Sozinho com minha cunhada e com minha sobrinha


Enviado por Professor de Espanhol em 23/01/2018
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Categoria: Incesto | Visitas: 91278
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Olá a todos! Este relato é uma continuação de "O reencontro com meu irmão, minha cunhada e minha sobrinha". Você pode ler a partir daqui se quiser, mas se começar na primeira parte, você entenderá mais facilmente como tudo teve início. E entenderá também que não tive culpa nenhuma no que aconteceu.

Depois do ocorrido com a minha sobrinha Aline enquanto eu tomava meu banho, minha mente entrou em um estado caótico. Por um lado eu estava com uma sensação de extâse total, e todas as vezes que eu relembrava o que tinha acontecido, meu pau ficava muito duro e minha excitação subia ao nível máximo.

Eu ainda não conseguia acreditar que aquela menina novinha, magrinha, toda durinha, que rebolou tanto na minha vara dentro do carro e quase me deixou louco, tinha acabado de mamar na minha pica. E o mais gostoso foi recordar ela pedindo para eu encher sua boquinha de leite.

No entanto, em vários momentos eu me sentia invadido por uma sensação de inquietude e aflição, já que eu temia que o meu irmão Josias ou minha cunhada Cláudia descobrissem o que tinha acontecido.




Quando os pais da Aline chegaram do supermercado eu achei que fosse ter um troço. Meu coração começou a acelerar e meus olhos ficaram úmidos, como se eu fosse chorar, de tanto arrependimento por não ter impedido a minha sobrinha de chupar minha rola. Eu não sabia onde enfiar a minha cara, estava desesperado, sem saber o que fazer e nem como me comportar sem despertar suspeitas neles.

- E aí?... Correu tudo bem? - meu irmão foi entrando e já perguntando.
- Super bem, pai! - a Aline respondeu prontamente. - Meu tio já tomou banho e me falou que está morto de forme!
Olhei para ela surpreendido, e ela me correspondeu com uma piscadinha e uma sorriso cheia de insinuação.

- Morto de fome, Edson?... eu imaginei! - minha cunhada falou enquanto me entregava uma das sacolas de compras. - Vamos resolver isso agora, cunhado!... eu trouxe muita coisa pra gente comer! - ela completou e já foi direto para a cozinha.

O almoço transcorreu com normalidade, exceto pelas poucas palavras que me animei a soltar. A cada pergunta que me faziam eu apenas respondia com "sim" ou "não". Pensaram que era porque eu estava muito cansado e não prestaram muita atenção em mim. Claro que a viagem tinha sido cansativa, mas esse não era bem o motivo de eu estar tão retraído.

- Meu irmão, você vai ter que me desculpar! - o Josias falou de repente.
- Por que? - perguntei a ele.
- Tenho que levar a Aline na biblioteca da faculdade e depois vou visitar dois clientes... Eu ia pedir pra você ir com a gente, mas vejo que você está muito cansado...!

- Fica tranquilo... não precisa se preocupar comigo!... nem precisa pedir desculpas por isso! - falei.
- Mas não estou pedindo desculpas por isso! - o Josias falou e caiu na risada.
- Não? E o que é então? - perguntei meio confuso.

- Porque você vai ter que ficar aqui com a Cláudia... e eu tenho certeza que ela vai fazer você ler o trabalho de conclusão da pós-graduação que ela está fazendo... ele pede pra todo mundo... é ficar perto dela e correr esse risco. Vai ser sorte se você conseguir descansar! - meu irmão continuou, enquanto minha cunhada fazia um gesto de reprovação para ele.

- Josias... que é isso?!?... seu irmão acaba de chegar de viagem e você já vai fazer ele pensar que sou uma chata! - a Cláudia falou e fez uma careta, como se estivesse chateada.
- Não, meu amor!... estou brincando! - meu irmão replicou e deu um beijo no rosto dela.

- Não se preocupe, Cláudia! - interferi. - Será um prazer ler o seu trabalho... gosto muito de leitura!
- Obrigada, Edson! - ela falou e deu um largo sorriso. - Viu, Josias?... você deveria ser mais cavalheiro como o seu irmão! - ela concluiu o contra-ataque e meu irmão aceitou o golpe sem mais nenhuma brincadeira.

O almoço terminou sem mais nenhuma novidade, e minha sobrinha atuava como se nada tivesse acontecido. Assim que terminou de comer, ela foi para o seu quarto, trocou de roupa e ficou pronta para sair com o seu pai. Nesse momento fui informado que ela estava no primeiro período da faculdade, no curso de Nutrição, e que naquele dia ela não teve aulas pela manhã, mas teria que ir até a biblioteca fazer um trabalho.

