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Novinha safada chupa meu pau bem devagar e pede pra eu gozar em sua boquinha linda
Novinha deliciosa dançando
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Novinha filmada usando o toilet
Garota vai ao banheiro e não sabe que está sendo filmada

Minha cunhada não queria, mas...


Enviado por Casado e Safado em 09/12/2016
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Categoria: Traições | Visitas: 185000
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Meu nome é Walter, tenho 39 anos e sou casado. Sou moreno claro, alto (1,82m), sem barriga, peso ideal e adoro tênis e natação. Além disso, sou muito safado na cama. Sou casado com a Janaína, uma mulher linda, morena, esbelta, 40 anos e muito gostosa.

Minha esposa é a mais nova de três irmãs, todas lindas como ela. Sua irmã do meio se chama Cristina e tem 42 anos, e é sobre ela que vou falar neste meu relato. Esta estória é verídica e aconteceu há uns 5 anos, mais ou menos.

Eu e minha esposa morávamos em São Paulo, na capital, e a Cristina morava em Americana, também no estado de São Paulo e a uns 120 km de distância da capital. Meus sogros moravam próximo a Santos e todos os anos nos reuníamos nesta cidade, a família toda, para passar uns dias no litoral com eles.

Minha cunhada Cristina ia sempre sozinha. Ela já era casada, mas seu marido não era muito chegado ao meu sogro e também não gostava muito de socializar com a gente. Assim, dessa vez ela foi acompanhada de seu filho Diego, que tinha uns 8 anos e era filho único.

Eu trabalhava como diretor de uma empresa de Recursos Humanos, onde nos dedicávamos a contratar pessoal para empresas clientes nossas. De uma forma mais clara, meu trabalho era realizar entrevistas com as pessoas e contratá-las. Tenho muito experiência neste ramo e é algo que eu gosto muito.



Neste ano que a gente se reuniu, minha cunhada estava desempregada e minha mulher insistiu comigo para que, durante a semana que íamos ficar juntos, eu aproveitasse e desse umas aulas para a Cristina sobre como se comportar em uma entrevista, como fazer um bom currículo, ou seja, eu deveria ajudar a minha cunhada a se preparar melhor para buscar seu novo emprego.

Em Santos a gente alugava um apartamento de um amigo. O lugar era bem pequeno para todos nós, mas a gente sempre dava um jeito. Fazíamos a divisão dos quartos e conseguíamos acomodar todo mundo. Era muito abafado, mas era bom, pois ficava perto da praia e era isso que contava.

Minha cunhada é alta, bem mais alta que minha mulher, e tem no rosto uns traços orientais, o que me faz pensar que ela não é filha do meu sogro, já que ela é bem diferente das irmãs. Seus olhos são um pouco puxados e ela possui uma boca grande, com uns lábios bem carnosos.

Eu sempre tive um tesão louco pela minha cunhada, desde a época que comecei a namorar a minha irmã. Por várias vezes eu bati punheta pensando na bocona da minha cunhada no meu pau, me chupando até eu gozar naquele rostinho lindo dela. Mesmo depois de ter um filho, os seios dela ainda continuavam duros e deliciosos, e ela fazia questão de exibí-los em generosos decotes.

Se há uma coisa que me atrai muito na Cristina é a sua inocência. Ela não é o tipo de mulher que vê malícia nas coisas, é muito distraída e demora muito a perceber o que está acontecendo.

E eu adorava isso, pois muitas vezes ela vestia umas saias mais curtas e, distraída, abria as pernas e ficava mostrando os fundos, até alguém chegar e chamar sua atenção. Eu via aquilo e me acabava na punheta, torcendo para um dia eu ter a oportunidade de meter minha rola nela.



Chegamos em Santos e fomos direto para o apartamento de sempre. Como havia gente lá e tivemos que esperar desocupar, só conseguimos nos acomodar por volta das 11:00hs da noite. Assim, cansados da viagem, só comemos, tomamos um banho e fomos todos dormir.

