hum delicia vc gata sou umcoroa safadofaminto domunadorvc e outras gatas que curtam sexo e prarzer posso viajar zap dd trinta e dois nove meia dois desssete mechamam amo chupar ma buceta um cuzinho

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Como virei mulherzinha debaixo do meu cachorro [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Roger disse:
Sou separado, 45 anos de idade, posso viajar e quero algo sério com mulher entre 25 e 40 anos. Faz um tempo que busco. Ajuda financeira. Contato pelo e-mail: gatodapipa2011@hotmail.com

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Foi por acidente... pelo menos na primeira vez [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
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Bebi demais e dei para um cachorro pela primeira vez [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
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Acordei com a língua do meu cãozinho Fuffy na minha buceta [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
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Minha primeira vez com um cachorro [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
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De tanta curiosidade pelo sexo anal, entreguei meu cuzinho [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Fabio disse:
É um dos melhores contos que já li.
Gostaria de ter certeza que foi real.

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Me apaixonei por um homem mais velho na faculdade [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
homemgostoso disse:
Relato delicioso.Realmente trata-se de uma bela mulher, fico imaginando o tesão que carrega em seu corpo.Procuro mulher fogosa ou casal liberal cujo marido queira ver sua amada transando comigo. são paulo capital e interior de sp, campinas e viajantes.
Tenho local mas posso ir até vc
Não quero prostituição, baixarias e sexo virtual.
Contato inicial pelo e mail
homemgostoso@bol.com.br

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Seduzindo o meu cunhado [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
homemgostoso disse:
Hummmm....estou de pinto duro e imagino quantas mulheres estejam com a calcinha molhadinha
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Aliviando os funcionários - Parte 3 [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
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Estou dando para um velho babão e meu marido não sabe - Parte 2 [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Homemmaduro disse:
Continua flavia vc e um tezao sua puta safada faz uma garganta profunda e faz o seu joao gozar td dentro, vc e uma vagabunda tem que amarrar vc na cama e vc apanhar muito entra em contato comigo e fazer vc gozar que nem uma cadela.

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Estou dando para um velho babão e meu marido não sabe - Parte 1 [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Homemmaduro disse:
Que delicia de conto flavia,, queria te pegar bem gostoso sua vadia gostosa safada me fez gozar bem gostoso, novinha que queira entra em contato comigo para nos convesar, parasemprevc68@gmail.com, quero pegar uma bem safada.

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Sofri na rola do Carlinhos [Conto erótico gay] [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Vovozinho disse:
Sou hetero 1:68 54 anos de idade, sou virgem do cuzinho adoro ver fotos de pinto pequeno, tenho atração por garotos novinhos meu pinto mede 12cm, se alguém do pinto pequeno tiver interessado deixe seu comentário.

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