- Tchau, tio... até mais tarde! - a Aline veio se despedir de mim e percebi que o beijo que ela me deu na bochecha foi um pouco mais intenso que o normal. Senti sua boca molhada, como se ela tivesse juntado um pouco de cuspe antes de me beijar no rosto. Minha preocupação voltou na hora. Se ela continuasse com aquilo, o meu irmão e a minha cunhada iam acabar percebendo alguma coisa.

- Espera, Cláudia... vou te ajudar a limpar a mesa! - falei para a minha cunhada, depois que o Josias e a Aline já tinham saído.
- Não precisa, Edson.... obrigada!... não precisa se preocupar... vou organizar umas coisas e você pode descansar um pouco... sinta-se em casa, tá? - ela falou e resolvi não insistir.

Fui para o quarto que a Aline tinha me cedido provisoriamente e me deitei em sua cama. Que coisa mais gostosa! Estar alí na cama dela, sentindo o seu cheirinho nos lençóis era algo difícil de descrever. Olhei ao redor e vi suas blusas, saias e calças, algumas arrumadas e outras jogadas em cima de uma cadeira. Três ou quatro calcinhas emboladas na cômoda me chamaram logo a atenção.

Eu não estava acreditando naquilo. Peguei uma das calcinhas dela e cheirei. Na hora meu pau ficou duro e minha mente começou a viajar. Eu precisava bater uma punheta ou ficaria louco. No entanto, o medo da Cláudia entrar no quarto e me pegar no flagra me fez mudar de idéia. Procurei me acalmar e tentei dormir um pouco.

Acho que eu tinha dormido uma hora mais ou menos, quando fui acordado por barulhos que vinham da parte de cima da casa, no quarto da minha cunhada. Parecia que estavam caindo coisas, o que me deixou curioso e resolvi subir para dar uma olhada. A porta estava levemente aberta, mesmo assim bati antes de entrar.

- Entra, Edson! - a Cláudia falou. - Acho que te acordei com todo este barulho, né?... peço desculpas!
- Nada, eu já estava acordado! - menti enquanto entrava no quarto. Minha cunhada estava no topo de uma dessas escadinhas domésticas e percebi que ela tentava pegar algumas coisas na parte superior de um enorme guarda-roupas. O fato de ela ser baixinha dificultava muito a tarefa.

- Precisa de ajuda aí? - perguntei, em meio à bagunça que ela estava fazendo.
- Não quero te incomodar, cunhado! Senão você vai realmente achar que sou uma chata!
- Pára com isso, Cláudia! De forma alguma vou pensar isso!... Pode me falar o que está procurando... eu te ajudo!

- Estou tentando pegar umas coisas minhas que o Josias colocou em algum lugar aqui em cima!
- Você quer que eu suba?
- Não, é mais fácil eu mesma, pois lembro a cor da pasta!... Mas se você ficar aqui perto da escada eu posso ir te passando algumas coisas... pode ser?

Me posicionei aos pés da escada e fiquei esperando minha cunhada começar a me entregar as coisas, algumas caixas e pastas cheias de papéis. E foi nesse exato instante que captei o que estava prestes a acontecer: a Cláudia estava usando um vestido de malha exageradamente curto, e, da posição que eu estava, eu conseguia ver claramente os fundos dela.

Começou então uma batalha dentro de mim, já que uma parte tentava manter os olhos fixos no chão, enquanto a outra queria desesperadamente olhar para cima e apreciar aquela deliciosa visão. Até aquele momento eu nunca tinha visto a minha cunhada daquela forma. Ela era a mulher do meu irmão e pronto. Eu nunca a tinha cobiçado.

Mas agora as coisas eram completamente diferentes. Como uma cortida se abrindo na frente dos meus olhos, eu percebia o quanto a Cláudia era uma mulher linda e delicada, com umas pernas espetaculares e uma bunda tão redondinha e firme como a da sua filha, só um pouco maior, é claro.

Para piorar as coisas (ou talvez para minha sorte), ela se inclinou um pouco para a frente para pegar algo que estava mais distante de seu alcance, e isso fez com que seu vestido subisse um pouco mais, deixando à mostra metade de suas nádegas e a calcinha toda enfiada no rêgo da bunda. Meus olhos não resistiram e, mesmo contra a minha vontade, se desviaram automaticamente para ver aquele bumbum super delicioso.

Me lembro perfeitamente que a minha cunhada estava com uma calcinha vermelha, estilo tanguinha, e isso me deixou ainda mais fascinado. E para aumentar ainda mais o meu sofrimento, em um de seus movimentos, seu vestido ficou mais folgado na frente, abrindo um enorme vão por baixo dela. A ausência de sutiã me permitiu ver seus seios perfeitamente.