Durante a viagem minha mulher voltou a tocar no assunto das aulas com a Cristina, e eu novamente me comprometí a ajudá-la. Nessa noite, na cama, meus pensamentos estavam agitados. A idéia de ficar sozinho com a Cristina no apartamento me deixou com muito tesão, e muito nervoso.

Como eu faria para comê-la? Ela nunca tinha me dado qualquer sinal de que alguma coisa pudesse rolar entre nós dois. Era muito arriscado e eu poderia acabar com o meu casamento. Mas a minha cabeça estava maquinando e avançando, e à frente da minha cabeça estava o meu pau, que já estava duro como uma barra de ferro, fazendo um volume enorme na minha cueca.

Comecei a bater uma punheta, bem disfarçadamente. Olhei para a minha mulher, dormindo tranquilamente, e pensei em meter nela para aliviar a minha tensão. Mas havia minha filha e uma de minhas sobrinhas dormindo no colchão ao lado da nossa cama. No primeiro gemido da minha esposa elas iam, com certeza, acordar.

Não tive saída. Eu precisava ir ao banheiro terminar minha punheta pra ver se eu conseguia relaxar e dormir. Me levantei sem fazer barulho e me dirigi ao banheiro. Quando cheguei lá percebi que a luz estava acesa e a porta levemente aberta. "Quem será que está aí dentro?", pensei e me aproximei bem devagar.

Nem acreditei. Era a Cristina, sentada no vaso bem tranquila, fazendo xixi, toda pensativa. Que visão mais linda! Fiquei olhando até ela terminar o xixi e enxugar a buceta, usando um pedaço de papel higiênico. Não sei de onde eu tirei tanta coragem, mas, do jeito que eu estava com tesão, eu nem sabia se era eu mesmo quem estava decidindo minhas ações.

Tirei minha cueca rapidamente e abri a porta do banheiro. Eu estava disposto e meter meu pau na bocona da Cristina e fazer ela me chupar até eu gozar naquela boca linda dela. Mas, assim que entrei, a reação dela me fez voltar à realidade.

- Walter?!?!?... meu deussss... ficou louco?!? - ela falou e, meio que desesperada, vestiu a calcinha e seu shorts, toda desajeitada. Fiquei muito confuso e não sabia o que falar, mas observei que ela olhou fixamente para o meu pau duro, bem ali, a poucos centímetros dela. Nossos olhares se cruzaram rapidamente e ela saiu do banheiro, sem falar mais nada.

Caralho!! Eu ainda podia sentir o cheiro da buceta dela no banheiro, e meu tesão estava incontrolável. Bati uma das melhores punhetas da minha vida, imaginando a Cristina de quatro e eu metendo gostoso naquela xoxota dela. Gozei igual um cavalo. Em seguida voltei pra cama e caí no sono.

Na manhã seguinte o apartamento estava uma correria geral, todos se preparando pra ir para a praia.
- Amor... você vai ficar com a Cristina e ajudá-la, né? - minha mulher me falou assim que terminei de tomar o café da manhã.

Respondi que sim, mas eu não estava tão confiante que a Cristina ia ficar sozinha comigo depois do ocorrido na noite anterior. Procurei ela pelo apartamento e não a encontrei. Pelas conversas percebi que ela tinha ido ao supermercado com minha sobrinha, filha da minha outra cunhada.

Fiquei na expectativa. Preparei a mesa com alguma documentação que eu tinha levado, me sentei e fiquei só aguardando, disfarçando estar trabalhando. Eu não ia falar nada, mas ia ficar observando a roupa dela, pra eu ver se ela estava decidida a ir à praia com o pessoal ou se ia ficar comigo para receber as tais aulas.

Depois de mais alguns minutos ela finalmente chegou. Vi que ela estava usando uma blusa de alcinhas, e pude ver parte de seu sutiã. Fiquei mais aliviado. Nenhuma mulher vai à praia de sutiã. Agora eu precisava verificar a parte de baixo.

Tão logo ela começou a andar pelo apartamento eu fixei o olhar em sua bunda. Assim que ela se abaixou perto de mim, seu shorts marcou a calcinha e eu mal consegui segurar um sorriso de alegria. Era uma calcinha daquelas maiores, mais confortáveis, dessas que a mulher usa para ficar em casa. Ela definitivamente não estava vestida para ir à praia.

- E aí, Walter?... vamos começar? - ela falou de repente, e, toda sorridente, veio e se sentou ao meu lado na mesa. Liguei o notebook e comecei a mostrar a ela alguns vídeos. Estávamos tão juntos que eu podia sentir seu hálito quando ela falava comigo. E minha pica já começou a responder.

Não demorou muito e nossos familiares se despediram da gente e todos sairam. Em questão de segundos toda a algazarra do apartamento se transformou no mais absoluto silêncio. Tanto eu quanto a Cristina ficamos muito sem graça, sem coragem de encarar um ao outro.

Continuei mostrando umas coisas pra ela no notebook, tentando me acalmar mais, pois meu coração estava disparado e isso ia acabar me atrapalhando. Experimentei roçar a minha perna na dela e ela não esboçou nenhuma reação. Encostei então de verdade mesmo. Que delícia sentir a pele macia da perna dela colada na minha.

Era a primeira vez que eucficava tão próximo da Cristina por mais de alguns segundos. A gente já tinha tido contato pele contra pele antes, mas sempre acidental ou quando a gente se abraçava. Agora era diferente, eu estava roçando minha perna na perna dela e ela estava consentindo. "Que sorte que estou de shorts!", pensei, todo alegre por não ter vestido uma calça.

- Ei, eu achei isso aqui interessante! - ela falou e apontou, com o dedo, uma anotação que eu tinha feito em um caderno. Com isso seu corpo veio mais pra frente e senti seu seio quentinho no meu braço, mesmo por baixo do sutiã e da blusa. Cara!!! Que tortura!!! Minha pica já estava atravessada no meu shorts.

Continuamos assim por vários minutos. Eu explicando as coisas pra ela e aproveitando todas as oportunidades para tocá-la, e eu sentia que ela estava fazendo o mesmo.
- Então... entendeu tudo mesmo? - falei depois de algum tempo e deixei minha mão cair, junto com o caderno, bem nas coxas dela.

- Sim... nossa!!... isso vai me ajudar muito mesmo!... obrigada, Walter! - ela falou e ficou olhando para o notebook, sem me encarar. Foram segundos intermináveis de silêncio. Nenhum dos dois se atrevia a falar alguma coisa.

Não era possível. Nós dois sozinhos ali, a irmã da minha mulher e eu, nossas pernas coladas, transmitindo calor um para o outro, os seios dela tocando meu braço, seu cheiro, o cheiro de seus cabelos. Criei coragem.
- Cristina... eu... eu...! - tentei falar e ela me encarou, me olhando bem nos olhos.

Olhei para a boca dela, para aquela bocona motivo de tantas punhetas minhas, e fui me aproximando, lentamente. Ela fechou os olhos. Fechei os meus também. Nossas bocas já estavam prestes a se juntar. Que maravilha!!! Parecia um sonho.
- Walter?!?... deus do céu... você ficou louco?!? - ela falou, em pânico, e me empurrou de volta.

- Cristina... eu... me desculpa... de verdade... não sei onde eu estou com a cabeça!! - falei e me levantei, enquanto ela colocou ambas as mãos na cabeça e soltou um suspiro, ficando de cabeça abaixada. Fui ao banheiro lavar o rosto e ordenar minhas idéias. Eu precisava me acalmar. A mulher que eu sempre quis comer estava bem ali, do meu lado, e o negócio não estava saindo como eu tinha planejado.

Quando eu voltei para a sala a Cristinha estava assistindo a uma reportagem no meu notebook, e usando os fones de ouvido. Fui na geladeira e peguei dois copos de suco, uma pra mim e um pra ela.
- Obrigada, Walter! - ela disse quando lhe entreguei o suco. Sua expressão era de calma, como se nada daquilo estivesse acontecendo.