Foi questão de segundos, mas pude perceber que os peitos da Cláudia eram maiores que o da Aline, mas tinham quase a mesma firmeza. Na verdade eu suspeitei na hora que eles não eram naturais, já que me parecerem perfeitos demais e muito durinhos para um mulher de 40 anos. Mas a verdade é que minha cunhada estava muito gostosa, não havia dúvidas em relação a isso.

E não havia dúvidas também de que estava despertando dentro de mim um desejo louco pela minha cunhada, e isso poderia me meter em novos problemas. Não bastava a sobrinha, agora o meu cacete queria a mãe dela também? Comecei a transpirar e ficar nervoso, com a minha pica já atravessada na minha calça. Meu medo era que a Cláudia percebesse que eu estava olhando para os seus fundos. Mas era impossível resistir.

No entanto minha cunhada continuava concentrada em sua busca, inclusive, quando ela me passava as coisas, ela o fazia mecânicamente, só estirando o braço para trás, sem nem mesmo me olhar. E eu, inconscientemente, aproximei meu rosto de sua bunda um pouco mais, ficando a apenas alguns centímetros. Senti o cheiro delicioso da buceta dela. Não aguentei. Eu ia dar uma mordida naquelas nádegas.

Eu já estava enfiando meu rosto no meio da bunda da Cláudia quando ela, sem aviso nenhum, começou a descer da escada. Seu traseiro bateu em cheio na minha cara. Pronto! Fiquei paralisado, sem saber o que fazer ou falar, e morrendo de medo da reação dela.
- Eita!!... desculpa, Edson! - ela falou com naturalidade. - Não vi que você estava aí tão perto!

- Não... e-e-e-u... não... não... f-f-f-foi nada...! - falei com a voz até trêmula.
- Que coisa, né?... acabei de te dar uma "bundada"! - ela falou e caiu na gargalhada. Comecei a rir também, tentando esconder o meu nervosismo. Em seguida ela me mostrou os papéis que estava procurando e notei que ela não tinha percebido nada estranho. Descemos para a sala e ficamos conversando normalmente até a chegada do meu irmão.

- E aí, amor? Conseguiu resolver tudo? - ela perguntou assim que o Josias entrou?
- Mais ou menos...! - meu irmão respondeu aborrecido. - Não consegui visitar o segundo cliente e daqui a pouco tenho que ir pegar a Aline pra levar a um lugar que ela falou e já esqueci!

- Mas ela não pode ir sozinha, Josias? - minha cunhada perguntou. - Nossa filha já está grandinha... ela pode pegar ônibus sozinha por aí!
- Ficou louca, Cláudia?!?... Com esse monte de bandidos e tarados em Goiânia?... vou deixar ela ficar andando sozinha por aí não... muito menos se ela tiver que voltar à noite!... você não pode ir buscar ela? - meu irmão perguntou à sua mulher.

- Não dá, amor!... tenho que reler um monte de artigos... nossa!!... tenho que levar meu TCC para o orientador amanhã! - minha cunhada reclamou.
- Se vocês quiserem eu posso ir! - me ofereci.
- Mas, Edson... você acabou de chegar... está cansado da viagem e já vamos te dar trabalho! - meu irmão disse.

- Que nada, Josias!... já descansei bastante! Além disso, quero sair e ver um pouco da cidade... quero ver o que mudou por aqui!
- Nossa, Edson!... você é tão atencioso... muito obrigada mesmo! - minha cunhada falou e acabamos sorrindo um para o outro. Em seguida eles me passaram o endereço da faculdade e eu fui buscar a minha sobrinha.

Ao chegar lá eu estacionei próximo ao portão de entrada e fiquei esperando. Não demorou muito e a Aline chegou com duas amigas, tão princesinhas quanto ela. Meu sangue ferveu na hora, e de imediato me imaginei com aquelas três delícias em um quarto de motel.
- Oi, tio Edson! - minha sobrinha falou, enquanto me abraçava e me dava um selinho na boca.

- Oi! - respondi timidamente, surpreendido por aquela atitude dela na frente de suas amigas da faculdade.
- Eu não falei pra vocês que ele era lindo?... olhem! - ela perguntou para as duas meninas, que me olhavam de forma muito provocativa.
- Vim te buscar porque seu pai...!

- Sim, sim... já sei... já sei! - ela me interrompeu. - Tio, meu pai é um chato... fica querendo cuidar de mim o tempo todo!... mas tudo bem... hoje quem vai cuidar de mim é o senhor!... meninas, a gente se vê amanhã! - a Aline se despediu das amigas, que ainda tinham os olhos grudados em mim. Em seguida ela me segurou pela mão e começou a andar apressada.