Fiquei em pé atrás dela, tomando meu suco e pensando na minha próxima ação.
- Walter, eu gostei disso aqui também! - ela falou, tirou o fone de ouvido e começou a ler um trecho de um texto no notebook. Nessa hora me aproximei ainda mais dela, por trás, e comecei a lhe explicar algumas coisa. Esperto, eu me inclinava sobre ela para encostar meu dedo na tela.

Quando eu fazia isso eu roçava meu pau em suas costas, e ela não reagia, apenas permitia, como se não fosse com ela. Não era possível! Minha pica estava super dura, e eu a esfregava em suas costas e ela parecia nem notar. Fiquei encostado nela durante mais de um minuto, e a cada segundo minha piroca crescia ainda mais.

Quando ela começou a ler outro texto eu coloquei minhas mãos em seus ombros e comecei a massageá-los, lentamente, sem qualquer pressa. Mesmo se a foda não acontecesse, só o fato de estar tocando minha cunhada daquele jeito já teria valido todo o meu esforço.

- Vou ouvir esse vídeo agora, tá? - ela disse e, depois de colocar os fones de ouvido novamente, abriu o vídeo e ficou olhando para ele atentamente. E eu continuei a massagem em seus ombros. Da posição que eu estava eu consegui ver seus seios ficando maiores, como se estivessem pedindo minha atenção.

Decidi arriscar. Era o tudo ou nada. Lentamente fui baixando minhas mãos até os seios dela. Vários anos desejando meter na minha cunhada e agora eu estava a um passo de conseguir. Ela ali, com fones nos ouvidos, deixando eu fazer aquelas coisas, sem esboçar qualquer gesto de oposição. Estava bom demais pra ser verdade.

Continuei descendo minhas mãos, brincando com as alcinhas de sua blusa e do sutiã, sempre preparado para me desviar caso ela viesse com a mão em direção à minha cara. Mas eu estava cada vez mais convencido que isso não ia acontecer. Desci mais, até conseguir enfiar meus dedos em seu sutiã. Apertei os seios dela carinhosamente, e ela completamente imóvel.

Liberei as alcinhas de sua blusa e dei um beijo em seu ombro. Vi seus pelinhos se arrepiarem. Joguei os cabelos dela para um lado e beijei sua nuca bem demorado. Que cheirosa! Que coisa mais gostosa! Meu tesão estava em um nível quase insuportável, e meu pau parecia que ia explodir a qualquer momento.

Agora eram as alças do sutiã. Se ela permitisse isso, o resto seria fácil. Lentamente eu puxei e liberei as alças de seu sutiã, deixando-as pendentes de cada lado de seus braços. Forcei o sutiã para baixo e aqueles tão desejados seios saltaram para fora.

Inacreditável!! Eu estava fazendo tudo isso e minha cunhada ali, com os fones de ouvido, fingindo estar assistindo a um vídeo. Caralho!! Ainda por trás dela eu meti as mãos em seus seios e apertei com vontade, brincando com os biquinhos, que ficaram duros e pontudos. Me sentei do seu lado e enfiei minha cabeça entre os peitos dela e o notebook.

Chupei seus seios um por um, bem devagar, lambendo e sugando os biquinhos. Enquanto eu chupava um eu apertava o outro com a mão. E a Cristina sem tomar qualquer atitude. Nem mesmo um gemido ela deixou escapar. Resolvi ir mais adiante. Me abaixei e me enfiei debaixo da mesa, entre suas pernas.

Nessa hora sua atitude imóvel desapareceu. De imediato ela escorregou um pouco mais na cadeira e abriu suas pernas. Enfiei minha cara no meio das coxas dela e senti o cheiro delicioso de sua buceta, ainda protegida por sua calcinha e seu short. Beijei suas coxas e passei as minhas mãos em cada centímetro da pele de suas pernas.

Desabotoei seu shorts e abri o zíper. Em seguida puxei sua calcinha um pouco para baixo e dei um beijo bem em cima do capô da buceta dela. Que delícia!! Minha cunhada empurrou o corpo um pouquinho mais para a frente, me dando o sinal que eu esperava. Lentamente eu tirei seu shorts e sua calcinha, expondo uma buceta bem gordinha e toda lisinha, completamente depilada, parecendo pele de bebê.

Agora sim! Eu estava no paraíso! O cheiro da buceta dela entrou pelas minhas narinas e eu virei um animal. Meti a boca na xoxota da Cristina e chupei com vontade mesmo, como se fosse a última coisa que eu ia fazer na minha vida. Dei lambidas completas, indo do cú dela até seu clitóris. Nessa hora ela até se lembrou do seu marido.

- Walterrrrr... deus do céu... o que a gente tá fazendo?... ohhhhhh... não posso fazer issooooo... o Afonso vai me matar, Walter... ele vai me matar... ahhhhhhhh... meu deussss... a Janaína não merece issoo...!! - ela gemia e falava isso, empurrando a buceta contra a minha boca.

A bucetona da Cristina estava toda melada, e seu grelo estava durinho e saliente, querendo ser chupado e tocado pela minha língua. Com meus dedos eu abri seus grandes lábios e enfiei a língua bem lá dentro, e isso fez minha cunhada perder o controle totalmente.

- Chupa, seu safadoooo... você é muito descarado, Walter... ohhhhhh... como você tem coragem de fazer isso comigo?... uhhhhhhhhhh... que delíciaaaa... eu vou morrer, Walter... o Afonso vai me matar... por sua culpa...!! - ela gemeu deliciosamente e segurou firme minha cabeça, me aprisionando contra sua xoxota.

Enquanto ela falava, eu continuava lambendo e chupando como louco. Por vários anos eu desejei a gostosa da minha cunhada, e agora eu estava metendo a língua na buceta dela. Era muita felicidade. Pra mim o mundo podia acabar naquele exato momento que eu morreria muito satisfeito.

- Ohhhhhhhhhhhh... não páraaaaaa... Walterrrrr... não pára, meu bem... não páraaaaaaaaaa...!! - ela falou e começou a se tremer toda. Senti sua buceta babar e exalar um cheiro que me deixou louco. Minha cunhada tinha acabado de gozar na minha boca, e eu bebi todo o seu gozo. Mas eu queria mais, eu queria meter nela.

Saí de debaixo da mesa e a segurei pela mão.
- Vem cá, vem... vou meter meu pau nessa sua buceta gostosa!
- Nãooooo... Walter... transar não... por favor... eu nunca traí o Afonso!
- Então vai trair hoje, Cristina! Eu quero te comer agora!

Puxei ela e a coloquei de pé. Em seguida empurrei as duas cadeiras para longe e a coloquei sentada na mesa.
- Não quero, Walter... não quero... a Janaína vai descobrir isso... é minha irmã... eu não posso fazer isso com ela!!

- Que se foda, Cristina... eu não estou nem aí para o Afonso e nem pra Janaína! Faz anos que bato punheta pensando em você... e hoje você não vai me escapar não!! - falei e ela ficou me olhando com cara de assustada, com as pernas juntas, protegendo a racha. Enfiei minha perna no meio das pernas dela e as abri, me colocando entre suas coxas.

- Walterrrr... não me come não... você sabe que isso vai mudar nossas vidas... eu nunca fiquei com outro homem a não ser o Afonso... eu chupo seu pau pra você gozar... prometo... mas não enfia na buceta não!! - ela falou e eu nem me importei. A visão daquela xoxota rosada e toda aberta na minha frente me deixou louco. Não perdi tempo. Encaixei a cabeça da rola e enfiei de uma só vez, sem camisinha mesmo.

- Ohhhhhhhhhhh... meu deussssss... não faz isso... por favorrrr...!! - a Cristina soltou um gemido quando meu pau deslizou pra dentro dela, até o talo. Segurei suas duas pernas na altura da minha cintura e comecei a bombar bem compassado. Ela colocou os braços ao redor do meu pescoço e me puxou pra ela. Em segundos estávamos nos beijando como dois apaixonados.