- Espera!... onde a gente vai?
- Já vai saber, tio... e o senhor vai adorar!
- Mas você não ia fazer outra coisa?... seu pai me falou que...!
- Eu sempre invento mentiras para o meu pai, tio Edson... ele é chato demais! Às vezes eu faço ele me levar em um lugar e de lá eu vou pra outro!

- Combinado, Aline... mas não vá se meter em confusão!
- Eu quero é meter outra coisa em mim, tio!... bem lá no fundo! - ela falou e me deu um sorriso cheio de safadeza. Bastaram essas palavras para que o meu pau começasse a ficar muito duro dentro da minha calça. Aquela safadinha da minha sobrinha sabia mesmo como me deixar louco de tesão.

Contornamos o muro da faculdade e entramos por uma viela, onde minha sobrinha parou e ficou conversando comigo coisas da faculdade e observando o movimento de pessoas. Quando ela percebeu que estávamos sozinhos, ela agiu rápido.
- Pronto!... Vem! - ela me puxou pela mão e entramos em um pequeno corredor.

- O que é isso?... que casa é essa? - assustei na hora.
- Shhhhhh... fica calado, tio! - ela falou baixinho e, tirando uma chave da mochila, abriu o portão e me puxou para dentro. Percebi que estávamos em uma casa abandonada, pois o mato no quintal estava alto e havia muita sujeira.

- Esta é a toca, tio!... a gente vem sempre aqui para nos divertir! - ela falou com um sorriso, mas ainda mantendo a voz baixa.
- Como assim?... você vem aqui sempre?
- Não sempre, é claro!... esta casa é do pai de uma das minhas amigas... faz tempo que está desse jeito... aí ela pegou a chave e fizemos algums cópias!

Depois de entrar pelo portão, ela me arrastou por um outro corredor e fomos parar nos fundos da casa, onde ela usou outra chave para abrir um dos pequenos quartos. Entramos e ela trancou a porta rapidamente, nos deixando às escuras. Em seguida, como se já tivesse feito aquilo várias vezes, ela abriu a mochila e tirou uma pequena lanterna, a qual ela acendeu e colocou no chão.

Percebi então que o quartinho tinha um colchão jogado no chão, uma cadeira, um pequeno sofá e outros pequenos móveis. Antes que eu pudesse falar alguma coisa, a Aline me explicou que aqueles móveis foram levados até ali pelos alunos da faculdade para facilitar seus encontros. Ela também me informou que tinha começado a frequentar a casa havia uns dois meses.

Minha sobrinha então se aproximou de mim e foi com a mão diretamente no meu pau, por cima da minha calça.
- Não consegui estudar nada, tio! - ela falou com a boca colada no meu ouvido.
- O que? - perguntei sem entender.
- Não consegui estudar por sua culpa! - ela sussurrou.

- Por minha culpa?
- Sim, por sua culpa!... fiquei a tarde toda imaginando que o senhor estava me fodendo... e não consegui fazer nada do meu trabalho... agora a gente vai ter que resolver isso!
- Mas... eu... não sei... você ainda é menor de idade, Aline! - tentei me esquivar.

- Tio Edson... deixa de bobeira!... nossaaaa... eu completo 18 anos mês que vem... o senhor vai deixar de transar comigo por causa disso? - ela me abraçou por trás e ficou me apertando contra seu peitinhos. - E eu já estou na faculdade... e transo desde os 15 anos, sabia?
- Aline... mas... o seu pai... a sua mãe... se eles descobrirem eu estou ferrado...!

- Tio, não fala nada... a melhor forma de não deixar minhas fantasias ficarem me distraindo nas aulas, é tornar elas realidade logo... assim vou conseguir me concentrar novamente... o senhor não quer que sua sobrinha tire boas notas? - ela falou enquanto desabotoava a minha calça e baixava o meu zíper. Em seguida ela enfiou a mão dentro e começou a acariciar minha rola.

- Sim, eu quero, princesa! - falei e tirei minha camisa, enquanto ela baixava minha calça e minha cueca. Meus argumentos estavam vencidos.

Da forma mesma que tinha acontecido pela manhã, a Aline abriu os lábios e abocanhou minha pica com muita vontade, enfiando o máximo que pôde em sua boquinha pequena e quentinha. É claro que ela não conseguiu enfiar tudo, mas ficou se esforçando, e eu só curtindo aquela deliciosa sensação.

Senti sua linguinha atrevida brincar de um lado para o outro do meu pau. E o cuspe que ela juntou na boca resultou em uma mamada inesquecível.

Quando percebeu que minha ereção já estava no máximo, ela largou meu pau da boca de uma vez e se levantou. Em seguida ela foi até o sofá que estava encostado na parede. Fiquei só observando ela tirar sua blusinha e ficar de joelhos no sofá, com os antebraços e sua cabeça apoiados no encosto, de forma que sua bunda ficou toda empinada pra mim.

Lentamente ela abriu sua calça e começou a baixá-la até os joelhos, junto com sua calcinha, deixando seu pequeno traseiro totalmente exposto. Que loucura! Que visão mais deliciosa!
- Vem, tio Edson...! - ela me disse com a voz toda manhosa e eu obedeci. - O senhor sabe o que eu quero, não sabe?
- Não, princesinha do tio... não sei ainda... me fala! - respondi e dei alguns beijinhos em sua nuca e costas.

- Eu quero ser arrombada todinha no cuzinho... faz isso comigo, faz... o senhor gosta da minha bunda, não gosta?
- Sim, deliciazinha... seu cuzinho é o mais lindo que já vi!
- Então castiga ele todinho... vai... quero ser rasgada no cú... com força... eu não paro de pensar nisso, tio!
- Se é o que você quer, gatinha... seu tio vai fazer isso agora mesmo, tá?

Cuspi nos meus dedos e passei na entradinha do ânus dela. Quando fui passar mais um pouco ela colocou sua mão atrás e me impediu.
- Não, tio... assim não!
- Não entendi... o que foi?
- Eu quero que o senhor me machuque, tio... quero sentir meu cú sendo rasgado... se fosse pra fazer com carinho eu teria trazido lubrificante, tá?

Eu não estava acreditando naquilo. Minha sobrinha era uma verdadeira putinha, e o meu irmão pensando que ela ainda era uma menina inocente. Ela estava disposta a fazer comigo coisas que, talvez, os rapazes mais jovens da faculdade não queriam ou não sabiam fazer. Apoiei a cabeça do meu pau no anelzinho seco de seu cuzinho e comecei a empurrar lentamente.

Estava realmente muito difícil de entrar, até porque a cabeça da minha rola é bem inchada. E eu não queria machucá-la. De repente o ânus dela cedeu e entrou um pouco. Senti sua argolinha apertada se fechar ainda mais, tentando me impedir de entrar mais.
- Aiiiiiiiii... meu deusssssss... aiiiiii... aiiiii...! - ela soltou uns gritinhos de dor e tirei o pouquinho que já tinha entrado.

- Nãoooooooo... tio Edson... o que é isso?!?... tira nãooooooo... ahhhhh... que raivaaaaaaaaa... agora que estava entrandoooooo... meu deusssss... o senhor é tonto, é? - ela falou extremamente chateada e deu uns tapas bem fortes na minha perna. Meu sangue ferveu na hora, e fiquei muito furioso. Ela estava me chamando de tonto, e agora eu ia realmente dar o que ela estava querendo.

Com uma mão eu segurei os cabelos dela firmemente e os puxei, fazendo com que minha sobrinha dobrasse a coluna e trouxesse sua cabeça para trás.
- Vou arrombar esse seu cuzinho, sua safadinha! - sussurrei no ouvido dela.
- Sim, tio... sim... me castiga... me rasga todinha... é isso que eu quero... eu estava sonhando com isso... meu deusssss...!

Com minha outra mão eu segurei um de seus peitinhos e apertei com força. A Aline soltou um gritinho agudo e enfiou as unhas na minha coxa, no mesmo instante que ajeitei a cabeça da pica na entradinha de seu cú e empurrei com todas as minhas forças. Meu pau entrou rasgando.

- Maisssss... sssssssss... mais... nosssaaaaa... enfia mais um pouco... pode enfiar, tio... ahhhhhhhhhh... meu deussssss... ahhhhh... ahhhhh...! - ela começou a gemer e demonstrou estar sentindo muita dor. E aí veio a surpresa: percebi que ela estava chorando. Mas sua mão estava firme na minha perna, apertando, como se estivesse pedindo para eu continuar enfiando cada vez mais.

Pouco a pouco minha pica foi ganhando espaço no cuzinho dela. Eu o sentia apertadinho, e seus músculos estavam tensos ao redor do meu pênis. Segurei ela firme em meus braços e dei umas bombadas bem fortes e fundas, o que fez ela perder as forças e ficar mole, igual uma bonequinha de pano. Nesse momento pensei que ela tivesse desmaiado e afrouxei minha mão em seus cabelos.