- Mete, Walter... mete... mete na safada da sua cunhada... fode bem gostoso essa buceta... ahhhhhhhhh... o Afonso merece é chifre mesmo... me sinto tão carente de rola, Walter... mete em mim, seu safadooooo... me come igual você come minha irmã!!! - a Cristina falava isso e voltava a me beijar, enfiando a língua todinha na minha boca.

- Você é minha putinha agora, Cristina... fala que eu sou seu novo macho, fala?
- Sim, W-W-Walter... q-q-q-quero foder esse seu pau todos os dias... ahhhhhhh... que delíciaaaaa... assimmmmmm... meu deusssss... que gostosoooo... deixa eu gozar nessa pica... deixa...!!!!

De repente ela me abraçou mais fortemente e deu um gemido rouco no meu ouvido. Minha linda cunhada estava gozando no meu pau, e isso me fez perder meu controle.
- Vou gozarrrrrrr... Cristinaaaaaa... vou gozarrrrr... também... ohhhhhhhh!!!
- Dentro não... dentro não, Walterrrr... tira... tira...!!!

Tirei o pau de dentro da bucetona dela e ela já foi ficando de joelhos entre as minhas pernas. Punhetei uns três segundos e os jatos de porra sairam como mísseis, atingindo o rostinho lindo da minha cunhada.
- Ohhhhhhhh... meu querido... que gozada mais gostosa!!... deixa eu chupar, deixa? - ela falou enquanto seu rosto ia ficando todo lambuzado de esperma.

- Ahhhhhhhhhh... caralhoooooo... caralhoooo!!! - gemi como um desesperado quando ela abriu sua bocona e engoliu meu pau, sugando e engolindo tudo, até sair a última gota de porra. A minha cunhada "inocente" estava bebendo leitinho quentinho diretamente da minha pica. Eu estava até com medo de acordo e descobrir que aquilo não passava de um sonho.

Quando terminei de gozar minhas pernas estavam tão bambas que me deitei no chão, e ela veio e se deitou no meu peito. Ficamos vários minutos ali deitados, sem falar nada, só esperando nossas respirações voltarem ao normal.

- Puxa vida!!! Que merda, Walter... tem porra sua até nos meus cabelos!! - ela falou finalmente e se levantou, me olhando com um expressão séria. Não falei nada. Em seguida ela pegou seu shorts e sua calcinha e foi para o banheiro. Continuei deitado no chão e comecei a rir sozinho, agradecendo à minha mulher, a responsável por eu ter metido a vara em sua irmã.

Não demorou muito e a Cristina saiu do banheiro completamente nua. Depois de passar pela sala ela foi para o seu quarto, se vestiu e saiu do apartamento, sem me dirigir uma palavra sequer. Arrumei a bagunça, tomei um banho e fui dormir um pouco.

Quando acordei a Cristina já tinha retornado e estava lá na mesa estudando as coisas que eu tinha passado pra ela. Não demorou muito e toda a nossa família voltou da praia.
- E aí, Cristina?... aprendeu muita coisa com o Walter? - minha esposa perguntou à sua irmã.

A Cristina me olhou bem nos olhos e depois olhou para a Janaína.
- Sim... nossaaaaa... o Walter é maravilhoso para explicar... me ajudou muito mesmo... como eu estava precisando disso!
Minha mulher apenas riu e foi terminar de arrumar as coisas.

O resto do dia transcorreu sem qualquer novidade. Mas percebi que a Cristina estava me evitando. Não liguei, pois eu sabia como essas coisas são. A noite passou e no dia seguinte, bem de manhã, todo mundo já estava fazendo planos para sair e dar uma volta pela cidade.

- Cristina... você vai com a gente? - minha irmã perguntou.
- Acho que não, Janaína... como estou precisando logo de emprego, vou revisar algumas coisas com o Walter... se vocês não se importarem, é claro!
Ninguém da família se opôs, e meu pau já deu um pulsada na mesma hora. Foi mais uma foda deliciosa com a minha cunhada, coisa que repito até hoje.