Novamente ela demonstrou irritação e jogou sua bundinha contra a minha pélvis, rebolando rápido, querendo ela mesmo atolar o cú na minha vara.
- Meteeeeee... tiooooo... sem dó... castiga esse cuzinho... arromba ele todinhoooo... agora que está ficando bom...! - ela falou e voltei a agarrá-la com muita força, como se um animal tivesse se apoderado de mim.

- Queria que eu arrombasse seu cuzinho, né, sua putinha safada?... então toma rola nesse seu buraquinho gostoso... sua deliciosa! - falei enquanto bombava gostoso no ânus dela e a segurava firme pelos cabelos. Minha sobrinha gemia e murmurava coisas sem sentido e demonstrava ainda sentir muita dor. Eu sabia que ela estava chorando novamente, mas meu prazer era demais pra me preocupar com ela.

Coloquei uma perna em cima do sofá e, com isso, consegui prender ainda mais o corpinho dela contra o encosto. Agora ela não tinha como escapar.
- Tiooooo... meu deussssss... nosssaaaa... aiiiiii... aiiii... não pára... não páraaaaaa... o senhor... está... me machucando por dentro... mas... não quero que pare... me fode todinha... fode meu cuzinho apertado... fode sua sobrinha gatinha... fode!

Acelerei o rítmo e a força de cada enfiada. Meu pau entrava todinho no cuzinho da Aline e depois eu o puxava de volta, até ficar só a cabeça dentro, para novamente enfiar até encostar, e ela só gemendo e enfiando as unhas na minha coxa. Finalmente veio o pedido, com a voz trêmula e chorosa:
- Tio... goza agora... por favor... não aguento mais!

Quando ela falou isso eu fiquei na dúvida se eu gozava dentro dela ou fora, em sua bundinha. No entanto, meu pau não conseguiu esperar e começou a jorrar esperma quente bem no fundo de seu cuzinho já bastante dilatado. Meu prazer foi tanto que me deitei em cima dela, apertando seu corpinho contra o meu.

Ela soluçava e piscava o cú descontroladamente, talvez tendo o seu orgasmo também, apesar de eu não ter nenhum indicativo de que ela estava gozando. Quando parei de gozar eu fiquei em cima dela por alguns segundos, até que recuperei minhas forças e fui puxando meu pau para fora lentamente, com o cuidado e carinho que eu não tive momentos antes.

- Ahhhhhhhhhhhhhhhh...! - ela gemeu, segurando a respiração e a vontade de gritar de dor, até que minha pica saiu completamente para fora, dura e toda lambuzada. A pouca luz da lanterna não me permitiu ver tudo, mas meu pau estava melado com uma mistura de sêmen e algumas manchas que pareciam sangue e um pouco daquilo que vocês estão pensando, o meu merecido castigo por ter enfiado meu pau tão fundo no rabinho da minha deliciosa sobrinha.

Com muita dificuldade e dor, minha sobrinha se levantou do sofá e ficou me olhando em silêncio, ainda com lágrimas nos olhos. Olhei para ela e me senti muito mal, com um enorme sentimento de remorso. No entanto, antes do meu estado emocional me afetar ao ponto de eu pedir desculpas, ela se aproximou de mim, ainda com sua calça e sua calcinha na altura dos joelhos e me deu um abraço muito carinhoso.

- Não se preocupa, tá?... o senhor me deu exatamente o que eu queria...! - ela sussurrou e me deu um beijo nos lábios.
- Aline... foi um prazer cumprir o seu desejo, sabia?
- Obrigada, tio Edson!... agora eu estou devendo para o senhor... e vou ter que satisfazer um de seus desejos pra gente ficar quites, não é?

Minha sobrinha falou isso e ficou uns longos segundos abraçada comigo, com a cabeça recostada no meu peito. Aproveitei para fazer uma leve massagem em suas costas e ombros. Em um único dia a Aline já tinha me dado um prazer que fazia tempos que eu não tinha. O que mais eu poderia querer? É claro que a safadinha estava me convidando a jogar um jogo interessante, e isso era uma porta aberta que eu não ia desperdiçar.

- Acho que sujei seu pipiu, né, tio?... vamos limpar ele? - ela falou de repente e foi até a sua mochila, de onde ela tirou alguns lenços umedecidos. Carinhosamente ela limpou o meu pau e depois fez o mesmo com o rêgo de sua bunda. Depois ela levantou sua calcinha e a calça, vestiou sua blusinha e eu me vesti também.

Assim que estávamos saindo da casa abandonada nós nos deparamos com alguns estudantes que estavam entrando em outros quartos. Nem eles nem minha sobrinha pareciam surpreendidos. Pelo contrário, eles nos cumprimentaram com gestos e correspondemos da mesma forma, até que saímos pelo corredor e fomos em direção ao local onde o carro estava estacionado.

Chegamos em casa e os pais da Aline já nos aguardavam para o jantar. Ela falou que queria tomar um banho antes e, depois de pegar sua roupa no quarto, se trancou no banheiro. Eu, por minha vez, me sentei à mesa com o meu irmão e minha cunhada. Eu estava tão sem graça que não sabia onde enfiar minha cara. E para complicar, parecia que eu estava com cheiro de sexo, com cheiro de quem tinha acabado de comer um cú.

- Muito obrigado por ter ido buscar a Aline, Edson... você nos deu uma mão e tanto! - o Josias logo falou.
- Não foi nada... quando precisar é só me falar! - respondi sem encará-los, pois imaginei que meu olhar não estava sendo capaz de esconder o que tinha acontecido.

- Estamos contentes com sua volta, Edson... até a Aline me disse que está muito feliz com a sua presença aqui... e olha que ela não é muito chegada aos nossos parentes! - ele comentou.
- Que bom!... isso é bom demais! - respondi e tentei logo mudar o tema, já que percebi que eu estava pisando em um terreno perigoso. Nesse momento a minha sobrinha saiu do seu quarto e se sentou com a gente.

De um lado da mesa estava eu, na minha frente a Aline e nas cabeceiras minha cunhada e meu irmão. O jantar transcorria com a maior normalidade até que senti um roçar por debaixo da cama. Agora pronto! Meu sangue gelou. Alguma coisa estava passando em meus pés e começou a subir pouco a pouco. Dei um salto, e o Josias e a Cláudia perceberam.

- O que foi, cara? - meu irmão me perguntou.
- Não foi nada... de repente senti um calafrio! - falei e tentei demonstrar calma.

- Não me diga que você ainda tem medo, meu irmão! - o Josias falou e começou a rir. - Não se preocupe que vou protegê-lo! - ele concluiu com mais um risada e começou a contar estórias de quando éramos pequenos e ele, como irmão mais velho, era o encarregado de me proteger. Eu não me lembrava de nada daquilo, mas deixei ele continuar, pois naquele momento eu tinha algo subindo pelas minhas pernas.

Disfarçadamente baixei meu olhar e pude ver, por baixo do pano da mesa, o pé da minha sobrinha apoiado em uma das minhas coxas. Olhei para ela e a safadinha não esboçou nenhuma reação, se mostrando totalmente concentrada na comida. Fiquei muito nervoso e, com receio de que a gente fosse descoberto a qualquer momento, me levantei repentinamente da mesa.

- Peço desculpas... mas tenho que arrumar o resto das minhas coisas e dormir... ainda estou muito cansado... por causa da viagem!
- Mas você não comeu nada, Edson! - minha cunhada protestou.
- Desculpa, Cláudia... deve ser o cansaço que me fez perder um pouco a fome!... mas a comida está deliciosa... podem ficar tranquilos... vou arrumar um pouco as minhas coisas e amanhã já estarei bem melhor!

- Então... tudo bem! - a Cláudia concordou. - Depois que a Aline terminar de comer ela vai lá te ajudar um pouco... tá bom, filha?
- Claro, mãe! - minha sobrinha respondeu, fingindo estar distraída. Saí da cozinha imaginando se aquela "ajuda" não ia gerar novas situações inesperadas. E foi justamente o que aconteceu. Mas isso eu volto para contar depois.

Quem estiver gostando dos meus relatos, deixe comentários. Assim me animo a continuar escrevendo.

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Comentários

Nome: luiz
E-Mail: luiz_sotero@outlook.com
Data: 23/01/2018
muito bom estou esperando os proximos eu sei q vai ser legal de ler e espero q consiga comer sua cunhada tambem

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Nome: Negrão sp
E-Mail: Jeferson.inacio2012@gmail.com
Data: 23/01/2018
Boa tarde que delícia fiquei de pau duro gostaria de fazer contato com mulheres que gostam de uma coisa diferente 019 .971.41.45.55

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Nome: Reginaldo
E-Mail: reginaldosantana41@hotmail.com
Data: 23/01/2018
Muito bom continue queremos saber tudo tá sendo demais muito excitante

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Nome: Patricia
E-Mail: s49_patricia@hotmail.com
Data: 23/01/2018
Se alguém quiser me adicionar no Skype, podemos ter uma conversa bem agradável. Rs

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Nome: Dotado Safado
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 25/01/2018
Ótimo conto.. fico puto de tesão ao ler.. e com vontade de conhecer esse tipo de mulher safada as vezes sendo uma evangelica, crente..comprometida ou mulher que gosta de ser bem fodida, mesmo que as vezes não tenha coragem pra falar mais morre de desejo,depois de algumas exp. passei a gostar demais de ficar cobiçando uma mulher safada, ou vela se exibindo, até mesmo ajuda-la a perder a timidez e mostrar todo desejo e vontade reprimida. quem sabe ajudando a conhecer esses desejos..e vontade.. whats (19,92.33.27.98)

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Nome: marcos de são paulo
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 29/01/2018
Mulheres de sp afim de um sexo bem gostoso chamar no whatts 11.98326.6611

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Nome: Guto
E-Mail: gutemberg57.abreu@gmail.com
Data: 29/01/2018
Muito bom! estou ansioso para ve-lo comendo a cunhada!