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Comentários

Nome: Fabio
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 09/12/2016
Adoraria comer uma cunhadinha assim!!
"inocente" e voluvel!!


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Nome: Anônimo(a)
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 13/12/2016
Não sei como o site publica um negócio desses sendo REAL, isso é assédio! Triste ver como essa sociedade machista acha isso normal...

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Nome: Dotado Safado
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 16/12/2016
Fico louco de tesão ao ler.. Adoro falar sobre sexo e sacanagens, tenho tesão tanto em fazer quanto conversar com mulher que tem esse desejo, mesmo que as vezes com medo de revelar... Mais com muito fogo pra despertar... Tbm amo proibido aumenta ainda mais tesão... Não concorda? Rs... Zap (Quatro, sete,) (nove, nove, dois, meia, nove, treze, Dezenove)

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Nome: Veloucura
E-Mail: veloucura@bol.com.br
Data: 18/12/2016
Delicia comer a cunhada que tesao de conto mulheres do vale do paraiba sp entrem em contato doze, nove, meia, zero sete, quatro, trinta

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Nome: Veloucura
E-Mail: veloucura@bol.com.br
Data: 18/12/2016
Delicia doze, nove meia, zero sete, quatro, trinta

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Nome: Sonia
E-Mail: so28@bol.com.br
Data: 13/02/2017
Não entendi seu comentário Anonima, pode ser assédio, mas foi consentido e pelo relato ela adorou a ponto de querer de novo. Vai me dizer que não ficou excitada?



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Nome: Leticia
E-Mail: ltconha@gmail.com
Data: 06/03/2017
Adoraria ter um cunhado que me comesse assim.

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Nome: anônimo
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 10/03/2017
Que delícia &#[somente e-mail permitido agora];

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Nome: Delicia
E-Mail: gaivota_mello@Outlook.com
Data: 21/03/2017
Adoro esses contos. Estou com minha bucetinha toda melada tá até escorrendo de tanto tesão. quero alguém mamando na minha bucetinha pra eu gozar e meter gostoso numa pica grossa. que delícia!!!!!

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Nome: Anônimo(a)
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 01/04/2017
Eu adoro dar pros meus cunhados euchego ficar melaiha eu adoro uma rola grande e grossa quem qer comer minha buceta me ligar ou manda uma mensagem eu adooro chupa rola
[somente e-mail permitido agora]


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Nome: Carlos
E-Mail: aemmrr6@gmail.com
Data: 02/04/2017
Oi anônima, quero chupar muito sua bucetinha até você gozar na minha boca, moreno de sp com 19cm de pica. Entre em contato. Bjs

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Nome: Paulo Mineiro
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 11/05/2017
Sou um coroão dotado de 55 anos e adoro as mulheres novas de até 30 anos, que sejam safadas, taradas e putinhas. 31.98899.2210

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Nome: Felippe
E-Mail: Felippedegodoy@gmail.com
Data: 19/05/2017
Sou de americana passa what de sua prima o meu é [somente e-mail permitido agora]

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Nome: matheus
E-Mail: lindiomar22@gmail.com
Data: 26/08/2017
Adoro chupar uma pepeca quem quiser conversar e so mandar msg no numero [somente e-mail permitido agora]...22751

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Nome: matheus
E-Mail: lindiomar22@gmail.com
Data: 26/08/2017
011..99..82..22..751 chama la

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Nome: Anônimo(a)
E-Mail: Anônimo(a)
Data: 31/12/2017
Gosto muito dessas estorias e tenho um casal amigo que a mulher quer se relacionar com outra mulher quem se abiliar. Entre em contato 83. 99841.1522

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Nome: pau bem grosso
E-Mail: eder8l92@gmail.com
Data: 01/01/2018
0.3.1.9..7.1.0.4.4.3.5.0 zap
procuro mulher safada
nai importa idade sendo minha amiga
amizade virtual ou real
Procuro uma amiga se verdade
chama no zap mulheres afim.de um amigo

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Nome: Peri
E-Mail: rickkcandy@gmail.com
Data: 15/03/2018
Tbm tenho cunhada gostosa esse e o zap dela dessenove....nove..oito..sete...seis..oito..seis ..seis...zero...sete...sinpatica ela.


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Nome: Marcos
E-Mail: mabbispo@gmail.com
Data: 25/03/2018
Sou louco por sexo, se vc tiver interesse em um pau grande, grosso e preto é só entrar em contato por e mail. Sou de Osasco SP.

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Nome: Eliete
E-Mail: oliveiragomes@gmail.com
Data: 21/04/2018
Quero ver picas.

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Nome: Anônimo
E-Mail: Anônimo
Data: 22/04/2018
Oi Eliete coloque o seu e-mail verdadeiro.
Ou então amadureça.


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Nome: Anônimo
E-Mail: Anônimo
Data: 22/04/2018
Eliete porque você não mostra a sua buceta?

Nome: Eliete
E-Mail: oliveiragomes@gmail.com
Data: 21/04/2018
Quero ver picas.

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Nome: Anônimo
E-Mail: Anônimo
Data: 22/04/2018
Eliete porque você não mostra a sua buceta?

Nome: Eliete
E-Mail: oliveiragomes@gmail.com
Data: 21/04/2018
Quero ver picas.

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Gigantesafado disse:
Oi carolina deixa eu chupar vc, sou um coroa bem expreriente deixaria vc chegar ao climax e ter varios gozo profundo, meu gmail parasemprevc68@gmail.com

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Carolina disse:
Nossa, que delícia de conto! Fiquei completamente excitada e louca pra ser chupada bem gostoso. Sou Bi e do RJ.

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Não mexa nas calcinhas da mamãe - Parte 5 - Final [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Gigantesafado disse:
Foi muito prazeroso seu conto Juliana, fiquei com muita vontade de chupar sua bucetinha ate escorrer para lamber td, safadinha.

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A primeira vez que experimentei sexo anal [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
lenoirrs disse:
Ola pessoal eu também curto anal gostaria de conhecer mulheres da região de Frederico westefalen rs

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Simpismente demais. Eu ja li muitos contos...
maia esse superou todossss...

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Meti na minha cunhada com a minha mulher dormindo do nosso lado [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Claudia 1.1.9.8.3.1.3.0.0.2.2 disse:
Louca de desejo quero viver novas loucuras... adoro sexo

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Claudinha da z/l disse:
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Anônimo(a) disse:
Somos um casal, ele 28, ela 38, buscamos outra mulher, nao importamos com idade, para morar juntos e ter uma relacao seria a três. Chama no Whats: 015.99656.4404

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Com o meu sogro [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Sonja McDonell disse:
Eu sou Sonja, 23 anos, comissária de bordo. Todas as meninas e mulheres têm suas próprias idéias e fantasias para o sexo, especialmente pela primeira vez. Como conclusão de alguns relatos, 82% querem com um menino, 13,7% com uma menina e o restante com um transexual.
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Fiquei gostando de ser cadelinha [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Cristiano disse:
Sou de São Paulo capital eu crio e adestro cachorros para pratica de ZOOFILIA já iniciamos varias mulheres e temos muita experiencia e referencias também as interessadas podem enviar e-mail pois aqui não aceita whatsapp entao mandem e-mail que respondo todos e passo o zap ou deixem também o zap que entro em contato para mas detalhes tenho o cachorro viciado e tarado por uma mulher tudo com local e sigilo absoluto

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Como virei mulherzinha debaixo do meu cachorro [Chat de Putaria] [Ver Vídeo Pornô]
Anônimo disse:
Oi anônima me passa o seu e-mail.

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Quem sabe não podemos namorar.




Nome: Anonima
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Oi Roger já encontrou algo sério tb procuro faz tempo tenho 39 anos interessa



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