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Nome: Rosa
E-Mail: Ksadinhafiel@hotmail.com
Data: 31/01/2018
Muito bom esse curiosa para saber oq aconteceu ...será que vai comer a cunhada tbm....tomara que sim né kkk

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Nome: Casal top
E-Mail: Gutembergsilva302@gmail.com
Data: 01/02/2018
Gosto muito de contos eróticos, samos de São Luís meu zap ([somente e-mail permitido agora] quero que role com a cunhada também

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Nome: Linda safadinha
E-Mail: nayara.pati@gmail.com
Data: 02/02/2018
Sou baixinha , quero meter desse jeito, nunca fui fodida assim , meu WhatsApp ([somente e-mail permitido agora]

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Nome: Pedro augusto
E-Mail: Carlosdamacaxeira@hotmail.com
Data: 03/02/2018
Muito bom mano, não demora mto pra parte 3

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Nome: Sidey
E-Mail: Sidneysilvaferreira[somente e-mail permitido agora]@gmail.com
Data: 27/02/2018
Foi bom esse relato

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Nome: Anônimo(a)
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 28/02/2018
Sempre que leio fico puto de tesão e penso que temos de prestar mais atenção pois a mulher tem desejos e vontades, sim de ser safada mesmo, de sentir prazer como nunca entre 4 paredes, descobrir o que sabe que existe dentro dela.. pena que as vezes não tenha coragem pra falar mais morre de desejo,por isso gosto de conversar, ajuda-la a perder a timidez e mostrar todo desejo e vontade reprimida. Nada com uma conversa pra isso...whats s (quatro, sete) nove, dois, doze, meia, quatro, onze (dezenove,nove, dois,três, três,vite e sete,nove,oito)

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Nome: Homem de Palmas Tocantins
E-Mail: lucascosta.pmw@gmail.com
Data: 07/03/2018
Bom dia cadê a continuação do conto ??

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Nome: Homem de Palmas Tocantins
E-Mail: lucascosta.pmw@gmail.com
Data: 07/03/2018
Muito massa esse conto do retorno a Goiânia meu Whatsapp é [somente e-mail permitido agora] alguma gata quiser fazer contantato

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Nome: Moreno baiano
E-Mail: Alexcabelo1fsa@gmail.com
Data: 21/03/2018
Muito safadinha essa sobrinha, m deixou pau duro

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Nome: pau bem grosso
E-Mail: eder77l98@gmail.com
Data: 21/03/2018
0.3.1.9.7.1.0.4.4.3.5.0 Zap
procuro mulheres safada
me chama no Zap mulheres



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Nome: Allan
E-Mail: allan_verdao_campeao@hotmail.com
Data: 08/04/2018
Whts [somente e-mail permitido agora] chamar la gatas

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Nome: Kaique
E-Mail: Suportebaroni@hotmail.com
Data: 17/07/2018
Cara comeu a cunhada?!
Me enviei
Me chamem no email sou de goiania!!!

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Nome: Linda
E-Mail: nayara.patricia.santos6@gmail.com
Data: 20/01/2019
Continua por favor

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Nome: Anônimo(a)
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 20/01/2019
Eu faço com meu filho, eu tenho 50 anos e ele 28, me come de todo geito, adoro dar para ele minha xana, eu queria que ele arrumasse uma menina para ser nossa filha, já que nao pode engravidar, adoraria cuidar de mais alguem para essa filha durmi e me chupar tambem, mas deixo dar para ele tambem...

Chama no whatz: 015.99692.5759

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Nome: Monrj
E-Mail: amador01rj@gmail.com
Data: 20/01/2019
Muito bom , adoro gozar esperando o próximo

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Nome: Mulato G G G
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 22/01/2019
Negro 23cm grosso so mulheres ok
Meu zap 1.1.9.7.1.3.6.7.0.1.8 de preferência que seja de sp

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Nome: Rolatesuda
E-Mail: betojogador2019@gmail.com
Data: 13/04/2019
Safadinhas que curte uma rola grossa a fim de gozar gostoso me chama betojogador2019@gmail.com

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